17 de abril de 2026
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Representante dos consumidores de energia critica remate e diz que contratação de térmicas elevará custos e emissões

A FNCE (Frente Nacional de Consumidores de Energia) criticou o resultado do LRCAP 2026 (Leilão de Reserva de Capacidade), realizado pelo governo federal na 4ª feira (19.mar.2026), e afirmou que a medida pode elevar em ao menos 10% a conta de luz dos brasileiros nos próximos anos.

O leilão, que contratou cerca de 19 GW (gigawatts) de potência –quase integralmente de usinas termelétricas a gás natural, além de projetos a carvão, irá criar um custo anual estimado em até R$ 39 bilhões ao setor elétrico, segundo a frente. Esses valores, na avaliação da FNCE, tendem a ser repassados às tarifas pagas pelos consumidores.

“Ao insistir em beneficiar diversos grupos de geração obrigará os consumidores brasileiros a contratar muito mais do que o necessário fontes de energia mais caras e mais poluentes”, afirmou por meio de nota. 

O LRCAP é um mecanismo usado para garantir que o sistema elétrico tenha capacidade disponível para atender à demanda em momentos críticos, como períodos de seca. Nesses leilões, os empreendimentos são remunerados pela disponibilidade de geração, e não apenas pela energia efetivamente produzida.

Para a FNCE, no entanto, o certame teve baixa concorrência e privilegiou fontes mais caras e poluentes. A representação de consumidores afirma que o nível de deságio foi reduzido (13,6%), indicando pouca disputa entre os participantes e preços elevados.

O presidente da frente, Luiz Eduardo Barata, disse que o volume contratado é “excessivo” e criticou a condução da política energética. Segundo ele, o Ministério de Minas e Energia teria cedido à pressão de agentes do setor de geração ao priorizar termelétricas em vez de adotar critérios mais neutros entre fontes.

Afirmou que além dos contratos firmados no leilão, os consumidores ainda terão de arcar com os custos de combustível quando as usinas forem acionadas, o que pode ampliar o impacto nas tarifas. Entre os efeitos indiretos, a FNCE cita pressão sobre a inflação e aumento das emissões de gases de efeito estufa.

Uma nova rodada do LRCAP está agendada para a 6ª feira (20.mar), com foco na contratação de usinas movidas a óleo, o que, segundo a entidade, pode elevar ainda mais os custos do sistema.



Autor Poder360 ·


Foram R$ 5,45 mi em um tomógrafo e outros R$ 2,14 mi em um mamógrafo, além de R$ 460 mil na revitalização de um hospital do DF

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, realizou no sábado (31.mai.2025) a entrega de um tomógrafo computadorizado e um mamógrafo com capacidade de realizar biópsia durante a inauguração da nova UDI (Unidade de Diagnóstico por Imagem), do Hospital Universitário de Brasília.

“São equipamentos importantes para reduzir o tempo de espera. Só esse tomógrafo, tem a capacidade de a gente realizar, por ano, o atendimento de metade da população que está na fila esperando uma tomografia aqui no DF”, afirmou o ministro.

O Tomógrafo Computadorizado Multislice é um equipamento capaz de realizar 1.200 exames ao mês, podendo atingir cerca de 15.000 tomografias ao ano. Tem 80 canais de captação de imagens em 160 cortes, o que permite cobrir mais detalhes da anatomia, além de necessitar de menos movimentação durante o exame.

Foram investidos no tomógrafo R$ 5,45 milhões e no mamógrafo outros R$ 2,14 milhões, do REHUF (Programa de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais), do Ministério da Educação.

De acordo com o Ministério da Saúde, com o investimento, a mamografia realizada na unidade também será mais ágil, já que o equipamento exibe a imagem instantaneamente, sem a necessidade de leitura de placa. O mamógrafo permite ainda a coleta de material para biópsia e diagnóstico de câncer de mama com mais conforto para a paciente.

O novo equipamento tem capacidade de realização de cerca de 200 exames ao mês, podendo atingir até 3.500 exames ao ano.

As melhorias em salas de ultrassom, recepção e sanitários públicos também receberam investimentos de mais R$ 460 mil para revitalização da Unidade de Diagnóstico por Imagem do hospital.

Segundo o ministro, a medida, além de reforçar a capacidade de diagnóstico do SUS, também é um investimento em educação e na melhoria da formação de profissionais do setor.

“Isso aqui significa um esforço do Ministério da Saúde, do Ministério da Educação e da Ebserh que é a maior rede pública de hospitais universitários do Sul Global e envolve mais de 40 hospitais universitários em todo o Brasil”, disse Padilha.



Autor Poder360 ·


Lideranças políticas de expressão nacional compareceram ao lançamento da pré-candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), à presidência da República, nesta sexta-feira (4/4) em Salvador (BA). Entre os presentes estavam o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (UB), o ex-senador Agripino Maia (UB), o deputado federal e presidente do Solidariedade, Paulinho da Força e o senador Sérgio Moro (UB), além do prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), e do vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto.

