10 de março de 2026
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O Auditório Carlos Vieira, da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), recebeu, ao longo desta sexta-feira, 6, o Fórum Empreender Feminino, uma programação especial em celebração ao Dia Internacional da Mulher. O evento reuniu mulheres que lideram diferentes negócios no Estado para uma série de palestras, debates e troca de experiências voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo feminino.

A iniciativa foi promovida pelo presidente da Alego, deputado Bruno Peixoto (UB), em parceria com a deputada Dra. Zeli (UB). A abertura do encontro, realizada no período da manhã, contou com a participação do pastor Paulo Henrique Santana Rocha; do diretor de Cultura, Esporte e Lazer da Casa de Leis, Ricardo Fortunato; e da presidente da ONG Mundo Mulher, Mara Suassuna.

Mais de 10 milhões de empreendedoras

O evento contou com palestras, bate-papos e workshops. Sandra Mendez, jornalista e especialista em marketing, administração e planejamento estratégico, representou o Sebrae Goiás. Ela destacou a importância do posicionamento, do valor e da estratégia no mercado atual. Segundo Sandra, o Brasil possui cerca de 10,4 milhões de mulheres empreendedoras e 34% das empresas brasileiras são lideradas por mulheres. Apesar de parecer um número ainda pequeno, ela lembrou que o país ocupa a sétima posição mundial em empreendedorismo feminino.

A jornalista Izabela Carvalho, que participou do encontro, afirmou que as orientações apresentadas durante a palestra foram relevantes para refletir sobre a presença feminina no mercado financeiro. Segundo ela, apenas as dicas sobre atenção em negociações, empréstimos e cobrança de juros já fizeram o encontro valer a pena.

Durante o momento de interação com o público, a empreendedora Poliana Dias, proprietária de uma confeitaria em Goiânia, pediu orientações sobre como superar o medo de falar em público. “Sinto vergonha e dificuldade em me expor, mesmo sabendo que a comunicação é fundamental para quem empreende”, disse.

Em resposta, Sandra Mendez sugeriu que o primeiro passo pode ser dado por meio da internet, destacando que a possibilidade de gravar e regravar conteúdos antes da publicação ajuda a reduzir a insegurança. A especialista também aconselhou acompanhar pessoas que já dominam o tema, aprendendo com quem possui experiência na área.

A programação seguiu com o painel “Cases de Sucesso”, que reuniu diversas lideranças femininas do empreendedorismo. Participaram: Wirla Karla Machado Tavares, presidente do Projeto Mistura Feminina e do Instituto Mulher Empreendedora (IME) em Anápolis; Ludymilla Damatta, da Rede Goiana da Mulher Empreendedora; e Marcelle Cardoso, do Movimento Elas; além de representantes de grupos de empreendedoras. Durante o painel, elas compartilharam experiências e histórias relacionadas à conexão, liderança e ao protagonismo feminino.

O encerramento do Fórum Empreender Feminino ficou por conta da palestrante Luciana Oliveira, que abordou temas como saúde mental, tomada de decisões e coragem, reforçando a importância do equilíbrio emocional para mulheres que buscam crescimento pessoal e profissional. O evento marcou um dia de troca de experiências, incentivo ao empreendedorismo e fortalecimento da presença feminina nos negócios e nos espaços de liderança em Goiás.

Abertura

O primeiro a falar, durante a abertura do evento pela manhã, foi o pastor Paulo Henrique, que apresentou uma reflexão sobre o valor da mulher. Em sua fala, ele lembrou um versículo bíblico e destacou a importância e o reconhecimento da figura feminina desde a Criação.

Na sequência, Ricardo Fortunato deu as boas-vindas aos participantes em nome do presidente Bruno Peixoto. Ele destacou que empreender é um sonho que pode se tornar realidade e afirmou que muitas transformações podem nascer da força e da determinação das mulheres que decidem seguir esse caminho.

