17 de abril de 2026
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Levantamento da RealTime BigData mostra que petista tem 59% das intenções de voto nos 2 cenários testados; Flávio Bolsonaro tem de 22% a 23%

Levantamento da RealTime BigData divulgado nesta 2ª feira (30.mar.2026) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em simulações de 1º turno para a eleição presidencial no Ceará.

A Real Time Big Data testou 2 cenários diferentes de disputa eleitoral. Em ambos, o petista marca 59% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro registrou 23% no 1º cenário e 22% no 2º.

A pesquisa incluiu o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), que foi anunciado oficialmente como pré-candidato à Presidência pelo PSD nesta 2ª feira (30.mar). O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), aparece na pesquisa, pois era cotado para concorrer pelo partido. Contudo, depois do anúncio do PSD desta 2ª feira, não deve concorrer. 

A Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores cearenses de 27 a 28 de marços de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06276/2026. Segundo a empresa, o estudo custou R$ 64.000 e foi pago com recursos próprios.

REJEIÇÃO

O estudo também perguntou aos entrevistados em quem eles não votariam. Flávio Bolsonaro lidera o ranking, com 58% de rejeição. O atual presidente aparece na sequência, com 37%.

APROVAÇÃO DE LULA

O trabalho do presidente Lula é aprovado por 64% dos eleitores cearenses e desaprovado por 34%.

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Autor Poder360 ·


Iniciativa de Wagner Camargo Neto (SD), a instituição da Política Estadual de Incentivo à Pesquisa e ao Desenvolvimento da Polilaminina, para o tratamento de lesão medular, está sob análise do Parlamento goiano. O projeto tramita como processo nº 2441/26 e aguarda relatório da deputada Dra. Zeli (UB) na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).

Desenvolvida na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a polilaminina é derivada de uma molécula presente naturalmente nos tecidos do corpo e que ajuda a dar suporte às células. A hipótese é que, quando aplicado na medula lesionada, o medicamento poderia estimular a regeneração de conexões nervosas. O trabalho vem sendo objeto de estudos experimentais com resultados promissores, sustenta o deputado em sua justificativa.

Em linhas gerais, o objetivo da política pública proposta é promover incentivos à pesquisa científica e ao desenvolvimento tecnológico voltados à utilização da polilaminina como alternativa terapêutica para pessoas que tenham a medula lesionada.

Entre as medidas delineadas, constam estimular realização de ensaios clínicos e estudos que comprovem a segurança e eficácia do tratamento, além da cooperação técnica com instituições nacionais e internacionais.

Outro ponto de destaque é relativo à proteção da propriedade intelectual decorrente das pesquisas desenvolvidas em Goiás. Para isso, pleiteia-se, por exemplo, articular, junto ao Governo Federal e aos órgãos competentes, inclusive o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), medidas destinadas ao depósito, proteção e manutenção de patentes nacionais e internacionais.

A autorização para início de estudo clínico pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), segundo Camargo Neto, representa marco relevante na transição da pesquisa experimental para avaliação clínica controlada, evidenciando o potencial científico da tecnologia.

O parlamentar acrescenta que a medida busca enfrentar uma das condições “mais limitantes do ponto de vista funcional e econômico: a lesão medular”.

Camargo Neto avalia: “Além dos impactos individuais na autonomia e qualidade de vida, há reflexos diretos sobre o sistema público de saúde e sobre políticas de assistência social. Investir em pesquisa e inovação nessa área pode representar, no médio e longo prazos, redução de custos assistenciais, fortalecimento da rede estadual de pesquisa e geração de desenvolvimento econômico”.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Segundo a Agência Nacional de Mineração, demanda por minerais críticos explica aumento; ano passado registrou 9.319 requerimentos

Um relatório da ANM (Agência Nacional de Mineração) apontou aumento de 81% nos requerimentos de autorização de pesquisa mineral do 1º ao 4º trimestre de 2025 no Brasil. Para a agência, o crescente interesse por minerais críticos ajuda a explicar o salto na demanda.

De janeiro a março de 2025, foram protocolados 1.637 pedidos de pesquisa mineral. O número subiu para 2.960 de outubro a dezembro. Ao longo de todo o ano, foram registrados 9.319 requerimentos de pesquisa. Leia a íntegra (PDF – 273 kB).

