Mais de 6,6 mil famílias podem perder moradia por conflito agrário em Goiás
Lidiane 15 de abril de 2026
CRISE FUNDIÁRIA EM GOIÁS
Cerca de 60 acampamentos vivem sob risco iminente de expulsão em Goiás; força-tarefa tenta substituir despejos violentos
Acordo entre órgãos federais e estaduais busca destravar desapropriações paradas e garantir indenizações (Foto: caminandolibertad)
Mais de 6,6 mil famílias podem perder moradia em áreas de conflito agrário em Goiás por conta da demora para ter resoluções nos processos. Atualmente, o cenário fundiário no território goiano é de tensão. São mais de 60 acampamentos espalhados pelo estado, onde milhares de pessoas vivem sob a sombra de ordens de despejo que podem ser executadas a qualquer momento.
Para destravar oito processos fundiários que são considerados prioridade, representantes do Ministério Público de Goiás (MPGO) estiveram em Brasília, na sede do Incra, na terça-feira (14/4), onde participaram de uma reunião decisiva. A intenção é substituir a insegurança e o risco de reintegrações de posse violentas por cronogramas claros de desapropriação e assentamento, garantindo que quem produz no campo tenha, finalmente, a segurança jurídica para trabalhar.
Leia também

Foco nos conflitos de Catalão, Formosa e Piranhas
A força-tarefa que reuniu o Incra, o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), o MP e a Defensoria Pública, colocou na mesa casos emblemáticos onde a produção agrícola já é uma realidade, mas a posse da terra ainda é instável:
- Acampamento Oziel Alves (Catalão): Consolidada desde 2017, a ocupação aguarda que o Incra defina os prazos para a desapropriação. Sem isso, as famílias que já produzem no local enfrentam a ameaça constante de perderem tudo o que construíram em quase uma década.
- Acampamento Dom Tomás Balduíno (Formosa): Com 218 famílias cadastradas, o processo de desapropriação por interesse social avançou em 2025, mas a imissão na posse e o cronograma de assentamento definitivo ainda dependem de fluxo financeiro do governo federal.
- Fazenda Tucum (Piranhas): Apesar de estar em fase avançada de compra e venda, o local sofre com entraves jurídicos, como penhoras e irregularidades dominiais, que mantêm os trabalhadores rurais em estado de alerta.

A estratégia da autocomposição
De acordo com o promotor de Justiça Márcio Lopes Toledo, o MP-GO tem atuado por meio do Centro de Autocomposição (Compor) para mediar essas crises. O objetivo é garantir que o proprietário da terra receba uma indenização justa e que as famílias de interesse social recebam o título da terra, encerrando ciclos de violência que duram anos.
“Queremos evitar reintegrações de posse violentas e priorizar a negociação”, afirma o promotor. Para as famílias acampadas, o sucesso dessas reuniões em Brasília é a única barreira que os separa da perda total de suas moradias e do sustento que retiram da terra.
A meta agora é pacificar o campo em Goiás por meio de atualizações processuais e recursos orçamentários, transformando ocupações instáveis em assentamentos produtivos e devidamente legalizados.
Leia também
A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Municipal de Uruaçu, deflagrou nesta quarta-feira (25/3) a Operação Bandeirante e deu cumprimento a mandados judiciais de busca e apreensão, além de medidas cautelares de proibição de acesso ao local dos fatos e de suspensão da posse e do porte de arma de fogo dos investigados.
A ação contou com apoio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Uruaçu e foi desencadeada a partir de uma investigação sobre conflito possessório na Comunidade do Grotão, na zona rural do município, onde moradores relatam ameaças e intimidações armadas.
A comunidade reúne mais de 100 propriedades e abriga mais de 150 famílias, estabelecidas no local há mais de 20 anos. Trata-se, segundo os relatos, de uma comunidade tradicional de posseiros, organizada e com registro formal em CNPJ, que mantinha convivência pacífica até os episódios mais recentes.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos um revólver calibre .38 e uma foice, objetos que, segundo a investigação, teriam sido usados para intimidar as vítimas. Também ficou determinada a proibição de os investigados acessarem ou permanecerem na Comunidade do Grotão, com distância mínima de 1.000 metros do local.
Com a adoção das medidas, a Polícia Civil afirma ter atuado para conter o conflito e reduzir o risco de novos episódios, contribuindo para a preservação da ordem e da segurança na região.
Ameaça e intimidação de homens armados
Desde o início do ano, os moradores da comunidade, localizada às margens do Lago Serra da Mesa, vivem sob clima de tensão e insegurança diante da circulação recorrente de homens armados em suas propriedades. De acordo com o portal Jucimar Alves, no dia 3 de fevereiro, por volta das 16h, homens entraram em áreas particulares sem autorização.
