3 de maio de 2026
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Segundo o presidente dos EUA, país persa fabrica vídeos de ataques e manifestações, mas não apresenta provas dos fatos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), disse que o Irã emprega inteligência artificial para fabricar informações sobre a guerra no Oriente Médio. As declarações foram dadas no domingo (15.mar.2026) a bordo do Air Force One, depois de publicação na rede Truth Social.

Na publicação, o presidente disse que os veículos de comunicação mantém “estreita coordenação” com o Irã para disseminar “notícias falsas” geradas por inteligência artificial. O presidente citou 3 casos específicos em que, segundo ele, o país teria usado inteligência artificial para enganar o público.

Segundo o republicano, o Irã mostrou barcos kamikaze inexistentes atacando embarcações no mar. O presidente disse que o país usou IA para representar falsamente um ataque ao porta-aviões USS Abraham Lincoln.

O presidente mencionou que 5 aviões de reabastecimento norte-americanos foram falsamente reportados como atingidos e danificados. Trump afirmou que todos estão em serviço, com exceção de 1, que em breve voltará a voar.

Trump também disse que o jornal The Wall Street Journal publica vídeos falsos de ataques a aviões dos Estados Unidos.

Ele afirmou ainda que imagens mostrando 250 mil iranianos em um comício de apoio ao novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, foram “totalmente geradas por inteligência artificial” e que o evento “nunca aconteceu”.

A agência Reuters confirmou imagens filmadas do porto iraquiano de Basra. As imagens mostravam barcos iranianos carregados de explosivos aparentemente atacando 2 navios-tanque de combustível. Pelo menos 1 tripulante morreu no ataque.

A mídia estatal iraniana afirmou que as forças armadas do Irã atacaram o USS Abraham Lincoln. A alegação não foi amplamente divulgada pela imprensa ocidental.

Diversas manifestações pró-governo se deram no Irã desde o início da guerra. Uma pesquisa da Reuters não encontrou reportagem ocidental que citasse o número de 250 mil participantes mencionado por Trump.

Veículos de comunicação, incluindo a Reuters, publicaram fotos de multidões em Teerã após a nomeação de Khamenei como líder. “A IA pode ser muito perigosa, temos que ter muito cuidado com ela”, disse Trump.



Autor Poder360 ·


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na tarde desta quarta-feira (11/2), durante fiscalização no município de Uruaçu, a quantia de R$ 30 mil em notas falsas de R$ 200. O dinheiro estava escondido em dois pacotes ocultos no painel de um veículo de passeio que transitava pela rodovia BR-153.

Equipes da PRF deram ordem de parada a um carro prata que trafegava pelo km 192 da rodovia. Durante a abordagem, os agentes notaram nervosismo por parte da condutora e inconsistências nas informações prestadas. Diante da suspeita, foi realizada uma vistoria minuciosa no automóvel.

Os policiais localizaram dois pacotes ocultos em um compartimento entre o porta-luvas e o airbag do painel. Dentro deles, havia 150 cédulas de R$ 200 com indícios de falsificação, o que totalizava R$ 30 mil em valor nominal.

Ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal em Goiânia para a continuidade das investigações

A condutora optou por permanecer em silêncio quando questionada. Já o passageiro afirmou ter conhecimento da existência das notas, mas declarou que “acreditava se tratar de quantidade inferior”.

A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal em Goiânia para a continuidade das investigações e demais procedimentos legais.

O crime de moeda falsa, previsto no artigo 289 do Código Penal, é considerado infração contra a fé pública. A pena para o delito varia de três a doze anos de reclusão, além do pagamento de multa.

Os nomes dos dois ocupantes do veículo, detidos no momento da abordagem, não foram divulgados.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Bilhete apreendido durante a operação contendo recados transmitidos por célula da facção. — Foto: Reprodução/Gaeco

Uma operação do Ministério Público de Goiás (MPGO) prendeu dois advogados suspeitos de fazerem parte da célula jurídica da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e usarem da profissão para transmitir recados aos presos. Segundo as investigações, o objetivo da ação era promover falsas denúncias com a intenção de flexibilizar regras internas.

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) afirmou que acompanhou a operação e que “reitera seu compromisso em garantir que os procedimentos legais e as garantias constitucionais sejam integralmente respeitados.” (Veja a nota completa no final da matéria)

Segundo as investigações, os recados entre lideranças e outros integrantes da facção eram repassados pelos advogados por meio de atendimentos em parlatórios – locais específicos para conversas entre presos e advogados em unidades prisionais.

De acordo com o MPGO, dentre as informações transmitidas aos advogados por lideranças do PCC em Goiás, que estão detidas em unidades prisionais especiais por conta da alta periculosidade, estava um plano coordenado para interferir nas rotinas dos presos dentro das unidades, como a saída para o banho de sol e audiências.

Em uma das cartas estava escrito um trecho que descrevia que membros e líderes da organização mantinham uma “sintonia” e apoio aos que ficaram “fora do ar”. (Veja o trecho abaixo)

“Primeiramente um forte e leal abraço a todos sem exceção meus irmãos nois (sic) da sintonia fora do ar estamos de mãos dadas com vocês. Meus irmãos nois (sic) da sintonia fora do ar somos responsáveis por vocês devido o que ocorreu na unidade e vocês terem ficado fora do ar a unidade voltou para a nossa responsabilidade e estamos aqui para apoiá-los no que for preciso e necessário.”

Segundo o MPGO, os advogados também atuariam transmitindo ordens de liderança para que presos promovessem falsas denúncias de torturas e maus tratos junto aos órgãos de controle. O objetivo, segundo as investigações, era forçar a fiscalização por entidades e, dessa maneira, pressionar e obter flexibilidade de regras internas nos presídios de segurança máxima do estado.

“A Ordem dos Advogados do Brasil — Seção Goiás (OAB-GO) informa que, sobre a Operação “Honoris Criminis”, conduzida pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), estão sendo acompanhados os desdobramentos da ação em Anápolis por meio de um representante da Comissão de Direito e Prerrogativas (CDP) da subseção local. Sobre a possível operação também em Valparaíso de Goiás, a OAB-GO desconhece o assunto.

A Seccional Goiana reitera seu compromisso em garantir que os procedimentos legais e as garantias constitucionais sejam integralmente respeitados”.

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