Um cachorro morreu na noite da última quinta-feira (9) após ser baleado no estacionamento de um hospital em Aparecida de Goiânia (GO). A Polícia Militar (PM) foi acionada pelo acompanhante de uma paciente, que estava ouvindo latidos de cachorro e, na sequência, escutou o disparo de arma de fogo.
“Eu estava no apartamento do Hospital Santa Mônica, com minha mulher. Tinha uns sete, oito, cachorros latindo. Aí, um tiro. Só um tiro só. Pá. A polícia chegou, perguntou o que aconteceu, falei que o tiro foi lá dentro, lá no pátio”, descreveu a testemunha, que preferiu não se identificar.
Em uma nota enviada à TV Anhanguera, o Hospital Santa Mônica lamentou o caso e afirmou que colaboradores ouviram o tiro na área externa da instituição. Além da PM, a empresa responsável pela segurança do local também foi acionada. Conforme informações, o cachorro chegou a ser levado para uma clínica veterinária pelos policiais militares, mas não resistiu.
O caso é investigado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO). Segundo o delegado Lúcio Melo, ainda não há informações de quem atirou contra o animal. “Estamos analisando as imagens no intuito de identificar o atirador. Foram realizadas perícias no local e recolhida uma cápsula de munição calibre .40”, explicou o delegado.
Ainda à TV Anhanguera, o médico veterinário Pedro Henrique da Silva Meira informou que a bala perfurou o tórax e atravessou o animal. “A bala não estava alojada nele. Foi feita uma radiografia e constatado o comprometimento dos pulmões. Uma hora depois de ser admitido, a gente tentando estabilização, ele não resistiu”, detalhou o profissional.
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Acidente mata quatro pessoas em Itapaci, Goiás — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros Acidente mata quatro pessoas em Itapaci, Goiás — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros
O acidente aconteceu por volta das 6h na última quinta-feira (9), na zona rural de Itapaci. De acordo com o Corpo de Bombeiros, 12 pessoas foram envolvidas na batida, quatro delas tiveram a morte confirmada no local da batida.
Conforme a secretaria, Osmar era uma dos pacientes que estavam na van. Ele estava em estado grave e não resistiu. A morte dele foi confirmada na última sexta-feira (10). Em nota, a Prefeitura de Itapaci lamentou a morte dele e prestou solidariedade à família e amigos.
A sexta vítima Maria de Fátima Paes, de 52 anos, também era uma das pacientes transportada na van e estava em estado grave no Hospital Estadual Centro-Norte Goiano (HCN), em Uruaçu, no norte de Goiás. Ela também morreu na sexta-feira (10), informou a Secretaria.
Além de Maria, outros quatro pacientes que estavam sendo transportados na van para tratamento de hemodiálise também morreu. As vítimas são: Adeir Marianode Souza, Glória Maria Prado dos Reis, Terezinha Batista Teles Santos e Piedade Angélica dos Reis.
A quinta vítima do acidente foi o motorista da van, Francisco Edinaldo da Silva, de 64 anos. Em nota, a Secretaria de Saúde informou que Francisco, conhecido como “Preguinho”, estava em estado grave no HCN e morreu por volta das 21h45 da última quinta-feira (9).
Sobe para sete o número de mortos no acidente em Itapaci
Um cachorro morreu após ser baleado no estacionamento de um hospital em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.
A Polícia Militar (PM) informou que foi acionado pelo acompanhante de uma paciente após ele ouvir latidos de cachorro e um disparo de arma de fogo.
Cachorro baleado em hospital
Médico veterinário informou que a bala perfurou o tórax e chegou a atravessar o animal. Foto: Divulgação
O disparo foi registrado na noite dessa quinta-feira (9) e a Polícia Militar encaminhou o cachorro para uma clínica veterinária.
“Eu tava no apartamento do Hospital Santa Mônica com minha mulher. Tinha uns sete, oito cachorros latindo. Aí, um tiro. Só um tiro só. A polícia chegou, perguntou o que aconteceu, falei que o tiro foi a dentro, lá no pátio”, disse a testemunha.
