17 de abril de 2026
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Lista inclui o aiatolá Ali Khamenei e o comandante que determinou o fechamento do estreito de Ormuz

Os ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel contra o Irã mataram o líder supremo, Ali Khamenei, e pelo menos mais 15 autoridades do país desde 28 de fevereiro.

Os bombardeios alcançaram áreas de alta proteção onde estavam as principais autoridades iranianas da cúpula religiosa e das Forças Armadas. Khamenei comandava o Irã desde 1989, concentrando o poder político, religioso e militar do país. O ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad também morreu na operação.

Na 5ª feira (26.mar.2026), o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, confirmou que o comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, Alireza Tangsiri, foi morto em um ataque na cidade portuária iraniana de Bandar Abbas. Foi ele quem ordenou o fechamento do estreito de Ormuz.

Círculo do poder

Além dos ataques iniciais, as incursões coordenadas pelos Estados Unidos, com o apoio de Israel, mataram autoridades em outras 3 ocasiões.

Em 17 de fevereiro, foram mortos Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança, e Gholam Reza Soleimani, chefe das Forças Basij –contingente paramilitar da Guarda Revolucionária Islâmica.

Em 18 de março, Esmaeil Khatib, ministro da Inteligência iraniano, também foi morto. Ali Mohammad Naini, porta-voz da Guarda Revolucionária, morreu em 20 de março. Desde o começo da guerra, ele atuava como propagandista do regime iraniano.

Entre os oficiais mais altos do governo, morreram Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh, mulher do líder supremo –por causa de ferimentos sofridos no ataque– e Ali Shamkhani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional e assessor próximo de líderes iranianos.


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Autor Poder360 ·


Segundo o presidente dos EUA, país persa fabrica vídeos de ataques e manifestações, mas não apresenta provas dos fatos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), disse que o Irã emprega inteligência artificial para fabricar informações sobre a guerra no Oriente Médio. As declarações foram dadas no domingo (15.mar.2026) a bordo do Air Force One, depois de publicação na rede Truth Social.

Na publicação, o presidente disse que os veículos de comunicação mantém “estreita coordenação” com o Irã para disseminar “notícias falsas” geradas por inteligência artificial. O presidente citou 3 casos específicos em que, segundo ele, o país teria usado inteligência artificial para enganar o público.

Segundo o republicano, o Irã mostrou barcos kamikaze inexistentes atacando embarcações no mar. O presidente disse que o país usou IA para representar falsamente um ataque ao porta-aviões USS Abraham Lincoln.

O presidente mencionou que 5 aviões de reabastecimento norte-americanos foram falsamente reportados como atingidos e danificados. Trump afirmou que todos estão em serviço, com exceção de 1, que em breve voltará a voar.

Trump também disse que o jornal The Wall Street Journal publica vídeos falsos de ataques a aviões dos Estados Unidos.

Ele afirmou ainda que imagens mostrando 250 mil iranianos em um comício de apoio ao novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, foram “totalmente geradas por inteligência artificial” e que o evento “nunca aconteceu”.

A agência Reuters confirmou imagens filmadas do porto iraquiano de Basra. As imagens mostravam barcos iranianos carregados de explosivos aparentemente atacando 2 navios-tanque de combustível. Pelo menos 1 tripulante morreu no ataque.

A mídia estatal iraniana afirmou que as forças armadas do Irã atacaram o USS Abraham Lincoln. A alegação não foi amplamente divulgada pela imprensa ocidental.

Diversas manifestações pró-governo se deram no Irã desde o início da guerra. Uma pesquisa da Reuters não encontrou reportagem ocidental que citasse o número de 250 mil participantes mencionado por Trump.

Veículos de comunicação, incluindo a Reuters, publicaram fotos de multidões em Teerã após a nomeação de Khamenei como líder. “A IA pode ser muito perigosa, temos que ter muito cuidado com ela”, disse Trump.



Autor Poder360 ·


Presidente dos EUA rebate relatos sobre resistência militar e diz preferir acordo a ofensiva militar

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou que todos, incluindo o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Dan Caine, consideram que uma eventual guerra contra o Irã resultaria em uma “vitória fácil” dos norte-americanos. Em publicação nas redes sociais, Trump rebateu reportagens que indicavam cautela do militar e declarou que a informação é “100% incorreta”. Disse ainda que, embora prefira um acordo diplomático, a decisão final sobre uma ação cabe a ele.

