11 de março de 2026
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(Foto: Reprodução)

Grazielly da Silva Barbosa se apresentava como biomédica, mas não tinha registro, segundo a polícia. Aline Maria Ferreira, de 33 anos, morreu após realizar um procedimento para aumento do bumbum. Grazielly da Silva Barbosa e a clínica em que ela atuava, em Goiânia
Divulgação/Polícia Civil
A dona da clínica em Goiânia, onde a influenciadora Aline Ferreira fez um procedimento estético, foi mantida presa após passar por audiência de custódia, segundo a Polícia Civil de Goiás. A mulher pagou R$ 3 mil para realizar o procedimento com Grazielly da Silva Barbosa. A polícia informou que, ao todo, deveriam ter sido realizadas três sessões de aplicação do polimetilmetacrilato (PMMA), mas Aline morreu após a primeira sessão.
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O g1 solicitou um posicionamento à defesa da investigada, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. Também foi feito contato com a clínica por telefone em busca de um posicionamento, mas ninguém atendeu.
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Grazielly Barbosa foi presa pela Policia Civil na quarta-feira (3). Nesta quinta-feira (4), a Justiça homologou o flagrante e decretou a prisão preventiva dela.
A delegada Debora Melo informou que a dona da clínica se apresentava como biomédica. No entanto, a mulher nunca cursou Biomedicina e não apresentou nenhum diploma de curso superior.
Segundo a polícia, Grazielly informou ter feito cursos livres na área da estética e cursado três semestres de medicina no Paraguai. No entanto, nenhum certificado, diploma ou forma de comprovação foram apresentados.
Em relação à clínica, a Vigilância Sanitária identificou que o local não possuía alvará sanitário nem profissional com habilitação técnica responsável. Além disso, a delegada contou que não foram encontrados prontuários de pacientes atendidos pela clínica no local.
“Lá não tinha prontuário de paciente nenhum. A pessoa pagava, fazia o procedimento e ia embora. Não eram requisitados exames prévios e não tinha contrato de prestação de serviço formalizando a relação entre o prestador e o consumidor”, explicou Débora Melo.
Grazielly é investigada pelos crimes de lesão corporal seguida de morte, exercício ilegal da medicina, execução de serviço de alta periculosidade e crime contra a relação de consumo (ao induzir os consumidores ao erro), apontou a investigação.
Entenda o caso
Clínica Ame-se, localizada em Goiânia, Goiás
Divulgação/Polícia Civil
À Polícia Civil, o marido de Aline contou que a influenciadora morreu em 2 de julho, em um hospital particular de Brasília, onde estava internada desde 29 de junho. O procedimento foi realizado em 23 de junho, quase uma semana antes, na clínica de estética de Grazielly em Goiânia.
O marido da influenciadora afirmou que a cirurgia foi rápida e que eles retornaram para Brasília no mesmo dia, com Aline aparentando estar bem. No entanto, no dia seguinte, ela começou a ter febre.
Ele detalhou ter entrado em contato com a clínica, que justificou que a reação “era normal” e que Aline “deveria tomar um remédio para febre”. Mesmo medicada, a influenciadora continuou com febre, e na quarta-feira (26), começou a sentir dores na barriga.
Segundo o marido, na quinta-feira (27), Aline piorou e desmaiou. Ele a levou ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), onde ficou por um dia. Depois, Aline foi transferida para um hospital particular da Asa Sul, onde morreu.
Aplicação de PMMA
Dona de clínica de estética é presa após morte de influencer
Segundo apurado pelo g1 DF, no procedimento ao qual Aline foi submetida, foi aplicado 30ml de PMMA em cada glúteo. PMMA é a sigla para polimetilmetacrilato, uma substância plástica com diversas aplicações na área da saúde e em outros setores produtivos.
Atualmente, o PMMA tem sido utilizado para preenchimentos em tratamentos estéticos faciais e corporais, especialmente para aumentar os glúteos. A composição do PMMA pode provocar reações inflamatórias que, por sua vez, podem resultar em deformidades e necrose nos tecidos onde a substância foi aplicada.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) classifica o PMMA como de risco máximo e, por isso, recomenda que seja administrado apenas por profissionais médicos capacitados. Além disso, de acordo com a Anvisa, o produto possui uma aplicação muito específica, que é a correção de pequenas deformidades corporais após tratamentos como AIDS ou poliomielite.
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/07/04/dona-de-clinica-investigada-por-morte-de-influenciadora-apos-procedimento-estetico-e-mantida-presa.ghtml

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Grazielly da Silva Barbosa, dona de clínica estética em Goiânia e investigada por morte de paciente — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Grazielly foi presa na quarta-feira (3). O g1 solicitou um posicionamento à defesa da investigada, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. O g1 também ligou para a clínica Ame-se, localizada em Goiânia, em busca de um posicionamento, mas ninguém atendeu.