O caso é investigado pela Polícia Civil e conforme o delegado responsável pelo caso, Lúcio Melo, ainda não informações de quem disparou contra o cachorro.
“Estamos analisando as imagens no intuito de identificar o atirador. Foram realizadas perícias no local e recolhida uma cápsula de munição calibre .40”, alegou o delegado.
Já o médico veterinário Pedro Henrique da Silve Meire, informou que a bala perfurou o tórax e chegou a atravessar o animal.
“A bala não estava alojada nele. Foi feita uma radiografia e constatado o comprometimento dos pulmões. Uma hora depois de ser admitido, a gente tentando estabilização, ele não resistiu”, explicou o médico veterinário.
Hospital alegou que disparos ocorreu na área externa da instituição. Foto: Divulgação
Por meio de nota, o hospital lamentou o caso e afirmou que os colaboradores ouviram o tiro na área externa da instituição.
“Na noite de ontem, colaboradores do Hospital Santa Mônica relataram a diretoria terem ouvido disparos de arma de fogo na área externa da instituição que teriam atingido um cão que circulava pelo local. Imediatamente, nossa empresa de segurança e a Polícia Militar foram acionados para a adoção das medidas cabíveis. Lamentamos o ocorrido e estamos acompanhando o caso”, destacou a nota.
Morreu nesta terça-feira, 7, em Goiânia (GO), a empresária Fábia Portilho, de 52 anos. Ela foi vítima de complicações decorrentes de uma cirurgia plástica. A Polícia Civil de Goiás já instaurou inquérito para investigar o ocorrido.
No sábado, 4, a empresária foi submetida a uma mamoplastia e uma lipoaspiração no Hospital Unique, em Goiânia. Segundo o “UOL”, de onde são as informações, o registro policial indica que a empresária teria sentido fortes dores abdominais e retornado ao hospital no dia de sua morte.
Mesmo tendo sido admitida na emergência sob gritos de dor, segundo o depoimento da família, o hospital teria se recusado a interná-la, o que fez com que familiares solicitassem sua transferência para outro hospital. No intervalo entre a liberação médica e a chegada ao outro hospital, de cerca de três horas, a dona do Planalto’s Palace Hotel, em Goianésia, foi a óbito.
A causa da morte de Fábia foi apontada como tromboembolismo pulmonar gorduroso e choque obstrutivo, mas a Polícia Civil de Goiás solicita autópsia para apurar se houve negligência médica.
Em nota à imprensa, Nelson Fernandes, médico responsável pela cirurgia da empresária, afirmou que ela não teria apresentado queixas em sua consulta pós-operatória. O cirurgião e o Hospital Unique também negaram que tenham negligenciado assistência na terça-feira.
Empresária de GO morre após passar por complicações de cirurgia plástica
Foto: Reprodução/Instagram
Uma empresária identificada como Fábia Portilho, de 52 anos, morreu na terça-feira, 7, apósfazer um procedimento estético em um hospital particular de Goiânia, Goiás. A família acusa o médico responsável e o hospital de negligência e falta de socorro. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
Segundo informações da família, a mulher, que é de Goianésia e possuía um hotel na cidade, fez uma mamoplastia e uma lipoaspiração na última sexta-feira, 3, no Hospital Unique, e recebeu alta no domingo, 5. Porém, ela retornou à unidade na terça-feira com reclamações de dores abdominais, de acordo com informações da emissora local TV Anhanguera, afiliada da Rede Globo.
Os familiares da vítima denunciaram à Polícia Civil que Fábia gritava de dor, mas que os médicos plantonistas não a examinaram ou pediram exames. Na tentativa de salvá-la, pediram a transferência dela para um outro hospital, mas ela não resistiu.
Em nota ao Terra, o cirurgião plástico responsável pelo procedimento, o médico Nelson Fernandes, lamentou a morte da paciente e contou a sua versão dos fatos.