Segundo o jornal norte-americano The Washington Post, Caine alertou Trump sobre os riscos de uma ofensiva contra o Irã. Segundo relatos de integrantes do governo ouvidos sob anonimato, o militar teria afirmado, em reunião na Casa Branca na semana passada, que falhas no estoque de munições estratégicas e a falta de apoio de aliados ampliariam os perigos de uma operação e poderiam expor tropas norte-americanas a retaliações.

Caine teria ressaltado que os arsenais foram significativamente reduzidos pelo apoio de Washington à Ucrânia na guerra contra a Rússia e pela defesa de Israel diante dos conflitos na região. Em nota, o gabinete do general teria declarado que ele apresenta “uma gama de opções militares” aos líderes civis, com avaliação de impactos e riscos, de forma confidencial. A porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, disse que Trump escuta diferentes opiniões antes de decidir com base na segurança nacional.

Depois da publicação das informações, Trump disse que reportagens da “mídia de notícias falsas” afirmaram, de forma incorreta, que Caine seria contra uma guerra com o Irã. Declarou que, como todos no governo, o general prefere evitar um conflito, mas que, se houver decisão de agir militarmente, considera que a vitória seria “fácil”.

Trump disse que Caine conhece bem o Irã por ter comandado uma operação responsável por destruir instalações ligadas ao desenvolvimento nuclear iraniano com bombardeiros B-2. Afirmou ainda que o militar “representa o Exército mais poderoso do mundo”, que “sabe vencer” e que, se receber a ordem, “liderará a linha de frente”.

O presidente dos EUA declarou ser ele quem toma a decisão final, disse preferir um acordo diplomático, mas advertiu que, caso não haja entendimento, será “um dia muito ruim” para o Irã.

A dimensão de uma eventual campanha dependeria do objetivo definido por Trump. Um ataque restrito ao programa de mísseis iraniano exigiria atingir centenas de alvos, incluindo lançadores móveis e sistemas de defesa aérea. Já uma investida voltada à derrubada do líder supremo Ali Khamenei ampliaria o número de alvos para milhares de instalações estratégicas, com possibilidade de semanas ou meses de confronto.

Autoridades norte-americanas discutem a hipótese de uma ação limitada para pressionar Teerã a aceitar termos mais rígidos sobre seu programa nuclear. As negociações entre os 2 países devem ser retomadas em Genebra.



Autor Poder360 ·


Presidente russo chama tentativa de uso de ativos congelados de “assalto” e culpa Ucrânia por impasse em negociações de paz

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que o país está “pronto e disposto” a encerrar, de forma pacífica, a guerra na Ucrânia. Mas, segundo ele, os ucranianos não estão “prontos para negociações”. Putin criticou a tentativa da UE (União Europeia) de usar ativos russos congelados para custear a defesa ucraniana.

As declarações foram dadas nesta 6ª feira (19.dez.2025), na entrevista anual em que Putin responde a perguntas da imprensa e do público.

“Vemos certos sinais, inclusive do regime de Kiev, de que estão dispostos a se engajar em algum tipo de diálogo. A única coisa que quero dizer é que sempre dissemos isso: ‘Estamos prontos e dispostos a encerrar este conflito pacificamente’”, declarou.

Putin declarou que 700 mil soldados russos estão lutando na guerra. Segundo ele, a Rússia controla quase 20% da Ucrânia.

O presidente da Rússia falou sobre o pacote de 90 bilhões de euros para a Ucrânia, aprovado nesta 6ª feira (19.dez) pela UE. O bloco europeu decidiu contrair um empréstimo para financiar a defesa da Ucrânia contra a Rússia pelos próximos 2 anos em vez de usar ativos russos congelados.

Putin classificou a tentativa de usar os ativos congelados como “assalto” e afirmou que a Rússia defenderia seus interesses em tribunais e que tudo o que fosse “roubado” seria “eventualmente” devolvido aos russos.

“Roubo não é o termo apropriado. Roubo é a apropriação clandestina de propriedade, mas, no nosso país, estão tentando fazer isso abertamente. É um assalto à luz do dia. Por que esse assalto não pode ser levado a cabo? Porque as consequências podem ser graves para os assaltantes”, disse.