Representando a ONG Mundo Mulher, Mara Suassuna agradeceu o apoio de parlamentares ao empreendedorismo feminino e destacou a importância da abertura de espaços institucionais para discutir o tema. Segundo ela, quando a Assembleia Legislativa promove iniciativas como essa, demonstra acreditar no potencial das mulheres e contribui para a criação de redes de apoio.

Mara também ressaltou que a ONG tem trabalhado para transformar talentos em negócios e sonhos em realidade, lembrando que cada empreendimento carrega esperança, resiliência e força. Para ela, o Fórum Empreender Feminino representa um marco de inspiração e fortalecimento para mulheres em Goiás.

A programação seguiu com a palestra de Maris Tavares, que abordou o tema “De sonhadora a embaixadora – o percurso dessa trajetória”. Natural de Itapaci, ela relatou os desafios enfrentados até consolidar sua carreira e alcançar reconhecimento internacional.

Durante sua fala, Tavares destacou que a mulher não nasce pronta, mas é forjada ao longo da caminhada, fortalecendo-se diante das dificuldades. Para ela, o propósito é ajudar outras mulheres a avançarem e garantir que nenhuma fique para trás.

Ainda durante a manhã, o público acompanhou outras três palestras. Fabiana Dias falou sobre “Oratória para Mulheres de Sucesso”; Gabriela Rizzo abordou o tema “Empreendedorismo Social”; e a deputada Dra. Zeli encerrou o primeiro bloco discutindo a presença feminina na política com a palestra “Mulheres no Poder”, temática considerada por ela especialmente relevante em um ano eleitoral.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Assembleia Legislativa de Goiás recebeu, nesta quinta-feira, 12, reunião do Fórum Goiano de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável. O evento aconteceu no Auditório Francisco Gedda e contou com a presença da deputada Rosângela Rezende (Agir); além da gerente de Mudanças Climáticas da Secretária de Estado de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Sustentável (Semad), Natália Brito; do subsecretário de Desenvolvimento Sustentável da Semad, José Bento Rocha; do servidor da Semad Heitor Naves e vários especialistas na área.

A deputada Rosângela Rezende também fez uso da palavra e destacou a importância do debate ambiental e os avanços promovidos pela Semad, e trouxe uma reflexão necessária sobre a responsabilidade coletiva diante da crise ambiental. “Foi muito impactante. Bateu na nossa cara, nas nossas vidas, e nos fez repensar a forma como estamos vivendo e pisando neste planeta”, afirmou.

Rosângela também mencionou sua participação nas Conferências das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COPs), destacando o protagonismo da Semad nos eventos internacionais. “A Semad brilhou ao demonstrar a força do nosso Estado e do Brasil, mostrando como políticas públicas bem estruturadas podem impactar positivamente a vida das pessoas”, declarou.

Durante o discurso, a legisladora reforçou que a agenda ambiental precisa ser tratada como estratégia de desenvolvimento. Ela enfatizou a necessidade de valorização econômica da preservação: “A árvore em pé precisa valer mais do que a árvore derrubada. Se a preservação não gerar valor, o Cerrado não ficará em pé”.

A parlamentar defendeu ainda o avanço em instrumentos como o sistema Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) que é um política que organiza ações para reduzir o desmatamento e a degradação florestal, conservar florestas e gerar benefícios a quem protege o meio ambiente.

Segundo Rosângela, o Estado já iniciou os pagamentos do programa, considerado um passo importante na consolidação de políticas públicas sustentáveis. Outro ponto destacado foi a integração entre a Semad e a Saneago na gestão dos recursos hídricos. “Estamos falando do nosso bem maior: a água, que é direito fundamental, é vida”, afirmou.

Ao encerrar, a deputada reconheceu o trabalho da equipe técnica da secretaria e reforçou o apoio do Legislativo às pautas ambientais. “Não desanimem. O tema é árduo, mas precisamos avançar. Esta é a Casa do povo e está aberta às pautas da água, da terra e dos resíduos sólidos”, concluiu. 

