6 de março de 2026
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Suspensões atingem rotas para Dubai, Doha, Tel Aviv e outras cidades após ataques dos EUA e de Israel ao Irã

Companhias aéreas de vários países seguem com a suspensão de operações no Oriente Médio nesta 3ª feira (3.mar.2026), depois que os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã.

Segundo o mapa de voos Flightradar24, desde sábado (28.fev), os cancelamentos em 7 grandes aeroportos internacionais da região —Doha, Abu Dhabi, Sharjah, Kuwait e Bahrein— superam 9.500 voos. Pelas estimativas da plataforma, mais de 1,5 milhão de pessoas foram afetadas pela medida.

A plataforma, em outras atualizações, informou que uma explosão foi registrada após um ataque de drone em Riade. O episódio levou ao retorno de voos que se aproximavam do aeroporto local.

O Flightradar24 também mostrou um voo que partiu de Mumbai com destino a Dubai e, perto da chegada, fez o caminho de volta. Depois, voltou a dar meia-volta e seguiu novamente para a cidade dos Emirados Árabes Unidos.

Transportadoras de diferentes países anunciaram cancelamentos ou suspensões de rotas. Eis a situação nesta 3ª feira (3.mar):

  • Ethiopian Airlines – A última atualização é da manhã de 2ª feira (2.mar). A empresa confirma que voos de e para Amã, Beirute, Bahrein, Tel Aviv, Doha, Kuwait, Dubai, Sharjah, Abu Dhabi e Damã estão cancelados até novo aviso;

  • Royal Air Maroc – A companhia marroquina publicou na tarde de 2ª feira (2.mar) que a situação no Oriente Médio levou ao cancelamento de alguns voos. Citou especificamente as rotas para Doha e Dubai;

  • Turkish Airlines – A empresa mantém a permissão para que clientes com passagens compradas para rotas envolvendo Irã, Iraque, Jordânia, Líbano e Síria antes de 28 de fevereiro de 2026 alterem gratuitamente as datas até 10 de maio ou peçam reembolso. A medida vale para voos até 12 de março e pode ser acionada até 10 de maio;

  • Etihad Airways – A empresa afirma que todos os voos comerciais com origem ou destino em Abu Dhabi estão suspensos até a tarde de 4ª feira (4.mar). A companhia orienta que os passageiros só se dirijam aos aeroportos se tiverem sido contatados. Clientes com bilhetes emitidos até 28 de fevereiro e datas de viagem até 7 de março podem remarcar gratuitamente até 18 de março. Para voos até 7 de março, também é possível solicitar reembolso;

  • Emirates Airlines – A companhia informou na 2ª feira (2.mar) que seus voos desta 3ª feira (3.mar) de e para Dubai estão cancelados. Pediu que os passageiros só se desloquem ao aeroporto se tiverem recebido notificação. Os clientes podem remarcar voo alternativo até 20 de março ou solicitar reembolso;

  • Qatar Airways – A empresa disse nesta 3ª feira (3.mar) que mantém a suspensão de seus voos e informou que só retomará as operações quando as autoridades locais autorizarem. A companhia disse que divulgará novas atualizações na 4ª feira (4.mar);

  • Lufthansa – A empresa alemã cancelou voos de e para Dubai até 4 de março. Também suspendeu rotas envolvendo Tel Aviv, Beirute, Amã (Jordânia), Erbil (Iraque), Damã (Arábia Saudita) e Teerã até domingo (8.mar). Até essa data, a companhia também deixará de utilizar os espaços aéreos de Israel, Líbano, Jordânia, Iraque, Qatar, Kuwait, Bahrein, Damã e Irã;

  • Air France – Cancelou voos até 5ª feira (5.mar) de e para Tel Aviv, Beirute, Dubai e Riade;

  • Wizz Air – Suspendeu voos de e para Israel e para as cidades de Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, além de Amã, na Jordânia, com efeito imediato até 7 de março;

