A oferta de vagas na educação infantil voltou ao centro dos debates da Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia durante a sessão ordinária desta quarta-feira (11/2). O tema levou o presidente da Casa, vereador Gilsão Meu Povo, a cobrar maior atuação de deputados federais, senadores e parlamentares estaduais na destinação de emendas para o município e a anunciar a organização de uma comitiva de vereadores a Brasília ainda neste semestre.
Após discussões sobre o funcionamento do programa Vale-Creche, Gilsão defendeu que a classe política intensifique a articulação para captar recursos externos e criticou a falta de retorno de representantes que recebem votos na cidade. Segundo ele, além do Executivo, os vereadores também têm papel estratégico na busca por investimentos.
De acordo com o presidente, a ida à capital federal terá como objetivo dialogar diretamente com parlamentares e cobrar apoio institucional: “Também é nosso dever ir atrás desses recursos. Vamos organizar uma comitiva para buscar investimentos e cobrar respaldo de quem foi votado aqui”, afirmou.
O vice-presidente da Casa, vereador Rogério Almeida, reforçou a necessidade de articulação junto às bancadas federal e estadual. Ele relatou conversas com a deputada federal Silvye, que, segundo informou, se comprometeu a destinar verbas para ações de apoio educacional a pessoas com autismo, e destacou ainda a atuação do deputado estadual Karlos Cabral.
O debate teve início após questionamentos de vereadores sobre a execução do Vale-Creche. Felipe Cortez levantou dúvidas sobre o alcance do programa, enquanto Lipe Gomes afirmou que a proposta inicial previa maior liberdade de escolha das famílias em relação às unidades conveniadas.
Parte significativa das mais de 12 mil vagas já foi preenchida
Em resposta, Gilsão informou ter conversado com a secretária municipal de Educação, que relatou que parte significativa das mais de 12 mil vagas anunciadas já foi preenchida. Ele também ponderou que o déficit de vagas em centros municipais de educação infantil é um problema estrutural enfrentado por diversos municípios brasileiros.
O vereador Tatá Teixeira acrescentou que o credenciamento para novas instituições segue aberto e explicou que o valor do benefício varia conforme o agrupamento, entre R$ 700 e R$ 800 mensais para período integral e R$ 400 para meio período.
“A prefeitura deveria ampliar as unidades existentes”
Como alternativa emergencial, o presidente da Câmara sugeriu a ampliação das estruturas já existentes.
“Como medida paliativa, a prefeitura deveria ampliar as unidades existentes, com a construção de novas salas de aula, podendo reduzir o déficit de vagas na educação infantil de forma rápida e eficaz. Até que novas escolas sejam construídas, essa é uma medida que deve ser adotada”, pontuou Gilsão Meu Povo.
A discussão deve continuar nas próximas sessões, com foco na captação de recursos e no fortalecimento da rede municipal de educação infantil.
Texto amplia modalidades do benefício e endurece fiscalização; segue para sanção presidencial
O Senado aprovou nesta 3ª feira (3.fev.2026) a MP (medida provisória) 1313 de 2025, de autoria do governo federal, que reformula o atual Auxílio Gás e cria o Auxílio Gás do Povo. O programa é financiado com recursos orçamentários públicos. Em 2026, está prevista uma necessidade orçamentária de R$ 5,1 bilhões para atendimento de cerca de 15 milhões de famílias.
A votação foi simbólica –quando não há registro nominal de votos– fruto de um acordo entre líderes partidários. Segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida precisava ser aprovada no Congresso até 11 de fevereiro para não perder a validade.
Além do programa social, o texto traz medidas econômicas e regulatórias. Uma delas é a descriminalização do uso de GLP (gás liquefeito de petróleo) em motores industriais, saunas e caldeiras, mantendo a proibição criminal apenas para o uso automotivo.
O texto concede ainda depreciação acelerada como incentivo fiscal à construção de navios-tanque produzidos no Brasil, destinados ao transporte de petróleo e derivados. Empresas do setor de petróleo e gás poderão direcionar recursos obrigatórios de pesquisa e desenvolvimento para ações do Programa de Cozimento Limpo.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), celebrou a aprovação do texto, o qual chamou de “medida concreta que faz efetivamente diferença na vida das pessoas dentro das suas casas”.
