25 de abril de 2026
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Rosana Maciel Gomes, que foi condenada pelo STF e teve o nome colocado na lista vermelha da Interpol — Foto: Fábio Lima/O Popular

O Ministério Público Federal (MPF) pediu que a moradora de Goiânia, Rosana Maciel Gomes, seja colocada na lista vermelha, de procurados, da Interpol. Como publicado anteriormente pelo g1, ela foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 13 anos e 6 meses por participar dos atos golpistas do dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

O g1 tentou contato por ligação e mensagem às 9h30 deste sábado (18) com a defesa de Rosana, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

O pedido do MPF pela decretação da prisão preventiva de Rosana, com inserção desse mandado na difusão vermelha da Interpol, foi realizado na quarta-feira (15), pelo procurador-geral da República Paulo Gonet Branco.

No documento, o procurador fala sobre a existência da suspeita que Rosana tenha fugido para o Uruguai e posteriormente entrado na Argentina. O pedido foi feito depois que Rosana parou de comparecer semanalmente, desde o dia 8 de janeiro deste ano, na Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas da Comarca de Goiânia.

Rosana Maciel Gomes, que foi condenada pelo STF e teve o nome colocado na lista vermelha da Interpol — Foto: Fábio Lima/O Popular

Participação em atos golpistas

Como informado pelo g1, Rosana chegou a ser presa no Palácio do Planalto. Na época, a PF disse que encontrou no celular dela fotos reproduzindo as cenas de invasão do Congresso Nacional. Segundo o ministro Alexandre de Moraes, “a participação ativa da ré nas invasões e depredações fica comprovada pelas imagens extraídas do celular da acusada”.

Para o ministro, as provas demonstraram que ela tinha conhecimento de que a manifestação buscava “a quebra do Estado Democrático de Direito e golpe de estado, com intervenção militar, conforme amplo material de imagens constantes de seu celular”.

Na época, a defesa argumentou que Rosana se dirigiu ao Senado apenas para se manifestar de forma pacífica, que ela recebeu ordem das tropas de choque para ir para o Senado, que naquele local ficaria segura, tendo se trancado no banheiro e não compactuando com nenhum ato de vandalismo.

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A Redação


 

Goiânia – Uma mulher, de 38 anos, foi presa nesta sexta-feira (17/5) por apropriação indébita, perseguição, extorsão e maus-tratos contra o pai, um idoso de 78 anos, em Goiânia. Segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), que coordena a operação Desumanus e já identificou diversos casos semelhantes, Weila Fernandes Rosa invadiu a casa da vítima e se apropriou de todos os rendimentos do homem.

“A apuração durou seis meses e comprovou que a investigada noticiou falsamente que o pai havia abusado sexualmente do neto de 7 anos, o que resultou na prisão do idoso por um mês, dando a oportunidade para que ela invadisse a residência”, informa o Boletim de Ocorrência da Delegacia Especializada no Atendimento à Pessoa Idosa (Deai/1ª DRP).

 

Ao regressar para casa, a vítima foi surpreendida com a troca de todas as fechaduras do imóvel e, ao procurar pela filha, o idoso foi  ameaçado de morte.

“As investigações deram conta de que Weila possuía extensa fixa delitiva, inclusive de agressões contra o pai e a falecida mãe. Muitas foram as tentativas de intimá-la, mas ela sempre se esquivou da Polícia Civil, o que motivou a ordem de prisão preventiva”, informam registros da Deai.

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Nathany Gomes, que morreu com suspeita de dengue, em Goiânia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma mulher morreu com suspeita de dengue dias depois de passar por um parto de emergência, em Goiânia. A biomédica Nathany Gomes tinha 30 anos e, segundo a família, teve uma gravidez tranquila até ser diagnosticada com a dengue, que posteriormente fez com que ela tivesse hemorragias e precisasse de cirurgias e tratamentos.

“Ela foi muito guerreira. Ela foi muito forte e batalhou [para viver] pelos filhos. Foi tudo em consequência da dengue, por hemorragias internas. Nathany resistiu até onde podia por ser forte, disse o marido de Nathany, Marcus Pacheco.

Nathany morreu na quarta-feira (15). Ao g1, A Secretaria de Estado de Saúde (SES) explicou que investiga o caso para saber se a causa foi a dengue. Em nota, a pasta explicou que as mortes “são consideradas suspeitas até passarem pelo Comitê de Investigação de Óbitos por Arboviroses para ser confirmada ou descartada [a morte pela dengue]”.