“A movimentação do mercado em busca de minerais críticos impactou o número de requerimentos de pesquisa, especialmente na segunda quinzena de novembro e em dezembro de 2025, sem que houvesse tempo hábil para análise imediata”, afirmou a agência no relatório.

Os minerais críticos não se referem a uma propriedade química específica, mas à importância estratégica de determinadas substâncias para setores econômicos e ao risco de fornecimento, uma vez que a oferta está concentrada em poucos países.

Estão normalmente incluídos nessa categoria o nióbio, o lítio, o cobalto e as terras raras —conjunto de 17 elementos químicos encontrados no solo, geralmente em baixas concentrações, o que torna sua extração complexa.

Levantamento da ANM, o Brasil possui 94,1% das reservas mundiais de nióbio, 22,4% de grafita, 16% de níquel e 9,1% de terras raras, além de ser o 7º país com as maiores reservas de lítio. Apesar desses números, a participação brasileira nesse mercado está aquém do potencial. O país responde por 0,002% da produção mundial de lítio e por 0,03% da de terras raras.

No sábado (21.fev.2026), o Brasil e a Índia firmaram um pacto de cooperação em minerais críticos e terras raras. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi (BJP, direita), anunciou o acordo ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Nova Délhi. Foi o 1º acordo nesse setor assinado pelo Brasil.

AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA

De acordo com a ANM, a autorização de pesquisa é um regime de aproveitamento mineral em que são executados trabalhos voltados à definição da jazida, à sua avaliação e à determinação da viabilidade de seu aproveitamento econômico.

A pesquisa mineral compreende atividades de campo e de laboratório, como levantamentos geológicos, geofísicos e geoquímicos, incluindo a abertura de escavações, a execução de sondagens e análises físicas e químicas de amostras, entre outros procedimentos.

Para realizar a investigação em determinada área, é necessária autorização da ANM por meio de ato administrativo que concede o alvará de pesquisa, publicado no DOU (Diário Oficial da União).

O prazo para a realização da pesquisa varia de 1 a 3 anos, dependendo das características da área e da substância mineral a que se refere. As áreas concedidas variam de 50 a 2.000 hectares, com exceção da Amazônia Legal, onde o limite pode chegar a 10.000 hectares.

Substâncias classificadas como monopólio da União, como petróleo e urânio, não podem ser objeto de requerimento junto à ANM.



Autor Poder360 ·


Senador tem 38% das intenções de voto, segundo a Real Time Big Data; na 2ª colocação aparece Alexandre Kalil, com 18%

Pesquisa da empresa Real Time Big Data divulgada nesta 4ª feira (10.dez.2025) mostra que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) lidera a corrida pelo governo de Minas Gerais, com 38% das intenções de voto. Alexandre Kalil (PDT) aparece em 2º, com 18%.

Foram feitas 1.500 entrevistas com eleitores de Minas Gerais, de 8 a 9 de dezembro de 2025. A margem de erro é de 3 p.p. (pontos percentuais). O nível de confiança é de 95%. Eis a íntegra do levantamento (PDF – 3 MB). 

Eis o cenário completo:

  • Cleitinho Azevedo (Republicanos) – 38%;
  • Alexandre Kalil (PDT) – 18%;
  • Mateus Simões (PSD) – 9%;
  • Gabriel Azevedo (MDB) – 4%; 
  • brancos e nulos – 11%;
  • não sabem ou não responderam – 20%;

Quase metade (42%) dos entrevistados disse que não votaria em Cleitinho para governador de Minas Gerais –mesmo percentual de Kalil. Já Matheus Simões tem 21% de rejeição e Gabriel Azevedo, 18%.

O levantamento traz um cenário espontâneo, em que não é apresentada uma lista prévia de candidatos aos entrevistados. Responderam só os 14% que afirmaram já ter definido em quem vão votar –a maioria (86%) disse ainda não saber quem será o escolhido.

Eis o cenário:

Zema, atual governador do Estado, foi reeleito em 2022 e não pode concorrer a um 3º mandato. 