“A medida provisória 1313 de 2025 não muda apenas o nome de um programa. Ela muda a realidade de milhões de famílias brasileiras. O novo auxílio Gás do Povo amplia o alcance da política pública e garante de forma inédita a distribuição gratuita de botijões para quem mais precisa”, afirmou. “Estamos falando de um item essencial. Quando o gás falta, a dignidade falta junto. E no lugar dele, entram a lenha, o improviso. E com eles, os riscos à saúde, à segurança e ao meio ambiente.”
Para Alcolumbre, “essa medida alivia o orçamento das famílias, protege vidas e promove justiça social”, além de reduzir desigualdades e fortalecer a coesão social.
“O Congresso Nacional dá um recado claro: o bem-estar das pessoas está no centro das nossas decisões. Que esse benefício chegue rápido à mesa e à vida de quem mais precisa”, disse o presidente do Senado.
Modalidades de atendimento
O texto aprovado altera o formato do benefício, que deixa de ser exclusivamente um repasse financeiro e passa a operar em 3 modalidades:
- Pagamento em dinheiro: garante o repasse de, no mínimo, 50% do preço médio nacional do botijão de 13 kg;
- Modalidade de gratuidade (prioritária): determina a entrega direta do botijão cheio, em revendas autorizadas, mediante a troca pelo vasilhame vazio. Essa modalidade se tornará prioritária após a implementação da estrutura de governança do programa;
- Sistemas de cozimento limpo: cria o Programa Nacional de Acesso ao Cozimento Limpo, voltado à instalação de biodigestores e tecnologias de baixa emissão de carbono para famílias rurais, cozinhas solidárias e comunitárias.
Público-alvo e critérios de prioridade
O Auxílio Gás do Povo permanece direcionado a famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único), com renda familiar per capita de até meio salário mínimo. O projeto, no entanto, estabelece uma ordem de prioridade para o atendimento:
- Famílias atingidas por desastres ou emergências.
- Mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas.
- Povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.
- Famílias com maior número de integrantes e menor renda.
Transparência de preços e selo de qualidade
O texto cria o Sistema Nacional de Transparência de Preços do GLP, que deverá divulgar, por aplicativo móvel, os preços praticados pelas revendas de forma georreferenciada.
Também é instituído o Selo Gás Legal, certificação destinada a revendedores e distribuidores que cumprirem padrões de segurança, conformidade regulatória e transparência comercial.
Fiscalização e penalidades
As revendas que aderirem à modalidade de gratuidade estarão sujeitas a regras mais rígidas. Será considerada infração, entre outras condutas, a cobrança de taxas indevidas, a recusa injustificada de atendimento a beneficiários ou a omissão de informações sobre o benefício.
As penalidades variam de advertências a multas entre R$ 5.000 e R$ 50.000, podendo resultar no descredenciamento definitivo do estabelecimento. O projeto também obriga distribuidoras com mais de 10% de participação de mercado no Estado a garantir o atendimento em municípios sem revendas credenciadas.
GLP na indústria
Além das mudanças no auxílio social, o texto aprovado pelo Senado incorpora medidas econômicas e regulatórias voltadas ao mercado de energia e à indústria nacional. O objetivo seria reduzir entraves legais, estimular investimentos e integrar políticas sociais a instrumentos de desenvolvimento econômico.
Uma das mudanças previstas é a descriminalização do uso de GLP em motores industriais, saunas e caldeiras. Até hoje, a legislação tratava o uso do gás fora do consumo doméstico de forma genérica. Com o novo texto, esse tipo de uso deixa de ser enquadrado como crime e passa a ser regulado apenas por normas administrativas e de segurança. A proibição criminal permanece restrita ao uso automotivo, considerado de maior risco e impacto tributário.
O texto também cria um incentivo fiscal para a indústria naval brasileira ao permitir a depreciação acelerada de navios-tanque novos produzidos no país. Na prática, a medida reduz a carga tributária nos primeiros anos do investimento, melhora o fluxo de caixa das empresas e torna mais atrativa a construção de embarcações nacionais destinadas ao transporte de petróleo e derivados. A iniciativa buscaria fortalecer os estaleiros brasileiros, gerar empregos e ampliar a capacidade logística do setor energético.