Nathany Gomes e o marido, Marcus Pacheco, em Goiânia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O marido de Nathany, Marcus Pacheco, contou ao g1 que tudo começou no dia 7 de maio, quando a esposa soube que estava com dengue. Na época, ela estava grávida de 38 semanas. Ele explicou que, após ela ser diagnosticada, fez o tratamento conforme indicado pelos médicos, com hidratação oral e tomando soro em postos de saúde.

Ele ainda contou que, na sexta-feira (10), as plaquetas dela caíram e a biomédica precisou ser internada. No dia, devido ao estado de Nathany, ela precisou passar por um parto de emergência, na tentativa de salvar a vida dela e da filha, a pequena Aurora.

Segundo o marido, durante o parto, que foi de risco por causa da dengue, as plaquetas da esposa caíram ainda mais, de modo que foi necessário que ela fosse sedada. Apesar do quadro da mãe, a pequena Aurora nasceu saudável.

O esposo de Nathany explicou que, segundo os médicos, a menina nasceu saudável devido à saúde da mulher durante a gravidez. Ele contou que Nathany era disciplinada e praticava exercícios físicos todos os dias.

Nathany Gomes e o marido, Marcus Pacheco, praticando exercícios físicos em Goiânia — Foto: Arquivo pessoal/Marcus Pacheco

Marcus contou que, no dia após o nascimento de Aurora, Nathany foi transferida para um outro hospital. Ele explicou que ela começou a ter hemorragia, quadro grave da dengue, e precisou passar por uma cirurgia para retirada do útero para conter esse sangramento. Mesmo após a cirurgia, as hemorragias permaneceram.

O marido de Nathany explicou que ela passou por hemoiálise, inclusive uma no Dia das Mães, e outras duas cirurgias para tentar parar o sangramento.

“Nessa hemodiálise, ela pediu para chamar todos os parentes, porque tinha risco de falecimento por parada cardíaca. Ela sobreviveu e melhorou. Ela ainda aguentou passar por outra cirurgia”, explicou Marcus.

“A primeira cirurgia foi pra estancar o sangue e retirar o útero. A segunda e a terceira foi para cessar o sangramento pela dengue hemorrágica”, resumiu o marido.

Apesar de todos os esforços dos médicos e de Nathany, ela não resistiu e morreu na quarta-feira (15). Ao g1, Marcus contou que, quando a esposa morreu, ele estava em um culto rezando pela esposa.

“Ela resistiu à cirurgia, mas passando pouco tempo depois ela faleceu”, detalhou Marcus.

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A Redação

Goiânia

– Goiânia sedia, entre quarta (15/5) e sexta-feira (17/5), o primeiro evento prático trabalhista realizado em Goiás. Trata-se do Congresso da Associação Goiana da Advocacia Trabalhista (Agatra), que, em sua 12ª edição, ocupa o auditório do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-18), no setor Bueno, e conta com a parceria da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Goiás (OAB-GO).

Quem abre o seminário, que também tem a chancela da Escola Superior de Advocacia Trabalhista de Goiás Doutor Julpiano Cortez (Esat), é o presidente da OAB-GO, Rafael Lara Martins. Acompanhado pela advogada Carolina Tupinambá, ele fala sobre o uso da Inteligência Artificial na prática trabalhista.

Além disso, o primeiro dia de evento, cuja programação começa às 18 horas, terá uma mesa composta integralmente por mulheres. “Será o primeiro congresso a ter uma composição 100% feminina na solenidade inicial”, afirma o presidente da Agatra, Fernando Mendes. Ele reforça que a programação contará com amplas discussões ligadas à advocacia trabalhista, permitindo o networking e a troca de ideias entre os participantes.

 


Homenagem


Nesta edição, o congresso homenageará o advogado Jerônimo José Batista. Ele é um dos ex-presidentes da Agatra, com mandatos em diferentes períodos (1993 a 1995 e 1997 a 1999). A homenagem é uma forma de reconhecer a sua importante atuação à frente da entidade e notória contribuição para a advocacia trabalhista goiana.


