17 de abril de 2026
  • 19:55 Endividamento muda consumo, aponta Sebrae
  • 16:11 80% dos focos de dengue estão nas casas, diz governo de SP
  • 12:27 Lincoln Tejota propõe reconhecimento oficial de festas religiosas de São João d’Aliança
  • 08:43 Aparecida apura venda ilegal de fórmula infantil especial
  • 04:59 Lula desembarca em Barcelona e inicia tour pela Europa


Tribunal questionou a finalidade da solicitação e não respondeu se o telefone é ou era usado por Alexandre de Moraes

O Supremo Tribunal Federal quer que a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS explique a finalidade do pedido de informações sobre as conversas de um contato ligado ao tribunal nos registros do celular de Daniel Vorcaro, fundador do Master. Em ofício assinado na 2ª feira (23.mar.2026), a Corte não respondeu se o telefone pertence ao ministro Alexandre de Moraes

“Não obstante, pede-se licença para consignar que a adequada apreciação da solicitação formulada demanda melhor delimitação de sua finalidade e de seu alcance, porquanto, a depender do objeto visado por essa Comissão, poderá a matéria não se inserir na esfera de atribuições desta Diretoria-Geral, hipótese em que sua apreciação deverá ser submetida à Presidência deste Supremo Tribunal Federal”, escreveu a Diretoria-geral da Corte.

O ofício afirma que o STF reconhece a “relevância constitucional” da CPMI e que está à “disposição” para auxiliar os trabalhos de investigação, mas exige um esclarecimento sobre o pedido da comissão.

ENTENDA

O senador e presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), enviou um ofício (íntegra – PDF – 185 kB) em 19 de março, solicitando que o STF informasse “no prazo de 2 (dois) dias úteis” quais foram “os usuários dos últimos 5 (cinco) anos (janeiro de 2021 até a data do presente ofício)” do número de celular identificado como destinatário das mensagens do ex-banqueiro. 

O prazo se encerrou na 2ª feira (23.mar). No mesmo dia, Viana afirmou que iria oficiar o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, para saber quem usava o número contatado por Daniel Vorcaro no dia em que o fundador do Banco Master foi preso.

Vorcaro mandou mensagens via WhatsApp para uma pessoa no dia de sua 1ª prisão, em 17 de novembro de 2025. A CPMI do INSS pediu que o nº do celular desse destinatário fosse identificado pelo Sittel (Sistema de Investigação de Registros Telefônicos e Telemáticos). A resposta foi que o telefone era do Supremo Tribunal Federal. O Poder360 sabe qual é o número checado e verificou que esse celular foi usado pelo ministro Alexandre de Moraes durante vários anos, inclusive em conversas com jornalistas no período em que o fundador do Banco Master foi preso.

Moraes negou que tenha recebido tais mensagens.

Em 16 de março, Viana disse em entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, que o colegiado teve acesso aos dados do celular de Vorcaro e confirmou que o número para o qual o agora ex-banqueiro enviou uma mensagem no dia de sua prisão era de um aparelho funcional do STF. O senador chegou a dizer que o dispositivo era de Moraes, mas depois passou a falar que era do Supremo. Questionado sobre como ele sabia da informação, o senador não explicou.

Em 19 de março, o senador fez uma publicação (íntegra – PDF – 5 MB) na qual afirmou que a informação havia sido obtida a partir de um questionamento feito a empresas de telefonia por meio do Sittel.

Segundo a jornalista Malu Gaspar, o ex-banqueiro e o ministro trocaram mensagens no dia em que ele foi preso pela 1ª vez pela Polícia Federal, em 17 de novembro de 2025. A prisão se deu à noite, quando Vorcaro se preparava para sair do Brasil. De acordo com a reportagem, o empresário perguntou em uma mensagem se o interlocutor tinha alguma novidade e se tinha conseguido “bloquear”.

Em nota divulgada (íntegra – PDF – 6 MB) por meio da Secretaria de Comunicação do STF em 6 de março, o ministro reiterou não ter sido o destinatário.

PRÓXIMOS PASSOS

O mais provável é que o STF rejeite o pedido de informação à CPMI do INSS sobre quem usava o telefone que recebeu mensagens de Vorcaro em 17 de novembro de 2025. A Corte deve alegar que a informação violaria a privacidade dos magistrados. Como o Supremo é a última Instância da Justiça no Brasil, a CPMI não terá a quem recorrer.