Outra questão é a possibilidade de empresas do setor de petróleo e gás direcionarem parte de seus recursos obrigatórios de pesquisa e desenvolvimento para ações do Programa Nacional de Acesso ao Cozimento Limpo. Esses recursos, que já precisam ser investidos por exigência regulatória, poderão financiar a instalação de biodigestores e outras tecnologias de baixa emissão de carbono. A medida conecta políticas ambientais, energéticas e sociais, sem criar novas despesas públicas.
Texto amplia modalidades do benefício, endurece fiscalização e segue para votação no Senado
A Câmara dos Deputados aprovou nesta 2ª feira (2.fev.2026) a MP (medida provisória) 1313 de 2025, que reformula o atual Auxílio Gás e cria o Auxílio Gás do Povo. O programa é financiado com recursos orçamentários públicos. Em 2026, está prevista uma necessidade orçamentária de R$ 5,1 bilhões para atendimento de cerca de 15 milhões de famílias.
O placar foi de 415 votos a favor e 29 contra. Segue para análise do Senado. A medida precisa ser aprovado no Congresso até 11 de fevereiro para não perder a validade. Depois, como foi modificada, ainda precisará ser sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Além do programa social, o texto traz medidas econômicas e regulatórias. Uma delas é a descriminalização do uso de GLP (gás liquefeito de petróleo) em motores industriais, saunas e caldeiras, mantendo a proibição criminal apenas para o uso automotivo. O texto foi aprovado com 415 votos a favor, 29 contra e duas abstenções.
O texto concede ainda depreciação acelerada como incentivo fiscal à construção de navios-tanque produzidos no Brasil, destinados ao transporte de petróleo e derivados. Empresas do setor de petróleo e gás poderão direcionar recursos obrigatórios de pesquisa e desenvolvimento para ações do Programa de Cozimento Limpo.
Modalidades de atendimento
O texto aprovado altera o formato do benefício, que deixa de ser exclusivamente um repasse financeiro e passa a operar em 3 modalidades:
- Pagamento em dinheiro: garante o repasse de, no mínimo, 50% do preço médio nacional do botijão de 13 kg;
- Modalidade de gratuidade (prioritária): determina a entrega direta do botijão cheio, em revendas autorizadas, mediante a troca pelo vasilhame vazio. Essa modalidade se tornará prioritária após a implementação da estrutura de governança do programa;
- Sistemas de cozimento limpo: cria o Programa Nacional de Acesso ao Cozimento Limpo, voltado à instalação de biodigestores e tecnologias de baixa emissão de carbono para famílias rurais, cozinhas solidárias e comunitárias.
Público-alvo e critérios de prioridade
O Auxílio Gás do Povo permanece direcionado a famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único), com renda familiar per capita de até meio salário mínimo. O projeto, no entanto, estabelece uma ordem de prioridade para o atendimento:
- Famílias atingidas por desastres ou emergências.
- Mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas.
- Povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.
- Famílias com maior número de integrantes e menor renda.
Transparência de preços e selo de qualidade
O texto cria o Sistema Nacional de Transparência de Preços do GLP, que deverá divulgar, por aplicativo móvel, os preços praticados pelas revendas de forma georreferenciada.
Também é instituído o Selo Gás Legal, certificação destinada a revendedores e distribuidores que cumprirem padrões de segurança, conformidade regulatória e transparência comercial.
Fiscalização e penalidades
As revendas que aderirem à modalidade de gratuidade estarão sujeitas a regras mais rígidas. Será considerada infração, entre outras condutas, a cobrança de taxas indevidas, a recusa injustificada de atendimento a beneficiários ou a omissão de informações sobre o benefício.
As penalidades variam de advertências a multas entre R$ 5.000 e R$ 50.000, podendo resultar no descredenciamento definitivo do estabelecimento. O projeto também obriga distribuidoras com mais de 10% de participação de mercado no Estado a garantir o atendimento em municípios sem revendas credenciadas.
GLP na indústria
Além das mudanças no auxílio social, o texto aprovado pela Câmara incorpora medidas econômicas e regulatórias voltadas ao mercado de energia e à indústria nacional. O objetivo seria reduzir entraves legais, estimular investimentos e integrar políticas sociais a instrumentos de desenvolvimento econômico.
