17 de março de 2026
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Um motorista morreu em um capotamento ocorrido na manhã deste sábado (21/2) na GO-164, km 400, em São Luís de Montes Belos, na zona rural, sentido Sanclerlândia. O acidente, registrado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) às 6h39, terminou com a vítima fora do veículo e com traumatismo cranioencefálico grave; o óbito foi confirmado no local.

A vítima foi identificada como Eduardo Dias, de 40 anos. Segundo informaram as equipes de socorro, o veículo saiu da pista, capotou e caiu em uma ribanceira. Após os procedimentos iniciais, os bombeiros preservaram o cenário e acionaram a Polícia Militar; o corpo permaneceu sob a responsabilidade da corporação até a chegada da Polícia Técnico-Científica de Goiás.

A notícia causou comoção entre familiares e na comunidade política local. Eduardo é irmão do ex-vereador Bruno Lampião e cunhado da vereadora Dani Pinheiro, de São Luís de Montes Belos.

Na madrugada do mesmo sábado, por volta das 0h40, uma colisão frontal na BR-153, entre Rialma e Rianápolis, no Vale São Patrício, deixou um motorista em estado grave. O acidente ocorreu próximo à terceira pista, no trecho do antigo troncamento, entrada do Córrego do Marinho, e envolveu uma caminhonete Mitsubishi L200 e um micro-ônibus com 15 ocupantes.

O condutor da caminhonete sofreu ferimentos graves e foi levado ao hospital em estado crítico. As condições dos passageiros do micro-ônibus ainda aguardam confirmação oficial. Equipes do Samu, do Corpo de Bombeiros e da concessionária da rodovia atuaram no resgate e no controle do tráfego.

As autoridades investigam as causas de ambos os acidentes. Novas informações serão divulgadas por fontes oficiais à medida que os levantamentos forem concluídos.

Autor Manoel Messias Rodrigues


José Eugênio Dias Toffoli afirma que empresa que tem resort no Paraná se desfez do negócio em setembro de 2021 e fevereiro de 2025, e que todas as informações foram declaradas à Receita Federal

José Eugênio Dias Toffoli, irmão do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, afirmou nesta 5ª feira (22.jan.2026) que a Maridt Participações, empresa dos irmãos do magistrado, não faz mais parte do resort Tayayá.

A sede da empresa de José Carlos e José Eugênio Dias Toffoli chegou a ter ⅓ de participação no resort de luxo em Ribeirão Claro, no interior do Paraná.

Em nota, José Eugênio disse que a participação da Maridt no empreendimento foi vendida em duas operações distintas: a 1ª para o Grupo Arllen, em 27 de setembro de 2021, e a 2ª para a PHD Holding, em 21 de fevereiro de 2025. Segundo o irmão de Toffoli, todas as informações da venda foram declaradas à Receita Federal.

Na 1ª etapa da operação, realizada em 2021, os irmãos de Toffoli se desfizeram, por intermédio da Maridt, de parte das cotas que tinham no resort.

O fundo Arllen, que comprou a participação por mais de R$ 3 milhões, é controlado pela Reag, administradora de investimentos ligada ao Banco Master, que foi alvo da operação Carbono Oculto em agosto de 2025. A distribuidora é suspeita de ter ligação com esquemas de lavagem de dinheiro no setor de combustíveis que envolviam a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e outras empresas financeiras.

A companhia também é citada nas investigações que envolvem o Banco Master. Segundo relatório do BC repassado ao TCU (Tribunal de Contas da União), fundos administrados pela Reag estruturaram as operações fraudulentas com a instituição financeira em 2023 e 2024. A operação de venda feita pelos irmãos de Toffoli, entretanto, foi em 2021, quando não havia suspeita sobre como operava a Reag.

Dias Toffoli é o relator do inquérito do caso Master no STF. A ação também investiga as conexões da Reag com o banco.

Depois da transação de setembro de 2021, a família Toffoli e o fundo Arllen seguiram como sócios do Grupo Tayayá até 2025, quando os irmãos do ministro venderam a participação na sociedade. O Arllen deixou o empreendimento em julho.