O fato foi registrado por câmeras de segurança de um morador, que mostram os indivíduos circulando dentro das ocupações da comunidade.
Na manhã do dia seguinte, em 4 de fevereiro, por volta das 8h, os mesmos homens teriam retornado ao local para realizar medições de terras, novamente sem apresentar documentos, ordem judicial ou qualquer identificação oficial. A situação ampliou o medo entre os moradores.
Imagens feitas pelos próprios moradores reforçam a gravidade da denúncia. Em um dos registros, um homem aparece à frente portando uma foice, enquanto outro manuseia equipamentos de medição topográfica. Também é possível notar uma arma de fogo em um coldre preso à cintura de um dos envolvidos.
Os moradores afirmam ainda que o caso já está judicializado, o que torna a situação ainda mais preocupante. Eles sustentam que não houve apresentação de documentos legais e classificam a entrada dos homens na área como uma invasão arbitrária acompanhada de intimidação armada.
Na época dos fatos, a Polícia Militar foi acionada, mas, quando a equipe chegou ao local, os homens já haviam deixado a área. A ocorrência foi então encaminhada à Delegacia Municipal da Polícia Civil de Uruaçu.
A intensificação do confronto entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, e retaliações, amplia incertezas sobre fluxos de comércio e preços de energia, com reflexos diretos e indiretos para o Brasil
A intensificação do confronto entre Estados Unidos e Israel contra o Irã amplia as incertezas sobre fluxos de comércio e preços de energia. O movimento pode ter reflexos diretos e indiretos para o Brasil, inclusive com risco de frear a queda dos juros.
A ofensiva e as retaliações no Golfo atingem rotas estratégicas de petróleo e mercados relevantes para o agronegócio brasileiro, setor que concentra a maior parte das exportações nacionais à região.
Bahrein, Qatar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Jordânia foram bombardeados em retaliação aos ataques norte-americanos ao Irã. Esses países concentram parte relevante das exportações brasileiras de commodities e influenciam o preço internacional do petróleo —variável central para inflação, câmbio e juros.
Exportações e agronegócio
Dados do Comex Stat indicam que o Brasil exportou cerca de US$ 3 bilhões ao Irã em 2025. Desse total, US$ 2,5 bilhões (83,3%) foram produtos do agronegócio.
Entre os itens agrícolas, o milho respondeu por 79,3% e a soja por 22,5%.
Os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita também figuram entre destinos relevantes, com US$ 3,1 bilhões e US$ 4,8 bilhões em exportações brasileiras, respectivamente.
Risco para petróleo e juros
O ex-secretário de Comércio Exterior do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Welber Barral, afirmou que o impacto dependerá da eventual expansão do conflito. Segundo ele, já há atrasos em cargas aéreas e preocupação com o Estreito de Ormuz.
“Esses países são grandes importadores de commodities agrícolas, principalmente do Brasil. Mesmo o Irã, que já importa bastante, ainda tem comércio que passa por Omã e Emirados”, disse.
O advogado tributarista Luís Garcia, sócio do Tax Group, afirmou que o 1º efeito é a dificuldade de planejamento comercial no curto prazo. Segundo ele, o controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz pressiona o fluxo global de petróleo e tende a elevar prêmios de risco.
“O petróleo já subiu mais de 8% e isso tem impacto direto na inflação dos países”, declarou. Para ele, o barril pode se aproximar de US$ 100 em caso de escalada regional, o que pressionaria o dólar e ampliaria custos de energia e frete.
Garcia disse que o Brasil tem relação comercial limitada com o Irã no setor industrial, mas é sensível ao preço do petróleo. “Com pressão inflacionária, você segura a queda da taxa de juros. Pode afetar, inclusive, a decisão da próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária)”, afirmou.
O impasse ocorre em momento de tentativa de redução gradual da Selic. Caso a alta do petróleo e do dólar se consolide, o Banco Central do Brasil pode manter os juros elevados por mais tempo, com impacto sobre a atividade econômica e o custo do crédito.
Para exportadores de petróleo, como a Petrobras, há ganho de receita. O efeito líquido para a economia, no entanto, tende a ser inflacionário.
Logística e cadeias globais
A instabilidade no Golfo também encarece seguros marítimos e reorganiza rotas portuárias e conexões internacionais. Companhias têm evitado hubs como Dubai, Doha e Abu Dhabi.
Tensões envolvendo Dubai podem comprometer arranjos operacionais usados para comércio e pagamentos internacionais, elevando incerteza e custos de transação.
O presidente da Federação da Indústria do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, afirmou que a indústria brasileira está inserida em cadeias globais e que instabilidades em rotas estratégicas repercutem em fretes, seguros e energia.
“O acompanhamento atento do cenário internacional é fundamental para mitigar riscos e preservar a competitividade das empresas”, declarou.