Vorcaro está preso e em processo de fazer uma delação premiada. Mesmo que ele venha a confirmar que as mensagens que enviou foram para Alexandre de Moraes, ainda será a palavra do ex-banqueiro contra a do ministro do STF. A rigor, só é possível saber se a mensagem saiu de um aparelho e, de fato, chegou ao outro se os 2 celulares forem periciados –e se estiverem íntegros, sem o conteúdo apagado.

A chance de a CPMI conseguir obter o celular de Moraes para fazer uma perícia é nula. Já está claro dentro do STF que os ministros têm tomado atitudes de autopreservação. Na última semana, Moraes foi homenageado pelo decano Gilmar Mendes, que chegou a ficar com voz embargada ao elogiar o colega e dizer que o Brasil tem uma “dívida” com ele.



Autor Poder360 ·


Empresa tenta renegociar dívida de R$ 65 bilhões; teve rating rebaixado pela agência Moody’s na 3ª feira (10.mar)

A Raízen protocolou na 3ª feira (10.mar.2026) pedido de recuperação extrajudicial para renegociar dívidas de R$ 65 bilhões. A empresa, uma joint venture entre Cosan e Shell, conseguiu adesão de detentores de mais de 40% do valor. As informações são do Brazil Journal.

Diferentemente do plano de recuperação judicial, em que todas as dívidas do grupo são renegociadas na Justiça, na recuperação extrajudicial a companhia escolhe um grupo de credores para fechar uma negociação e homologá-la depois junto ao Judiciário. O recurso foi usado pelo Grupo Pão de Açúcar também na 3ª feira (10.mar).

O acordo estabelece um prazo de 90 dias para que a companhia e os credores negociem um plano de reestruturação financeira definitivo. Durante esse período, o pagamento da dívida principal e de juros é suspenso.

Em comunicado ao mercado na 3ª feira (10.mar), a Raízen declarou que teve o rating rebaixado pela agência Moody’s de Caa1 para Caa3, com perspectiva negativa. Eis a íntegra da nota (PDF – 122 kB).

A companhia, que atua na produção de etanol e açúcar e na distribuição de combustíveis, optou pela recuperação extrajudicial para preservar caixa para o pagamento de fornecedores e funcionários.

Segundo o Brazil Journal, os bancos são credores de cerca de metade da dívida, enquanto bondholders, detentores de CRAs e debenturistas detêm a outra metade.

Pelo acordo, a Shell deve injetar R$ 3,5 bilhões na empresa. Rubens Ometto, controlador da Cosan, deve colocar os outros R$ 500 milhões.

O Poder360 entrou em contato com a Raízen, via e-mail à assessoria de imprensa da companhia, para pedir uma manifestação a respeito do pedido de recuperação extrajudicial. Não houve resposta até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.



Autor Poder360 ·


Senador Alessandro Vieira confirma 29 assinaturas; mínimo de 27 foi atingido nesta 2ª feira

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) anunciou nas redes sociais que o requerimento para a criação da chamada “CPI da Toga”, focada no caso do Banco Master, atingiu o número necessário de assinaturas para ser protocolado no Senado. Até o início da tarde desta 2ª feira (9.mar.2026), 29 parlamentares haviam subscrito o documento —2 a mais do que o mínimo de 27 exigido pelo regimento interno da Casa.

A comissão tem como objetivo investigar a conduta dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli e Alexandre de Moraes em processos relacionados ao Banco Master. “O Brasil só será uma verdadeira república democrática quando todos estiverem submetidos ao mesmo rigor da lei”, afirmou Vieira em postagem no X.

Copyright Reprodução – 9.mar.2026

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE): articulador da “CPI da Toga”atingiu o quórum necessário para investigar conduta de ministros

ESTRATÉGIA E PROTOCOLO

Apesar de já possuir o quórum, Alessandro Vieira informou que a coleta de assinaturas continuará ao longo do dia para garantir uma margem de segurança contra eventuais retiradas de apoio. O protocolo oficial deve ocorrer nas próximas horas.

A articulação ganhou força após a divulgação de mensagens da CPMI do INSS, que levantou questionamentos sobre a atuação de magistrados do STF em casos envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro.

OFENSIVA CONJUNTA

A articulação pela CPI ocorre em paralelo a outra frente de pressão contra o Supremo. Também nesta 2ª feira (9.mar), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e a bancada do partido Novo protocolam um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes.