Clínica Ame-se, localizada em Goiânia, Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Grazielly tem 39 anos e é dona de uma clínica de estética na capital. Porém, segundo a Polícia Civil (PC), a empresa não tem alvará de funcionamento e nem responsável técnico.

Segundo a delegada Débora Melo, a clínica não tem prontuário dos pacientes e não realizava anamnese. Disse ainda que Grazielly não pedia exames pré-operatórios e não entregava os contratos.

“Lá não tinha prontuário de paciente nenhum. A pessoa pagava, fazia o procedimento e ia embora. Não eram requisitados exames prévios e não tinha contrato de prestação de serviço formalizando a relação entre o prestador e o consumidor”, explicou Débora Melo.

A empresária disse à polícia que cursou medicina por três semestres, no Paraguai. Grazielly afirmou ainda que fez cursos livres de estética, mas não apresentou nenhum certificado.

Grazielly é investigada pelos crimes de exercício ilegal da medicina, execução de serviço de alta periculosidade e crime contra a relação de consumo (ao induzir o consumidor ao erro).

Influenciadora Aline Maria Ferreira morreu no DF após fazer cirurgia estética — Foto: Reprodução/Redes sociais

À Polícia Civil, o marido de Aline contou que ela morreu, no dia 2 de julho, em um hospital particular de Brasília, onde estava internada desde o dia 29 de junho. O procedimento foi feito no dia 23 de junho, quase uma semana antes, em uma clínica de estética de Goiânia.

Segundo o g1 DF, o marido da influenciadora afirmou que a cirurgia foi rápida e eles retornaram para Brasília no mesmo dia, com Aline aparentando estar bem. No entanto, no dia seguinte, ela começou a ter febre. O marido detalhou ter entrado em contato com a clínica, que justificou que a reação “era normal” e que Aline “deveria tomar um remédio para febre”.

Mesmo medicada, a influenciadora continuou com febre, e na quarta-feira (26), começou a sentir dores na barriga. De acordo com o marido, na quinta-feira (27), Aline piorou e desmaiou. Ele a levou ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), onde ficou por um dia. Depois, ela foi transferida para um hospital particular da Asa Sul, onde morreu. O corpo de Aline será velado e sepultado na quinta-feira (4), no cemitério Campo da Esperança do Gama.

Aplicação de PMMA nos glúteos

Dona de clínica é presa após influenciadora fazer procedimento estético e morrer

Segundo apurado pelo g1 DF, no procedimento que Aline passou, foi feita a aplicação de 30ml de PMMA em cada glúteo. PMMA é a sigla para polimetilmetacrilato, uma substância plástica com diversas utilizações na área de saúde e em outros setores produtivos.

Atualmente, o PMMA tem sido usado para preenchimentos em tratamentos estéticos faciais e corporais, principalmente para aumento dos glúteos. Contido, a composição do PMMA pode causar reações inflamatórias que, por sua vez, podem causar deformidades e necrose dos tecidos onde foi aplicado.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) considera o PMMA de risco máximo e, por isso, só deve ser administrado por profissionais médicos treinados. Além disso, o produto, de acordo com a Anvisa, também possui uma destinação muito específica, que é a aplicação para corrigir pequenas deformidades do corpo após tratamentos de AIDS ou de poliomielite.

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A biomédica Grazielly da Silva Barbosa foi presa em flagrante nesta quarta-feira (3) após a morte da influenciadora brasiliense Aline Maria Ferreira, 33 anos, em decorrência de um procedimento nos glúteos realizado no final de junho.

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A suspeita foi encontrada em Goiânia – cidade onde fica a clínica onde foi feito o procedimento estético — e detida por crimes contra as relações de consumo. Grazielly teria aplicado polimetilmetacrilato, conhecido como PMMA, em preenchimento nos glúteos.