ENTENDA O CASO

O resort Tayayá, hotel de luxo no interior do Paraná, tem sido citado no noticiário porque teve como acionistas os irmãos e um primo do ministro Dias Toffoli. O empreendimento passou a ser controlado no final de 2025 por Paulo Humberto Costa, advogado goiano que atua para a JBS, maior empresa de processamento de proteína animal do Brasil e controlada pelos irmãos Joesley e Wesley Batista.

Reportagens dos jornalistas Paulo Ricardo Martins e Lucas Marchesini mostraram que o ministro continuou visitando os irmãos no local, mesmo depois da venda do controle para Costa. A maioria das viagens ao resort foi durante o recesso do Judiciário, nos meses de janeiro, julho ou dezembro. É que no resort há também um condomínio de casas e Toffoli é dono de uma unidade.

O Tayayá fica no norte do Paraná e há cerca de 130 km de Marília, que é a cidade natal de Toffoli.

Há ainda outra menção no noticiário a respeito do caso Master e que faz ligação com a família Toffoli e o resort. Segundo os jornalistas Pedro Augusto Figueiredo, Jenne Andrade e Luiz Vassallo, o pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, é dono de um dos fundos de investimento que compraram parte da participação dos irmãos do ministro no Tayayá. De acordo com os jornalistas, Zettel adquiriu a cota por R$ 6,6 milhões e depois usou o fundo para aportar mais R$ 20 milhões no empreendimento.

Preso preventivamente em 14 de janeiro, Fabiano Campos Zettel se tornou um dos nomes centrais da 2ª fase da operação Compliance Zero da Polícia Federal, que mirou o Master.

Casado com Natália Vorcaro, irmã de Daniel Vorcaro, Zettel transita entre o mercado financeiro de alto padrão e a liderança religiosa na Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte.

Fabiano Zettel foi detido por ordem de Dias Toffoli, numa operação em que a Polícia Federal quase deixou o empresário escapar, como relatou o Poder360. Esse episódio em que a PF demonstrou lentidão para cumprir ordens de busca e apreensão só acabou sendo bem-sucedido porque Toffoli tomou as providência para garantir a prisão de Zettel –algo que tem recebido pouco ou nenhum destaque no noticiário a respeito do caso do Banco Master.

Preso no Aeroporto de Guarulhos quando estava prestes a embarcar para o exterior, Zettel teve seu passaporte apreendido e está proibido de deixar o país, também por determinação de Toffoli.

Leia a íntegra da nota divulgada por José Eugênio Dias Toffoli:

“A Maridt, empresa com sede em Marília/SP, esclarece que não integra atualmente o Grupo Tayayá, sediado em Ribeirão Claro, Estado do Paraná. A participação anteriormente existente foi integralmente encerrada por meio de duas operações sucessivas, sendo a primeira a venda de parte da participação ao Fundo Arllen, em 27 de setembro de 2021, e a segunda a alienação do saldo à empresa PHD Holding, em 21 de fevereiro de 2025. 

“Todos os atos e informações financeiras da Maridt estão devidamente declarados à Receita Federal do Brasil, conforme exigido pela legislação. 

Marília, 22 de janeiro de 2026. 

JOSÉ EUGÊNIO DIAS TOFFOLI

Administrador”



Autor Poder360 ·


O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), exonerou o secretário de Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Agricultura e Serviços, Diogo Franco. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município desta segunda-feira (25/8) e ocorre em meio à instalação da Comissão Especial de Inquérito (CEI) do Limpa Gyn, apoiada pelo vereador Igor Franco (MDB), irmão do ex-secretário.

A exoneração acontece em um contexto de insatisfação do chefe do Executivo com o parlamentar, seu aliado na Câmara Municipal. A medida evidencia a tensão política entre o prefeito e seu líder na Câmara, agravada pela instalação da CEI que investiga a gestão municipal.

A saída de Diogo Franco é interpretada nos bastidores como um sinal claro de insatisfação do prefeito com Igor Franco. A medida ocorre no primeiro dia útil após a criação da Comissão Especial de Investigação do LimpaGyn, destinada a apurar o serviço de limpeza da capital.

Segundo assessores, o gesto do prefeito indicaria planos de substituir Igor Franco na liderança governista. Entre os cotados para assumir a posição está o vereador Thialu Guiotti (Avante). A exoneração do irmão do líder parlamentar reforça a tensão entre o Executivo e a base aliada.