Uma das mudanças previstas é a descriminalização do uso de GLP em motores industriais, saunas e caldeiras. Até hoje, a legislação tratava o uso do gás fora do consumo doméstico de forma genérica. Com o novo texto, esse tipo de uso deixa de ser enquadrado como crime e passa a ser regulado apenas por normas administrativas e de segurança. A proibição criminal permanece restrita ao uso automotivo, considerado de maior risco e impacto tributário.
O texto também cria um incentivo fiscal para a indústria naval brasileira ao permitir a depreciação acelerada de navios-tanque novos produzidos no país. Na prática, a medida reduz a carga tributária nos primeiros anos do investimento, melhora o fluxo de caixa das empresas e torna mais atrativa a construção de embarcações nacionais destinadas ao transporte de petróleo e derivados. A iniciativa buscaria fortalecer os estaleiros brasileiros, gerar empregos e ampliar a capacidade logística do setor energético.
Outra questão é a possibilidade de empresas do setor de petróleo e gás direcionarem parte de seus recursos obrigatórios de pesquisa e desenvolvimento para ações do Programa Nacional de Acesso ao Cozimento Limpo. Esses recursos, que já precisam ser investidos por exigência regulatória, poderão financiar a instalação de biodigestores e outras tecnologias de baixa emissão de carbono. A medida conecta políticas ambientais, energéticas e sociais, sem criar novas despesas públicas.
Na noite desta terça-feira (25/11), o presidente da Câmara de Aparecida, vereador Gilsão Meu Povo, foi homenageado pela Câmara de Aragoiânia ao receber o título de cidadão honorário do município, proposto pelo vereador Nivaldo Soares de Oliveira. A honraria reconhece sua relevante contribuição e sua atuação dedicada ao serviço público e ao bem-estar da comunidade.
Durante a sessão solene, o parlamentar aparecidense externou sua gratidão ao reconhecimento, e lembrou que seus laços com Aragoiânia são desde a década de 1990.
“É um momento de gratidão e muito importante para quem tem história nesta cidade. Eu convivo aqui desde os anos 1990 e sempre fui acolhido. Fiz boas amizades, graças a Deus. Sinto-me muito honrado em receber este título de cidadão concedido pela Câmara de Aragoiânia, cidade vizinha à nossa”, disse.
Gilsão relatou também um episódio que marca sua ligação com o município.
“Muitos talvez não saibam, mas meu primeiro título de eleitor e meu primeiro voto foram aqui em Aragoiânia. Isso mostra a relação que tenho com este município, que verdadeiramente faz parte da minha história de vida”, contou.
Em outro trecho de sua fala, o presidente da Câmara de Aparecida destacou a importância de fortalecer a integração entre cidades vizinhas.
“Quanto à parceria com Aragoiânia, com certeza quem ganha é a população. São dois municípios vizinhos que se ajudam, e essa união é muito importante”, salientou.
Gilsão pontuou ainda sobre seu primeiro ano de gestão à frente do Legislativo aparecidense.
“O alicerce da minha atuação como presidente e meu principal projeto político, é sempre colocar a população como prioridade, são os interesses do povo da minha cidade que estão em primeiro lugar”, disse.
O parlamentar elencou estar em seu quinto mandato como vereador, e que a responsabilidade com que exerce seu trabalho, o credenciou hoje, a estar na presidência do Legislativo da segunda maior cidade do Estado.
“Votamos e trabalhamos pelos interesses da população. Estou no meu quinto mandato e, agora, na presidência da Câmara da segunda maior cidade do Estado. A responsabilidade é grande, mas temos buscado atuar com seriedade e oferecer respostas às necessidades da população”, finalizou Gilsão.
Hugo Leal (PSD-RJ) quer manter normas atuais de envase de botijões de gás em relatório; texto preciso ser votado até 13 de fevereiro
O relator da MP (Medida Provisória) 1.313 de 2025, que institui o programa Gás do Povo e substitui o modelo do antigo Auxílio-Gás, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), afirmou nesta 4ª feira (12.nov.2025) que sua proposta irá priorizar a segurança dos botijões de GLP (gás de cozinha). Segundo ele, o texto também buscará abrir o mercado de gás a novos fornecedores, mas sem comprometer as normas de segurança vigentes.