O caso é investigado pela Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon) de Goiás. Informações preliminares apontam que a mulher não tinha registro profissional no Conselho Regional de Biomedicina de Goiás, nem alvará para funcionamento do estabelecimento da Vigilância Sanitária do município.

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Aline estava internada em um hospital de Brasília desde o último sábado (29). Segundo a família, ela começou a passar mal após a aplicação, feita no dia 23 de junho, e morreu nesta terça (2), com um quadro de infecção generalizada.

A família informou que foi feita a aplicação de 30ml de PMMA em cada glúteo. Apesar de não ser contraindicada a aplicação da substância na região pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não há indicação para uso do produto em caso de “aumento de volume, seja corporal ou facial.”

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Regional Minas Gerais, o PMMA é indicado para correção de sequelas de tumores, rugas, pequenas cicatrizes e enfermidades faciais congênitas, como o lábio leporino. Uma resolução do Conselho Federal de Biomedicina (CFBM) autoriza aplicação desse tipo de substância para fins estéticos por biomédicos.

O velório e enterro estão marcados para quinta-feira (4), no cemitério Campo da Esperança do Gama.

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Mulher suspeita de matar o marido é presa após tentativa de fuga no DF; PM chegou a ajudá-la em acidente de carro (Reprodução/Arquivo Pessoal)

Uma mulher de 34 anos foi presa, na manhã desta quinta-feira (27), por suspeita de matar o marido com uma facada nas costas, enquanto ele dormia. Segundo a Polícia Civil, o assassinato ocorreu na madrugada de quarta-feira (26), em Vicente Pires, no Distrito Federal. As autoridades também apontaram que a motivação do crime seria ciúmes.

Marco Antônio, de 44 anos, foi encontrado caído de bruços com um golpe de faca nas costas. Jocasta Paola Weber declarou à polícia que descobriu a traição do companheiro de oito anos com uma colega de trabalho, conforme o delegado Pablo Aguiar, responsável pelo caso.

Logo após cometer o crime, Jocasta teria admitido ao filho de 18 anos “que tinha feito besteira” e pediu a ele que fugisse. Conforme Aguiar, o rapaz foi até a delegacia na tarde de quarta, e informou aos agentes sua suspeita de que a mãe tinha matado o padrasto. Ele também relatou que foi acordado pela mulher de madrugada dizendo que eles teriam que sair imediatamente da casa.

O jovem, então, pegou o carro e foi para a casa da namorada. Jocasta, por sua vez, fugiu em outro carro com a filha de 9 anos, o enteado de 25 anos, que é PCD (Pessoa com Deficiência), e o cachorro da família. Ao UOL, o delegado informou que o plano dela era deixar a criança em Cascavel, no Paraná, na casa dos avós. Já o enteado ficaria com a família no Rio Grande do Sul.

Durante a tentativa de fuga, o carro onde ela estava com a família caiu de uma ribanceira, em uma rodovia de Valparaíso de Goiás. A mulher chegou a ser socorrida por um policial militar do DF, que não sabia do crime. “Ela ainda levou o carro a uma oficina para trocar os pneus”, afirmou Aguiar.

“O policial seguia pela rodovia quando viu um carro à sua frente perder o controle, rodar na pista, atravessar todas as faixas e despencar em uma ribanceira, parando em meio ao mato. A motorista, em desespero, saiu do carro gritando que seus filhos estavam presos lá dentro”, esclareceu a corporação em um comunicado.

Jocasta chegou a sofrer um acidente de carro durante a fuga e foi socorrida por PM, que não sabia do crime (Foto: Reprodução/g1)

Em seguida, o militar solicitou o atendimento médico e a retirada do carro do local. Após o conserto do veículo, Jocasta continuou a fuga, mas foi pega pela polícia a 1.200 km de Brasília, na região de Campos Mourão, no Paraná. Ela foi identificada por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) após a Polícia Civil informar a corporação.

A 38ª Delegacia de Polícia, em Vicente Pires, investiga o caso. De acordo com o g1, a filha de 9 anos e o enteado da suspeita estão sob os cuidados do avô. Jocasta Paola Weber segue presa no Paraná e deve passar por audiência de custódia.

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O bebê foi encontrado em um conjunto comercial em Canoas, na Região Metropolitana.