  • KLM, braço holandês do grupo Air France-KLM – Suspendeu o restante das operações da temporada de inverno de e para Tel Aviv desde domingo (1º.mar). Também interrompeu rotas envolvendo Damã, Dubai e Riyadh até 2ª feira (9.mar);

  • Oman Air – Informou que suspendeu todos os voos para Amã, Dubai, Bahrein, Doha, Damã, Kuwait, Copenhague e Bagdá até 3 de março;

  • Japan Airlines – Suspendeu voos entre Tóquio e Doha até 8 de março;

  • Virgin Atlantic – Anunciou o cancelamento de rotas entre Londres e Dubai e entre Londres e Riade até esta 3ª feira (3.mar);

  • Iberia – A empresa espanhola anunciou o cancelamento das rotas para Doha e Tel Aviv até 15 de março;

  • Air Europa – A companhia espanhola cancelou os voos entre Madri e Tel Aviv até 2ª feira (9.mar);

  • Malaysia Airlines – A empresa da Malásia cancelou todos os voos de e para Doha, Jeddah e Medina até 4ª feira (4.mar) e parte das operações na 5ª feira (5.mar).

Os 2 voos do Brasil programados para o Oriente Médio nesta 3ª feira já foram cancelados. Segundo o site FlightAware, as rotas do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Guarulhos, com destino a Dubai, não decolarão. No fim de semana, 3 voos que partiram do Brasil no sábado (28.fev.2026) com destino aos Emirados Árabes Unidos e ao Qatar tiveram de retornar aos aeroportos de origem.

ESCALADA NA TENSÃO

O ataque dos EUA ao Irã foi realizado depois de semanas de tensão entre os 2 países. Em 19 de fevereiro, Trump afirmou que, em até 10 dias, saberia se deveria dar “um passo adiante” em relação a um ataque contra o país persa.

Depois, o republicano declarou que todos, incluindo o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Dan Caine, consideram que uma eventual guerra contra o Irã resultaria em uma “vitória fácil” dos norte-americanos.

No discurso do Estado da União, na 3ª feira (24.fev), Trump disse que os EUA ainda não tinham ouvido o Irã pronunciar “aquelas palavras mágicas: ‘nunca teremos uma arma nuclear’”. No pronunciamento, o presidente norte-americano afirmou que o regime persa “já desenvolveu mísseis que podem ameaçar a Europa e as nossas bases no exterior, e está trabalhando para construir mísseis que, em breve, chegarão aos EUA”.

As declarações de Trump foram feitas enquanto o país realizava conversas diplomáticas com o Irã, que não resultaram em acordo.

Uma autoridade sênior do Irã disse à Reuters que o país estaria disposto a fazer concessões aos EUA se os norte-americanos reconhecessem o seu direito de enriquecer urânio para fins pacíficos e suspendessem as sanções econômicas.


Leia mais sobre o ataque de Israel e dos EUA ao Irã:



Autor Poder360 ·


A intensificação do confronto entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, e retaliações, amplia incertezas sobre fluxos de comércio e preços de energia, com reflexos diretos e indiretos para o Brasil

A intensificação do confronto entre Estados Unidos e Israel contra o Irã amplia as incertezas sobre fluxos de comércio e preços de energia. O movimento pode ter reflexos diretos e indiretos para o Brasil, inclusive com risco de frear a queda dos juros.

A ofensiva e as retaliações no Golfo atingem rotas estratégicas de petróleo e mercados relevantes para o agronegócio brasileiro, setor que concentra a maior parte das exportações nacionais à região.

Bahrein, Qatar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Jordânia foram bombardeados em retaliação aos ataques norte-americanos ao Irã. Esses países concentram parte relevante das exportações brasileiras de commodities e influenciam o preço internacional do petróleo —variável central para inflação, câmbio e juros.

Exportações e agronegócio

Dados do Comex Stat indicam que o Brasil exportou cerca de US$ 3 bilhões ao Irã em 2025. Desse total, US$ 2,5 bilhões (83,3%) foram produtos do agronegócio.

Entre os itens agrícolas, o milho respondeu por 79,3% e a soja por 22,5%.