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Autor Poder360 ·


Levantamento do AtlasIntel realizado às vésperas do 1º turno mostra candidato da direita com 49%, diante de 39% da oponente de esquerda

Os eleitores chilenos definiram neste domingo (16.nov.2025) que o 2º turno das eleições presidenciais do Chile, marcado para 14 de dezembro. José Antonio Kast (Partido Republicano, direita) vai enfrentar a governista Jeannette Jara (Partido Comunista, esquerda).

Kast ficou atrás de Jara (24% contra 26%). Mas tem vantagem na simulação de votação final. Segundo um levantamento realizado de 10 a 14 de novembro com 3.118 eleitores pela AtlasIntel, o político do Partido Republicano tem 49% e está 10 pontos percentuais à frente da política do Partido Comunista, que tem 39%.

A projeção mais favorável para o candidato de direita em um 2º turno é reflexo das dificuldades do atual presidente, Gabriel Boric (Frente Ampla, esquerda) em cumprir as promessas de seu mandato, como a reforma da Constituição, que continua a mesma desde a ditadura de Augusto Pinochet (1915-2006), que governou o país de 1973 a 1990.

O mandato presidencial no Chile é de 4 anos e não há reeleição. A posse do sucessor de Boric será em 11 de março.

Conheça os candidatos e suas propostas de governo:

José Antonio Kast nasceu em Santiago, em uma família de imigrantes alemães, e se formou advogado pela Universidade Católica do Chile. É candidato a presidente pela 3ª vez –tentou antes em 2017 e 2021. Foi deputado por 4 mandatos consecutivos, de 2002 a 2018. Em 2016, deixou o partido União Democrática Independente e, em 2019, fundou o Partido Republicano do Chile.

Kast foi um dos principais opositores à 1ª proposta de reforma da Constituição, em 2022, que foi capitaneada por partidos de esquerda. Depois, também foi contra a 2ª tentativa, mesmo com seu partido tendo sido majoritário na constituinte.

Os principais pontos de sua campanha são a segurança pública e a imigração. Em seu programa de governo, Kast defende o combate ao crime organizado e o controle da migração para aumentar a segurança. As medidas incluem fechar as fronteiras para imigrantes sem documentação, criminalizar a migração irregular, construir muros e expandir prisões.

O político também propõe reduzir impostos para grandes e médias empresas, reformar a previdência, cortar gastos públicos e formar parcerias público-privadas para áreas da saúde, educação e moradia.

Jeannette Jara nasceu em 1974 na comuna de Conchalí, na região metropolitana de Santiago.  Ingressou na Juventude Comunista, ala jovem do Partido Comunista, aos 14 anos, e se filiou à legenda aos 25, em 1999. Formada em administração pública e direito pela Universidade de Santiago e pela Universidade Central do Chile, respectivamente, foi a 1ª pessoa de sua família a concluir o ensino superior.

Jara foi subsecretária da Previdência Social (2016-2018), durante o 2º governo de Michelle Bachelet (2014-2018), e ministra do Trabalho de 2022 a abril de 2025, no governo Boric. Nesse período, Jara viabilizou o aumento gradual do salário mínimo e a redução da jornada de trabalho de 45 para 40 horas semanais. 

Os principais temas de sua campanha são: crescimento econômico, problemas sociais e segurança pública. Em seu programa de governo, a candidata planeja introduzir um salário mínimo de 750 mil pesos por mês, impulsionar empregos e elevar a exploração de lítio por meio da criação da Empresa Nacional de Lítio. Para controlar a dívida pública, Jara planeja fortalecer a arrecadação tributária e adotar medidas contra a sonegação. 

Os planos para segurança envolvem modernização da polícia, construção de novas prisões, aumento da capacidade prisional, mobilização das Forças Armadas para proteger as fronteiras e suspensão do sigilo bancário para investigar transações suspeitas. Na saúde, defende o estabelecimento de um preço máximo para medicamentos essenciais e a formação de convênios entre prestadores públicos e privados.



Autor Poder360 ·


A pesquisa Vigitel 2025, divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-GO), indica uma leve redução no número de pessoas que assumiram dirigir após consumir álcool em Goiás. No entanto, o percentual de condutores que admitem essa prática permanece elevado e praticamente estável.

