Um raio atingiu manifestantes durante um ato na Praça do Cruzeiro, em Brasília, na tarde deste domingo (25/1). Os participantes estavam na chamada “Caminhada pela Liberdade”, convocada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), quando ocorreu a descarga elétrica.
A queda do raio aconteceu sobre um guindaste na praça. A corrente elétrica desceu pelo equipamento e atingiu dezenas de pessoas que participavam do evento. O episódio causou momentos de pânico entre os presentes no ato final da caminhada.
De acordo com um policial militar, cerca de 15 pessoas precisaram de atendimento imediato. Até o momento, o Corpo de Bombeiros e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal não divulgaram dados oficiais consolidados sobre o incidente.
Os feridos foram encaminhados ao Hospital de Base (HBDF) e ao Hospital Regional da Asa Norte (HRAN). O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal informou que foi acionado por volta das 12h50 para atender a uma ocorrência com múltiplas vítimas. A causa foi uma descarga atmosférica na região.
Segundo o balanço da corporação, 72 pessoas foram atendidas no local. Desse total, 42 estavam estáveis, conscientes e orientadas. Outras 30 vítimas precisaram de transporte para o HBDF e o HRAN. Entre estas, oito apresentavam condições clínicas instáveis.
As equipes de resgate realizaram triagem, atendimento pré-hospitalar e transporte das vítimas. Todos os procedimentos seguiram os protocolos operacionais do Corpo de Bombeiros.
Até as 15h, 35 vítimas já haviam sido internadas no Hospital de Base e no Hospital Regional da Asa Norte. De acordo com a Secretaria de Saúde, todos os pacientes estão estáveis. Nenhum óbito foi registrado em decorrência do incidente.
O ato reuniu milhares de pessoas, mesmo com a forte chuva que atingia a capital federal. Nikolas Ferreira iniciou uma caminhada de cerca de 240 quilômetros a partir da cidade de Paracatu para defender pautas da direita.
Entre os temas defendidos pelo deputado estão a anistia e a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao PL da Dosimetria. Este projeto prevê a redução de penas dos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro. Com o crescimento do movimento, o Gabinete de Segurança Institucional cercou o Palácio do Planalto com grades.
Manifestação na capital carioca, realizada em Copacabana, reuniu cerca de 18.900 pessoas e protestou contra a anistia
As manifestações deste domingo (14.dez.2025) contra o PL da Dosimetria no Rio reuniram diversos artistas da TV Globo. Entre eles: Camila Pitanga, Fernanda Torres, Paulo Vieira, Lucas Righi, Luis Miranda, Heloisa Périssé, João Vicente de Castro, Vinicius Teixeira, Sophie Charlotte, Alinne Moraes e Alessandra Negrini.
A TV Globo afirma em seu código de ética e conduta, publicado em novembro de 2021, que artistas contratados podem participar de ações políticas fora do local de trabalho e das horas de expediente.
O documento só proíbe que sejam usados recursos ou imagens da empresa. Eis a íntegra (2,4 MB).
Veja vídeo que reúne alguns dos artistas presentes no ato:
Artistas manifestam no Rio de Janeiro contra o Congresso e os desmandos de Hugo Motta.
SEM DOSIMETRIA pic.twitter.com/4wO25MUa2J
— Cídya Mara🚩 (@arc_maiana) December 14, 2025
O ATO
O ato na capital carioca, realizado na praia de Copacabana às 14h, reuniu cerca de 18.900 pessoas no pico da manifestação, segundo o Monitor do Debate Político, da USP (Universidade de São Paulo).
A mobilização “Ato Musical/Congresso Inimigo do Povo” foi convocada pela Frente Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular depois de a Câmara aprovar o PL (Projeto de Lei) da Dosimetria na madrugada de 4ª feira (10.dez.2025). O texto é uma alternativa ao PL da Anistia e estabelece redução de penas de condenados pela invasão dos prédios dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.