Os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita também figuram entre destinos relevantes, com US$ 3,1 bilhões e US$ 4,8 bilhões em exportações brasileiras, respectivamente.

Risco para petróleo e juros

O ex-secretário de Comércio Exterior do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Welber Barral, afirmou que o impacto dependerá da eventual expansão do conflito. Segundo ele, já há atrasos em cargas aéreas e preocupação com o Estreito de Ormuz.

Esses países são grandes importadores de commodities agrícolas, principalmente do Brasil. Mesmo o Irã, que já importa bastante, ainda tem comércio que passa por Omã e Emirados”, disse.

O advogado tributarista Luís Garcia, sócio do Tax Group, afirmou que o 1º efeito é a dificuldade de planejamento comercial no curto prazo. Segundo ele, o controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz pressiona o fluxo global de petróleo e tende a elevar prêmios de risco.

O petróleo já subiu mais de 8% e isso tem impacto direto na inflação dos países”, declarou. Para ele, o barril pode se aproximar de US$ 100 em caso de escalada regional, o que pressionaria o dólar e ampliaria custos de energia e frete.

Garcia disse que o Brasil tem relação comercial limitada com o Irã no setor industrial, mas é sensível ao preço do petróleo. “Com pressão inflacionária, você segura a queda da taxa de juros. Pode afetar, inclusive, a decisão da próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária)”, afirmou.

O impasse ocorre em momento de tentativa de redução gradual da Selic. Caso a alta do petróleo e do dólar se consolide, o Banco Central do Brasil pode manter os juros elevados por mais tempo, com impacto sobre a atividade econômica e o custo do crédito.

Para exportadores de petróleo, como a Petrobras, há ganho de receita. O efeito líquido para a economia, no entanto, tende a ser inflacionário.

Logística e cadeias globais

A instabilidade no Golfo também encarece seguros marítimos e reorganiza rotas portuárias e conexões internacionais. Companhias têm evitado hubs como Dubai, Doha e Abu Dhabi.

Tensões envolvendo Dubai podem comprometer arranjos operacionais usados para comércio e pagamentos internacionais, elevando incerteza e custos de transação.

O presidente da Federação da Indústria do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, afirmou que a indústria brasileira está inserida em cadeias globais e que instabilidades em rotas estratégicas repercutem em fretes, seguros e energia.

O acompanhamento atento do cenário internacional é fundamental para mitigar riscos e preservar a competitividade das empresas”, declarou.



Autor Poder360 ·


Economista afirma que moeda brasileira será uma das poucas beneficiadas entre os mercados emergentes

O economista Robin Brooks disse neste sábado (28.fev.2026) que o real deve ser uma das poucas moedas dos mercados emergentes que deverá ter uma valorização em relação ao dólar depois dos ataques no Oriente Médio. O pesquisador do Brookings Institution declarou que o ataque da Rússia à Ucrânia provocou uma forte valorização do real com a alta dos preços do petróleo. O impacto dos conflitos entre Irã e países aliados aos EUA deverá ser semelhante, segundo ele.

Brooks declarou que a América Latina foi um dos poucos lugares que se beneficiaram depois da guerra entre os países chefiados por Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. Houve “derramamento de sangue” na Europa e o encarecimento dos preços do petróleo depois dos ataques, o que contribuiu para exportadores de commodities.

A Petrobras registrou lucros líquidos de R$188,3 bilhões em 2022, o 1º ano do conflito, de R$ 124,6 bilhões em 2023, de R$ 36,6 bilhões em 2024, e de R$ 94,6 bilhões no acumulado de janeiro a setembro de 2025.

O dólar terminou 2021 aos R$ 5,575 no Brasil. Atingiu R$ 4,608 em 4 de abril de 2022, quase 2 meses depois do 1º ataque feito pela Rússia.

“Essa movimentação teve tudo a ver com os termos de troca. A invasão da Ucrânia pela Rússia estava elevando os preços das commodities em geral, beneficiando uma potência agrícola e de commodities como o Brasil”, disse o economista.