 


Livro


Na manhã de quinta-feira (16/5), será lançado o livro “Direito do Trabalho na Contemporaneidade: Desafios e Tendências”, a primeira obra da Agatra em 43 anos de existência. O presidente lembra que parte das vendas será destinada às vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul. “O livro representa um marco na trajetória da entidade, reafirmando seu compromisso com o conhecimento científico e o aprimoramento do direito do trabalho”, destaca a diretora da Esat, Cristiane Pavan, que atuou como uma das coordenadoras da obra.


 


Segundo o presidente da Agatra, o livro é uma celebração do conhecimento, da dedicação e do legado que a entidade carrega. “Os artigos presentes na obra evidenciam a importância da advocacia trabalhista e do conhecimento trazido por aqueles que fazem parte de uma instituição que, há décadas, tem sido um farol para a advocacia trabalhista em Goiás”, diz.


 


Confira programação:


Quarta-feira (15/5)


17h – Credenciamento


18h – Solenidade, Homenagem, Conferência de Abertura e Coquetel


Tema: Uso da Inteligência Artificial na Prática Trabalhista


 


Quinta-feira (16/5) 


8h – Certificação de título de associado honorífico aos ex-presidentes da Agatra


8h30 – Tema: Recurso de Revista na prática, funcionamento e particularidades do TST


10h – Tema: Técnicas e Ferramentas para alavancar a execução trabalhista Individual e Coletiva


Lançamento e sessão de autógrafos Livro da Agatra/Esat


12h às 14h – Intervalo para almoço


14h – Tema: Como Utilizar Corretamente as Provas Digitais no Processo Trabalhista.


15h30 – Tema: A inclusão, na prática, das pessoas com deficiência e dos menores aprendizes nas empresas.


 


Sexta-feira (17/5)


08h30 – Tema: Sustentação Oral e Recurso Ordinário Perfeito na Prática.


10h30 – Tema: Procedimentos Gerais sobre as Turmas do TRT18.


13h30 – Tema: Audiência de Instrução e Julgamento e Dinâmica do Ônus da Prova.

16h – Encerramento

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PM em carro do TJ é suspeito de atirar em garota de programa em Aparecida; vídeo – Reprodução / TV Anhanguera / Ramon Lacerda

Um policial militar é suspeito de atirar em uma garota de programa em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital. Vídeo de câmera de segurança mostra momento em que caminhonete se aproxima de mulher, que estava sentada na calçada. Ela se ajoelha e gesticula. Depois de algum tempo, a garota de programa se joga no chão e o veículo, onde estaria o policial militar, deixa o local.

Em nota, a defesa do policial militar descreve que ele foi vítima de uma tentativa de roubo quando estava dentro do veículo. Três pessoas teriam visualizado a corrente de ouro e a carteira do policial, que teria atirado para se defender e para evitar que sua arma fosse roubada, diz o texto da defesa. Por outro lado, testemunhas relataram à Polícia Militar que a garota de programa teria furtado um cordão de ouro do policial depois de realizar um programa.

O caso aconteceu no dia 11 de abril, no Setor Santa Luzia, mas só agora foi divulgado. A região é conhecida por abrigar motéis. O policial, que era lotado no Tribunal de Justiça, trafegava em veículo do órgão no momento do ocorrido.

Imagem de câmera de segurança mostra veículo parado ao lado de garota de programa atingida por tiros — Foto: Reprodução / TV Anhanguera / Ramon Lacerda

De acordo com informações da polícia, o veículo é patrimônio do Tribunal de Justiça de Goiás. Procurado pelo g1, o TJ-GO informou que o servidor foi dispensado da instituição assim que foi constatado o uso não autorizado do veículo.

A garota de programa foi hospitalizada no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) e passou por cirurgia no abdome, de acordo com a assessoria de imprensa da instituição. A mulher segue internada e seu estado de saúde é regular.

Procurada pelo g1, a defesa da mulher alvejada disse que irá aguardar as investigações e que irá se manifestar nos autos do processo.

O g1 também solicitou posicionamento da Polícia Militar por ligação, WhatsApp e e-mail às 15h36 de segunda-feira (13), mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.

NOTA – Defesa do policial militar

A defesa informa que, conforme o depoimento do seu constituinte, WALKER FERREIRA MENDONÇA, ás autoridades policiais, que no dia 11/04/2024 por volta de 22:30, encontrava-se dentro do veículo, quando foi vítima de uma tentativa de roubo, tendo sido abordado por três indivíduos.