O grupo alega que mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro sugerem tentativa de interferência em investigações. A ofensiva inclui ainda uma notícia-crime na PGR contra o magistrado e uma representação no conselho de Ética do Senado contra Davi Alcolumbre (União-AP), por suposta omissão na análise de pedidos de afastamento de ministros da Corte.

LEIA A LISTA DE QUEM ASSINOU

Abaixo, os 29 senadores que apoiam a abertura da investigação até o momento:

  1. Alessandro Vieira (MDB-SE)
  2. Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)
  3. Eduardo Girão (Novo-CE)
  4. Magno Malta (PL-ES)
  5. Luis Carlos Heinze (PP-RS)
  6. Sergio Moro (União Brasil-PR)
  7. Esperidião Amin (PP-SC)
  8. Carlos Portinho (PL-RJ)
  9. Styvenson Valentim (PSDB-RN)
  10. Marcio Bittar (PL-AC)
  11. Plínio Valério (PSDB-AM)
  12. Jaime Bagattoli (PL-RO)
  13. Oriovisto Guimarães (PSDB-PR)
  14. Damares Alves (Republicanos-DF)
  15. Cleitinho (Republicanos-MG)
  16. Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
  17. Vanderlan Cardoso (PSD-GO)
  18. Jorge Kajuru (PSB-GO)
  19. Margareth Buzetti (PP-MT)
  20. Alan Rick (Republicanos-AC)
  21. Wilder Morais (PL-GO)
  22. Izalci Lucas (PL-DF)
  23. Mara Gabrilli (PSD-SP)
  24. Marcos do Val (Podemos-ES)
  25. Rogerio Marinho (PL-RN)
  26. Flávio Arns (PSB-PR)
  27. Laércio Oliveira (PP-SE)
  28. Hiran (PP-RR)
  29. Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

A instalação da CPI depende agora da leitura do requerimento em plenário pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e da indicação de membros pelos líderes partidários.



Autor Poder360 ·


Pedro Rousseff diz ao STF que solicitação de senadores não atende requisitos legais e classifica como “manobra política”

O vereador de Belo Horizonte Pedro Rousseff (PT-MG), sobrinho da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), apresentou, nesta 6ª feira (9.jan.2026), uma manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra um pedido de prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) feito por senadores. O texto foi direcionado ao ministro do Supremo Alexandre de Moraes, relator do caso contra o ex-chefe do executivo.

Na manifestação, o vereador argumenta que o pedido feito por senadores da República não atende aos requisitos legais estabelecidos pela jurisprudência do Tribunal. Rousseff classificou o pedido dos congressistas como “manobra política”. Leia a íntegra (PDF- 191 kB).

O vereador sustenta que a concessão de prisão domiciliar humanitária requer não só a existência de comorbidades, mas principalmente a comprovação de que o tratamento médico adequado não pode ser realizado durante a custódia estatal.

O documento destaca que Bolsonaro tem recebido acompanhamento médico regular, com autorizações judiciais para exames, consultas e procedimentos externos quando necessário. A petição também ressalta que a custódia na PF (Polícia Federal) proporciona condições melhores que o sistema penitenciário comum.

Um dos pontos centrais da manifestação questiona o papel dos senadores no processo, sugerindo que, ao alegarem risco à integridade física do ex-presidente durante a custódia, os congressistas estariam indiretamente apontando falhas na atuação da defesa técnica de Bolsonaro.

O vereador afirma que, se existe desconfiança sobre a atuação dos advogados do réu, o procedimento correto seria avaliar a suficiência da defesa técnica. Essa avaliação poderia resultar na substituição dos patronos conforme descrito na legislação processual penal, e não na flexibilização do regime de custódia.

“Se senadores deixam de trabalhar para o povo para peticionar numa ação penal, fica a pergunta: pra que advogado?”, questiona o vereador no documento.

Na conclusão da manifestação, Rousseff solicita que o STF rejeite integralmente o pedido de prisão domiciliar humanitária. Alternativamente, pede que o Tribunal avalie a adequação da defesa técnica atual de Bolsonaro, determinando sua substituição caso considere necessário.

O STF deverá avaliar tanto o pedido original dos senadores quanto a contestação apresentada por Pedro Rousseff antes de tomar uma decisão sobre a situação prisional do ex-presidente.