A escalada das tensões entre Irã e outros aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio pode impactar o estreito de Ormuz, região marítima entre o Golfo de Omã e o Golfo Pérsico que é via de transporte relevante do petróleo global. Uma eventual obstrução pressiona os preços e podem beneficiar exportadores brasileiros.

O economista avalia que o real já se fortalecia em relação ao dólar por fundamentos econômicos relacionados à política monetária dos EUA. Esse movimento deve se intensificar com um encarecimento do preço do barril de petróleo.

Na 6ª feira (27.fev.2026), o barril tipo brent subiu para US$ 72,87, com alta de 2,87%. A cotação atingiu US$ 139,13 em 7 de março de 2022, mês seguinte dos ataques da Rússia à Ucrânia.

REAL

Para Brooks, o real permanece “profundamente desvalorizado”. O economista defendeu que o preço justo seja próximo de R$ 4,50. Afirmou que “não está claro o motivo” para a cotação está acima do patamar que considera apropriado para a moeda brasileira.

“O real valorizou-se quase 7% em relação ao dólar no acumulado do ano, o que o torna a moeda com melhor desempenho entre os mercados emergentes”, disse.

Brooks disse que o valor de R$ 4,50 soa “absurdo para muitos”, já que não a cotação do dólar não atingiu este nível desde a pandemia de covid-19. Defendeu, porém, que o “enorme crescimento” das exportações agrícolas e de petróleo transformou o Brasil em um país com superavit comercial estrutural.

Dados do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) mostram que o Brasil teve saldos positivos entre exportações e importações de US$ 61,4 bilhões em 2021, de US$ 61,5 bilhões em 2022, de US$ 98,9 bilhões em 2023, de US$ 74,2 bilhões em 2024, e de US$ 68,1 bilhões em 2025. Até 2021, o maior superavit comercial do Brasil havia sido em 2017, de US$ 56 bilhões.

O economista disse que o desempenho da balança comercial não se traduz em uma melhora da balança de pagamentos do setor externo, mas avalia que uma mudança levará mais tempo para se concretizar. “É o momento ideal para o real brasileiro”, disse.

ATAQUES E RETALIAÇÕES

O Irã realizou neste sábado (28.fev.2026) ataques em forma de retaliação à ofensiva dos EUA e de Israel contra o Irã. Realizou uma série de bombardeios a bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio. O país persa lançou mísseis contra instalações norte-americanas localizadas em ao menos 4 países: Bahrein, Kuwait, Qatar e Emirados Árabes Unidos.

O Irã também lançou uma série de mísseis contra o solo israelense. Israel está em alerta máximo e as forças armadas do país tentam interceptar os mísseis iranianos. Ainda não há informações sobre mortos em nenhum dos ataques –no Irã, em Israel ou nas bases norte-americanas. Como mostrou o Poder360, os EUA têm 36 instalações militares no Oriente Médio.

Os EUA realizaram ataques na capital iraniana, Teerã, neste sábado (28.fev). A Casa Branca e as IDF (Forças Armadas de Israel) confirmaram os ataques.



Autor Poder360 ·


O edital do concurso público da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) já está disponível. Lançado no final de outubro, o certame oferece mais de 100 vagas em diferentes áreas, com salários que podem superar R$ 10 mil. Entre as oportunidades abertas estão os cargos de assistente legislativo – técnico em gravação e som e técnico em refrigeração e ar-condicionado, ambos destinados a candidatos com escolaridade de nível médio.

A remuneração é a mesma para as duas funções: R$ 7.408,90, com jornada de seis horas diárias. No total, o concurso disponibiliza duas vagas para a categoria funcional de técnico em gravação e som (uma de ampla concorrência e outra para pessoa negra) e uma vaga de ampla concorrência para técnico em refrigeração e ar-condicionado.

Técnico em gravação e som

O edital estipula como pré-requisitos para a função de técnico em gravação e som: diploma de ensino médio e habilitação profissional na área; conhecimento das funções da Assembleia Legislativa; aprovação no concurso público; e aprovação em prova prática que verificará as habilidades técnicas dos candidatos.