“Esclareço que realizei dois procedimentos cirúrgicos na Sra. Fábia, no último sábado, que transcorreram sem intercorrências. A paciente não manifestou queixas em sua consulta de retorno pós-operatório, e sua recuperação estava ocorrendo dentro do esperado. Na terça-feira, no entanto, a paciente compareceu ao hospital, apresentando queixas que passaram a ser imediatamente investigadas. Porém, apesar do quadro de instabilidade apresentado, a família optou pela transferência para outro hospital”, contou em nota.
Ele ainda ressaltou que prestou assistência a Fábia, “seguindo sempre os protocolos adequados e as práticas médicas recomendadas”.
“Prezar pela saúde e recuperação dos meus pacientes é prioridade absoluta em minha atuação médica, e o falecimento da Sra. Fábia me entristece profundamente”, declarou.
O Hospital Unique também lamentou a morte de Fábia e informou que todas as medidas de segurança foram seguidas rigorosamente e que não houve negligência por parte da equipe médica.
“O hospital orientou os parentes a não realizarem a transferência para outra unidade devido à condição instável da paciente. No entanto, os familiares decidiram pela transferência, argumentando que havia um médico da família trabalhando em outra instituição. Para isso, contrataram serviços de ambulância, embora fossem dispensáveis. O Hospital Unique, em sua recomendação médica, na prudência peculiar, avaliou os riscos envolvidos e aconselhou contra a transferência até a estabilização da paciente. A condição crítica foi comunicada aos parentes, explicando os riscos envolvidos e a necessidade de aguardar a estabilização da paciente para a realização de um exame de tomografia. Mesmo assim, os parentes decidiram prosseguir com a transferência, assumindo total responsabilidade pela decisão”, disse em nota ao Terra.
Ao Terra, a Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado pelo 4º DP de Goiânia. O corpo de Fábia foi sepultado nesta quinta-feira, 9, em Goianésia. Os familiares prestaram uma homenagem soltando balões brancos em memória dela.
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Colisão entre duas motos em Barro Alto (GO) — Foto: Divulgação / Polícia Militar Colisão entre duas motos em Barro Alto (GO) — Foto: Divulgação / Polícia Militar
Uma adolescente de 15 anos morreu depois de ser arremessada da garupa de uma moto em Barro Alto, na região central de Goiás. O acidente envolveu duas motocicletas e também deixou o irmão da jovem ferido.
A colisão aconteceu na noite de terça-feira (7). De acordo com relato da Polícia Militar, a duas motocicletas colidiram no cruzamento entre duas ruas. Os dois jovens e o homem que dirigia a outra moto receberam atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), disse a PM.
De acordo com Marco Antônio Maia, delegado responsável pelo caso, a jovem faleceu no Hospital Municipal de Barro Alto. O irmão da vítima foi encaminhado à unidade hospitalar de Uruaçu e não corre risco de morte, declarou Maia.
“Aguardamos agora a rápida recuperação do irmão da vítima, para ouvirmos como testemunha”, explicou Marco Antônio.
O delegado informou ainda que Polícia Civil deve realizar a reprodução simulada dos fatos, já que a cena do acidente não foi preservada para perícia.
O g1 questionou o delegado sobre o estado de saúde do outro motociclista, mas não tivemos retorno até a última atualização desta matéria. A reportagem também tentou contato telefônico com o Hospital Municipal de Barro Alto, mas as ligações não foram atendidas.
O velório da jovem será realizado nesta quarta-feira (8) a partir das 19h, no Cemitério Municipal de Barro Alto. O sepultamento está previsto para ser realizado na quinta-feira (9) às 11h.
Cadela aparece em vídeo andando pela calçada fugindo do ciclista, que o persegue e atira uma pedra. Ciclista deve responder por maus-tratos. Ciclista dá pedrada em cadela em rua de Santa Bárbara de Goiás
Câmeras de segurança flagraram um ciclista dando uma pedrada em uma cadela em uma rua de Santa Bárbara de Goiás, região oeste do estado. O animal morreu após quatro dias internado.
