17 de abril de 2026
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O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), decidiu não entrar na disputa pela Presidência da República neste ano e vai cumprir até o fim o segundo mandato à frente do Estado. A decisão foi comunicada nesta segunda-feira (23/3) ao presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, após conversa com a família no domingo (22).

Com isso, Ratinho Jr. deixa a corrida interna do PSD, na qual aparecia como o nome mais forte da legenda nas pesquisas para 2026. A retirada do governador paranaense recoloca no centro da disputa os governadores Ronaldo Caiado, de Goiás, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, que seguem como pré-candidatos do partido.

Ao fim do mandato, em dezembro, Ratinho Jr. disse que pretende se afastar da política para assumir a presidência do Grupo Massa de Comunicação, criado pelo pai, o apresentador de TV Ratinho. Mesmo fora da disputa nacional, ele deve continuar atuando politicamente dentro do PSD e em defesa das pautas da legenda.

Segundo a nota divulgada por sua assessoria (veja íntegra abaixo), o governador avaliou que precisa manter o compromisso assumido com os eleitores paranaenses e dar sequência ao projeto iniciado em 2018. Ratinho Jr. foi reeleito em 2022 com cerca de 70% dos votos válidos.

A decisão também afeta a sucessão no Paraná e frustra a expectativa de parte do partido, que via o governador como favorito de Kassab para a disputa presidencial. Nas sondagens mais recentes, Ratinho Jr. aparecia à frente de Caiado e Leite, chegando a pontuar acima dos dois em alguns levantamentos.

Na pesquisa Quaest mais recente, de março, ele tinha 7% das intenções de voto em cenários de primeiro turno, contra 4% de Ronaldo Caiado e 3% de Eduardo Leite. O bom desempenho nas pesquisas era visto como um dos principais trunfos do governador dentro do PSD.

Mesmo fora da disputa presidencial, o governador afirmou que seguirá à disposição do PSD para contribuir com o debate nacional. A legenda deve agora concentrar seus esforços na definição entre Caiado e Eduardo Leite como nome do partido para a eleição presidencial.

Leia na íntegra da nota do governador

O governador Ratinho Junior decidiu concluir seu mandato no Paraná até dezembro deste ano. Portanto, ele deixa de participar da discussão interna do PSD (Partido Social Democrático), que escolherá um candidato disposto a concorrer às eleições presidenciais deste ano. A decisão foi tomada na noite deste domingo, 22, após profunda reflexão com sua família. O fato foi levado ao conhecimento do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, nesta segunda, 23.

Ratinho está convicto que deve manter o compromisso selado com os paranaenses nas eleições de 2018 e não pode interromper o projeto que tem garantido o ciclo de crescimento econômico do Paraná. Sob a gestão de Ratinho Junior, que alcançou 85% de aprovação, o Estado se consolidou como a melhor educação do Brasil, obteve os menores índices criminais dos últimos 20 anos, o maior investimento em infraestrutura da história, e conquistou, por quatro vezes consecutivas, a excelência em sustentabilidade no Brasil.

O governador do Paraná continuará à disposição do PSD para ajudar o Brasil virar a página do atraso, criar perspectivas mais otimistas para os jovens, ser destravado com menos burocracia, endurecimento de leis criminais e tenha o agronegócio brasileiro como trunfo na competição global entre nações.

Eleito com quase 70% dos votos válidos em 2022, Ratinho permanecerá pautando a sua vida para ajudar o Brasil a partir do Paraná, ao defender um estado menor e mais eficiente, que tem a educação como instrumento para melhorar a vida de jovens e apostando na pacificação e no diálogo como alicerces do Estado Democrático de Direito.

Carlos Massa Ratinho Júnior nasceu numa família humilde em Jandaia do Sul. Mudou para Curitiba ainda criança, onde o pai chegou desempregado na década de 80. A trajetória simples do governador permitiu que ele jamais fosse contaminado pelas benesses do Poder.

Ao encerrar em dezembro essa fase de sua vida, Ratinho Júnior pretende voltar ao setor privado e presidir o Grupo de Comunicação criado pelo pai, o apresentador Ratinho.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Decisão de Eric Adams abre caminho para disputa entre Zohran Mamdani e Andrew Cuomo

Atual prefeito de Nova York, Eric Adams desistiu de sua candidatura à reeleição. Ele concorreria como candidato independente. Sua decisão abre caminho para que Zohran Mamdani (Partido Democrata) e Andrew Cuomo (independente), ex-governador de Nova York, disputem os votos na cidade norte-americana.

Adams fez o anúncio no domingo (28.set.2025), na rede social X. Ele publicou um vídeo de 9 minutos, no qual aparece sentado em uma escada, ao lado de uma foto de sua mãe. Adams declarou que não apoiará nenhum outro candidato e completará seu mandato, que termina em 1º de janeiro de 2026.

Assista ao vídeo, em inglês:

Eleito em 2021, Adams enfrentou processo por corrupção que afetou sua popularidade, embora as acusações tenham sido posteriormente arquivadas pela Justiça. Também foi acusado, em 2024, de agressão sexual por Lorna Beach-Mathura, uma ex-colega de trabalho. Em abril deste ano, havia anunciado que não participaria das primárias democratas.