Entre as atribuições do cargo estão a instalação e o reparo de equipamentos de som elétrico e eletrônico, conforme instruções recebidas; a avaliação e o controle de instalações, aparelhos, circuitos e outros equipamentos; a testagem de aparelhos e componentes (analógicos e/ou digitais) para assegurar seu pleno funcionamento; e a gravação, edição e corte de áudio em softwares de gravação e edição (DAW – Digital Audio Workstation).

Técnico e refrigeração e ar-condicionado

Para concorrer à função de técnico em refrigeração e ar-condicionado, o candidato deve ter diploma de ensino médio ou de curso técnico equivalente, além de certificado de conclusão específico na área.

Cabe ao profissional conduzir, planejar, executar e inspecionar os trabalhos de sua especialidade, bem como treinar equipes, prestar assistência técnica no estudo e desenvolvimento de projetos, coordenar e executar serviços de manutenção e orientar a utilização de equipamentos especializados.

Edital 

O edital completo, com todas as informações detalhadas sobre os cargos e regras do certame, está disponível no Portal da Alego e pode ser acessado neste link.

As provas serão aplicadas em Goiânia, no dia 8 de fevereiro de 2026. Os exames para analista legislativo ocorrerão das 13 às 18 horas; já os candidatos a assistente legislativo e policial legislativo farão as provas das 13 às 17 horas. Os portões serão fechados às 12h30.

As inscrições podem ser feitas até as 16 horas do dia 10 de dezembro. As taxas são de R$ 195 para analista legislativo e R$ 120 para assistente legislativo e policial legislativo. Os interessados devem realizar a inscrição pela internet, no endereço: https://conhecimento.fgv.br/alego25.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O pagamento do Bolsa Família de abril de 2025 para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 2 é realizado nesta quarta-feira (16) pela Caixa Econômica Federal. O valor mínimo é de R$ 600, mas com os adicionais complementares, o benefício médio sobe para R$ 668,73 neste mês.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, mais de 20,48 milhões de famílias serão atendidas nesta rodada, com um repasse total de R$ 13,66 bilhões. A informação foi confirmada pelo Jornal Folha de Goiás.

Veja quem tem direito aos adicionais:

  • R$ 150 por criança de até 6 anos

  • R$ 50 para gestantes e jovens de 7 a 18 anos

  • R$ 50 mensais para mães com bebês de até 6 meses (Benefício Variável Familiar Nutriz)

📲 Os beneficiários podem consultar valores, datas e composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para movimentar a poupança digital do programa.


Pagamento antecipado em cidades afetadas por desastres

Na terça-feira (15), a Caixa antecipou o pagamento do Bolsa Família para famílias de 659 municípios que enfrentaram enchentes, estiagens ou desastres climáticos. Entre os beneficiados estão:

A lista completa está disponível no site oficial do Ministério.


Regra de proteção mantém benefício para quem conseguiu emprego

Cerca de 3,05 milhões de famílias estão enquadradas na regra de proteção em abril. Ela garante 50% do valor do Bolsa Família por até dois anos para famílias que conseguiram emprego e elevaram a renda, desde que cada integrante continue recebendo até meio salário mínimo. Nesses casos, o valor médio pago é de R$ 366,77.


Auxílio Gás também é pago hoje para NIS final 2

Os inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) com NIS final 2 também recebem hoje o valor de R$ 108 do Auxílio Gás, equivalente ao preço médio do botijão de 13 kg. O programa beneficia 5,37 milhões de famílias e tem validade até dezembro de 2026.

Recebem o benefício as famílias com pelo menos um integrante que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A preferência é para mulheres chefes de família e vítimas de violência doméstica.


Com essa matéria, o Jornal Folha de Goiás reforça seu compromisso em manter os leitores informados com responsabilidade, credibilidade e foco nas principais políticas públicas que impactam a vida dos brasileiros — especialmente os goianos.