“Isso não é apenas um golpe na imagem deles [países da UE]. É um abalo na confiança na zona do euro e no fato de que muitos países, não apenas a Rússia, mas principalmente países produtores de petróleo, mantêm suas reservas de ouro e divisas na zona do euro. Uma vez que isso comece [uso de ativos congelados], pode ser replicado sob diversos pretextos”, declarou.

Putin disse que não pretende atacar a Europa e está pronto para trabalhar com o Ocidente em igualdade de condições. No entanto, afirmou ser preciso que o Ocidente passe “a respeitar” a Rússia.



Autor Poder360 ·


O prefeito de Nerópolis, Dr. Luiz Alberto (Republicanos), recebeu nesta sexta-feira (8/8) a visita do senador Wilder Morais (PL) em seu gabinete. Na ocasião, o parlamentar goiano garantiu atender à solicitação de uma emenda de R$ 1,5 milhão para a realização de todas as reformas e adequações necessárias no estádio municipal Jaime Guerra. Em 2026, pela primeira vez em sua história, a cidade irá integrar a elite do futebol goiano, com o acesso à série A do time do Centro-Oeste Saf.

Ainda nesta sexta-feira, o prefeito, juntamente com sua equipe de governo, anunciou que em breve deve iniciar o trabalho de revitalização no estádio.   

Estádio Municipal de Nerópolis, Jaime Guerra, que receberá melhorias e revitalização para os jogos do Centro-Oeste no campeonato goiano da série A em 2026

Além de trabalhar na busca dos recursos, Dr. Luiz realizou diálogos com André Pitta, diretor-executivo da Federação Goiana de Futebol (FGF), a fim de alinhar as melhorias necessárias para receber os jogos do Goianão 2026, que terá início em janeiro.  

A parceria entre a prefeitura e o Centro-Oeste Saf deve ser ampliada, já que agora, o time passa a integrar a elite do futebol no estado. Essa parceria, segundo ambos, vem dando bons frutos desde as divisões de acesso.   

Além das emoções dentro de campo, Dr. Luiz salientou que a economia local também receberá o reflexo positivo do novo momento do time da cidade.

“A chegada do Centro-Oeste à elite do futebol goiano é também um aporte na economia local, uma vez que o calendário esportivo irá movimentar ainda mais o comércio da nossa cidade”, comemorou o prefeito.

“O estádio Jaime Guerra vai abrilhantar a primeira divisão do campeonato goiano. Vamos realizar todas as melhorias que forem precisas e torcer pelo Centro-Oeste Nerópolis na elite do futebol profissional”, disse ainda Dr. Luiz.

Autor Rogério Luiz Abreu


Senador diz que Brasil não tem condições de exigir nada e não deveria resistir após Trump anunciar tarifa de 50%

Ao comentar a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), de taxar em 50% os produtos brasileiros, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu que a situação deve ser encarada como “uma negociação de guerra”. Flávio afirmou que o Brasil não está em “condições normais” de exigir nada do governo Trump.

Em entrevista à CNN Brasil, Flávio afirmou que “essa situação tem que ser encarada como uma negociação de guerra, sim, onde nós não estamos em condições normais”. Segundo ele, “nós não estamos em condições de exigir nada por parte do governo Trump. Ele vai fazer o que ele quiser independente da nossa vontade”.

O senador comparou o tarifaço às bombas atômicas lançadas na 2ª Guerra Mundial e afirmou que a resposta do Brasil deve ser estratégica. “Cabe a nós a responsabilidade de evitar que duas bombas atômicas caiam aqui no Brasil para, só depois, anunciarmos uma anistia”.

De acordo com Flávio, a resistência do Brasil em resolver a situação pode trazer consequências severas. “A consequência vai ser o aumento de taxas, imposição de sanções a alguns CPFs aqui no Brasil. Isso já vem sendo anunciado por algumas autoridades do governo americano na chamada Lei Magnitsky. É algo muito grave”, declarou.



Autor Poder360 ·


Cientistas norte-americanos poderão estudar materiais, mas Nasa não apoiará financeiramente as pesquisas

Mesmo em guerra comercial, a CNSA (sigla para Administração Espacial Nacional da China) decidiu enviar a pesquisadores dos EUA amostras de rochas lunares consideradas raras e que foram trazidas à Terra em 2020 por uma missão espacial chinesa.