Autor Poder360 ·


Decisão se deu após o ministro bloquear as contas de seu irmão, o deputado Eduardo Bolsonaro, e impor medidas cautelares contra o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta 2ª feira (21.jul.2025) que irá protocolar “nas próximas horas” mais um pedido de impeachment contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

A decisão se deu depois de Moraes bloquear as contas do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e impor medidas cautelares contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Para ‘salvar a democracia’, Alexandre de Moraes continua usando os mesmos métodos que acabaram com a democracia no Brasil. Tortura suas vítimas com todos os aparelhos que tem a sua disposição: de asfixia financeira a ameaça de prisão de familiares para fabricar uma falsa delação. A espinha de peixe na garganta do Brasil precisa ser retirada”, escreveu o senador em seu perfil no X.

Em abril do ano passado, Flávio havia dito ser contra retirar ministros da Corte do cargo e defendeu uma “autorregulação do próprio Supremo”. Como mostrou o Poder360, o impeachment de Moraes será uma das prioridades da oposição no Congresso no 2º semestre.

Há mais de 50 pedidos de impeachment contra ministros do STF parados na Casa. A decisão de pautar ou arquivar cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Nunca um ministro da Corte foi retirado do cargo. Seria algo inédito. Entenda o rito do processo.



Autor Poder360 ·


Influencer processada por Zezé Di Camargo e Graciele admite que usa casal em curso – Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Após o primeiro pedido de urgência para a exclusão dos posts, o juiz de primeira instância entendeu que, por Zezé e Graciele serem figuras públicas, as imagens poderiam ser usadas. A defesa do casal contestou e a Justiça decidiu que a influenciadora deveria se defender antes da exclusão das postagens. O processo corre no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Nesta segunda-feira (29), a defesa de Zezé e Graciele fez um novo pedido de urgência para que Vanessa de Oliveira apague as postagens. Informações obtidas pelo g1 sobre o caso indicam que, além do curso onde as imagens são usadas, a influenciadora teria passado a atacar o casal nas redes sociais após a divulgação do processo.

O que diz a influenciadora?

Após a divulgação do caso, Vanessa de Oliveira usou as redes sociais para se manifestar sobre a ação. Em um vídeo, a influenciadora admite que usa o casal como exemplo de infidelidade para divulgar seu curso sobre o segredo das amantes.

“Hoje amanheci processada por Zezé e Graciele por falar a verdade: o fato de terem sido amantes por mais de 10 anos. Está mais que claro, não adianta tapar o sol com a peneira”, disse Vanessa no dia 22 deste mês.

Nas redes sociais, Vanessa reforça que Zezé e Graciele começaram a se relacionar como amantes. Ela detalha a relação do casal e destaca que os fatos são de conhecimento público. “Isso já veio a público. Está mais do que difundido, mais do que claro. Então, encare a verdade”, disse.

O g1 tentou localizar os advogados de Vanessa, mas não conseguiu até a última atualização desta reportagem. A reportagem também entrou em contato com a influenciadora por meio das redes sociais, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

Vanessa explica que usa o casal como exemplo para ensinar outras mulheres a protegerem seus relacionamentos e, além disso, a usarem as técnicas das “amantes” para intensificar os sentimentos do marido pela esposa. “Que bom que agora as mulheres podem se proteger”, finalizou.

Zezé Di Camargo e Graciele Lacerda pedem indenização de R$ 200 mil a influenciadora – Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O processo de Zezé e Graciele contra a influenciadora corre no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Conforme pesquisa pública, a ação foi aberta no dia 11 de julho. No pedido, eles afirmam que são usados como exemplo na divulgação do curso, com insinuações sobre a vida privada do casal.

“Para a divulgação do curso, afirmam que [o casal] estaria envolvido em ‘um dos maiores escândalos de traição’”, detalha o processo.

Segundo o sertanejo e sua esposa na ação, as afirmações ofendem a honra e a reputação deles para atrair e convencer os consumidores a comprarem o curso de Vanessa. Além do pedido de indenização, eles solicitam que o Facebook suspenda os anúncios do curso que os mencionam.

📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.

VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Autor


VÍDEO: Homem é velado dentro de bar com música em cidade no interior de Goiás

“O Beiçada vinha falando que quando ele morresse, queria ser velado com música, com pagode, com alegria, queria até churrasco, só que churrasco não fizemos, porque a gente ficou com medo das pessoas acharem ruim”, contou uma parente, que preferiu não se identificar.

Na parte externa do bar, amigos e familiares se despediram de Edilson no último sábado (13). A parente contou que Edilson era alegre, querido por todos,e a morte foi repentina e pegou a família de surpresa.