O relator afirmou que deve apresentar seu texto até a 1ª semana de dezembro, após concluir as negociações com o governo sobre a compensação financeira do programa. O objetivo é que a comissão faça ajustes antes de enviar a proposta aos plenários da Câmara e do Senado. A MP 1.313 perde a validade em 13 de fevereiro de 2026, caso não seja votada.
SEGURANÇA
O deputado disse que irá defender a manutenção das regras atuais de envase e marcação de botijões de gás na MP do gás do Povo. As mudanças foram apresentadas em emendas e estão sendo debatidas pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Segundo ele, é “questão de segurança”.
“Nunca vou abrir mão da questão da segurança. Não aceitaria fracionamento, não vou aceitar botijões que não tenham marca […] É questão que é prioritária. Não dá para você chegar e passar e fazer o enchimento em qualquer lugar”, afirmou ao término da comissão mista que analisa a medida provisória.
A ANP estuda mudanças na regulamentação do GLP, que permitiria que qualquer distribuidora possa envasar botijões de outras marcas e autoriza o fracionamento do gás em pequenas instalações, fora das plantas industriais principais.
O relator afirmou que a ANP ainda poderá realizar consultas e avançar em estudos, mas, caso o texto da MP do Gás do Povo seja aprovado com suas sugestões, a agência terá que respeitar as diretrizes legais definidas pelo Congresso. “Um botijão falsificado pode causar um acidente dentro da casa do consumidor. O nível de segurança tem que ser o maior possível”, disse.
CONCORRÊNCIA E MERCADO
Hugo Leal também disse que irá sugerir medidas que ampliem a participação de novas empresas fornecedoras no mercado, ainda concentrado na Petrobras, que responde por cerca de 90% do suprimento primário. O relator disse que pretende discutir formas de ampliar a participação de outros fornecedores, reduzindo custos e incentivando a concorrência, mas sem flexibilizar os padrões de segurança.
“Não estamos criando uma MP para beneficiar empresas, mas para garantir uma política pública eficaz e segura”, afirmou.
O PROGRAMA
A meta do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao assinar a MP é distribuir 65 milhões de botijões de gás por ano, com 58 milhões já em 2026.
O MME (Ministério de Minas e Energia) informou que o Gás do Povo será custeado totalmente com verba pública, contando com R$ 3,57 bilhões já alocados na LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2025 e mais R$ 5,1 bilhões no PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2026.
A principal diferença em relação ao antigo Auxílio Gás é a forma de auxílio: enquanto o programa anterior repassava dinheiro para que as famílias comprassem o botijão, o Gás do Povo fornecerá o botijão diretamente, sem transferência em dinheiro.
Entenda como o programa funcionará:
Público-alvo: 15,5 milhões de famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único) com renda de até meio salário-mínimo por pessoa (R$ 759 atualmente). Pessoas que vivem sozinhas não serão contempladas.
Beneficiários estimados: cerca de 50 milhões de pessoas.
Limite de botijões por ano: duas pessoas: 3 cargas por ano; 3 pessoas: 4 cargas por ano; 4 ou + pessoas: 6 cargas por ano.
Canais de retirada: vale eletrônico no aplicativo do MDS (Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social); cartão do programa Gás do Povo; vale impresso em agências da Caixa ou lotéricas; cartão do Bolsa Família.
A retirada será possível em 58.000 locais de distribuição credenciados.
A Prefeitura de Uruaçu, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, realizou nesta quinta-feira (31/7) mais uma etapa do programa Gás do Povo. A iniciativa, criada pela gestão municipal, tem como objetivo fortalecer as políticas públicas de apoio às famílias em situação de vulnerabilidade social.
A ação aconteceu na Feira Coberta e marcou o início do benefício para 300 novas famílias previamente cadastradas no programa. De acordo com a prefeitura, o Gás do Povo garante o repasse do valor equivalente ao preço de um botijão de gás. O recurso é depositado diretamente na conta bancária dos beneficiários a cada 60 dias.