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O caso, que repercutiu nas redes sociais no domingo (5), é investigado pelo delegado Rafael Borges de Macêdo, da Delegacia Distrital de Polícia (DDP) de Trindade.
Ao g1, Macêdo disse que a agressão aconteceu no último dia 30 de abril e que, no momento, não dará mais detalhes sobre a investigação para não atrapalhar na identificação do ciclista, que, segundo ele, responderá por maus-tratos.
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Ciclista dá pedrada em cadela em rua de Santa Bárbara de Goiás
Reprodução/Redes Sociais
As câmeras de segurança registraram a cadela andando pela calçada da rua fugindo do ciclista, que a persegue. Neste momento, o homem joga uma pedra no animal, que é atingido e cai.
O vídeo, que circula nas redes sociais, chegou ao deputado federal Eduardo Prado (PV), presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, que pediu uma investigação da Polícia Civil (PC).
Segundo o deputado federal, a cadela, que se chamava Mel e tinha 3 anos, foi levada para um hospital veterinário, porém, teve um traumatismo craniano e morreu.
Moradores que resgataram a Mel a filmaram debilitada antes de ser internada
Moradores que resgataram Mel a filmaram debilitada antes de ser internada. Um exame de Raio-X verificou que a cadela teve uma fratura nos ossos da cabeça.
Conforme atestado de óbito, o animal ficou quatro dias internado e morreu durante a madrugada do 5 de maio. “Sendo a provável causa mortis traumatismo craniano”, apontou.
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Exame de Raio-X verificou que a Mel teve uma fratura nos ossos da cabeça – Goiás
Reprodução/Redes Sociais
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Ciclista dá pedrada em cadela em rua de Santa Bárbara de Goiás
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Ao g1, Macêdo disse que a agressão aconteceu no último dia 30 de abril e que, no momento, não dará mais detalhes sobre a investigação para não atrapalhar na identificação do ciclista, que, segundo ele, responderá por maus-tratos.
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Ciclista dá pedrada em cadela em rua de Santa Bárbara de Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais Ciclista dá pedrada em cadela em rua de Santa Bárbara de Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais
As câmeras de segurança registraram a cadela andando pela calçada da rua fugindo do ciclista, que a persegue. Neste momento, o homem joga uma pedra no animal, que é atingido e cai.
O vídeo, que circula nas redes sociais, chegou ao deputado federal Eduardo Prado (PV), presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, que pediu uma investigação da Polícia Civil (PC).
Segundo o deputado federal, a cadela, que se chamava Mel e tinha 3 anos, foi levada para um hospital veterinário, porém, teve um traumatismo craniano e morreu.
Moradores que resgataram a Mel a filmaram debilitada antes de ser internada
Moradores que resgataram Mel a filmaram debilitada antes de ser internada. Um exame de Raio-X verificou que a cadela teve uma fratura nos ossos da cabeça.
Conforme atestado de óbito, o animal ficou quatro dias internado e morreu durante a madrugada do 5 de maio. “Sendo a provável causa mortis traumatismo craniano”, apontou.
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Exame de Raio-X verificou que a Mel teve uma fratura nos ossos da cabeça – Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais Exame de Raio-X verificou que a Mel teve uma fratura nos ossos da cabeça – Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais
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Arca Parque, em Trindade, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais Arca Parque, em Trindade, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Uma criança de 4 anos morreu após se afogar em um parque aquático localizado em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia. A vítima foi retirada da piscina ainda com vida, socorrida por equipes de salvamento, mas veio a óbito depois de chegar ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).