Que esses indivíduos visualizaram a sua corrente de ouro e sua carteira. Em ato continuo, puxaram corrente e pegaram a sua carteira. Quando os indivíduos perceberam que a vítima estava armada, tentaram pegar a sua arma também, mas prontamente a vítima se identificou como policial militar, e efetuou os disparos para fazer cessar a injusta agressão, para preservar a sua vida e também para que sua arma não fosse subtraída.

Ao sair do local do fato, o pneu do veículo furou, momento em que chamou um guincho, para que conduzisse o carro até uma oficina, localizada no Setor Coimbra. Enquanto aguardava o conserto, o Sr. Walker, foi abordado por uma equipe policial, momento em que se identificou como capitão da Policial Militar, e relatou que havia sido vitima de um roubo tentado no setor santa luzia e que só estaria aguardando o conserto do veículo, para ir até a delegacia para registrar a ocorrência do roubo, e também para realizar sua apresentação espontânea, haja vista que havia disparado tiros em face de um dos autores do fato, para revidar a injusta agressão.

O Sr. Walker, fez o registro de vítima de roubo tentado, na central de flagrantes de Aparecida de Goiânia, onde o delegado competente colheu o seu depoimento e dos condutores da ocorrência.

Posteriormente, a autoridade policial autuou em flagrante delito o indivíduo que foi baleado, pela pratica do crime de roubo tentado, onde foi distribuído o APF ao Poder Judiciário sob n° 5374409-84.2024.8.09.0011, aguardando apenas a alta médica do indivíduo, para que seja realizada a audiência de custódia e posteriormente a abertura de inquérito policial.

Esclarece por último, que ás demais providências e andamentos processuais, ficaram a cargo das autoridades competentes e do Poder Judiciário.

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Não foi aquela grande atuação que o torcedor gostaria de ver, mas o Cruzeiro fez o suficiente para vencer por 1 a 0 o Atlético-GO, neste domingo, no estádio Antônio Accioly, em Goiânia (GO), pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Com 10 pontos, saltou para a parte superior da tabela. Com apenas um ponto em cinco jogos, o time goiano ocupa a penúltima posição.

Atuando em casa e precisando “mostrar serviço” à sua torcida, o Atlético-GO iniciou o jogo bastante ativo, tentando fazer uma meia pressão na saída de bola do Cruzeiro.

A melhor chance foi cruzeirense, aos 26 minutos. Após escanteio, o zagueiro Zé Ivaldo cabeceou de cima para baixo e o defensor Alix Vinícius salvou, também de cabeça, quase em cima da linha. No minuto seguinte, Arthur Gomes até marcou e levantou a torcida mineira, porém, o lance foi rapidamente anulado por impedimento.

No segundo tempo, muita movimentação e poucas finalizações. Chamou atenção, pela plasticidade, a bicicleta de Alix Vinícius da meia lua da grande área e que quase resultou em gol atleticano não fosse a defesa no alto de Anderson.

O gol da vitória saiu aos 35 minutos graças à qualidade técnica do meia Matheus Pereira. Ele recebeu a bola de costas na linha da grande área, virou rápido e bateu de esquerda. A bola entrou no canto direito do goleiro Ronaldo.

Pouco depois, o técnico Jair Ventura, enfim, atendeu o pedido da torcida e colocou o artilheiro Vagner Love em campo no lugar do volante Lucas Kal, numa troca do estilo ‘tudo ou nada’. O time criou duas boas chances nos acréscimos, mas não evitou a derrota.

Pelo Brasileirão, na sétima rodada, o Atlético-GO vai enfrentar o Vitória no próximo sábado (18), em Salvador, a partir das 16 horas. O Cruzeiro só atua no dia 20 (segunda-feira) diante do São Paulo, no Morumbi, a partir das 20 horas.

Mas antes, na quinta-feira (16), vai receber no Mineirão o União La Calera-CHI, na briga direta pela segunda posição do Grupo B, liderado pelo Universidad Quito-EQU, com 10, seguido pelo Cruzeiro, 6, La Calera, 4 e Alianza Petrolera-COL, um.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-GO 0 X 1 CRUZEIRO

ATLÉTICO-GO – Ronaldo; Bruno Tubarão, Adriano Martins, Alix Vinícius e Guilherme Romão; Lucas Kal (Vagner Love), Baralhas e Saylon (Danielzinho); Gabriel Barros (Yone González), Luiz Fernando e Derek (Emiliano Rodriguez). Técnico: Jair Ventura.