O levantamento, realizado por telefone pelo Ministério da Saúde com base em amostragem representativa, aponta que 10,4% dos entrevistados confessaram conduzir veículo após ingerir bebida alcoólica. Esse índice apresenta uma pequena diminuição em relação aos 10,8% registrados em 2022.

Em contraste com a pesquisa, os números da fiscalização apresentam crescimento significativo, segundo dados do Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO). Entre janeiro e outubro deste ano, o órgão contabilizou 14.564 autuações por alcoolemia no trânsito.

Esse número representa um aumento de 40% em relação ao mesmo período de 2022, quando foram registradas 10.398 infrações.

Para o Detran-GO, os índices de motoristas embriagados ainda são considerados altos. A leve redução refletiria o reforço nas ações de fiscalização e conscientização promovidas pelo órgão.

Delegado Waldir, presidente do Detran-GO, afirma que o órgão tem ampliado as operações da Balada Responsável e fortalecido parcerias com as forças de segurança, para coibir motoristas bêbados.

“Sob nossa gestão, aumentamos a fiscalização, promovendo mais operações em parceria com a Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, guardas municipais e agentes de trânsito. Esse trabalho integrado tem inibido cada vez mais o motorista que insiste em beber e dirigir. Também o grande número de CNHs suspensas é um fator inibidor importante”, destaca.

Delegado Waldir ressalta que, apesar dos esforços, a multa de cerca de R$ 3 mil, por dirigir sob efeito de álcool, ainda é irrisória, considerando a gravidade da conduta.

“Defendemos que esse valor seja elevado para algo entre R$ 10 mil e R$ 15 mil. Há anos o Senatran não atualiza esses valores, o que acaba diminuindo o caráter educativo da punição”, avalia.

Waldir lembra ainda que o Detran-GO está investindo na formação de novos núcleos de policiamento ostensivo de trânsito, em parceria com a Polícia Militar. Mais de 60 policiais estão em formação, sendo capacitados para comandar operações da Balada Responsável em todas as regiões do Estado.

“A meta é que essas ações deixem de ser pontuais e se tornem permanentes, alcançando cada rincão de Goiás”, assegura.

A Pesquisa Vigitel é um levantamento anual feito por telefone pelo Ministério da Saúde para monitorar fatores de risco e de proteção das doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, nas capitais brasileiras.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A gestão do prefeito de Terezópolis, Fhelipe Almeida (PP), iniciada em janeiro deste ano, recebeu ampla aprovação dos moradores. Levantamento realizado pelo instituto Ativa Pesquisas e Diagnósticos revela que 72% dos entrevistados classificam a administração como ótima ou boa, 22% avaliam como regular e apenas 6% consideram ruim ou péssima.

Em comparação à gestão anterior, 62% acreditam que o atual governo é melhor, enquanto 25% veem como igual e 10% apontam como pior. O levantamento também indica que 59% da população percebem o prefeito mais próximo dos moradores em relação a administrações passadas, o que reforça a estratégia de aproximação adotada desde o início do mandato.

Na avaliação direta sobre a forma de governar, Fhelipe Almeida aparece com 81% de aprovação, contra 12% de desaprovação e 7% que não souberam responder. Esses índices colocam Terezópolis acima da média nacional de satisfação com prefeitos em primeiro ano de mandato, que costuma girar em torno de 60% de aprovação, segundo levantamentos recentes de institutos de pesquisa política.

As prioridades apontadas pela população reforçam os desafios da gestão. Para 33% dos moradores, a saúde deve ser o foco principal, seguida da geração de emprego e renda (29%) e da segurança pública (11%). Para 82% dos entrevistados, a cidade caminha na direção certa, sinalizando confiança no futuro da administração municipal.

Ao comentar os números, Fhelipe Almeida agradeceu a confiança da população e destacou a responsabilidade diante das expectativas: “Recebo esses números com muita humildade e gratidão. Eles mostram que estamos no caminho certo, mas também reforçam a responsabilidade que temos com cada morador”, disse.

“Continuaremos trabalhando firme para melhorar a saúde, gerar mais oportunidades e garantir qualidade de vida para todos os terezopolitanos”, afirmou o gestor.