José Bento Rocha, subsecretário de Desenvolvimento Sustentável da Semad, abriu o evento e defendeu a construção coletiva de soluções para enfrentar os desafios ambientais. Ao destacar a importância da integração entre diferentes segmentos, Bento ressaltou que a proteção ambiental envolve desde povos e comunidades tradicionais até o setor industrial. “A gente entende povos e comunidades tradicionais como uma barreira de proteção do meio ambiente onde eles vivem”, afirmou.  

O subsecretário ponderou que o avanço tecnológico é inevitável e necessário. “Não é culpa da indústria em si. É o mercado, é a forma de vida. Todo mundo quer um carro, todo mundo quer um celular. A tecnologia às vezes nos ajuda, às vezes nos atrapalha um pouquinho, mas ela é necessária”, disse.

Segundo Bento, os fóruns de debate são fundamentais para alinhar entendimentos e construir uma linguagem comum entre os diferentes setores. “Às vezes, a gente leva um ano para começar a falar a mesma língua. Pensamos nas mesmas coisas, mas usamos linguagens diferentes. O objetivo da Semad é promover essa convergência. O que a gente quer pontuar hoje, como Semad e representando a secretária, é chamá-los para irmos juntos nessa discussão”.

José também relembrou os desafios enfrentados pela pasta nos últimos anos, especialmente na área de mudanças climáticas e destacou que, em 2019, o cenário institucional ainda era limitado. “A gente não conseguia falar de mudanças climáticas primeiro porque a secretaria não estava preparada”, afirmou. Segundo ele, houve uma transformação cultural interna que permitiu avanços significativos.

Rocha citou exemplos concretos dos impactos das mudanças climáticas no cotidiano da população, como a crise hídrica em Anápolis. “De 1998 para cá, a população mais que dobrou e a água diminuiu. É um desafio que a gente tem. Quando olhamos para fora da nossa janela, a gente consegue ver e sentir na pele os efeitos das mudanças climáticas”, declarou.

O subsecretário enfatizou que os resultados só serão eficazes com esforço conjunto. “Nada que a Semad fizer sozinha vai ter resultados efetivos, às vezes a gente quer valorizar o conhecimento de um doutorado, de um pós-doutorado, mas não consegue entender o conhecimento da pessoa que tem a vivência. Como não vamos ouvir quem tem 70 anos de experiência nessa estrada?”, questionou.

Ao encerrar, José Bento reforçou que, embora não seja possível “parar o mundo”, é viável avançar em estratégias de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. “Esse é o nosso papel aqui”, concluiu.

Durante a manhã, também foi realizada a apresentação do Relatório Anual de 2025, resultado das atividades desenvolvidas no âmbito do fórum, uma cerimônia de entrega de certificados de posse aos novos membros e coordenadores, além da entrega do Certificado de Engajamento (premiação pela participação).

Posteriormente, foram realizadas a eleição de coordenadores, a apresentação do Plano Estadual de Promoção da Igualdade Racial, com destaque para as metas vinculadas ao fórum, a apresentação da Estratégia Carbono Neutro, incluindo a formação de Grupo de Trabalho (GT) intersecretarial, e a apresentação do Plano de Trabalho 2026.

No período da tarde, o evento contará com a realização da consulta pública do projeto de lei que institui o Sistema Estadual de REDD+.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Presidente dos EUA, Donald Trump, retorna ao evento realizado na Suíça após 6 anos, em meio à problemas internos da instituição

Chefes de Estado, de governo e executivos realizam nesta 2ª feira (19.jan.2026) a 56ª edição do Fórum de Davos, organizada pelo Fórum Econômico Mundial, na cidade suíça de Davos. O evento se dá em um momento decisivo para o futuro da própria instituição, que enfrenta problemas internos e busca se reposicionar em um cenário de instabilidade do multilateralismo global. O evento será realizado do 19 a 23 de janeiro.

O encontro visa promover o diálogo entre líderes políticos, empresariais e da sociedade civil sobre os principais desafios econômicos e geopolíticos globais. O encontro de 5 dias tem como tema “Um espírito de diálogo”, com foco na retomada da cooperação internacional em meio a tensões geopolíticas e econômicas. O evento é realizado anualmente desde 1971.