Uma mulher foi presa em flagrante pela Polícia Civil após o corpo de um bebê ser encontrado enrolado em uma manta dentro de um saco de lixo. O incidente ocorreu na tarde de segunda-feira (24) em um conjunto comercial no centro de Canoas, Rio Grande do Sul.

Foto: Reprodução / Porto Alegre 24 horas

A suspeita, que tem cerca de 40 anos e outros dois filhos, é investigada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. De acordo com o delegado Arthur Reguse, titular da Delegacia de Homicídios de Canoas, a criança foi morta por asfixia com uma fita adesiva colada entre a boca e o nariz. A investigação aponta que a mulher teria dado à luz na noite de domingo (23) e, em seguida, amamentado e asfixiado o bebê.

As câmeras de circuito interno registraram o momento em que a mulher chegou ao prédio com uma sacola no ombro, entrou no banheiro e saiu vestindo outra roupa. Ela abandonou o corpo na lixeira do banheiro e depois se deslocou até a cafeteria onde trabalhava.

O 15º Batalhão de Polícia Militar foi acionado após os seguranças do local encontrarem o bebê. Inicialmente, pensava-se que se tratava de um feto, mas os policiais constataram que era um bebê completamente formado. Os peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) confirmaram que a criança chegou a nascer e respirar.

A mulher foi localizada e presa em flagrante. Perícias realizadas em sua residência revelaram lençóis ensanguentados e grande quantidade de sangue no chão, identificado com o uso de luminol. A Polícia Civil pediu sua prisão preventiva, e ela confessou informalmente o crime, alegando que não queria a criança e não tinha condições de criá-la.

O delegado Mário Souza, diretor do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), afirma que a sequência de eventos afasta a tese de abalo emocional devido ao estado puerperal. O pai da criança ainda não foi localizado.

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A ação consistiu em enviar um vídeo para o pai da criança, no qual simulava jogar gasolina no filho de nove anos do casal, ameaçando incendiá-lo

Uma mulher foi presa em Osório, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, acusada de submeter seu ex-companheiro a tortura psicológica. A ação consistiu em enviar um vídeo no qual simulava jogar gasolina no filho de nove anos do casal, ameaçando incendiá-lo.

Foto: Porto Alegre 24 horas

A detenção ocorreu na quinta-feira (20) pela Brigada Militar, após denúncia via telefone. No dia seguinte, a Justiça acatou o pedido da Polícia Civil e decretou a prisão preventiva da mulher. Um inquérito foi instaurado para investigar o caso.

O pai da criança, ao receber o vídeo, procurou a polícia. Durante a ligação, a mulher mencionou que buscaria o outro filho do casal, um adolescente de 14 anos, o que auxiliou na sua localização.

Equipes policiais localizaram a mulher e a prenderam“, informou a Brigada Militar. Na abordagem, foi encontrado um líquido com aparência de gasolina, que posteriormente foi identificado como água com corante, não inflamável.

O delegado responsável pelo caso, João Henrique Gomes, estima que a investigação seja concluída em até 10 dias. Nesse período, serão realizadas diligências adicionais e aguardados os resultados de perícias. A mulher, cujo nome não foi divulgado, permanece presa, enquanto os filhos estão sob a guarda do Conselho Tutelar.

As diligências e perícias auxiliarão na conclusão do inquérito e envio à Justiça“, disse Gomes.

A prisão preventiva da mulher visa garantir a segurança das crianças e a lisura das investigações. O caso reforça a importância da atenção e resposta imediata a denúncias de violência psicológica e ameaças, principalmente quando envolvem menores.

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Policiais constataram que ela apresentava sinais de embriaguez, mas se negou a ser submetida ao teste do bafômetro

A mulher acusada de agredir um casal gay em uma padaria de São Paulo foi presa em flagrante por lesão corporal, após atropelar um homem, na madrugada de sexta-feira, 14, na Barra Funda, zona oeste da capital. O atropelamento aconteceu na Avenida Francisco Matarazzo.

Segundo a polícia, Jaqueline Santos Ludovico, de 33 anos, fugiu após atingir a vítima com seu carro, mas voltou ao local e foi presa. Os policiais constataram que ela apresentava sinais de embriaguez, mas se negou a ser submetida ao teste do bafômetro.