“Esse benefício está promovendo mais autonomia, dignidade e segurança alimentar às famílias em situação de vulnerabilidade”, informou a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.
A entrega simbólica foi realizada pela primeira-dama e secretária da pasta, Márcia Pedrosa Machado, acompanhada de sua equipe e de outros secretários municipais.
A secretária Márcia Pedrosa classificou a entrega como “um momento de cuidado, compromisso e valorização das famílias que mais precisam”.
“Mais dignidade à mesa e esperança renovada”, disse.

O evento reforçou a importância do programa como uma ferramenta de transformação social e de apoio direto à população mais necessitada. Os representantes do governo municipal acompanharam de perto o atendimento às famílias beneficiadas, reafirmando o compromisso da administração pública com ações que garantam melhor qualidade de vida para os cidadãos.
O Gás do Povo tem se mostrado essencial no auxílio às famílias que enfrentam dificuldades financeiras, assegurando um recurso fundamental para o preparo de alimentos e outras necessidades domésticas. A prefeitura segue ampliando o alcance do programa, demonstrando seu papel ativo no desenvolvimento social do município.
O município de Mozarlândia, no Nordeste goiano, foi contemplado com a décima edição do Programa “Deputados Aqui”, nessa sexta-feira e sábado, dias 27 e 28 de junho. Coordenada pela Diretoria de Participação Popular da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), a iniciativa levou uma gama diversificada de atendimentos gratuitos à população, na Praça Central, em frente à Igreja Católica Matriz, beneficiando milhares de moradores.
Na manhã de sábado, o dia principal de atendimentos, cerca de mil senhas foram distribuídas para diversas atividades, incluindo consultas médicas, odontológicas, assessoria jurídica e serviços sociais. O evento, que tem como propósito aproximar o Poder Legislativo da população, ofereceu desde orientações legais até cuidados de saúde essenciais.
A estrutura do programa começou a ser montada no início da semana. As atividades tiveram início já na sexta-feira, dia 27, com a oferta de serviços como a castração de cães e atendimento oftalmológico. O presidente da Alego, Bruno Peixoto (UB), participou, ao lado do deputado Paulo Cezar Martins (PL), da Santa Missa em louvor à Padroeira de Mozarlândia, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Autoridades
Além do presidente da Alego, o evento contou com a presença de diversas autoridades. Marcaram presença os deputados estaduais Paulo Cexar Martins, Wagner Camargo Neto (SD), e Lincoln Tejota (UB). A prefeita de Mozarlândia, Lucijane Alencar (MDB), também prestigiou a ação, acompanhada dos vereadores Alan dos Santos (MDB), Adriana de Castro (MDB), Antônio Reis (Pode), Edgar Olivera (MDB), Marcos Barbosa (UB), Marcos Xavier (Pode), Randriane Brandão (PL), Paulo Vargas (MDB) e do presidente da Câmara Municipal de Mozarlândia, Edemar Filippi (MDB).
Em seus discursos, as autoridades reforçaram o compromisso com os cidadãos. Paulo Cezar Martins destacou a sensibilidade política necessária para promover o desenvolvimento: “Nós, como políticos, precisamos entender o nosso papel na sensibilidade, a mesma que o presidente tem enquanto deputado, e tem procurado fazer uma transformação na casa para valorizar isso.”
Bruno Peixoto ressaltou a importância da união em prol da sociedade, independentemente de questões partidárias: “Não é apenas no período eleitoral que acontecem as junções, nós estamos fazendo isso neste momento, independentemente da questão partidária. Para cuidarmos das pessoas é que trazemos a estrutura do Poder Legislativo estadual sempre no intuito de servir.”
A prefeita Lucijane Alencar expressou sua gratidão pela iniciativa. Ela expressou sua alegria em recebe a a Assembleia e parabenizou o presidente Bruno Peixoto, porque, segundo ela, faz algo extraordinário no estado.
“Nunca houve de o Legislativo trazer tantas ações até os municípios, e oferecer benefícios, é um diferencial. Essa é uma parceria da Alego com o nosso município, com a nossa gestão, e também com o apoio das igrejas. Recebemos apoio da Igreja Católica, Igreja Evangélica. Então, juntam-se todos em prol de oferecer dignidade e ações que beneficiam o nosso povo”, disse Lucijane Alencar.