Participaram também do ato o político Glauber Braga (Psol-RJ) e os cantores Lenine, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Emicida, Xamã, Fernanda Abreu, Duda Beat, Baco Exu do Blues, Tony Bellotto e Moreno Veloso.
Marcha cobrou demarcação, proteção ambiental e mais políticas para a Amazônia
Belém foi palco de uma manifestação, na noite de 5ª feira (13.nov.2025), que reuniu centenas de integrantes e apoiadores das comunidades extrativistas. De acordo com as lideranças do movimento, o ato principal celebrou os 40 anos de atuação do CNS (Conselho Nacional das Populações Extrativistas).
Celebração histórica, a manifestação teve um caráter de reivindicação. A ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, estava presente e colocou na cabeça uma “poronga”, uma lamparina usada por seringueiros no trabalho extrativista da borracha.
A concentração teve início no bairro da Pedreira, próximo do centro dos debates da COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima). Cartazes, faixas e palavras de ordem reforçaram a luta pela demarcação de territórios e pelo reconhecimento dos serviços ambientais prestados pelos povos da floresta.
O aniversário de 40 anos do CNS serviu como principal mote da marcha. Fundado em um período de grande conflito agrário, o conselho representa o legado de lideranças históricas, como Chico Mendes, e sua atuação tem sido crucial na articulação de políticas públicas voltadas à proteção das reservas extrativistas.
Entre as principais demandas levantadas pelos extrativistas, estão a urgente implementação de programas de fomento à produção sustentável, o combate ao desmatamento ilegal e a garantia de segurança contra ameaças. Os participantes enfatizaram a necessidade de maior investimento em educação e saúde para as comunidades que vivem na Amazônia e em outros biomas.
Veja fotos de Marina Silva no ato:
Marina Silva com a lamparina “poronga”, com biocombustível de andiroba e copaíba, enquanto discursa em ato em defesa da floresta viva, dos direitos territoriais e da responsabilidade climática global, em Belém
Marina Silva com a lamparina “poronga”, com biocombustível de andiroba e copaíba, enquanto discursa em ato em defesa da floresta viva, dos direitos territoriais e da responsabilidade climática global, em Belém
Marina Silva com a lamparina “poronga”, com biocombustível de andiroba e copaíba, enquanto discursa em ato em defesa da floresta viva, dos direitos territoriais e da responsabilidade climática global, em Belém
Marina Silva com a lamparina “poronga”, com biocombustível de andiroba e copaíba, enquanto discursa em ato em defesa da floresta viva, dos direitos territoriais e da responsabilidade climática global, em Belém
Manifestação contra a anistia e a PEC da Blindagem reuniu 43.400 pessoas em São Paulo, segundo cálculo do Poder360
A manifestação convocada pela esquerda contra a anistia e a PEC da Blindagem reuniu cerca de 43.400 pessoas na tarde deste domingo (21.set.2025) na avenida Paulista, segundo cálculo do Poder360.
Assim como em outras capitais do país, o ato na região central de São Paulo teve a presença de movimentos sociais, políticos e artistas. As imagens aéreas do vídeo abaixo foram captadas às 15h50.
Assista ao vídeo (1min59):
Medidas da Câmara
Na 3ª feira (16.set.2025), a Câmara dos Deputados aprovou a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) nº 3 de 2021, apelidada de PEC da Blindagem. A medida permite que deputados e senadores só sejam presos em flagrante por crimes inafiançáveis previstos na Constituição, como racismo e terrorismo. Mesmo em flagrante, a manutenção da prisão ou da investigação depende de decisão da Casa em até 24h.
A proposta também estabelece que um deputado ou senador só poderá ser processado durante o mandato se os colegas aprovarem. O texto também amplia o foro privilegiado no STF (Supremo Tribunal Federal) para presidentes nacionais de partidos com representação no Congresso. O projeto ainda precisa de aprovação no Senado para entrar em vigor.