“Realizamos a vontade dele que foi colocar as músicas que ele gosta e velar com alegria. Mesmo que nós ficamos tristes, mas a gente velou ele com alegria que ele pediu, com música do jeito que ele queria”, detalhou a familiar.

Edilson Roberto da Silva, conhecido como Beiçada, foi velado em um bar que frequentava após sofrer um infarto em Montes Claros de Goiás — Foto: Arquivo Pessoal/Edgar Guerra

Ao g1, a família contou que Edgar Guerra, primo de Edilson, decidiu fazer o velório no bar como forma de homenagem. No entanto, outro fator também influenciou a escolha do local.

“A gente velou ele no bar também porque não tínhamos condição financeira de comprar o caixão e pagar também um lugar para velar. Tanto que o caixão dele, quem deu foi um amigo”, completou a parente.

Edilson Roberto da Silva, conhecido como Beiçada, foi velado em um bar que frequentava após sofrer um infarto em Montes Claros de Goiás — Foto: Arquivo Pessoal/Edgar Guerra

VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Autor


Advogada acusada de matar ex-sogro e a mãe tem novo pedido de exame de insanidade negado

“O laudo médico pericial foi conclusivo, não havendo que se falar em correção de omissão, obscuridade ou contradição”, escreveu o juiz na decisão.

O g1 pediu um posicionamento à defesa de Amanda Partata às 13h44 desta quinta-feira (30), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, e a mãe dele, Luzia Alves, de 86, morreram depois de terem sido envenenados com bolos de pote em dezembro do ano passado. Segundo a investigação, a motivação das mortes se deu pelo sentimento de rejeição de Partata com o fim do namoro de 1 mês e meio com o filho de Leonardo.

À Justiça, a defesa de Partata argumentou que havia incoerências nas conclusões do laudo e alegou que o objeto da perícia não foi esclarecedor. Por isso, solicitou uma nova perícia. O juiz negou o pedido e homologou o laudo pericial oficial.

Amanda Partata acusada de envenenar matar o ex-sogro e a mãe dele em Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Com a homologação do laudo pericial definitivo, o juiz marcou a audiência de instrução para o dia 25 de junho deste ano. O documento foi assinado pelo magistrado na última quarta-feira (29) e destacou trechos do primeiro exame médico pericial emitido pela Junta Médica Oficial do Poder Judiciário.

De acordo com a perícia, na época do crime, Amanda apresentava um quadro compatível com transtorno de personalidade borderline, traços comportamentais antissociais, bulimia nervosa e transtorno dismórfico corporal.

“Em seus atos, claramente, podemos observar características de planejamento, premeditação e os cuidados para que sua intenção de cometer o ato ilícito não fosse descoberto”, diz um trecho do laudo.

Amanda Partata é acusada de matar o ex-sogro e a mãe dele após oferecer alimentos contaminados às vítimas, em Goiânia. O exame foi feito após um pedido da defesa de Amanda, ao qual a Justiça aceitou no início do mês de abril.

Mulher que envenenou o ex-sogro e a mãe dele em Goiás fez compras antes do crime

O exame foi feito pela junta médica do Tribunal de Justiça de Goiás. Os médicos entrevistaram Amanda Partata e ouviram a mãe dela, para entender como era o comportamento dela desde a infância.

Segundo o documento, a conclusão é que, a partir do ponto de vista psiquiátrico forense, Amanda Partata não apresenta qualquer limitação cognitiva, retardo mental, além de também não ter sido identificado qualquer evidência de doença mental.

Leonardo Pereira Alves e a mãe Luzia Tereza Alves — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O envenenamento aconteceu no dia 17 de dezembro de 2023, quando Amanda foi até a casa da família do ex-namorado levando um café da manhã, com pão de queijo, biscoitos, suco e bolos de pote. Conforme as investigações, como a denunciada fingia que estava grávida do filho de Leonardo, era bem aceita na família.

Antes do crime, segundo as investigações, a advogada comprou 100 ml de um veneno e aplicou em dois bolos de pote. A quantidade, conforme a perícia, é suficiente para matar várias pessoas. Amanda também pesquisou na internet por “qual exame de sangue detecta” o veneno, “tem como descobrir envenenamento” e se a substância que ela colocaria nos potes tinha gosto.

Pesquisas feitas na internet pela Amanda Partata; borrões referem-se ao nome do veneno utilizado e localização. — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Em depoimento, o tio do ex-namorado de Amanda, de 60 anos, afirmou que se recusou a comer o bolo de pote oferecido pela advogada porque perderia o apetite para o almoço. Já o marido de Luzia, de 82 anos, disse que não comeu por ter diabetes.