Impacto
O programa teve um impacto significativo na vida dos moradores, como demonstram os depoimentos. Jane Rodrigues, dona de casa e aluna do curso de automaquiagem, destacou a importância da iniciativa: “Para mim, é muito importante, pois esta é uma oportunidade única. Além de aprender, o curso ofertado me permitirá empreender e complementar a renda de casa.”
Maria das Dores e Severino Agostinho Pereira aproveitaram os serviços jurídicos para oficializar uma união de quase cinco anos. “Isso é bom demais, vai ajudar muito a gente”, afirmou Pereira, ressaltando que, além do matrimônio, iria utilizar os serviços médicos disponíveis.
Em um momento de reconhecimento, o presidente Bruno Peixoto e as demais autoridades homenagearam a população de Mozarlândia, em uma solenidade com a entrega de Certificados de Honra ao Mérito pelos relevantes serviços prestados ao estado. A manhã de homenagem teve lugar na Igreja Assembleia de Deus.
A finalização do evento foi marcada por um almoço, o prato arroz de carreteiro, servido aos presentes.
A próxima edição do Programa “Deputados Aqui” já tem data e local marcados: São Miguel do Araguaia, no dia 5 de julho, com mais atendimentos e benefícios à população.
O vereador Gilsão Meu Povo (MDB) articulou uma chapa única para a presidência da Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia no ano de 2025. Em reunião realizada em sua residência nesta sexta-feira (27/12), 23 dos 25 parlamentares da cidade declararam apoio à sua eleição como sucessor de André Fortaleza (PL), atual ocupante do cargo.
“Primeiramente reafirmo meu compromisso com a gestão no próximo biênio e estou preparado para trabalhar incansavelmente conforme as atribuições de presidente com transparência, atendendo os Princípios da Administração Pública concentrando nas demandas do legislativo e da população, contribuindo no que for necessário para o desenvolvimento de nossa cidade.”, disse o vereador em uma postagem em seu Instagram.
Entre os vereadores, apenas Tatá Teixeira (União) e André Fortaleza (PL) não declararam apoio público ao parlamentar. As articulações para candidaturas alternativas, lideradas por Tatá Teixeira e André Fortaleza, não avançaram, favorecendo a eleição de Gilsão em um processo com ampla maioria.
Em sua conta no Instagram, Gilsão divulgou a lista dos vereadores que declararam apoio à sua candidatura. Entre os aliados estão: Tales de Castro (PSB), Camila Rosa (União), Professor Clusemar (PODE), Arnaldo Leite (MDB), Ataides Neguinho (MDB), Rogério Almeida (MDB), Mazinho Baiano (DC), Cristiano Zoi (Avante), Almeidinha (MDB), Neto Gomes (Mobiliza), Gleison Flávio (PL), Edinho Carvalho (MDB), Wegney Costa (PDT), Roberto Chaveiro (PP), Isaac Martins (União), Bi Dourado (Agir), Dieyme Vasconcelos (PL), Lipe Gomes (PSDB), Felipe Cortez (PL), Mazinho do Madre Germana (PT), Rosinaldo Boy (Solidariedade) e Olair Gomes (PRD).
Enquanto a presidência já parece definida, a disputa pela composição da mesa diretora ainda movimenta os bastidores. Muitos nomes são cotados para o cargo de vice-presidente, mas nenhum comunicado oficial foi feito até o fechamento desta reportagem.
A posse do prefeito Leandro Vilela, do vice-prefeito e dos vereadores eleitos está marcada para o dia 1º de janeiro de 2025, às 10h, no Anfiteatro Cantor Leandro, quando se dará início oficialmente à nova gestão no município.
Gleison Flávio manifesta apoio a Gilsão Meu Povo para presidência da Câmara
Lidiane 12 de dezembro de 2024
O Bate-Papo NG desta quarta-feira (11/12) recebeu o vereador reeleito em Aparecida de Goiânia, Gleison Flávio, do Partido Liberal, que inicia seu quinto mandato na Câmara Municipal a partir de 1º de janeiro de 2025. Gleison falou sobre sua trajetória política, sua atuação no legislativo, seu posicionamento de oposição e fará um balanço das eleições deste ano em que apoiou o ex-candidato Professor Alcides. Gleison Flávio é o atual primeiro vice-presidente da Câmara em Aparecida também falou sobre um dos problemas mais sensíveis neste momento na cidade que é a irregularidade na coleta de lixo.