Na 4ª feira (17.set.2025), a Câmara aprovou a urgência do PL (Projeto de Lei) da Anistia, que busca perdoar crimes de condenados por tentativa de golpe e pela invasão dos prédios dos Três Poderes em 8 de janeiro. Com a urgência, o projeto pode ir direto ao plenário, sem passar por comissões. O projeto precisa passar pelos plenários da Câmara e do Senado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também pode vetá-lo.
Situação da blindagem
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado definiu na 6ª feira (19.set.2025) o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) como relator da PEC da Blindagem. O congressista já se posicionou contra a proposta e afirmou que recomendará sua rejeição.
Vieira declarou que a PEC traz “enormes prejuízos para os brasileiros” e disse que o parecer será técnico e contrário ao texto. A proposta foi recebida oficialmente pelo Senado na noite de 4ª feira (17.set.2025).
“Minha posição sobre o tema é pública e o relatório será pela rejeição, demostrando tecnicamente os enormes prejuízos que essa proposta pode causar aos brasileiros”, afirmou o relator.
O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), também se manifestou contra a medida. Ele classificou a PEC como um retrocesso para a democracia e para a transparência. “Manifestei meu posicionamento contrário e acredito que não encontrará aprovação na CCJ”, declarou.
A liderança do MDB, uma das maiores bancadas do Senado, divulgou nota oficial afirmando que a proposta representa “impunidade absoluta” e “mina a igualdade perante a lei”.
Situação da anistia
Já o projeto de lei da anistia tem como relator o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP). O congressista já sinalizou que não deve apresentar um texto para perdoar os condenados por tentativa de golpe de Estado, incluindo Bolsonaro. Paulinho, porém, avalia propor a redução das penas.
Bolsonaro, por exemplo, foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. O ex-presidente está em prisão domiciliar desde 4 de agosto, usando tornozeleira eletrônica. Não se trata do cumprimento da pena. O político do PL foi alvo de uma medida cautelar do STF (Supremo Tribunal Federal), sob suspeita de tentar obstruir o julgamento no qual acabou condenado.
Para o ministro Alexandre de Moraes, do STF, Bolsonaro tentou obstruir o julgamento por meio do filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP), deputado federal que está nos Estados Unidos desde fevereiro fazendo lobby por sanções contra autoridades brasileiras a fim de evitar a punição do pai.
O governo Donald Trump (Partido Republicano) já impôs tarifas de 50% para produtos brasileiros sob a justificativa de que o aliado Bolsonaro sofre uma “caça às bruxas”. Trump chegou a pedir que o julgamento do ex-presidente fosse interrompido “imediatamente”.
O STF, porém, deu sequência ao caso e condenou Bolsonaro e outros 7 réus por tentativa de golpe, em decisão dada em 11 de setembro. Ainda há possibilidade de recursos no próprio tribunal, antes que as penas comecem a ser cumpridas.
Ato pela soberania
A manifestação anterior da esquerda foi realizada em 7 de setembro, em várias partes do Brasil. Na Praça da República, em São Paulo, os organizadores reuniram 4.300 pessoas, segundo cálculo do Poder360 a partir de imagens aéreas.
O protesto teve como mote pedidos de condenação de Jair Bolsonaro (PL) por golpe –o ex-presidente acabou condenado em 11 de setembro– e defesa da soberania, por causa das tarifas e sanções do governo do presidente dos Estados Unidos contra o Brasil.
No mesmo dia dos atos da esquerda, a direita também foi para as ruas pela anistia de Bolsonaro, em protestos realizados em várias cidades. A manifestação realizada na avenida Paulista, em São Paulo, reuniu 48.800 pessoas, segundo cálculo deste jornal digital a partir de imagens aéreas.
Saiba quem são as celebridades que vão ao ato contra PEC da Blindagem
Lidiane 20 de setembro de 2025
Movimento acontece em 19 capitais, com shows de nomes como Caetano, Chico César e Daniela Mercury
Artistas de diferentes regiões do país estão se posicionando publicamente contra a contra anistia e a PEC da blindagem. A manifestação integra a agenda da Frente Povo Sem Medo, que convoca atos em 19 estados neste domingo (20.set). As mobilizações são contrárias ao PL da Anistia e à PEC da Blindagem. Um dos lemas está sendo “congresso inimigo do povo“.