Críticos apontam que o encontro tem perdido capacidade de influência concreta nas decisões globais e se consolidado mais como um espaço de debate e networking entre elites políticas e econômicas do que como um fórum capaz de produzir consensos ou encaminhamentos práticos.

Segundo a organização, “líderes mundiais dos setores governamental, empresarial, da sociedade civil e acadêmico se reunirão em Davos para participar de discussões voltadas para o futuro, com o objetivo de abordar questões globais e definir prioridades. O apelo por uma ação coletiva ousada torna o encontro particularmente relevante”.

Eis os 5 tópicos que serão abordados:

  • Como podemos construir prosperidade dentro dos limites planetários?
  • Como podemos cooperar em um mundo mais disputado?
  • Como podemos desbloquear novas fontes de crescimento?
  • Como podemos investir melhor nas pessoas?
  • Como podemos implementar a inovação em larga escala e de forma responsável?

O evento passa por transformações em sua estrutura organizacional. Em agosto de 2025, Larry Fink, CEO da BlackRock, assumiu a copresidência do fórum com o vice-presidente do laboratório suíço Roche, Severin Schwan. Eles substituíram Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, que deixou o cargo durante uma investigação interna sobre governança e uso de recursos e foi, posteriormente, absolvido das acusações.

PRESENÇA NORTE-AMERICANA

O chefe da Casa Branca, Donald Trump (Partido Republicano), líder do país que detém a maior economia do mundo, já afirmou que prioriza interesses nacionais e políticas protecionistas, posição que contrasta com a agenda de cooperação econômica defendida no fórum.

A última vez que Trump esteve presente em Davos foi em 2020, durante seu 1º mandato. Em 2025, já de volta à presidência, ele optou por participar da 55ª edição por videoconferência. Dessa vez, comparecerá presencialmente com uma delegação composta por líderes governistas, como o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o secretário de Estado, Marco Rubio.

A secretária de Imprensa, Karoline Leavitt, afirmou durante conversa com jornalistas na 5ª feira (15.jan.) que um dos tópicos abordados por Trump serão as “iniciativas habitacionais” norte-americanas. Segundo ela, “o presidente Donald Trump sabe que os EUA são mais fortes quando são uma nação de proprietários, e não de inquilinos, e está determinado a proporcionar essa oportunidade ao maior número possível de norte-americanos”.



Autor Poder360 ·


Por iniciativa da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizará, nesta terça-feira, 27, o 1º Fórum de Mães Atípicas. O evento, organizado pelo colegiado presidido pelo deputado Paulo Cezar Martins (PL), terá lugar no Auditório Carlos Vieira, às 8 horas.

Inédito em Goiás, o fórum contará com a presença de mães atípicas de todo o estado, terapeutas, psicólogos, psiquiatras e neuropsicólogos clínicos. A maioria dos profissionais é especialista em transtorno do espectro autista (TEA), transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), transtorno global do desenvolvimento (TGD), síndrome de Down, desenvolvimento infantil atípico e apraxia da fala.

O fórum terá sete palestrantes: Ana Flávia Teodoro, professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) e coordenadora de Inclusão da instituição; Letícia Amaral, advogada especialista em direito de família e defensora das pessoas autistas; Lorena Prudente, terapeuta de ABA (análise do comportamento aplicada); Ana Márcia, pediatra e especialista em genética, transtorno e neurodesenvolvimento; Jussara Malaquias, mentora e mãe atípica; Fabiana Collavini, fundadora da Associação Brasileira de Apraxia da Fala (Abrapraxia); e Marcela Cunha, empresária e mãe atípica.

“Esse fórum reflete o trabalho da Assembleia Legislativa de Goiás a favor da inclusão das pessoas com deficiência”, afirma Paulo Cezar, ao destacar a posição de vanguarda do Poder Legislativo goiano na defesa da maternidade atípica. “Precisamos dar visibilidade a estas mães, que se agigantam na dor e na luta diária pelo respeito e dignidade de seus filhos”, enfatiza. 