A vice-prefeita de Goiânia, coronel Cláudia Lira (Avante), desembarcou na noite desta quarta-feira (18/6) de uma viagem de missão oficial a Israel, onde participou da Muniexpo 2025. O evento internacional é voltado à inovação e gestão pública municipal. A viagem ocorreu em meio ao agravamento dos conflitos entre Israel e Irã, o que forçou a comitiva a se abrigar em bunkers e deixar o país por uma rota alternativa, passando pela Jordânia, Arábia Saudita, Espanha, África e Natal até chegar ao Brasil.
Durante entrevista coletiva no aeroporto de Goiânia, Cláudia relatou os momentos de tensão vividos no exterior. “O maior susto foi quando começaram os ataques com mísseis. Recebíamos os alertas por um aplicativo no celular… o segundo sinal indicava que devíamos ir imediatamente para o abrigo mais próximo. Como militar, procurei manter o equilíbrio”, relatou. “Graças a Deus, estamos de volta”, afirmou a vice-prefeita, destacando a serenidade com que a comitiva enfrentou a situação.
Mesmo com parte da programação cancelada, a vice-prefeita da capital afirmou que a missão foi considerada produtiva. A comitiva, convidada pela Agência de Cooperação Internacional Mashav, conheceu tecnologias em segurança pública, planejamento urbano e defesa civil. “Conseguimos ver sistemas de alerta e câmeras inteligentes que poderão ser adaptados para Goiânia. O aplicativo de alarme que usamos lá é um exemplo prático que queremos implementar aqui”, explicou Cláudia.
A vice-prefeita reforçou que todos os custos da viagem foram arcados pelo governo de Israel, sem despesas para a Prefeitura de Goiânia. “Passagens, hospedagem, alimentação, visitas técnicas e inscrições foram custeadas pelos anfitriões. Essa experiência foi enriquecedora e nos traz esperança para transformar Goiânia num lugar ainda mais seguro e moderno”, disse. Ela também destacou a importância de converter os aprendizados em ações concretas para a capital.
A missão oficial teve início em 9 de junho e reuniu autoridades municipais brasileiras em um curso de capacitação oferecido pela Mashav. O foco era o desenvolvimento urbano e a segurança pública, mas a agenda foi parcialmente afetada pela escalada do conflito no Oriente Médio. Cláudia Lira agora pretende aplicar os conhecimentos adquiridos para aprimorar políticas públicas em Goiânia, especialmente na área de segurança e gestão emergencial.
Diplomacia brasileira condenou ataque israelense por “violar a soberania” iraniana, que revidou o bombardeou Tel Aviv
A nota do governo Lula condenando o ataque de Israel ao Irã na 6ª feira (13.jun.2025) foi criticada por congressistas de oposição. O comunicado publicado pelo Ministério das Relações Exteriores disse que ação israelense “viola a soberania” iraniana e ameaça “mergulhar toda a região em conflito de ampla dimensão”.
O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse que Israel ataca a infraestrutura militar iraniana enquanto o Irã mira em civis israelenses. Segundo ele, “o Itamaraty não enxerga diferença nestas condutas”. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa que Lula “não tem moral para opinião sobre nada neste conflito”.
O Grupo Parlamentar Brasil-Israel, presidido pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), também se manifestou contra o posicionamento da diplomacia brasileira. Em nota assinada pelo congressista, o grupo afirma que o governo Lula “mais uma vez, escolhe se alinhar aos que disseminam o terror”, referindo-se a Teerã.
Outros deputados foram às redes sociais para criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela nota do Itamaraty. Eis as declarações:




A nota do Ministério das Relações Exteriores na 6ª feira (13.jun) foi a 64ª do governo Lula condenando ações de Israel na guerra contra Irã, Hamas e Hezbollah. Desde o início do conflito, em 7 de outubro de 2023, foram 10 notas repreendendo ações militares contra Israel.
DIREITOS CIVIS NO IRÃ
A teocracia do Irã adota leis rígidas sobre o uso de vestimentas femininas que cobrem parcialmente o resto e sobre a população LGBTQIA+.
Em dezembro de 2024, o país persa suspendeu a implementação da “lei do hijab e da castidade”, que determinava penas mais rígidas para mulheres que não utilizassem o véu ou o colocassem de maneira incorreta. As punições variavam de multas a prisão e até pena de morte.
Apesar disso, em 2022 a jovem Mahsa Amini foi morta pela polícia moral iraniana por não utilizar corretamente o hijab. O hijab é um tipo de véu islâmico usado para esconder o cabelo, o pescoço e o busto das mulheres. É diferente do niqab, que deixa apenas os olhos a mostra, e da burka, que cobre todo o rosto.