O prefeito havia classificado como “incorreto” o gesto de Igor Franco ao assinar o pedido de instalação da CEI sem consulta prévia, em declaração dada na última sexta-feira (22/8). Mabel tentou impedir a investigação, argumentando que os contratos do serviço de limpeza urbana analisados são da gestão anterior.

A mesma edição do Diário Oficial não anuncia o novo titular da pasta, mas confirma Bárbara Julienny Gonçalves como nova chefe de Gabinete da secretaria. Nos bastidores, assessores consideram questão de tempo a substituição de Igor na liderança governista.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Soldado Tiago White e a arma usada pelo irmão para matá-lo, em Uruaçu, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A defesa de Alexandre White Rodrigues Araújo disse que ele matou o irmão a tiros durante uma festa de família, em Uruaçu, porque se sentiu humilhado por ter sido espancado pelo parente. A vítima, o soldado Tiago White, celebrava a aprovação em um curso da Polícia Militar e o aniversário de 34 anos quando foi morto. Durante a discussão, o militar espancou o irmão, que revidou com os disparos. Alexandre continua preso de forma preventiva.

“Alexandre está bastante consternado com o acontecido. No mais, saliento que Alexandre nunca quis tal resultado, que agiu sem raciocínio, movido tão somente pela humilhação”, disse o advogado Martiniano Neto.

A defesa explicou ao g1 que as imagens e depoimentos colhidos pela Polícia Civil foram suficientes para elucidar o caso e que Alexandre “está bastante consternado com o acontecido” e que ele “nunca quis tal resultado”. O inquérito foi concluído e remetido ao Judiciário na segunda-feira (23) e, agora, o processo segue em segredo de Justiça.

A Polícia Civil indiciou Alexandre por homicídio e concordou com a motivação repassada pela defesa dele. Foram ouvidos diversos parentes dos dois durante a investigação. O delegado Sandro Leal Costa concluiu que a discussão inicial entre os irmãos se deu por questões financeiras de uma pizzaria que tinham em conjunto, além de outros assuntos pessoais.

O delegado afirmou, também, que os dois agiram sob efeito de álcool, já que a festa começou ao meio dia e se estendeu até a madrugada. Mas, o que verdadeiramente motivou o crime foi Alexandre ter sido espancado pelo irmão.

Vídeo mostra quando irmão é espancado, pega arma de policial e o mata durante aniversário

Para o delegado, Alexandre não deu chances de defesa ao irmão e, ainda, atirou com uma arma de uso restrito, que era a arma que Tiago usava no trabalho.

“Foi considerada a qualificadora uma vez que, cessadas as agressões físicas, o autor buscou a pistola institucional da vítima no quarto e partiu de encontro à vítima sem qualquer conversa ou discussão no caminho, desferindo dois disparos”, afirmou o delegado.

Apesar disso, o inquérito destaca que os irmãos eram unidos e ligados por bons laços afetivos e que, pelo que se pode constatar, Alexandre agiu “sob o domínio de violenta emoção”.

“A vítima era reconhecida como amigo e protetor dos demais irmãos, sem queixas anteriores de comportamento agressivo no seio familiar. O autor era caracterizado como pessoa calma e pacífica, sem registros criminais anteriores aos fatos, e que nutria pela vítima sentimentos de respeito e admiração por se tratar do irmão mais velho”, afirma o delegado.

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Soldado Tiago White e a arma usada pelo irmão para matá-lo, em Uruaçu, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O advogado Martiniano Neto, que representa Alexandre, disse ao g1 que as imagens e depoimentos colhidos pelo delegado foram suficientes para elucidar o caso. Disse também que Alexandre “está bastante consternado com o acontecido” e que ele “nunca quis tal resultado”.

O inquérito foi concluído na sexta-feira (19) e remetido ao Judiciário nesta segunda (23). O delegado Sandro Leal Costa considerou que Alexandre não deu chances de defesa à vítima e, ainda, atirou com uma arma de uso restrito, que era a arma usada por Tiago no trabalho. Ele continua preso de forma preventiva.

“Foi considerada a qualificadora uma vez que, cessadas as agressões físicas, o autor buscou a pistola institucional da vítima no quarto e partiu de encontro à vítima sem qualquer conversa ou discussão no caminho, desferindo dois disparos”, afirmou o delegado.