Além das palestras técnicas, serão apresentados vídeos com depoimentos das mães atípicas, enfocando, principalmente, na luta diária para oferecer acolhimento aos filhos, na maternidade especial e no enfrentamento às múltiplas jornadas de trabalho. “As mães atípicas se fortalecem na adversidade e se multiplicam no amor”, afirma Paulo Cezar. Ele ressalta ainda que o Parlamento cumpre o seu papel institucional de não apenas acolher essas mães, mas de garantir a aprovação de matérias que garantam melhor qualidade de vida às pessoas atípicas.

Segundo o parlamentar, o que se busca é dar visibilidade a essas mães que, aos olhos da sociedade, são invisíveis, mas que desempenham uma missão de vida que dá sentido à existência. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Associação Goiana de Municípios (AGM) sediará a 5ª reunião do Fórum Goiano da Desburocratização, nesta terça-feira, 13, às 10 horas. Presidido pelo deputado Virmondes Cruvinel (União Brasil), o evento reunirá prefeitos, autoridades, lideranças institucionais e representantes de entidades públicas e privadas, para debater iniciativas práticas que promovam a simplificação da gestão pública no estado de Goiás. 

“O fórum tem atuado como instância permanente de diálogo e proposição de políticas voltadas à modernização administrativa”, destacou Cruvinel. “Reunir os prefeitos na sede da AGM é simbólico. É aqui que a realidade do estado se encontra. O fórum não discute teoria. Ele propõe soluções práticas. Essa edição marca um passo importante para que a desburocratização se transforme em políticas duradouras e acessíveis a todos os municípios”, afirmou o deputado.

O presidente da AGM, José Délio, prefeito de Hidrolândia, reforça o papel dos municípios como protagonistas da transformação. “A associação tem sido a casa da luta municipalista e da defesa de uma gestão pública mais ágil e eficiente. Receber essa reunião é reafirmar o nosso compromisso com o fortalecimento das prefeituras. Quem está na ponta sabe o peso que a burocracia ainda representa para o cidadão e para o gestor”, ressaltou.

Programação

Entre os principais destaques da programação, estão quatro pautas centrais. Uma delas é a apresentação de uma plataforma tecnológica desenvolvida pela Comissão Especial da Desburocratização da OAB-GO, voltada a facilitar a comunicação entre os municípios, os órgãos públicos e a sociedade, permitindo o envio de sugestões legislativas, o relato de entraves burocráticos e o acompanhamento das ações do fórum.

A GoiásFomento apresentará palestra sobre crédito desburocratizado, com informações sobre linhas de crédito com acesso facilitado voltadas tanto aos municípios quanto aos microempreendedores individuais (MEIs), com foco na simplificação de etapas e na agilidade dos processos.

Também será debatido a Autodeclaração Prioritária, conteúdo do projeto de lei nº 431/2025, em trâmite na Assembleia Legislativa, que versa sobre o uso da autodeclaração como meio prioritário para a instrução de processos administrativos, medida que promove confiança no cidadão, reduz exigências documentais e acelera a tramitação dos serviços públicos. A proposta do deputado Virmondes Cruvinel é a adoção da mesma pelos municípios, mediante adesão formal.

A última pauta se refere ao Programa Cidade Empreendedora do Sebrae, que será apresentado aos participantes do fórum. A iniciativa oferece suporte às prefeituras para desburocratizar processos internos, estimular o empreendedorismo local e melhorar o ambiente de negócios nos municípios.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) recebeu, na manhã desta sexta-feira, 24, o Fórum em Defesa dos Serviços e dos Servidores Públicos de Goiás, entidade que reúne 32 instituições sindicais. O encontro teve local no auditório 1 e teve por objetivo alinhar ideias em pensamentos de modo a valorizar a atuação dos servidores públicos estaduais. O encontro foi pautado pela deputada Bia de Lima (PT), que também é presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Goiás (Sintego).