ACM Neto destacou a necessidade de unir as forças da oposição para enfrentar o PT nas urnas em 2026, em um momento em que o União Brasil discute uma possível fusão com o partido Progressistas. O presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, não compareceu ao evento.

“Caiado está dando o primeiro passo. Ele reúne experiência, resultado e tem musculatura para ganhar projeção nacional. O ideal é que todos os projetos que se opõem ao atual governo se unam em torno de um nome forte – e Ronaldo Caiado tem se mostrado cada vez mais preparado para essa missão”, afirmou o vice-presidente.

Bruno Reis, prefeito de Salvador (ao centro), com Caiado e ACM Neto

O evento foi conduzido pelo anfitrião, o prefeito Bruno Reis, que prestou homenagem ao governador, enfatizando sua trajetória e influência.

“Sinto orgulho de receber esse evento em Salvador. Quando iniciei minha vida pública, me inspirei em alguns exemplos – e um deles é o senhor, governador. O único título de cidadão que propus como deputado foi para o senhor”, lembrou Reis.

Ele também ressaltou a capacidade de Caiado para transformar a segurança pública.

“O que o senhor fez pela segurança em Goiás, em sete anos, a Bahia não conseguiu em quase duas décadas. É de líderes assim que o Brasil precisa”, declarou, recebendo aplausos.

O senador Sérgio Moro, reforçando o tom de firmeza na segurança, disse que o país precisa de um presidente que seja firme contra o crime.

“Caiado é esse nome”, resumiu.

Moro criticou o discurso que retrata o criminoso como vítima, afirmando que isso “enfraquece o país” e citou a queda de 22% nos homicídios durante seu período como ministro.

O brasileiro não aguenta mais esse governo Lula’

Ao falar com exclusividade ao PORTAL NG, o senador Sérgio Moro (foto) reafirmou seu apoio à pré-candidatura de Ronaldo Caiado para presidente e pediu união da direita brasileira contra o governo Lula.

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública criticou o governo petista na gestão da segurança pública e da economia brasileira.

“É uma data importante, em que a gente está vendo esse governo Lula se derreter, inflação alta de alimentos. Quanto à segurança pública, simplesmente não existe política de segurança pública no Brasil”, acrescentou, ao tecer elogios ao correligionário goiano.

“O União Brasil está aqui prestigiando a pré-candidatura do Ronaldo Caiado, governador que tem excelentes resultados lá em Goiás, exatamente pra gente mudar o Brasil daqui a dois anos, porque o brasileiro não aguenta mais esse governo Lula”, finalizou

Presenças – Entre as autoridades presentes no evento também estavam a vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos (PDT); o deputado estadual baiano Pedro Tavares (UB); os deputados federais Otoni de Paula (MDB/RJ) e Rosângela Moro (UB/SP); o prefeito de Natal, Paulinho Freire (UB); o prefeito de Ilhéus, Valderico Júnior (UB).



Autor Manoel Messias Rodrigues


Proposta inclui uso do anfiteatro para adicionar quase 1.000 lugares, visando maior público em jogos

O Palmeiras avalia a possibilidade de expandir a capacidade do Allianz Parque em dias de jogos. A proposta inclui a utilização da área do anfiteatro, arenas ovais ou circulares rodeadas de degraus a céu aberto, situada atrás de um dos gols, especificamente no setor “Gol Norte” onde geralmente as torcidas organizadas do clube ficam em dias de jogos. O espaço pode acomodar quase 1.000 pessoas.

A ideia de estabelecer um “setor popular” nesse local foi considerada, mas enfrenta desafios, principalmente de acesso. Atualmente, o acesso ao anfiteatro se dá pelo “Gol Norte”, na Avenida Francisco Matarazzo, que permite entrada a todo o espaço, não apenas ao setor mencionado. O local não possui entrada exclusiva nem banheiros para os torcedores, o que exige adaptações além da simples liberação dos assentos, segundo informações da ESPN.

A alternativa de expandir a arquibancada existente, ao invés de criar um novo setor, também está em análise. O Palmeiras obteve o direito de usar o espaço do anfiteatro em dias de jogos a partir de outubro de 2024, depois de um acordo com a WTorre/Real Arenas. O acordo encerrou uma longa disputa judicial e resultou na concessão de R$ 117 milhões ao clube, além do uso de propriedades do estádio, incluindo o anfiteatro.

Atualmente, o Allianz Parque tem capacidade para 43.713 espectadores em dias de jogos. O recorde de público foi alcançado em 2023, durante uma partida contra o Corinthians pelo Campeonato Brasileiro, que terminou com vitória do Palmeiras por 2 a 1 e atraiu um grande número de torcedores. Com a expansão proposta, a capacidade do estádio poderia chegar a quase 45 mil pessoas.



Autor Poder360 ·