CRUZEIRO – Anderson; William, Zé Ivaldo, João Marcelo e Marlon; Lucas Romero, Lucas Silva (Ramiro) e Matheus Pereira (Cifuentes); Barreal (Vitinho), Rafa Silva (Rafael Elias) e Arthur Gomes (Gabriel Veron). Técnico: Fernando Seabra.

GOL – Matheus Pereira, aos 35 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Luiz Fernando (Atlético-GO). Matheus Pereira e William (Cruzeiro).

ÁRBITRO – Rodrigo José Pereira de Lima (FIFA-PE)

RENDA – R$183.485,00

PÚBLICO – 6.462 pagantes (7.576 total)

LOCAL – Estádio Antônio Accioly, em Goiânia (GO).



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Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) de Goiânia — Foto: Reprodução/Google Street View

Funcionários do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) de Goiânia, responsáveis por realizar exames de necrópsia de pessoas que morreram sem assistência médica ou por causas naturais desconhecidas, suspenderam a greve neste sábado (11). A suspensão aconteceu após a Prefeitura de Goiânia convocar novos servidores.

Eles entraram em greve na última sexta-feira (10) e alegaram que estão sobrecarregados, por isso, exigiram a contratação de mais funcionários, além de reajuste no salário.

“Nosso salário hoje é R$ 1,4 mil. Desde 2014 a gente está buscando essa melhoria, mas até hoje não foi atendido. Hoje nós temos apenas cinco técnicos para atender Goiânia e mais 137 municípios”, explica o técnico em necropsia Reginaldo Sabino.

No mesmo dia, a Prefeitura de Goiânia publicou no Diário Oficial do Município um decreto de convocação do concurso público nº 001/2020. Nele, foram nomeados 10 aprovados para o cargo de técnico em necrópsia, os quais deverão tomar posse no prazo de 30 dias.

O decreto cita ainda que a posse dos novos técnicos em necrópsia vai contribuir com a qualidade dos atendimentos do SVO e resolver demandas da categoria relacionadas à sobrecarga.

O presidente do Servidores Públicos Municipais de Goiânia – SindiGoiânia, Marco Antônio dos Santos, informou ainda que além da convocação, a prefeitura vai realizar, na próxima semana, uma reunião para discutir o plano de carreira dos servidores do SVO.

De acordo com o decreto, os nomeados devem comparecer à Central de Atendimento ao Cidadão (Atende Fácil) do Paço Municipal para apresentar a documentação:

  • Cópia de RG
  • CPF ou CNH
  • Comprovante de endereço atualizado, além de certidões negativas.

A greve teve início às 7h da última sexta-feira (10) e, como não pode ser completa, contou com um funcionário trabalhando. Com isso, a liberação dos corpos demorou mais do que o normal. Ao todo, a equipe conta com sete técnicos, mas um morreu no último dia 29 de março e outro está afastado por licença médica.

Os cinco que restaram atuam em plantões, ficando responsáveis por uma média de 10 a 18 corpos. Na maioria dos casos, exige-se que os técnicos busquem os corpos, realizem os exames necessários, liberem o corpo para a família e, ainda, entreguem para as funerárias após liberado.

Técnicos e o sindicato chegaram a se reunir com o prefeito em novembro do ano passado para tentar solucionar o problema. Mas, segundo eles, na época nada foi feito.

Funcionários do Serviço de Verificação de Óbito entram em greve em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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A Redação

Goiânia

– Depois que o pastor Jonas Felício Pimentel, da igreja Tabernáculo da Fé, em Goiânia, foi alvo de duras críticas por falar, durante um culto, que algumas crianças que são vítimas de abuso sexual também são culpadas pelos crimes, o Conselho Tutelar pediu que a Polícia Civil de Goiás (PCGO) investigue denúncias de abusos sexuais e psicológicos de fiéis que frequentam o local.
 


Conforme ofício enviado pelo Conselho Tutelar à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), uma ex frequentadora da igreja denuncia que há “muitos” processos por abusos sexuais e diz ainda que as mulheres são obrigadas pelos líderes religiosos a fazerem abortos, assim, sofrendo com abusos psicológicos.