Representantes de categorias como Sintego, Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público no Estado de Goiás (Sindipúblico), Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde no Estado de Goiás (Sindsaúde), Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Goiás (Sindsemp) e servidores do Serviço Social Autônomo de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos e Militares do Estado de Goiás (Ipasgo Saúde), reuniram-se para debater o pagamento da data-base e os projetos de lei encaminhados pelo Poder Executivo que tratam do plano de carreira de servidores de diferentes órgãos e autarquias.

Bia de Lima pontuou que a dinâmica do projeto de lei encaminhado pela Governadoria, que garante o pagamento da data-base a partir de maio, prejudica os servidores. “Se a matéria foi aprovada em janeiro, porque iniciar os pagamentos somente em maio? O governo aprovou o percentual de reajuste, mas, com essa dinâmica, cinco meses serão perdidos. Sempre estive na coordenação em defesa do serviço e dos servidores públicos e por isso tive a iniciativa de reunir diversas categorias para discutir e rever alguns pontos dessa matéria que são prejudiciais para os servidores”.

Outra questão debatida foi a situação do Ipasgo. “Não adianta esconder os problemas. Há problemas gravíssimos, como a não cobrança da contrapartida. Então, vamos lutar pelo mandato classista, a recuperação das carreiras. Enfim, por todas essas questões, tomamos a iniciativa para discutir e definir o que é preciso ser feito para 2025 ser um ano de conquistas. Vamos pôr fim a esse cenário terrível para os servidores públicos”, encerrou.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O secretário de Segurança Pública, Renato Brum, destaca que as polícias trabalham com garra e determinação.

(Foto: Divulgação/Governo de Goiás)

Goiás se consolida como um dos estados mais seguros do Brasil, com nenhuma cidade entre as 10 mais violentas do país e redução da criminalidade, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública nesta quinta-feira (18/07). O documento leva em consideração os dados de 2023, em comparação com 2022.

“A polícia goiana como um todo tem cumprido sua função, dentro dos limites das leis, e a população reconhece”, comemorou o governador Ronaldo Caiado.

Redução da criminalidade em Goiás

Um dos principais indicadores é referente ao latrocínio, que caiu 57,6% no período. O homicídio doloso (com intenção de matar) apresentou queda de 11,5% no número de vítimas e de 10,8% no número de ocorrências. No caso de lesões corporais seguidas de morte, o decréscimo foi de 3,7%, na comparação com 2022.

Em relação aos crimes contra o patrimônio, o roubo de cargas apresentou a queda mais expressiva: 52,3%. Na sequência, estão o roubo a residência (-34,5%) e o roubo de veículo (32,7%). Houve ainda queda de 32,3% no número de roubos a transeunte, 21,4% nos furtos de veículos e 9,0% nas ocorrências de tráfico de drogas. Por fim, houve aumento na segurança dos estabelecimentos comerciais, nos quais o índice de roubo caiu quase 27%.

O secretário de Segurança Pública, Renato Brum, destaca que as polícias trabalham com garra e determinação.

“Os resultados positivos são frutos do trabalho incansável das forças de Goiás, em conjunto com as ações estratégicas e o investimento do Governo Estadual na área”, diz. Para o gestor, merece destaque o esforço de integração entre as forças municipais, estaduais e federais, decisivo para o combate à criminalidade.



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O mês de maio se inicia com um importante e potente encontro: o 9º Fórum Nacional de Mulheres no Hip Hop (FNMH2). O evento que aconteceu nesta semana, de 1 a 6 de maio em Vila Velha, Espírito Santo, reuniu mulheres atuante nos 4 elementos do Hip Hop de todos os estados do Brasil.

FNMH2 promove encontros desde 2010, unindo militantes, dirigentes e artistas em prol do fortalecimento da cultura sobretudo na perspectiva feminina. O encontro dessas potentes vozes do movimento no ano que se comemora 50 anos do Hip Hop resultou em um assunto urgente a ser discutido no Fórum Nacional deste ano: Políticas Públicas e Violência de Gênero.