Apesar disso, o inquérito também destaca que os irmãos eram unidos e ligados por bons laços afetivos e que, pelo que se pôde constatar, Alexandre agiu “sob o domínio de violenta emoção”.

“A vítima era reconhecida como amigo e protetor dos demais irmãos, sem queixas anteriores de comportamento agressivo no seio familiar. O autor era caracterizado como pessoa calma e pacífica, sem registros criminais anteriores aos fatos, e que nutria pela vítima sentimentos de respeito e admiração por se tratar do irmão mais velho”, afirma o delegado.

Vídeo mostra quando irmão é espancado, pega arma de policial e o mata durante aniversário

O crime aconteceu no dia 11 de julho deste ano, dois dias antes do aniversário de Tiago. A investigação concluiu que a discussão entre os irmãos se deu por questões financeiras de uma pizzaria que tinham em conjunto, além de outros assuntos pessoais.

O delegado também afirmou que os dois agiram sob efeito de álcool, já que a festa começou ao meio dia e se estendeu até a madrugada. Mas, o que verdadeiramente motivou o crime foi Alexandre ter sido espancado pelo irmão.

Tiago foi baleado na mão e na região do abdômen. O delegado informou, com base no laudo cadavérico, que a causa da morte do soldado foi um choque hemorrágico causado pelos tiros.

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Vídeo mostra quando irmão é espancado, pega arma de policial e o mata durante aniversário

O soldado da policial militar Tiago White, de 33 anos, foi morto a tiros pelo irmão, Alexandre White, após uma discussão em uma festa de família, em Uruaçu, no norte goiano. Câmeras de segurança mostram que crianças e adultos tentaram separar a briga, mas não conseguiram (veja o vídeo acima).

Primeiro, o vídeo mostra Tiago batendo no irmão. Em vários momentos, crianças apareceram no local e tentaram puxar o policial de cima de Alexandre, mas não conseguem. Na sequência, Alexandre entrou dentro da casa e voltou atirando contra o irmão, que caiu na piscina.

Depois que os disparos foram feitos, mais pessoas surgiram tentando tirar a arma da mão de Alexandre, inclusive um menino que aparentava ser menor de idade. A família estava reunida para comemorar o aniversário de Tiago e a aprovação dele em um curso da Polícia Militar.

Alexandre está preso desde que o crime aconteceu, no último dia 11. Ele confessou o crime em depoimento à Polícia Civil e detalhou que usou a arma institucional de Tiago para atirar. Ao g1, a defesa disse que o caso é uma tragédia e não reflete a personalidade de Alexandre. Também afirmou que ele está abalado emocionalmente, pois tinha o irmão como figura paterna.

Soldado Tiago White e a arma usada pelo irmão para matá-lo, em Uruaçu, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O delegado responsável pelo inquérito, Sandro Leal Costa, explicou que está colhendo o depoimento de testemunhas e familiares, analisando documentos e aguardando a conclusão da perícia. Tudo isso para saber se a confissão de Alexandre é condizente com o que aconteceu.

“Não entendi que houve motivo fútil, uma vez que após a discussão inicial, a vítima agrediu severamente o autor, o que constitui o real motivo”, argumentou.

Conforme apurado pela polícia, durante a briga, Alexandre ficou inconsciente e cambaleante por alguns minutos. Após retomar a consciência, pegou a arma do irmão e atirou nele. Em depoimento, Alexandre afirmou não se lembrar de nada após os disparos.

Tiago foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu. Foi a esposa dele que acionou a polícia e o socorro após a confusão.

A PM lamentou a perda do soldado. “A Polícia Militar do Estado de Goiás se solidariza e deseja que Deus, em Sua infinita bondade e misericórdia, possa confortar e fortalecer a todos os familiares e amigos!”, escreveu a instituição.

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Soldado Tiago White e a arma usada pelo irmão para matá-lo, em Uruaçu, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

“Foi uma tragédia após uma festa de família. Porém, não reflete a personalidade e o comportamento do acusado. Ele tinha no irmão a segurança de uma figura paterna. Eram bastante ligados”, detalhou o advogado Martiniano Neto.