Em depoimento à Polícia Civil, o idoso revelou que a esposa também tinha a doença e que chegou a pensar em pedir que Amanda não desse o doce para Luzia. Mas segundo ele, como sempre foi muito simples, não teve coragem de desagradar a advogada. O idoso também disse que viu a esposa e o filho ‘agonizarem de dor’ após comerem bolos envenenados.

A perita criminal Mayara Cardoso informou que foi realizado um exame toxicológico em amostras coletadas no local do crime e amostras retiradas dos corpos das vítimas. Ao todo, foram feitos mais de 300 testes para agrotóxicos, remédios e outras substâncias – todos apontaram negativo.

Após a polícia ter acesso à nota fiscal da compra do veneno, a perícia conseguiu testar e confirmar a presença dele nos corpos de Leonardo e Luzia. O nome da substância não foi divulgado.

Comprovante do pedido do veneno; Mesmo número que consta na caixa de papelão que ela recebeu no hotel em que estava hospedada um dia antes do crime — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Pela câmera do elevador do hotel onde Amanda estava hospedada, em Goiânia, a polícia conseguiu registrar imagens de quando ela recebeu uma caixa de papelão de um laboratório, onde possivelmente, segundo a polícia, estavam as doses do veneno (veja foto acima).

Veja abaixo os crimes que Amanda é acusada:

  • Homicídio consumado triplamente qualificado (pelo motivo torpe, emprego de veneno e dissimulação) contra Leonardo Pereira Alves, pai do ex-namorado de Amanda.
  • Homicídio consumado triplamente qualificado (pelo motivo torpe, emprego de veneno e dissimulação) e agravado pela idade contra Luzia Alves, avó do ex-namorado de Amanda.
  • Homicídio tentado duplamente qualificado (pelo motivo torpe e pelo emprego de veneno) praticado contra o tio do ex-namorado de Amanda.
  • Homicídio tentado duplamente qualificado (pelo motivo torpe e pelo emprego de veneno) e agravado pela idade da vítima contra o avô do ex-namorado de Amanda.

📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.

VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Autor


Noiva de cantor achou que pedido de casamento durante jogo de Uno fosse ‘zoeira’

A psicologa Marcela Fortunato, noiva do cantor Guilherme, da dupla com Hugo, achou que pedido de casamento em jogo de Uno fosse ‘zoeira’. Durante uma partida, em uma carta, ele escreveu: “Quer ser minha noiva?”.

“Ele me levou para uma partida de Uno com nossos amigos e todos já sabiam. Aí ele me vira com uma carta com o pedido e eu achei que ele estava zoando. Fiquei assim para ele: ‘Fala sério!’. Daí, ele: ‘É sério’ e foi isso”, disse Marcela.

A psicóloga contou em um vídeo, divulgado nas redes sociais, que o jogo Uno está presente desde o início do romance do casal.

“O uno é o nosso jogo, né? A gente joga desde o início do namoro. O Matheus – Guilherme – me enganou direitinho”, conta Marcela.

Marcela Fortunato e Guilherme, da dupla com Hugo, achou que pedido de noivado era zoeira — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Hugo e Guilherme se juntaram há 8 anos. Os dois mudaram seus nomes de batismo e adotaram um artístico. Hugo tem 33 anos e é Spartaco Vezzani. Guilherme, de 29 anos, é Matheus Neves.

Hugo, nasceu em Goiás, foi criado no Pará, e já participou de outras duas duplas como Hugo & Thiago e Hugo & Gabriel, substituindo Hugo Pena na antiga formação.

Já Guilherme segue um já conhecido roteiro entre os sertanejos: natural de Goiânia, estudava agronomia e fazia sucesso nas rodas de viola entre amigos até que o caminho dos dois se cruzaram.

Eles lançaram o primeiro álbum em 2016. Durante a pandemia, seguiram a linha das lives, ganharam espaço e gravaram, em 2020, o DVD “No pelo 3”, que rendeu “Coração na cama”, primeiro sucesso nacional da dupla.

Em janeiro de 2022, a música “Mal feito” lançada com participação de Marília Mendonça foi gravada menos de dois meses antes da morte cantora, em novembro de 2021, e foi a canção mais ouvida no Spotify no Brasil em 2022.

📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.

VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Autor