Entre os temas desta edição, “O Hip Hop como Ferramenta de Transformação Social – Um olhar sobre a privação da liberdade individual à privação da dignidade social”, contou com a mediação da pesquisadora Ravena Carmo. Como representante da Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop do Distrito Federal, pesquisadora da Coordenação de Medidas Socioeducativas do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, além de Fundadora do projeto Poesias nas Quebradas, Ravena afirma que é urgente discutir sobre políticas públicas para as mulheres neste momento.

O Fórum Nacional vem reivindicar equidade de gênero e visibilidade para nós mulheres que por muito tempo nos foi negada, vem discutir esse apagamento histórico. Viemos reforçar a nossa participação na cultura hip hop”, explica a pesquisadora.

Ravena Carmo e a rapper Iza Negratcha, em Espírito Santo

O Fórum também discute sobre “A Importância do Diálogo Político no Hip Hop” e a violência de gênero é outra pauta unânime. Ravena cita projetos importantes que devem ser levados adiante como ações de combate e fortalecimento, como “A Casa de Hip Hop para Mulheres”, a exemplo do espaço já existente no Sul do país, fundado pela B.Girl Ceia.

No que tange o combate à violência doméstica, as mulheres do hip hop são excelentes para contribuir com ações de enfrentamento. Nossas armas são os elementos da cultura que nos ajuda a conscientizar a juventude sobre isso”, pontua ela.

Na última semana, um episódio envolvendo o rapper Kaskão, membro do grupo Trilha Sonora do Gueto, em que foi denunciado pela própria filha por assédio sexual, mexeu com a força feminina do movimento Hip Hop no país. A comissão da Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop chegou a se posicionar nas redes sociais sobre o caso: “Não iremos tolerar nenhum tipo de silenciamento ou violência contra mulheres, seja cis, trans travestis, por parte de homens do movimento Hip Hop.”, diz a nota.

Mulheres de Goiás no FNMH2

Pelo menos 15 mulheres atuantes no movimento Hip Hop em Goiás, entre rapper, grafiteiras, Djs e produtoras culturais estão participando do 9º Fórum Nacional de Mulheres No Hip Hop. Entre elas, Luciana Santos, a DJ Lu, que movimenta musicalmente batalhas de rimas na grande Goiânia e representante da Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop em Goiás, além de locutora de uma rádio de Hip Hop e atuante no movimento a quase 10 anos.

DJ Lu afirma que o Fórum é sobretudo um ambiente de acolhimento. “Existe um Regimento Interno que é debatido durante o Fórum e as mulheres de cada estado apresentam suas problemáticas e suas demandas de políticas públicas. O objetivo é encontrar melhorias.”, explica a Dj goiana.

DJ Lu Santos, da Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop Goiás

O Fórum também oportunizou dialogar sobre oportunidades, conhecer sobre editais, leis e lutas por políticas públicas para a comunidade feminina do hip hop.

“É urgente se falar de acessibilidades, oportunidades que ainda falta para as manas e valorização de cada trampo que damos o suor e alma pra estar colocando nas ruas”, cita a rapper goiana Rakel Reis, que participa pela segunda vez do FNMH2.

A rapper e musicoterapeuta Luz Negra, também de Goiás, resumiu o evento como um momento de muito diálogo e de construção, com atividades culturais, batalha de rimas e slam, grafites ao vivo em murais e música.

Vai rolar a gravação de um som com várias mcs/rappers. Eu, Rakel Reis, Sol Mc e Polly Mc de Goiânia vamos participar dessa cypher que deve ser lançada em breve“, adiantou a rapper Luz Negra.

Participaram também do Fórum Nacional de Mulheres do Hip Hop representando Goiás a grafiteira e produtora cultural Tisha, a produtora cultural e rapper Sol Mc, a grafiteira e arte-educadora Kaly, a grafiteira Lisa, a poetiza Polly MC e a b.girl e produtora cultural de Águas Lindas de Goiás Thay Brito.

Saiba mais sobre o 9º Fórum Nacional de Mulheres no Hip Hop aqui.



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