Sobre seu trabalho no legislativo, Gleison Flávio, evidenciou o que mais fez em seu atual mandato, seu trabalho na mesa diretora e falou sobre quem pretende apoiar para presidente no próximo biênio. “Fiz meu papel de fiscalizar os gastos do executivo. Esse foi o maior foco do meu quarto mandato. Fiscalizei o funcionamento de hospitais e secretarias da nossa cidade. Ser da área da comunicação me ajuda a ter uma visão ampla da sociedade. Cheguei a cogitar ser candidato para a próxima legislatura, porém, não avancei com esse projeto porque o mentor da proposta entendeu que outros nomes poderiam ir para essa disputa, porém, me sinto realizado pelo trabalho que fiz como 1º vice-presidente nesta legislatura. Eu estou defendendo o nome do Gilsão Meu Povo para a próxima legislatura porque conheço sua história e por que acho que a hora agora é dele. Ele conhece e gosta das pessoas da nossa cidade”, explicou.
O 1º vice-presidente do legislativo municipal denunciou o alto valor do contrato atual que a Prefeitura tem com uma empresa que faz a coleta de lixo na cidade. “A empresa Vale Norte fazia o trabalho da coleta de lixo em Aparecida. E uma nova empresa consorciada fez um contrato que considero ter sido a toque de caixa de R$ 485 milhões em quatro anos. Esse é o contrato atual. Eu ofereci denúncia no Ministério Público e no Tribunal de Contas dos Municípios contra isso, porém, ainda não foi feito nada em relação a isso. Temos uma conta de R$ 13 milhões com duas empresas hoje que não atendem a cidade, não só com a coleta, mas também com a limpeza da cidade. A prefeitura de Aparecida não tem condições de seguir com essa gestão do lixo”, criticou.
Gleison falou sobre sua relação com o futuro prefeito eleito Leandro Vilela (MDB) e também com o atual prefeito Vilmar Mariano (UB) e o ex-prefeito Gustavo Mendanha (MDB). “Tive a oportunidade de conversar com ele (Leandro) por telefone umas quatro vezes. E já o vi duas vezes pessoalmente. E eu já o disse que estou na Câmara para somar como vereador para as coisas que forem boas para a população. Tive um pequeno desconforto com o ex-prefeito Gustavo Mendanha, mas algo que já está resolvido. Já em relação ao prefeito Vilmar Mariano, para mim é um covarde, pois eu tinha 137 indicações de cargos na Prefeitura e ele demitiu todos. Cortou gratificações de companheiros para me atingir. Demitiu pessoas com câncer e grávidas. Mudei minha estratégia e hoje ajudo as pessoas a arrumar empregos na iniciativa privada. Não tenho amizade com Vilmar e não pretendo ter”, revelou.
O vereador Gleison também analisou os pontos negativos da campanha de seu então candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia nestas eleições, o deputado federal Professor Alcides (PL). “Teve muitos erros na campanha, que se não houvessem acontecido ele assumiria a prefeitura em 2025. Professor Alcides para mim é uma pessoa excepcional. Mas estava muito cercado de pessoas oportunistas, aproveitadores e que não tinham capacidade para esse projeto. Outros se aproveitaram das fraquezas da equipe do Professor Alcides. O fato dele não ir aos debates foi equivocado, um erro da equipe de marketing”, avaliou.
Gleison Flávio também falou sobre a presença de Bolsonaro nas eleições em Aparecida neste ano e revelou quais projetos têm para as eleições estaduais de 2026. “Professor Alcides demarcou território e a vinda do Jair Bolsonaro contribuiu muito com sua campanha nestas eleições na cidade. Alcides é um deputado atuante e campeão de emendas para nossa cidade, mas para prefeito, acredito que ele não volte a disputar pelo nosso município. Em 2026 não tenho interesse em ser candidato e já tenho um pré-candidato a deputado federal que é o Professor Alcides, pois tenho gratidão por ele”, considerou.



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