 


A conselheira Érika Reis, presidente do Conselho Tutelar e autora do pedido de investigação, disse que as denúncias são recorrentes. “Pedimos para que eles [a Polícia Civil] abrissem uma investigação para averiguar essas situações e se há outros casos. Isso não pode ficar impune”, disse.


 

Em nota, a Igreja Tabernáculo da Fé disse que no local “vivencia-se o que Jesus FALOU e FEZ. Fala-se da genuína palavra das escrituras públicas e orienta-se os fiéis a vivenciá-las no seu cotidiano. Sim, os costumes pregados são rígidos, os homens são orientados a respeitar, honrar e cuidar de suas esposas e filhos e as mulheres usam vestes longas.”

O documento ainda esclarece que “desde a criação da igreja no ano de 1968, combate-se veementemente a sexualização precoce das crianças e adolescentes e qualquer forma de abuso contra elas, dentre outros valores familiares. Naquele local, FAZ-SE o bem: leva-se alimento aos que tem fome, abrigo aos desamparados, remédios aos doentes, além de acolhimento e orientação espiritual. Principalmente, respeita-se a liberdade das pessoas, elas são livres para aderir ou não a tais valores de falar e fazer os ensinamentos bíblicos.”

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OAB-GO repudia fala de pastor que culpa crianças abusadas sexualmente


 



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Casal preso suspeito de matar jovem em Goiânia — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um homem de 26 anos e a namorada dele, de 20, foram presos suspeitos de sequestrar, espancar e afogar um jovem de 19 anos, em Goiânia. De acordo com a Polícia Civil, o crime foi brutal e motivado por ciúmes.

“Ele foi levado para uma região de mata onde foi cruelmente espancado, afogado e levou algumas facadas”, descreveu o delegado Marcus Cardoso.

“A motivação seria que a vítima teria tentado ficar com a companheira do que foi preso. Eles armaram uma emboscada contra a vítima, que culminou nessas agressões e na morte”, detalhou o delegado.

O casal, que não teve o nome divulgado, foi preso na terça-feira (7). O g1 não conseguiu localizar a defesa dos suspeitos para um posicionamento até a última atualização desta reportagem. Segundo a polícia, eles confessaram o crime.

A vítima foi sequestrada e agredida no dia 3 de outubro de 2023, no setor Residencial Vale dos Sonhos. Ela foi resgatada por terceiros e levada a um hospital de Goiânia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 10 do mesmo mês.

Carro usado para sequestrar vítima foi queimado após o crime em Goiânia, Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Civil

O delegado detalhou que, por volta de 1h do dia 3 de outubro, a vítima recebeu uma mensagem de texto da mulher que foi presa, sugerindo o encontro em uma praça. No local, ele foi sequestrado em um carro e levado para uma região de mata.

A polícia descreveu que, na região de mata, a vítima foi espancada, afogada e levou facadas. Por volta das 4h da manhã, o jovem foi encontrado e levado a um hospital por terceiros. Ele morreu uma semana depois.

O delegado contou que o carro usado no sequestro foi queimado depois do crime. Durante as investigações, a Polícia Civil identificou três possíveis suspeitos, sendo que dois são os que foram presos na terça-feira (7). O terceiro morreu em confronto com a Polícia Militar no dia 2 de abril deste ano.

A Polícia Civil destacou que a motivação do crime foi ciúmes, uma vez que a vítima teria dado em cima da mulher do homem preso.

“Ela falou que era casada, e a vítima insistiu para poder ter um relacionamento com ela. Nisso, [os suspeitos] juntaram algumas pessoas que eram amigos e tentaram dar uma lição nele”, completou o delegado Marcus.

O delegado contou que o casal deve responder por homicídio qualificado. A polícia acredita que outras pessoas podem estar envolvidas no crime. As investigações continuam com o objetivo de identificar esses suspeitos.

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Vídeo mostra quando homem invade farmácia e atira contra idoso em Goiânia

O homem acusado de matar o ex-sogro em uma farmácia em Goiânia irá a júri popular por homicídio duplamente qualificado e porte ilegal de arma de fogo. Felipe Gabriel Jardim Gonçalves matou João do Rosário Leão no dia 29 de junho de 2022 com um tiro na cabeça enquanto a vítima trabalhava numa farmácia no Setor Bueno.