Autor # Jornal Folha de Goiás


Ministério Público recomenta exoneração no Hospital Municipal de Iporá

O prefeito de Iporá Naçoitan Leite nomeou o próprio primo, que não concluiu o ensino médio, para o cargo de diretor-geral do Hospital Municipal, afirmou o Ministério Público de Goiás (MPGO). O órgão recomendou que a Prefeitura exonere Vilmatan Leite por falta de qualificação técnica para o cargo.

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Em nota enviada à TV Anhanguera, Prefeitura de Iporá disse que o departamento jurídico vai analisar a recomendação do MP-GO e depois irá se manifestar. O g1 Prefeitura e pediu por e-mail um posicionamento da Prefeitura, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Segundo o MPGO, o prefeito nomeou o primo para o cargo, porém, Vilmatan não concluiu o ensino médio e não tem formação de nível superior. Para o promotor de Justiça Luís Gustavo Soares, isso indica que ele não é qualificado para desempenhar as atribuições de diretor-geral do hospital.

Prefeito Naçoitan Leite, Iporá, Goiás — Foto: Murillo Velasco/G1

Soares justificou que o diretor-geral deve planejar, organizar, coordenar e dirigir as atividades do hospital para que a unidade consiga atender os cidadãos. Disse ainda que ele deve controlar e avaliar as atividades de profissionais da saúde, o que, segundo o promotor, destoa do histórico de Vilmatan.

Hospital Municipal de Iporá, Goiás — Foto: Divulgação/Prefeitura de Iporá

Para Soares, a nomeação de Vilmatan foi baseada no parentesco dele com o prefeito e não teve amparo jurídico. Segundo o MP, a nomeação é uma violação a Constituição Federal. Disse ainda que alertou Naçoitan que poderá adotar outras medidas mais graves caso a recomendação não seja atendida.

📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.

VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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Goiás é o estado da Região Centro-Oeste com maior número de contemplados pelo Bolsa Família em março, com 512.587 mil beneficiários.

O pagamento do benefício terá valor médio de R$ 675,11 no Estado neste mês – cujo início ocorreu na última sexta-feira (15) – levando em conta o final do Número de Identificação Social (NIS).

O programa chega a lares dos 246 municípios do estado, a partir de um investimento de R$ 345,4 milhões do Governo Federal.

No recorte por municípios, Goiânia detém o maior número de famílias contempladas: 76.962, que recebem benefício médio de R$ 663,65.

O valor dos repasses federais para a capital goiana supera R$ 50,9 milhões.

As cidades de Águas Lindas de Goiás (24.207), Luziânia (23.414), Aparecida de Goiânia (20.228), Rio Verde (14.047) e Planaltina (12.554) completam a lista com mais beneficiários.

Teresina de Goiás, na Chapada dos Veadeiros, tem o maior valor médio do benefício em todo o Estado: R$ 759,24.

Na sequência, aparecem as cidades de Campo Limpo de Goiás (R$ 733,13), Campo Alegre de Goiás (R$ 724,06), Lagoa Santa (R$ 722,40) e Abadia de Goiás (R$ 721,55).

Entre os benefícios complementares criados com o novo Bolsa Família, 284,6 mil crianças de zero a seis anos recebem neste mês o adicional de R$ 150 em Goiás referente ao Benefício Primeira Infância, a partir de um repasse federal de R$ 39,16 milhões.

A cesta de benefícios complementares também acrescenta R$ 50 neste mês a 352,9 mil crianças e adolescentes de sete a 16 anos; 70,2 mil jovens de 16 a 18 anos; 11.765 gestantes; e 17.829 mulheres em fase de amamentação.

NACIONAL — Em março, mais de 20,89 milhões de famílias, de todos os 5.570 municípios brasileiros, receberão o benefício do Bolsa Família, que tem valor médio de R$ 679,23, fruto de um investimento federal de R$ 14,153 bilhões.

REGIÕES — Na divisão por regiões, o Nordeste concentra o maior número de famílias beneficiárias em março de 2024.

São 9,46 milhões de contempladas, a partir de um investimento de R$ 6,4 bilhões.

Na sequência aparece o Sudeste, com 6,2 milhões de famílias e aporte de R$ 4,1 bilhões.