O movimento ganhou força nas redes sociai. Deputados do Psol, como Guilherme Boulos (SP), Erika Hilton (SP) e Tarcísio Motta (RJ) lideram a convocação desde 4ª feira (17.set.2025). O ato será realizado em capitais como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Um dos “showmícios” mais aguardados é o que será realizado em Copacabana e terá a presença dos músicos Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil.
Os artistas afirmam que a iniciativa busca alertar a sociedade sobre os riscos da PEC para a responsabilização de parlamentares e a transparência no Congresso Nacional.
Entre os artistas que vão se apresentar no ato, estão:
- Chico Buarque – Rio de Janeiro
- Djavan – Rio de Janeiro;
- Caetano Veloso – Rio de Janeiro;
- Marina Sena – Rio de Janeiro;
- Marina Lima – São Paulo;
- Chico César – Brasília;
- Lenine – Rio de Janeiro;
- Daniela Mercury – Salvador;
- Rafa Ventura – Belo Horizonte;
- Renegado – Belo Horizonte;
- Júlia Rocha – Belo Horizonte;
- Silva – Vitória;
- Maria Gadú – Rio de Janeiro;
- Os Garotin – Rio de Janeiro;
- Dj Pítty Latuffe – Belo Horizonte;
- Mc Mika – Belo Horizonte;
- Bel Bertinelli – Belo Horizonte;
- Fernanda Takai – Belo Horizonte;
- Paulinho da Viola – Rio de Janeiro;
- Simone – Maceió;
- João Suplicy – São Paulo;
- Luiz Thunderbird – São Paulo;
- Leoni – São Paulo;
- Sophia Chablau – São Paulo;
- Jota.pê – São Paulo;
- Camarada Janderson – São Paulo;
- Otto – São Paulo;
- Rap Plus Size – São Paulo.
Artistas que se posicionaram contra a PEC e a favor dos atos:
- Sandra de Sá;
- Anitta;
- Denise Fraga
- Ana Carolina;
- Tony Belotto;
- Marcos Palmeira;
- Matheus Nachtergaele;
- Enrique Díaz
- Mateus Solano;
- Sophie Charlotte;
- Alinne Moraes;
- Claudia Abreu;
- Jonas Bloch;
- Daniel Dantas;
- Patrícia Pillar;
- Ingrid Guimarães;
- Maeve Jinkings;
- Alessandra Negrini;
- Alceu Valença;
- Leona Cavalli;
- Débora Bloch;
- Malu Mader;
- Luis Miranda;
- Christiane Torloni;
- Zeze Polessa;
- Enrique Diaz;
- Lucas Leto;
- Djonga;
- Carol Castro;
- Simone Mazzer.
Manifestação será realizada às 16h, com concentração na Torre de TV; ex-presidente ainda se recupera da cirurgia no abdômen e não deve comparecer
Apoiadores e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizam nesta 4ª feira (7.mai.2025) um ato pela anistia dos presos pelo 8 de Janeiro. A manifestação será realizada em Brasília, às 16h. É organizada pelo pastor Silas Malafaia.
A “Caminhada Pacífica pela Anistia Humanitária” sairá da Torre de TV, na região central da capital. Os manifestantes se reunirão na Funarte (Fundação Nacional de Artes). Perto das 16h, deixarão o local com destino à Esplanada dos Ministérios.
O grupo ocupará duas faixas do Eixo Monumental e uma 3ª faixa será interditada temporariamente por forças de segurança que vão acompanhar o ato.
Grades de segurança serão posicionadas na Avenida José Sarney, onde os manifestantes permanecerão antes de caminhar em direção à Esplanada dos Ministérios.