O crime ocorreu em Uruaçu, no norte de Goiás. Na última sexta-feira (12), o suspeito passou por audiência de custódia e a Justiça manteve sua prisão. O delegado Sandro Costa explicou que os irmãos estavam reunidos com a família e discutiram. Durante a briga, o PM começou a agredir o irmão, que pegou a arma e matou o militar, conforme indicou a investigação.

À PM, o irmão de Tiago admitiu que utilizou a arma institucional do soldado, que estava guardada no quarto dele, para atingi-lo com os disparos. Ao g1, o advogado disse ainda que o suspeito do crime está ferido por conta da briga com o PM.

O advogado Martiniano Neto informou que pediu um habeas corpus após a prisão de seu cliente ser mantida pela Justiça. O processo da audiência de custódia detalhou que o suspeito pegou a arma porque sabia onde ela estava.

“Aproveitando-se da familiaridade com o ambiente, ele [o suspeito] teria conhecimento sobre o local onde a vítima guardava sua arma de fogo, de propriedade da Polícia Militar de Goiás. Ato contínuo, o flagrado disparou dois tiros contra a vítima – um atingindo a mão e outro a região abdominal, conforme relatório de evolução médica”, detalhou o documento da audiência de custódia.

Sandro Costa, que é titular da Delegacia Municipal de Uruaçu e do Grupo Especial de Investigação Criminal, explicou que os irmãos sempre se deram bem, mas acabaram se desentendendo durante a reunião da família.

“Não entendi que houve motivo fútil, uma vez que após a discussão inicial, a vítima agrediu severamente o autor, o que constitui o real motivo”, argumentou o delegado.

Neste sentido, conforme apurado pela polícia, durante a briga, o PM agrediu o suspeito, que ficou inconsciente e cambaleante por alguns minutos. Após retomar a consciência, o suspeito foi ao quarto para pegar a arma institucional dele que estava guardada, segundo a investigação. Na ocasião, Tiago chegou a correr e pular na piscina na tentativa de se proteger, mas ainda assim foi atingido pelos disparos.

O suspeito ainda afirmou não se lembrar de nada após os disparos. Ele foi preso pela PM e o soldado foi socorrido pelos bombeiros, mas não resistiu. Foi a esposa de Tiago que acionou a polícia e o socorro após o marido ser alvejado pelo irmão.

A PM lamentou a perda do soldado. “A Polícia Militar do Estado de Goiás se solidariza e deseja que Deus, em Sua infinita bondade e misericórdia, possa confortar e fortalecer a todos os familiares e amigos!”, escreveu a instituição.

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Soldado Tiago White e a arma usada pelo irmão para matá-lo, em Uruaçu, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O policial Tiago White foi morto pelo irmão após comemorar seu aniversário e a aprovação em um curso da Polícia Militar (PM), segundo informações da investigação disponíveis no processo. O delegado Sandro Costa explicou que os irmãos estavam reunidos com a família e discutiram. Durante a briga, o PM começou a agredir o irmão, que acabou o matando.

O g1 pediu um posicionamento à defesa do suspeito, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

O crime aconteceu em Uruaçu, no norte goiano. Na última sexta-feira (12), o suspeito passou por audiência de custódia e a Justiça manteve sua prisão. À PM, o irmão de Tiago admitiu que utilizou a arma institucional do soldado, que estava guardada no quarto dele, para atingi-lo com os disparos.

“Aproveitando-se da familiaridade com o ambiente, ele [o suspeito] teria conhecimento sobre o local onde a vítima guardava sua arma de fogo, de propriedade da Polícia Militar de Goiás. Ato contínuo, o flagrado disparou dois tiros contra a vítima – um atingindo a mão e outro a região abdominal, conforme relatório de evolução médica”, detalhou o documento da audiência de custódia.

A PM lamentou a perda do soldado. “A Polícia Militar do Estado de Goiás se solidariza e deseja que Deus, em Sua infinita bondade e misericórdia, possa confortar e fortalecer a todos os familiares e amigos!”, escreveu a instituição.

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Andressa Suita mostra filho de 7 anos dirigindo carro com irmão ao lado; vídeo

“(Waldir) repudia quaisquer ações realizadas por figuras públicas que podem incentivar conduta similar por parte da população, podendo gerar grave risco de acidentes nas vias públicas e particulares”, afirmou.