Adams tem criticado Mamdani, dizendo que falta experiência ao democrata. Adams também afirma que Mamdani apresenta propostas políticas que, segundo ele, não poderiam ser implementadas.

A eleição para prefeito de Nova York está marcada para 4 de novembro. Mamdani é visto como favorito na disputa. O deputado estadual de 33 anos venceu as primárias do Partido Democrata em junho com 43,5% dos votos, contra 36,4% do ex-governador Andrew Cuomo. Derrotado, Cuomo decidiu concorrer como independente, e tenta atrair os eleitores moderados e conservadores insatisfeitos com a guinada progressista do Partido Democrata.

Mamdani, ligado à ala socialista do partido, propõe congelar aluguéis, oferecer transporte público gratuito em linhas municipais de ônibus e criar mercados públicos para enfrentar a alta dos alimentos. O plano seria financiado por US$ 10 bilhões em novos impostos sobre grandes fortunas e corporações. Seu eleitorado concentra-se especialmente entre jovens e movimentos de base. Já Cuomo lidera entre os eleitores negros e judeus, grupos nos quais Mamdani tem desempenho inferior.



Autor Poder360 ·


O país enfrenta uma grave crise econômica, o que leva a críticas à gestão do atual presidente

O presidente da Bolívia, Luis Arce (MAS, esquerda), anunciou na 3ª feira (13.mai.2025) que desistiu de concorrer à reeleição no pleito de agosto. Arce foi proclamado candidato pelo seu partido, o Movimento ao Socialismo.

Arce enfrenta uma grave crise econômica na Bolívia por conta da escassez de dólares e de combustíveis, que minaram sua popularidade. Na última pesquisa eleitoral, divulgada em 27 de março pela Captura Consulting, o atual presidente aparecia com apenas 1% das intenções de voto. Andrónico Rodríguez, atual presidente do Senado boliviano e integrante do MAS, oficializou sua candidatura no sábado (10.mai) e aparecia na liderança, com 18% das intenções de voto.

Ao anunciar a desistência da reeleição, Arce pediu que Rodríguez “assuma o desafio de atuar em função do povo”. O atual presidente pediu que o ex-líder boliviano Evo Morales, que disse em fevereiro que tem intenção de disputar o pleito, não “insista em ser candidato”. Segundo Arce, ter as duas candidaturas dividiria a esquerda e fortaleceria a direita.

Lanço um desafio ao ex-presidente Evo Morales de não insistir em ser candidato à Presidência –1º porque, constitucionalmente, não o pode ser. E, depois, porque a fragmentação do voto só favoreceria a direita. Faço um apelo ao companheiro Andrónico para assumir o desafio de pensar e atuar em função da unidade do povo”, disse, em comunicado.

O presidente da Bolívia afirmou que deseja “a mais ampla unidade da esquerda” e espera que haja um candidato único capaz de derrotar a oposição.

Morales busca retornar ao cenário político por meio da Frente para a Vitória, desafiando uma decisão judicial que o impede de participar do pleito. Figura central na política boliviana, o ex-presidente decidiu lançar sua candidatura fora do MAS.

Já temos o partido para participar das eleições deste ano. Agora, com a Frente para a Vitória, vamos ganhar novamente as eleições nacionais”, afirmou Morales em fevereiro. 



Autor Poder360 ·


O vereador Lucas Kitão (União) decidiu que permanecerá na Câmara Municipal de Goiânia e não vai assumir a Secretaria de Gestão de Negócios e Parcerias (Segen), da prefeitura da capital. Ele havia sido nomeado para o cargo em janeiro, pelo prefeito Sandro Mabel (União), mas não chegou a tomar posse. A decisão, segundo o parlamentar, foi tomada em comum acordo com o prefeito.

“Conforme combinado, eu continuo aqui na Câmara, atualizando a legislação relativa à Segen, para estruturar e modernizar a secretaria”, declarou o vereador ao PORTAL NG, que não descarta assumir a pasta futuramente.

Ao NG, Kitão disse ainda que a escolha do novo secretário é privativa do prefeito, mas ele defende que seja um nome técnico, para desenvolver projetos já definidos.

Kitão foi o primeiro vereador a apoiar a candidatura de Sandro Mabel e teve papel ativo em sua eleição. Ele abriu mão de sua pré-campanha à Prefeitura de Goiânia para se alinhar ao projeto do prefeito, filiando-se ao União Brasil a convite de Mabel e do governador Ronaldo Caiado, presidente estadual da sigla. Nas últimas eleições, Kitão foi o mais votado do partido em Goiânia, com 7.806 votos.

Kitão diz que seguirá na Câmara como um aliado estratégico do prefeito Sandro Mabel, com o objetivo de modernizar normas e impulsionar parcerias público-privadas (PPPs). Ele enfatiza a importância de destravar pautas essenciais, como a autorização de Naming Rights e a atualização de programas como “Adote uma Praça” e “Amigo Verde”, além de articular ações com setores municipais, estaduais e internacionais.

Mesmo sem assumir oficialmente a Segen, Kitão afirma que deixou contribuições significativas na breve passagem pela pasta, como a modernização do sistema de bilheteria do Zoológico e o recadastramento de feirantes, realizados sem custos para o município.



Autor Manoel Messias Rodrigues