O pesquisador Timothy Glotch, da Universidade Stony Brook, em Nova York, foi escolhido pelo governo chinês para receber as rochas. Segundo o jornal chinês South China Morning Post, a ideia de Glotch é comparar as amostras com rochas coletadas pelas missões Apollo –realizadas nas décadas de 60 e 70.

Apesar de autorizado a receber as rochas, Glotch não contará com o apoio financeiro da agência espacial dos EUA. A legislação norte-americana impede que a Nasa faça cooperações diretas com entidades do governo chinês.

As rochas lunares foram coletadas pela sonda espacial chinesa Chang’e-5. É o 1º material lunar coletado desde 1976. Ao todo, foram coletadas 1.731 gramas de rocha e solo vulcânico da Lua.

Os cientistas chineses descobriram que a lava endurecida presente nas amostras é significativamente mais jovem do que qualquer material trazido pelas missões realizadas pelos EUA e pela União Soviética. Isso sugere que os vulcões da lua permaneceram ativos por muito mais tempo do que se pensava anteriormente.

CHINESES CRITICAM OS EUA

A partir da negativa da Nasa em apoiar as pesquisas, o jornal estatal chinês Global Times publicou um artigo afirmando que, diferente da China, os EUA não estão preocupados com o avanço científico do planeta, mas só de si.

Segundo o texto, os EUA apostam em uma visão competitiva sobre o avanço tecnológico da humanidade, enquanto a China tem uma filosofia de compartilhar suas descobertas científicas com outros países.

“A essência aqui é clara: os EUA apostam no incentivo à inovação de diversas fontes, ao mesmo tempo em que mantêm certos concorrentes cuidadosamente afastados. Em contraste, a China investe na mobilização estratégica sistêmica, aliada a uma postura cada vez mais voltada para o exterior”, afirmou o jornal.



Autor Poder360 ·


Parceria dará ao governo norte-americano acesso a minerais estratégicos em Kiev; foi anunciado pelo secretário do Tesouro dos EUA

O governo dos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano) e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, assinaram um acordo nesta 4ª feira (30.abr.2025) que dará ao governo norte-americano acesso a minerais estratégicos do país europeu. Em troca, Washington ajudará o país no conflito contra a Rússia.

O acordo foi anunciado pelo secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent. Os 2 países tentam fechar a parceria desde que o republicano retornou à Casa Branca.

No sábado (26.abr), Trump e Zelensky conversaram na Basílica de São Pedro, no Vaticano, durante o funeral do papa Francisco. A reunião informal durou cerca de 15 minutos. O encontro não estava previsto oficialmente.

“Os Estados Unidos estão comprometidos em ajudar a facilitar o fim desta guerra cruel e sem sentido. Este acordo sinaliza claramente à Rússia que o governo Trump está comprometido com um processo de paz centrado em uma Ucrânia livre, soberana e próspera a longo prazo. O presidente Trump imaginou esta parceria entre o povo americano e o povo ucraniano para demonstrar o compromisso de ambos os lados com a paz e a prosperidade duradouras na Ucrânia”, disse Bessent em comunicado.

ENTENDA

Em outubro de 2024, a Ucrânia apresentou a ideia ao país norte-americano como parte do plano de vitória de Zelensky no fim da guerra com a Rússia.

O pacto daria aos EUA o fornecimento de metais de terras raras da Ucrânia, essenciais para a produção de peças eletrônicas, em troca da colaboração de Trump para o fim dos conflitos.

Além disso, o benefício ajudaria Trump em seus planos de diminuir a dependência de produtos importados da China.

Entretanto, em fevereiro de 2025, o presidente ucraniano declarou que ainda não estava convicto de que os países poderiam firmar o acordo, pois os EUA não apresentaram nenhuma garantia de segurança à Ucrânia.



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Segundo chefe do Pentágono, encontro com CEO da Tesla tratará de inovação e eficiência na produção militar

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), negou que Elon Musk participará de uma reunião no Pentágono nesta 6ª feira (21.mar.2025) sobre um plano militar dos EUA contra a China, conforme noticiado pelo New York Times.