A morte de Amini provou protestos da população contra o governo, que culminaram no fim da polícia moral.
A pessoas detidas por práticas homossexuais, contudo, ainda há pena de morte. A pena capital também é aplicada contra cidadãos condenados por consumo e venda de drogas e a dissidentes do governo. Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), o Irã executou 901 pessoas em 2025, sendo 31 mulheres. Foi o maior número em 15 anos.
Grupo rebelde jihadista avança em direção ao sul do país; objetivo é a cidade de Homs, a cerca de 160 km da capital Damasco
A coalizão rebelde liderada pelo grupo jihadista HTS (Hayet Tahrir al-Sham) continua seu avanço em direção ao sul da Síria. Objetivo é chegar à cidade de Homs, a cerca de 160 km da capital Damasco, de onde milhares de pessoas fugiram pela aproximação rebelde. O HTS já tomou o controle das cidades de Aleppo e Hama para conseguir chegar até Homs.
O Instituto para o Estudo da Guerra possui dados que mostram o controle estimado do território sírio. Em amarelo estão as forças do governo de al-Assad. Em azul, os rebeldes do grupo islâmico fundamentalista HTS (Hayat Thrir al-Sham), que avança rumo a Homs. Em verde escuro, as Forças Democráticas Sírias, uma aliança de sírios de origem curda, árabes e de outras etnias que luta por um governo democrático e secular no país. Em verde claro, controle conjunto com o governo sírio. Em cinza oposição e militares dos EUA. Em roxo, oposição e militares da Turquia.
A campanha militar iniciada na semana passada reacendeu um conflito que estava parado há anos e mexeu com a organização do território. Os jihadistas vão em direção a Homs, controlada pelo governo. Já as tropas do exército sírio, apoiadas pelo Irã, foram vistas se retirando da cidade de Deir Ezzor, no leste, em direção à região central, sob ataque rebelde.
As Forças Democráticas da Síria enviaram suas tropas estacionadas no nordeste do país para áreas de onde os homens de Assad se retiraram, em Deir Ezzor e a oeste do Rio Eufrates.
O Irã retirou na 6ª feira (6.dez.2024) chefes militares e outras autoridades da Síria depois dos avanços territoriais dos rebeldes contrários ao presidente Bashar al-Assad em direção a Homs. O controle da cidade, a 3ª maior da Síria, é considerado crucial para ambos os lados da guerra civil por conta de sua importância estratégica e logística em conflitos.
Depois das ofensivas, o Líbano e a Jordânia anunciaram o fechamento das fronteiras com a Síria. Damasco, ainda sob controle das forças de Bashar al-Assad, foi a única cidade que manteve sua fronteira aberta com os países vizinhos.
A Rússia e os EUA falaram para seus cidadãos deixarem a Síria. Os governos de Egito e Jordânia pediram a saída do presidente Bashar al-Assad da Síria.



Posts recentes
- Prefeitura eleva a R$ 50 mil multa a agressor após morte de cão
- Desembargadora compara corte de penduricalhos com escravidão
- Homem morre e mulher fica ferida após tiroteio em distribuidora de Catalão
- Semana em Goiás será de sol com queda da umidade do ar
- Silvânia recebe mutirão de serviços do Legislativo
Comentários
Arquivos
- abril 2026
- março 2026
- fevereiro 2026
- janeiro 2026
- dezembro 2025
- novembro 2025
- outubro 2025
- setembro 2025
- agosto 2025
- julho 2025
- junho 2025
- maio 2025
- abril 2025
- março 2025
- fevereiro 2025
- janeiro 2025
- dezembro 2024
- novembro 2024
- setembro 2024
- agosto 2024
- julho 2024
- junho 2024
- maio 2024
- abril 2024
- março 2024
- fevereiro 2024
- dezembro 2023
- novembro 2023
- outubro 2023
- setembro 2023
- agosto 2023
- julho 2023
- junho 2023
- maio 2023
- abril 2023
- janeiro 2023
- outubro 2022
- setembro 2022
- julho 2022
- junho 2022
- maio 2022
- março 2022
- janeiro 2022
- dezembro 2021
- novembro 2021
- outubro 2021
- setembro 2021
- agosto 2021
- julho 2021
- junho 2021
- maio 2021
- agosto 2020
- julho 2020
- junho 2020
- maio 2020
- abril 2020
- fevereiro 2020
- janeiro 2020
- dezembro 2019
- novembro 2019
- outubro 2019
- setembro 2019
- agosto 2019
- julho 2019
- junho 2019
- maio 2019
- abril 2019
- março 2019
- fevereiro 2019
- janeiro 2019
- dezembro 2018
- novembro 2018
- outubro 2018
- setembro 2018
- agosto 2018
- julho 2018
- junho 2018