O acidente aconteceu na tarde de domingo (6). De acordo com nota oficial do parque aquático (leia texto completo abaixo), a criança foi retirada da piscina com vida pelo salva-vidas de plantão no local. A equipe do clube chegou a realizar manobras de desobstrução das vias aéreas e acionou o Corpo de Bombeiros, tendo em vista que o afogamento foi caracterizado como grau 6 (quando o afogado apresenta parada cardiorrespiratória, representada por apneia e ausência de batimentos cardíacos), diz a nota.
O texto diz ainda que o parque acionou o Corpo de Bombeiros e que a corporação orientou que se iniciasse o deslocamento da criança pela equipe de operações local, acompanhada pelo salva-vidas, com o objetivo de preservar a vida da vítima. As viaturas se encontraram no meio do caminho para que o socorro fosse prestado o mais rápido possível, diz a nota.
O Corpo de Bombeiros informou em boletim (texto completo a seguir), que os socorristas realizaram os procedimentos de reanimação cardiopulmonar, estabilização da cervical e desobstrução das vias aéreas da criança.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também se deslocou para atender a criança durante ao trajeto ao hospital, de acordo com o texto do Corpo de Bombeiros. O boletim diz ainda que a criança chegou a apresentar batimentos e pulsação espontânea, depois de 40 minutos de esforços realizados pelas equipes de salvamento.
O texto da corporação diz ainda que a criança chegou ao Hugol com vida, mas faleceu no hospital.
Procurada pelo g1 na segunda-feira (6), às 15h52, a assessoria de imprensa do Hugol informou pelo WhatsApp que não seria possível dar informações do caso sem saber o nome da criança. O Corpo de Bombeiros e a administração do parque não divulgaram o nome da vítima a fim de preservar a identidade da criança e a família.
A assessoria de imprensa do parque informou que tem prestado assistência a familiares e amigos da criança desde o acidente. Além de declarar pesar pela fatalidade, a nota oficial reforçou que a equipe de salvamento do parque é comprometida com os protocolos de segurança (texto completo abaixo).
Nota oficial – Arca Parque
O Arca Parque lamenta profundamente os fatos ocorridos neste último domingo, 5 de maio, e que culminaram com o falecimento de uma criança.
O parque esclarece que a criança, com sinais de afogamento, foi retirada da piscina ainda com vida e atendida pelo Salva-Vidas do local e, em seguida, encaminhada para a Enfermaria e submetida a manobras de desobstrução das vias aéreas pela Enfermeira Plantonista.
Tendo em conta a gravidade do quadro a equipe de operações do parque acionou o Corpo de Bombeiros, informando tratar-se de afogamento “grau 6”, sendo, então, solicitado que a equipe do parque já iniciasse o deslocamento da criança no sentido Trindade, o que de pronto foi realizado, em veículo que se encontrava na saída do estacionamento.
A criança foi acompanhada pelo Salva-Vidas que manteve as manobras de RCP durante o trajeto até que, conforme o planejado, cruzaram com as viatura do SAMU, realizando a transferência para a ambulância que o conduziu ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira, onde infelizmente faleceu.
O Arca Parque se solidariza com a família e amigos da criança e informa que toda a assistência está sendo prestada desde o ocorrido e reitera seu compromisso com todos os protocolos de segurança e atenção aos seus visitantes.
Boletim – Corpo de Bombeiros
Com rapidez e precisão, os bombeiros iniciaram os procedimentos de reanimação cardiopulmonar (RCP), estabilizando a cervical e desobstruindo as vias aéreas da criança. Durante o trajeto para o local, a equipe encontrou o veículo da vítima na estrada, enquanto a viatura de suporte avançado do SAMU se dirigia para prestar assistência. Após a chegada da equipe médica, a criança foi submetida a vários procedimentos de intervenção invasiva e ventilação por AMBU.
Após 40 minutos de esforços intensos dentro da viatura, a criança apresentou melhoras no quadro, com batimentos e pulsação espontânea. Encaminhada ao Hospital de Urgências de Goiânia (HUGOL), em Goiânia, a vítima recebeu cuidados médicos adicionais. Infelizmente, a vítima não resistiu e foi a óbito no hospital.