“As Fake News estão de volta, dessa vez o New York Times falido. Eles disseram, incorretamente, que Elon Musk vai ao Pentágono amanhã para ser informado sobre qualquer potencial ‘guerra com a China’. Quão ridículo? A China nem será mencionada ou discutida. Quão vergonhoso é que a mídia desacreditada possa inventar tais mentiras. De qualquer forma, a história é completamente falsa!!!”, escreveu Trump na sua rede social Truth Social.

Segundo o NYT, 2 autoridades dos Estados Unidos disseram que a presença do magnata da tecnologia na reunião do Pentágono poderia configurar conflito de interesses, já que Musk possui diversos interesses financeiros no território chinês. Além de empregado especial do Doge (Departamento de Eficiência Governamental) no governo Trump, Musk é dono da Tesla e do X.

Em outra mensagem, Trump afirmou que “pessoas que forem pegas sabotando Teslas terão uma grande chance de ir para a cadeia por até vinte anos, e isso inclui os financiadores. ESTAMOS PROCURANDO VOCÊ!!!”.

Elon Musk compartilhou a publicação de Trump, afirmando que os responsáveis por divulgar as informações serão encontrados e responsabilizados. “O New York Times é pura propaganda. Além disso, estou ansioso para os processos contra aqueles no Pentágono que estão vazando informações falsas e maliciosas para o NYT. Eles serão encontrados”, escreveu na rede social X.

Os planos de guerra do Pentágono são mantidos sob sigilo. A reunião divulgada pelo NYT teria entre 20 a 30 slides sobre como o Estados Unidos lutaria em um potencial conflito com a China.

O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, confirmou o encontro com Musk, mas informou que o assunto será outro. De acordo com ele, a reunião será “sobre inovação, eficiência e produção mais inteligente”.

Washington e Pequim mantêm relações tensas há anos devido a diferenças em pautas como tecnologia, tarifas comerciais, segurança cibernética, TikTok, Taiwan, Hong Kong e as origens da COVID-19.

Em janeiro deste ano, Musk criticou o banimento da rede social X na China, afirmando que há uma falta de reciprocidade na relação tecnológica entre os Estados Unidos e o país asiático. “Há muito tempo que sou contra a proibição do TikTok, porque vai contra a liberdade de expressão. Dito isso, a situação atual em que o TikTok pode operar na América, mas o X não pode operar na China, é desequilibrada. Algo precisa mudar”, escreveu Musk na ocasião.

A reunião com Musk deve acontecer no Tank, uma sala de conferências segura no Pentágono, usada para reuniões de alto escalão.



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Fala foi em resposta a questionamento da posição do Brasil em relação a tarifas impostas pelos EUA sobre importações de aço

O ministro da SRI (Secretaria das Relações Institucionais), Alexandre Padilha, disse nesta 3ª feira (11.fev.2025) que o Brasil não entrará em nenhuma guerra comercial e que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reforça o livre comércio.

“O Brasil não estimula e não entrará em nenhuma guerra comercial. Sempre favorável a que se fortaleça, cada vez mais, o livre comércio”, disse a jornalistas.

A declaração foi em resposta a um questionamento da posição do país em relação à imposição de tarifas de 25% sobre as importações de aço e alumínio feita pelo presidente dos EUA (Estados Unidos), Donald Trump (Partido Republicano).

A medida, anunciada na 2ª feira (10.fev), deve afetar a economia brasileira, já que os norte-americanos são os principais compradores de ferro, aço e alumínio do Brasil. Trump disse ainda aumentar “automaticamente as tarifas” caso os países afetados pela imposição queiram retaliar.

“O que o presidente Lula tem dito sobre isso com muita clareza, e outros países também, guerra comercial não faz bem para ninguém. Um dos avanços importantes dos últimos anos foi exatamente constituir um instrumento de diálogo entre os países e o reforço do livre comércio”, disse o ministro.

O Brasil exportou US$ 6,37 bilhões em produtos de ferro, aço e alumínio em 2024, sendo que US$ 6,10 bilhões foram de ferro e aço e US$ 267 milhões foram de alumínio. O levantamento foi feito pelo Poder360 com base no Comex Stat, que tem dados oficiais da balança comercial divulgada pelo MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços).



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