O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou neste sábado (14/3), em Jaraguá, que a escolha do candidato do partido à Presidência continua em aberto e ainda não há definição. Kassab prestigiou a filiação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ao PSD e destacou a qualidade dos três pré-candidatos que compõem o quadro interno da sigla.
“É uma decisão muito difícil, mas que deixa todos nós muito entusiasmados, porque ter três pré-candidatos da qualidade de Ronaldo Caiado, Ratinho e Eduardo Leite é algo que poucos partidos tiveram na sua história”, disse Kassab, ao afirmar que a decisão deverá sair “em dias, em semanas”. O presidente avaliou a vinda de Caiado como um fator que fortaleceu o projeto presidencial do PSD.
“Os três são muito bem preparados, estão preparadíssimos. Imaginem vocês se o Brasil tiver o Caiado [eleito], esse extraordinário governador, que já foi senador, deputado federal (…) imaginem vocês o Brasil tê-lo como presidente da República, e da mesma maneira os outros dois”, acrescentou Kassab em entrevista coletiva.
“Não existe ninguém na frente. Existem aqueles que preferem o Ratinho, existem aqueles que preferem o Ronaldo Caiado, existem aqueles que preferem o Eduardo Leite”, afirmou Kassab, ao negar que haja um nome consolidado internamente. A expectativa é que a deliberação ocorra até o final de março.
O presidente voltou a elogiar Caiado e disse que a filiação do governador ao PSD representa “esperança para o Brasil”, por reunir governadores com experiência administrativa em torno de um projeto nacional. Kassab também afirmou que o PSD terá candidato próprio e descartou compor chapa como vice com partidos como PT ou PL.
“Totalmente [descartado]. O PSD terá candidato próprio”, disse Kassab, reforçando que qualquer que seja o escolhido — Caiado, Ratinho Júnior ou Eduardo Leite — será um nome capaz de apresentar um projeto consistente ao país.
Caiado, que agora integra formalmente o PSD, defendeu a manutenção do apoio mútuo entre os três pré-candidatos até a decisão final. Na sequência do evento, Kassab concedeu entrevista à CNN Brasil, onde reiterou que a escolha será fruto de diálogo interno e que hoje não há definição sobre favoritismos, apesar de pesquisas apontarem tendências distintas.
O clima no ato em Jaraguá mostrou entusiasmo dos apoiadores de Caiado, com manifestações de apoio que, segundo apoiadores, evidenciam a recepção positiva à filiação. Enquanto isso, o PSD segue avaliando cenários eleitorais e estratégias para escolha do nome que representará o partido na disputa presidencial.
Presidente nacional do PSD afirmou que candidato do partido e Cláudio Castro também estarão no palanque do prefeito do Rio e candidato a governador do Estado
Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD (Partido Social Democrático), disse no domingo (8.fev.2026) que é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quem procura o apoio do prefeito do Rio de Janeiro e candidato a governador do Estado, Eduardo Paes (PSD), e não o contrário. “Foi Lula quem disse que estará com ele, e ele não pode falar ‘não’. É Lula que estará no palanque do Paes”, declarou. A afirmação foi feita durante entrevista ao programa “Canal Livre”, da Band.
O líder do PSD afirmou que Cláudio Castro (PL), governador do Rio e pré-candidato ao Senado, e o candidato do PSD também estarão no palanque. “O Lula estará no palanque do Eduardo Paes, o (governador) Cláudio Castro e o nosso candidato também estarão no palanque dele. Então o Eduardo Paes vai ter 3 candidatos que querem estar com ele, mas acho que o nosso vai levar vantagem, porque é do mesmo partido, mesmo padrão e vai ter uma grande votação”, disse.
Assista à entrevista:
O presidente do PSD também disse que o partido busca apresentar um candidato presidencial que corresponda “às aspirações da sociedade”. No momento, estão na disputa Ronaldo Caiado, governador de Goiás, Ratinho Jr., governador do Paraná, e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul. “Agora, o que a gente percebe é que há mais espaço: as pessoas e as pesquisas indicam que existe demanda por uma candidatura moderada”, afirmou, em defesa da candidatura do partido à Presidência.
Presidente do PSD afirmou que o ministro da Fazenda é “fraco” e que tem “dificuldade em comandar”
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta 4ª feira (5.fev.2025) que quem deveria responder às críticas do presidente do PSD, Gilberto Kassab, é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) –como fez no dia seguinte. Em evento em São Paulo, Kassab disse que o titular do órgão é “fraco” e que tem “dificuldade em comandar”.
“Quem tem que dar resposta sobre isso é o presidente da República, que já deu no dia seguinte e falou: “olha, uma pessoa que faz o Brasil crescer 7% ao ano, com a menor taxa de desemprego, aprova uma Reforma Tributária, melhora as contas públicas, aprova um marco fiscal, vamos combinar”. Mas eu não vou ficar aqui disputando isso porque não é uma coisa razoável. Um partido que é da base do governo, um presidente de um partido que é a base do governo Lula”, disse Haddad durante entrevista à Globonews.
Ainda afirmou que não sabe “o que se passou para ele dizer isso”, quando perguntado se acha que a declaração veio por Kassab considera-lo um eventual candidato em 2026.
“O que importa é o seguinte. Eu penso que a entrega que nós fizemos em 2 anos, eu vejo poucos paralelos no Ministério da Fazenda. Tiveram ministros relevantes, Fernando Henrique foi um ministro relevante, conseguiu em pouco mais de um ano estabilizar a moeda. Mas assim, se eu for pegar o histórico, quem foi o ministro forte? Ele falou que o Meirelles foi forte, mas entregou um déficit muito superior ao atual. Qual o critério que ele está usando? Eu não quero ficar fazendo esse tipo de disputa porque eu acho de mau gosto, inclusive ficar comparando. Isso quem tem que fazer é a população. Isso quem tem que fazer é a História, muitas vezes, porque às vezes a pessoa toma medidas que não são compreendidas no momento e vão ser compreendidas tempos depois. Eu estou muito tranquilo em relação às medidas que eu estou tomando. Não me arrependo de nenhuma delas”, afirmou.
A declaração do secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo foi feita em 28 de janeiro. “O sucesso da economia precisa de ministros da Economia fortes. Já tivemos FHC, Henrique Meirelles, Paulo Guedes. Eles comandavam. Hoje existe uma dificuldade do ministro Haddad de comandar. Haddad não consegue se impor no governo. Um ministro da Economia fraco é sempre um péssimo indicativo”, disse, durante um painel da Laic (Latin America Investment Conference), em evento promovido pela UBS e UBS BB.
Na última 5ª feira (30.jan), Lula afirmou ter achado graça ao ver as críticas e afirmou que Haddad faz uma gestão extraordinária. “Acho que ele foi injusto com o companheiro Haddad no ministério da Fazenda. […] O Haddad deveria ser elogiado pelo Kassab, mas eu não vou pedir pra ele elogiar se ele não quer”, declarou Lula.



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