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Maria Soares da Costa, que morreu após passar mal, em Jaraguá — Foto: Arquivo pessoal/Maria Aparecida da Costa Maria Soares da Costa, que morreu após passar mal, em Jaraguá — Foto: Arquivo pessoal/Maria Aparecida da Costa
Uma família denunciou que a idosa de 70 anos, Maria Soares da Costa, morreu depois de a família não conseguir ligar para o Samu e o Corpo de Bombeiros para que ela fosse levada ao hospital enquanto passava mal, em Jaraguá, na região central de Goiás. Segundo a sobrinha da idosa, Maria Aparecida da Costa, de 35 anos, a família consegue ligar para vários outros números, menos para os emergenciais.
“Minha tia estava agonizando e era acamada, não tinha como levarmos ela [ao hospital]. A gente liga 192 e 193, quando atende, cai na Polícia Militar. Liga no bombeiro, cai na polícia. Emergência não está funcionando de jeito nenhum”, descreveu Maria Aparecida.
O caso com a tia aconteceu na madrugada da segunda-feira (29). Ao g1, o Procon de Jaraguá informou que está investigando a situação e informou ainda que já notificou a Oi, uma vez que a operadora é a linha base dos números de emergência da cidade. A Oi informou que enviou uma equipe técnica ao local para verificar a falha e, se for de responsabilidade da companhia, irá realizar os reparos necessários.
O g1entrou em contato com a Anatel por e-mail às 13h06 desta quinta-feira (2) para saber se o caso está sendo apurado, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.A Claro, que é a operadora que a família utilizou pra tentar acionar o socorro, informou que a “rede opera normalmente na região e que as chamadas para os números mencionados estão funcionando corretamente, sem ocorrências”.
A dona de casa Maria Aparecida contou que tanto a tia Maria Soares da Costa, que era acamada, quanto a mãe, que tem 66 anos e está com o fêmur quebrado, estavam morando com ela. No dia em que a idosa passou mal, a sobrinha estava indo para Goiânia com as filhas, que respectivamente possuem epilepsia e paralisia cerebral.
Na ocasião em que a idosa passou mal, ela estava em casa com a irmã (com o fêmur quebrado), o esposo da sobrinha (que fez as ligações para o socorro) e três filhos dele, sendo que um deles tem hidrocefalia, autismo e outros três problemas de saúde.
Maria Aparecida contou que o esposo ligou mais de 30 vezes para a emergência, já que não podia deixar o filho e a sogra sozinhos em casa. No entanto, como o estado dela parecia grave, ele deixou o filho aos cuidados da sogra com o fêmur quebrado e foi até o Samu para que a idosa fosse socorrida.
Após a morte da idosa, a irmã dela, que não consegue andar após ter passado por uma recente cirurgia depois de quebrar o fêmur, também passou mal e precisou de atendimento médico. Segundo a família, novamente não foi possível acionar o socorro. Ela foi levada ao hospital pelos bombeiros após os familiares irem até o quartel pedirem socorro. Ela recebeu alta na quarta-feira (30).
“Não tínhamos como colocar ela no carro [e levar ao hospital], porque ela sente muita dor”, explicou Maria Aparecida.
O Procon de Jaraguá informou ao g1 que, desde o ano passado, moradores reclamam de ligações que não são completadas. Desde então, a instituição analisa os diferentes casos e notifica as operadoras responsáveis em para que a falha seja solucionada e o serviço chegue à população.
“Teve um caso que a gente precisou fazer uma configuração no aparelho. Cada caso é um caso específico”, explicou a presidente do Procon em Jaraguá, Charlene Ramos.
A presidente exemplificou que, em um dos setores da cidade, moradores de um setor estavam com problemas similares em que as chamadas de determinada operadora não completavam. Após o Procon notificar empresa, a operadora instalou uma nova torre e o problema foi resolvido. No entanto, reclamações de diferentes tipos têm voltado a aparecer.