O desempenho positivo fortalece politicamente o prefeito e sinaliza estabilidade para a continuidade das políticas públicas em Terezópolis. Especialistas apontam que, em cenários semelhantes, altos índices de aprovação no início do mandato tendem a abrir espaço para novas alianças políticas e maior capacidade de atração de investimentos.

Autor Rogério Luiz Abreu


Projeto de lei propõe criar exame nacional de proficiência nos moldes da OAB; proposta já foi aprovada em regime de urgência na Câmara

Uma pesquisa encomendada pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) indicou que 96% dos brasileiros apoiam a criação de um exame de proficiência para médicos recém-formados.

Segundo levantamento realizado pelo Datafolha, publicado nesta 4ª feira (27.ago.2025), apenas 3% dos entrevistados acreditam que não há necessidade de algum teste antes de os novos médicos começarem a atender.

O instituto ouviu 10.524 pessoas em 254 municípios. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos.

Atualmente em tramitação, o PL n° 2294/2024 propõe a aplicação de uma prova obrigatória para os recém-formados, semelhante ao exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). O teste avaliaria individualmente as competências necessárias para obter o registro profissional em cada CRM (Conselho Regional de Medicina).

Entidades médicas, como a APM (Associação Paulista de Medicina) e a AMB (Associação Médica Brasileira), apoiam a iniciativa.

Segundo o CFM, que também apoia a instituição da prova, a medida busca responder ao aumento do número de faculdades de medicina nas últimas décadas: eram 181 em 2010 e, em 2023, já chegavam a 401.

De acordo com a pesquisa, Goiás é o Estado em que a população mais defende a realização do exame (98%), enquanto o Acre é o que menos concorda (92%).

Para 92% dos entrevistados, a aplicação da prova aumentaria a confiança no atendimento. Já 4% dizem que diminuiria, 3% não veem diferença e 1% não opinou.

Em uma pesquisa anterior do CFM, divulgada em abril, 90% dos médicos disseram ser favoráveis à criação da prova obrigatória.



Autor Poder360 ·


Levantamento do Paraná Pesquisas mostra que a gestão petista é aprovada por 32,9%; a margem de erro é de 2,5 p.p

Levantamento da Paraná Pesquisas mostra que 63,3% dos eleitores do Estado de Rondônia dizem desaprovar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os que declaram aprovar a gestão são 32,9% e os que não souberam opinar são 3,8%. A pesquisa foi divulgada nesta 5ª feira (21.ago.2025).

Na pergunta sobre a avaliação do governo, com mais opções de resposta, a maior parte dos eleitores (51,9%) diz avaliar a administração petista como “péssima” e 6,6% declaram considerar “ruim”. Os que avaliam a gestão como “boa” ou “ótima” são, respectivamente, 14,4% e 9,1%. Outros 16,1% entendem a gestão como “regular”. Por fim, 1,8% dos entrevistados preferiram não opinar.

A Paraná Pesquisas entrevistou presencialmente 1.545 eleitores em 36 municípios do Estado de Rondônia de 9 a 13 de agosto. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

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Segundo a Paraná Pesquisas, a gestão petista é desaprovada por 41,6% dos eleitores pernambucanos; a margem de erro é de 2,6 p.p.

Levantamento da Paraná Pesquisas mostra que 54,9% dos eleitores curitibanos dizem aprovar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os que dizem desaprovar a gestão são 41,6%, e os que não souberam opinar são 3,5%. A pesquisa foi divulgada nesta 5ª feira (14.ago.2025).

Na pergunta sobre a avaliação do governo, com mais opções de resposta, a maior parte dos eleitores (27,8%) diz avaliar a administração petista como “péssima” e 6,2% dizem considerar “ruim”. Os que avaliam a gestão como “boa” ou “ótima” são, respectivamente, 24,4% e 14,4%. Outros 26,2% entendem a gestão como “regular”. Por fim, 1,0% dos entrevistados preferiu não opinar.

A Paraná Pesquisas entrevistou 1.020 eleitores do município de Curitiba, de 1º a 5 de agosto de 2025. A margem de erro da pesquisa é de 2,6 pontos percentuais, com 95,0% de grau de confiança.

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