Câmeras de monitoramento flagraram o atropelamento. As imagens mostram quando o homem sinaliza para a motorista do carro que está sobre a faixa de pedestre. O veículo não freia e acaba atropelando o pedestre. A mulher que dirigia o carro seguiu adiante com o veículo, mas depois retornou acompanhada de uma irmã.

Conforme a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), policiais militares atenderam a ocorrência e verificaram que a mulher atingiu a vítima enquanto conduzia um Honda HR-V vermelho. “A mulher teria deixado o local e retornado posteriormente sem o veículo, apresentando falas contraditórias e sinais de embriaguez. Ela foi encaminhada ao 91.º DP (Ceasa) e o caso foi registrado como lesão corporal culposa na direção de veículo, fuga de local de acidente e embriaguez ao volante”, disse, em nota

A vítima, de 32 anos, foi levada para o Hospital São Camilo, unidade Santana, ficou em observação e já recebeu alta. Jaqueline passou por audiência de custódia e obteve o benefício da prisão domiciliar por ter filhos pequenos.

Ataque homofóbico

O caso anterior envolvendo Jaqueline aconteceu em fevereiro deste ano. Ela foi denunciada pelo Ministério Público de São Paulo por injúria, lesão corporal, ameaça e vias de fato após agredir um casal gay em uma padaria, no bairro de Santa Cecília. A mulher teria se irritado com o jornalista Rafael Gonzaga e o namorado dele, passando a proferir ofensas homofóbicas e indo para cima deles com socos, tapas e chutes. Rafael teve ferimentos no rosto.

A confusão teria se iniciado porque Jaqueline conversava com outra mulher em uma vaga de estacionamento e Rafael teria se aproximado com o carro para ocupar o local. Jaqueline se irritou e deu início às ofensas e agressões. Segundo o MP, ela vai responder por injúria, lesão corporal e ameaça.

A reportagem entrou em contato com a defesa de Jaqueline e aguarda retorno.

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Câmera de segurança do Aeroporto de Guarulhos flagra suspeita de participar do esquema de tráfico internacional de drogas. — Foto: Reprodução

A Polícia Federal (PF) prendeu nesta quinta-feira (6) uma mulher suspeita de participar do esquema que ficou conhecido como “golpe da mala”, em que drogas são enviadas para o exterior após a troca de etiquetas retiradas de bagagem de viajantes inocentes no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

Segundo o delegado Marco Aurélio Morini, a mulher seria integrante da organização criminosa responsável pela prisão injusta das goianas Kátina Baia e Jeane Paolini, na Alemanha, no início de 2023. Elas tiveram as malas trocadas e foram detidas com 41 quilos de cocaína.

As goianas ficaram 38 dias presas por tráfico internacional de drogas em Frankfurt e só foram soltas depois que a polícia alemã analisou a investigação feita pela PF do Brasil, e também as imagens de câmeras de segurança que mostram a ação da quadrilha no aeroporto.

Brasileiras presas injustamente por tráfico de drogas na Alemanha reencontram a família

Nesta quinta, de acordo com o delegado, a suspeita chegou ao aeroporto com uma mala, acompanhada de uma menor de idade. Ela seguiu para o check-in no saguão e entregou a bagagem para outro participante do esquema criminoso. Depois disso, ela deixou o local.

A mulher não era funcionária de nenhuma empresa que presta serviço no aeroporto. O delegado afirmou à TV Globo que a prisão encerra o caso, que soma 17 detidos.

Em julho de 2023, a PF deflagrou a Operação Efeito Colateral para prender integrantes da quadrilha responsável pelo esquema de tráfico internacional de drogas que levou para a cadeia as brasileiras. No época, 16 pessoas foram presas e 27 mandados de busca e apreensão, cumpridos.

Goianas presas na Alemanha após terem malas trocadas por bagagem com drogas são a médica veterinária Jeanne Paollini e a personal trainer Kátyna Baía — Foto: Reprodução/Redes sociais

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Cuidadora é presa após idoso mandar carta pedindo socorro por ficar trancado em lote e ter dinheiro roubado — Foto: Reprodução/Polícia Civil

Uma cuidadora foi presa após um idoso de 74 anos pedir para o vizinho entregar uma carta à polícia onde ele denunciava ter o dinheiro roubado, em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil (PC), a vítima vivia em um “barraco” de latão e trancado em um lote.