A região Norte reúne 2,5 milhões de famílias por meio de um investimento de R$ 1,8 bilhão, com o maior valor médio por beneficiário

No Sul, são 1,4 milhão de beneficiários e R$ 974,2 milhões em investimentos do Governo Federal.

Por fim, a região Centro-Oeste concentra 1,1 milhão de famílias e um repasse de R$ 798,9 milhões.

ESTADOS — Na divisão por estados, São Paulo concentra o maior número de beneficiários em março de 2024.

São 2,56 milhões de contemplados, a partir de um investimento de R$ 1,7 bilhão, com um repasse médio de R$ 669,08.

Na sequência aparece a Bahia, com 2,47 milhões de beneficiários.

Há outros seis estados com mais de um milhão de famílias contempladas: Rio de Janeiro (1,71 milhão), Minas Gerais (1,6 milhão), Pernambuco (1,6 milhão), Ceará (1,47 milhão), Pará (1,34 milhão) e Maranhão (1,21 milhão).

CRIANÇAS E ADOLESCENTES — Dentro da cesta de benefícios estabelecida com a retomada do programa em 2023, 9,44 milhões de crianças de zero a seis anos que integram as famílias amparadas pelo Bolsa Família receberão neste mês o Benefício Primeira Infância (BPI), no valor de R$ 150.

Para isso, serão investidos R$ 1,33 bilhão em recursos federais.

Outras 12,44 milhões de crianças e adolescentes de 7 anos a 16 anos incompletos receberão o Benefício Variável Familiar Criança (BV) e somam-se a elas 2,73 milhões de adolescentes de 16 anos a 18 anos incompletos amparados pelo Benefício Variável Familiar Adolescente (BVA).

Tanto o BV quanto o BVA pagam um adicional de R$ 50 para cada membro da família nestas faixas etárias.

O investimento em março para os dois benefícios é de R$ 691,2 milhões.

VARIÁVEIS — Em março, R$ 17,9 milhões serão destinados ao pagamento do Benefício Variável Familiar Gestante (BVG) para as famílias de 377.643 gestantes e outros R$ 28,7 milhões custearão o Benefício Variável Familiar Nutriz (BVN) para as famílias de 595.665 nutrizes de todo o país.

PROTAGONISMO FEMININO — Como de praxe no programa de transferência de renda do Governo Federal, ocorre o predomínio de mulheres dentro do Bolsa Família.

Neste mês, mais de 17,41 milhões dos responsáveis familiares, o equivalente a 83,4%, são mulheres.

RAÇA E COR — Levando-se em conta o total de beneficiários, 73% se declaram de cor preta/parda.

A lista de contemplados também registra 214,1 mil famílias indígenas, 235,9 mil famílias com pessoas quilombolas, 350,2 mil famílias com pessoas catadoras de recicláveis e 203,6 mil de famílias com pessoas em situação de rua.

UNIFICADO — Em 147 municípios de 11 estados, o pagamento do Bolsa Família de março será unificado, ou seja, 100% dos repasses ocorreram no primeiro dia do calendário.

São municípios afligidos por chuvas, inundações, estiagens e acidentes naturais:  Bahia (39), Rio Grande do Sul (32), Acre (19), Ceará (15), Paraná (12), Roraima (9), Rio de Janeiro (9), Sergipe (7), São Paulo (3), Amapá (1) e Espírito Santo (1).

A medida apoiará mais de 1,11 milhão de famílias nesses estados por meio de um investimento federal de R$ 759,63 milhões.

Conheça os municípios por estados que vão receber o pagamento unificado

PROTEÇÃO — Outra criação da nova versão do Bolsa Família, a Regra de Proteção permite aos beneficiários permanecerem no programa por até dois anos mesmo depois de conseguirem um emprego com carteira assinada ou aumento de renda até o limite médio de meio salário mínimo por integrante da família.

Nesse caso, a família recebe 50% do valor do Bolsa Família. Esse benefício atinge, em março, 2,73 milhões de famílias. [Informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em Brasília] 

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