DIFERENTE DE OUTROS ATOS
A organização do ato em Brasília terá um tom diferente dos realizados em São Paulo e no Rio. Haverá 1 trio elétrico que irá comportar os oradores. A intenção é promover uma aproximação maior com o público e, por isso, alguns congressistas e aliados de Bolsonaro deverão ficar com os demais manifestantes.
QUEM VAI FALAR
Segundo apurou o Poder360, o ato contará com discursos do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e dos líderes da bancada e da Oposição na Câmara, os deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Zucco (PL-RS), respectivamente. O pastor Silas Malafaia também deve discursar no evento.
Também é esperado que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro discurse no ato. A ida, porém, ainda não é dada como certa, por estar condicionada ao estado de saúde do marido.
Eis a lista de outros congressistas que devem discursar:
BOLSONARO: CHANCE QUASE ZERO
Bolsonaro disse que a chance de comparecer ao ato em Brasília é “próxima de zero”. Ao Poder360, afirmou que a situação clínica é “complicada” e que um “abraço mal dado” pode atrapalhar a sua recuperação.
O ex-presidente passou por uma cirurgia no abdômen para desobstruir o intestino e reconstruir a parede do órgão. Ficou 22 dias internado.
“Estou em casa, a minha situação ainda é muito complicada. Fica complicadíssimo comparecer a um evento desses, onde não sei quantas pessoas terão”, declarou.
STF TERÁ SESSÕES NORMAIS
As sessões do STF (Supremo Tribunal Federal) seguirão normalmente, segundo a Corte.
“Os eventos e sessões de julgamento previstos para a semana não tiveram alteração em razão da manifestação. O Tribunal está em diálogo com as instituições de segurança pública do Distrito Federal e, como de praxe quando há grandes manifestações, serão adotadas medidas de reforço nas instalações do prédio”, disse a Corte em nota.
Usuários no X dizem que pauta da anistia já “flopou até na direita” e que não há necessidade de fazer a manifestação
O deputado Guilherme Boulos (Psol-SP) usou seus perfis nas redes sociais no domingo (16.mar.2025) para convocar as pessoas para um ato em 30 de março de 2025. A manifestação será a favor da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e contra a anistia para os envolvidos nos atos de 8 de Janeiro de 2023.
“Dia 30 é rua por SEM ANISTIA!”, disse Boulos. Ele compartilhou uma imagem de divulgação do ato –a imagem já havia sido compartilhada em 21 de fevereiro pela Frente Brasil Popular e pela Frente Nacional de Mobilização Povo Sem Medo.
Em resposta, no entanto, alguns usuários que não aparentam ser simpáticos ao ex-presidente discordaram de Boulos. Alguns disseram não ver necessidade de fazer a manifestação e que era hora de deixar a “Justiça ser feita”. Outros afirmaram que o foco é se concentrar no fim da escala 6 X 1.
Na percepção de alguns usuários do X, o ato convocado por Bolsonaro no domingo (16.mar) fracassou, embora tenha reunido mais pessoas que eventos recentes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como o 1º de Maio de 2024. Logo, não haveria a necessidade de convocar uma manifestação.
O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, é um dos que compartilha desta opinião. Para o articulista do Poder360, a manifestação convocada por Boulos é um erro. “Se não levarmos 1 milhão de pessoas –e não levaremos–, daremos espaço para que a direita e a extrema-direita explorem essa fraqueza”, escreveu em texto para o DCM.
Leia as reações abaixo:


Leia mais:
Governadores, ex-ministros, congressistas e líderes religiosos participaram da manifestação para pedir anistia pelos presos no 8 de Janeiro
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reuniu aliados, dentre eles governadores, ex-ministros e congressistas, e apoiadores em um ato em Copacabana, no Rio, na manhã deste domingo (16.mar.2025) para pedir a anistia aos presos do 8 de Janeiro.
Além do antigo chefe do Executivo, também discursaram políticos como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o do Rio, Cláudio Castro (PL), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O ato foi organizado e financiado pelo pastor Silas Malafaia. Outro líder religioso, o pastor comediante Cláudio Duarte, que tem 10,3 milhões de seguidores no Instagram, também foi.