O g1 entrou em contato com a assessoria da modelo para um posicionamento, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O portal também entrou em contato com a Polícia Civil para saber se algum inquérito já foi aberto, mas também não houve retorno.

No vídeo publicado pela modelo na internet, Gabriel, de 7 anos, aparece dirigindo o carro dentro de uma propriedade privada, enquanto o irmão, Samuel, está no banco do passageiro. Durante o “passeio”, o mais novo chega ficar em pé no assento e colocar a cabeça para fora do teto solar. Andressa escreveu na legenda: “7 ou 18 anos?”, de forma descontraída.

Filhos de Andressa Suita e Gustavo Lima dirigindo carro em Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Especialistas em trânsito consultados pelo g1 explicaram que, por se tratar de uma ação praticada dentro de propriedade privada, os órgãos de trânsito não têm poder de atuação e fiscalização. Se tivesse acontecido em via pública, Andressa estaria infringindo pelo menos três artigos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB); veja abaixo:

  • Uso obrigatório de cadeirinhas para crianças com até 10 anos de idade: infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e sete pontos na carteira de motorista;
  • Entregar a direção do veículo a pessoa sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou permissão para dirigir: infração gravíssima, multa pode chegar a até três vezes o valor previsto e a possibilidade da retenção da carteira.
  • Permitir, confiar ou entregar a direção de veículo automotor a pessoa não habilitada [ou que] não esteja em condições de conduzi-lo com segurança: Multa e detenção de seis meses a um ano.

Nota de repúdio Detran-GO:

O presidente do Departamento Estadual de Trânsito de Goiás, Delegado Waldir, manifesta repúdio às imagens divulgadas nas redes sociais em que os filhos do cantor Gusttavo Lima e da modelo Andressa Suita aparecem conduzindo veículo automotor no interior de uma propriedade particular, onde os órgãos de trânsito não têm poder de atuação e fiscalização. Contudo, o Delegado Waldir repudia quaisquer ações realizadas por figuras públicas que podem incentivar conduta similar por parte da população, podendo gerar grave risco de acidentes nas vias públicas e particulares. Ele afirmou que encaminhou à Polícia Civil pedido para apurar a conduta dos pais.

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Andressa Suita mostra filho de 7 anos dirigindo carro com irmão ao lado; vídeo

A modelo Andressa Suita, esposa do cantor Gusttavo Lima, compartilhou em seu instagram um vídeo em que um de seus filhos dirige um carro. No vídeo, Gabriel, de 7 anos, aparece conduzindo o volante enquanto o irmão, Samuel, está no banco do passageiro (assista acima).

No vídeo, o menino que está no banco do passageiro chega ficar em pé no assento e colocar a cabeça para fora do teto solar. Não é possível ver se a criança que conduz o carro está sentada no colo de um adulto ou não. O g1 não conseguiu contatar a assessoria do casal para um posicionamento até a última atualização desta reportagem.

O local em que o vídeo foi filmado não foi divulgado. Um especialista de trânsito consultado pelo g1 explicou que, em uma propriedade privada, o caso não configura infração. No entanto, se o caso ocorresse em uma via pública, estaria infringindo pelo menos três artigos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Filhos de Andressa Suita e Gustavo Lima dirigindo carro em Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Ao g1, um especialista de trânsito explicou que, caso a situação fosse flagrada em uma via pública, o responsável pelo veículo e pelas crianças poderia ser enquadrado na lei que determina o uso obrigatório de cadeirinhas para crianças com até 10 anos de idade, uma infração gravíssima. A multa nesse caso seria de R$ 293,47, além de 7 pontos na carteira de motorista, sendo considerada uma infração gravíssima.

Além disso, ao registrar o filho Gabriel, de 7 anos, na direção, caso isso ocorresse em uma via pública, configuraria uma infração ao artigo 163 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que fala sobre “entregar a direção do veículo a pessoa sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou permissão para dirigir.

Essa também é classificada como uma infração gravíssima, sendo que a multa pode chegar em até três vezes o valor previsto. A lei também prevê a possibilidade da retenção da carteira.

O caso também pode se encaixar na infração do artigo 310: “Permitir, confiar ou entregar a direção de veículo automotor a pessoa não habilitada [ou que] não esteja em condições de conduzi-lo com segurança”. A pena para este crime é de multa e de detenção de seis meses a um ano.

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