A defesa do acusado alega que ele sofreu um surto psicótico quando cometeu o crime e que se sentia ameaçado pela família da ex. “Ele era constantemente ameaçado, estava com muito medo”, alegou Júlio Eduardo Seixo de Britto, advogado do acusado.

Ao g1, a defesa de Felipe argumentou ainda que o crime só foi cometido porque o acusado acreditava que João teria registrado uma ocorrência policial contra ele, na intenção de matá-lo dentro da prisão (nota completa abaixo). O boletim foi registrado depois que o acusado esteve na casa da vítima, apontou a arma para o ex-sogro e para Kennia e disparado para o alto.

Contrapondo o argumento da defesa, o laudo de sanidade mental realizado no âmbito da Justiça indicou que o acusado era responsável por seus atos quando cometeu o crime. A defesa atua no sentido de invalidar o laudo da Justiça, alegando parcialidade dos peritos na realização do exame (nota completa abaixo).

Para a filha da vítima, a decisão do júri popular já era esperada, pois acredita que as provas que comprovam a execução do crime e a sanidade do acusado são claras.

“O que a gente espera é que o júri seja marcado logo porque já vão fazer dois anos que a gente vive isso dia após dia, tentando que o julgamento aconteça e que ele receba a pena dele. Queremos que seja feita a justiça pelo meu pai, nada mais que isso”, declarou Kennia Yanka.

Felipe Gabriel Jardim é indiciado por crimes de violência contra a então namorada

Felipe Gabriel foi definido pela ex-namorada como um homem agressivo e hostil. “Todo mundo que conhecia o Felipe sabe que ele não teve surto psicótico nenhum, que ele era hostil, abusador, superagressivo com todo mundo. Então não teve nada de surto psicótico”, afirmou Kennia Yanka.

O acusado está preso desde junho de 2023, quando foi condenado a três anos de reclusão por ameaça e violência psicológica contra a Kennia.

Kennia e Felipe começaram a namorar em abril de 2021 e ele sempre se mostrou agressivo e hostil, de acordo com denúncia do Ministério Público. O acusado chegou a fazer uso ilegal de arma de fogo com registro do Exército para ameaçar Kênia e o filho dela, que tinha apenas 4 anos na época, diz texto da promotoria.

Kennia Yanka Silva Leão informou ainda que Felipe ligou para ela depois de cometer o crime: “Ele fala ‘morreu seu pai e eu vou atrás de você’”. Dois dias antes do assassinato, Felipe esteve em sua casa e disparou para o alto, além de apontar a arma para ela e para o pai, informou. Abalada com o ocorrido, ela estava medicada quando recebeu a ligação.

Mesmo assim, Yanka relatou ter iniciado o deslocamento até a farmácia, quando o pneu do carro furou e ela recebeu ajuda de populares e da Polícia Militar. Ela foi conduzida à delegacia, onde buscou se proteger e se informar sobre o pai.

NOTA – Defesa de Felipe Gabriel Jardim Gonçalves

Conforme consta nos autos, Felipe Gabriel, réu confesso, após receber uma ligação de sua ex namorada relatando que seu ex sogro tinha feito uma ocorrência policial com o intuito de colocá-lo na cadeia para poder matá-lo (Felipe sempre foi ameacado por João do Rosário e/ou por sua ex namorada – basta ver o vídeo no carro em que Felipe surtado diz “se me matarem eu mato todo mundo antes (não teria nem como né, ele já estaria mirto), e após essa ligação, Felipe teve sim um surto psicotico (a um laudo particular nos autos que indica que Felipe poderia nao estar ciente de todos seus atos), avisou claramente para kenia que estava indo ao encontro do senhor João do Rosário para resolverem isso. Kenia sabia que Felipe estava indo à farmácia e poderia ter avisado seu pai disso, mas não avisou. Senhor João do Rosário estava armado e Felipe completamente fora de si, muito que infelizmente, reagiu tragicamente a notícia constante que o senhor João do Rosário iria matá-lo. Resta agora o Júri soberano julgar se Felipe Gabriel agiu em legítima defesa e se é inimputável ou semi inimputável. Felipe não armou emboscada e possibilitou direito de defesa a seu João do Rosário ao confirmar para Kenia que iria ao encontro do senhor João do Rosário.
Júlio Eduardo Seixo de Britto – Advogado criminalista

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