A mulher, que não teve o nome divulgado, foi presa preventivamente nesta quarta-feira (29), em Santa Terezinha de Goiás, no norte do estado, após mudar de endereço sem comunicar a Polícia Civil. O g1 não localizou a defesa dela para pedir um posicionamento até a última atualização desta reportagem.

O caso é investigado pelo delegado João Flávio. Ao g1, ele contou que o vizinho recebeu a carta do idoso pelo muro do lote e entregou à polícia no dia 17 de abril, mesmo dia em que a vítima foi resgatada. Flávio detalhou como o idoso foi encontrado pelas equipes e a forma que ele vivia.

“Ela fez um barraco de latão aos fundos da casa, que era onde o idoso dormia. Quando chovia, ele molhava. Ele fez um buraco há quatro metros de onde dormia para fazer as necessidades e tomava banho em uma torneira de 50 centímetros de altura, era muito triste a situação”, relatou Flávio.

Idoso vivia em um “barraco” de latão e trancado em um lote – Goiás — Foto: Reprodução/Polícia Civil

Segundo o delegado, apesar da mulher dar água e comida para o idoso, ele estava bastante magro e, devido às condições em que ele vivia, poderia adoecer. Além disso, a vítima contou a polícia na carta que a cuidadora pegava todo o dinheiro dele do Benefício de Prestação Continuada.

“Ela pegou o idoso dos filhos dizendo que iria cuidar da saúde dele, mas a principal motivação dela era ter a renda da vítima para ela”, afirmou Flávio.

O delegado disse ainda que, no dia em que o idoso foi resgatado e devolvido à família, a cuidadora não foi presa, mas foi informada que era investigada por cárcere privado, maus-tratos e apropriação de rendimento de pessoa idosa. Apesar disso, ela mudou de cidade e, por isso, a PC a prendeu.

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Idoso vivia em um cômodo improvisado e teve que cavar um buraco para fazer as necessidades fisiológicas. Cuidadora foi presa após mudar de endereço sem comunicar a Polícia Civil. Cuidadora é presa após idoso mandar carta pedindo socorro por ficar trancado em lote e ter dinheiro roubado
Reprodução/Polícia Civil
Uma cuidadora foi presa após um idoso de 74 anos pedir para o vizinho entregar uma carta à polícia onde ele denunciava ter o dinheiro roubado, em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil (PC), a vítima vivia em um “barraco” de latão e trancado em um lote.
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A mulher, que não teve o nome divulgado, foi presa preventivamente nesta quarta-feira (29), em Santa Terezinha de Goiás, no norte do estado, após mudar de endereço sem comunicar a Polícia Civil. O g1 não localizou a defesa dela para pedir um posicionamento até a última atualização desta reportagem.
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O caso é investigado pelo delegado João Flávio. Ao g1, ele contou que o vizinho recebeu a carta do idoso pelo muro do lote e entregou à polícia no dia 17 de abril, mesmo dia em que a vítima foi resgatada. Flávio detalhou como o idoso foi encontrado pelas equipes e a forma que ele vivia.
“Ela fez um barraco de latão aos fundos da casa, que era onde o idoso dormia. Quando chovia, ele molhava. Ele fez um buraco há quatro metros de onde dormia para fazer as necessidades e tomava banho em uma torneira de 50 centímetros de altura, era muito triste a situação”, relatou Flávio.
Idoso vivia em um “barraco” de latão e trancado em um lote – Goiás
Reprodução/Polícia Civil
Segundo o delegado, apesar da mulher dar água e comida para o idoso, ele estava bastante magro e, devido às condições em que ele vivia, poderia adoecer. Além disso, a vítima contou a polícia na carta que a cuidadora pegava todo o dinheiro dele do Benefício de Prestação Continuada.
“Ela pegou o idoso dos filhos dizendo que iria cuidar da saúde dele, mas a principal motivação dela era ter a renda da vítima para ela”, afirmou Flávio.
O delegado disse ainda que, no dia em que o idoso foi resgatado e devolvido à família, a cuidadora não foi presa, mas foi informada que era investigada por cárcere privado, maus-tratos e apropriação de rendimento de pessoa idosa. Apesar disso, ela mudou de cidade e, por isso, a PC a prendeu.
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/05/31/cuidadora-e-presa-apos-idoso-mandar-carta-pedindo-socorro-por-ficar-trancado-em-lote-e-ter-dinheiro-roubado-diz-policia.ghtml

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