Representando familiares dos presos pelos atos extremistas, Edjane da Cunha, viúva de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, participou. Ele morreu enquanto estava preso.
Saiba quem foi ao ato
- Jair Bolsonaro (PL), ex-presidente;
- Valdemar Costa Neto, presidente do PL;
- Edjane da Cunha, viúva do Clezão;
- Padre Kelmon, ex-candidato a presidente;
- Josias da Swell, secretário de Mobilidade Urbana de Cabo Frio (RJ).
Governadores:
- Cláudio Castro (PL), do Rio;
- Tarcísio Freitas (Republicanos), de São Paulo;
- Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina;
- Mauro Mendes (União Brasil), de Mato Grosso;
Ex-ministros:
- João Roma, ex-ministro da Cidadania;
- Marcelo Queiroga, ex-ministro da Saúde;
- Gilson Machado, ex-ministro do Turismo.
Líderes religiosos:
- Silas Malafaia, pastor;
- Cláudio Duarte, pastor.
Senadores:
- Flávio Bolsonaro (PL-RJ);
- Magno Malta (PL-BA);
- Carlos Portinho (PL-RJ);
- Rogério Marinho (PL-RN);
- Jaime Bagattoli (PL-RO);
- Izalci Lucas (PL-MG);
- Wilder Morais (PL-GO);
- Wellington Fagundes (PL-MT);
- Jorge Seif (PL-SC).
Deputados federais:
- Alexandre Ramagem (PL-RJ);
- Nikolas Ferreira (PL-MG);
- Altineu Cortês (PL-RJ);
- Sóstenes Cavalcante (PL-RJ);
- Coronel Zucco (PL-RS);
- Helio Lopes (PL-RJ);
- Rodrigo Valadares (União Brasil-SE);
- Chris Tonietto (PL-RJ);
- Capitão Alberto Neto (PL-AM);
- Carlos Jordy (PL-RJ);
- Rodolfo Nogueira (PL-MS);
- Bibo Nunes (PL-RS);
- Maurício do Vôlei (PL-MG);
- João Henrique (PL-MS);
- Allan Garcez (PP-MA);
- Delegado Éder Mauro (PL-PA);
- Delegado Caveira (PL-PA);
- Giovani Cherini (PL-RS);
- Paulo Bilynskyj (PL-SP);
- Evair de Melo (PP-ES);
- Cabo Gilberto Silva (PL-PB);
- Maurício Carvalho (União-RO);
- Capitão Alden (PL-BA);
- Sargento Fahur (PSD-PR);
- David Soares (União-SP);
- Coronel Chrisóstomo (PL-RO);
- Reinhold Stephanes (PSD-PR);
- Ubiratan Sanderson (PL-RS);
- Roberto Monteiro (PL-RJ);
- General Girão (PL-RN);
- Junio Amaral (PL-MG);
- André Fernandes (PL-CE);
- Sargento Gonçalves (PL-RN);
- Gilvan da Federal (PL-ES);
- Doutor Jaziel (PL-CE);
- Eduardo Pazuello (PL-RJ), –também é ex-ministro da Saúde;
- Pastor Eurico (PL-PE);
- Mario Frias (PL-SP);
- José Medeiros (PL-MT);
- Carol de Toni (PL-SC);
- Luiz Lima (PL-RJ);
- Filipe Barros (PL-PR);
- Silvia Waiãpi (PL-AP);
- Eros Biondini (PL-MG).
Deputados estaduais e distritais:
- André do Prado (PL-SP) –é presidente da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo);
- Anderson Moraes (PL-RJ);
- Carmelo Neto (PL-CE), presidente do PL Jovem;
- Cristiano Caporezzo (PL-MG);
- Rogério Barra (PL-BA).
Prefeito e vice-prefeita:
- Abílio Brunini (PL-MT), prefeito de Cuiabá;
- Gianni Nogueira (PL-MS), vice-prefeita de Dourados (MS).
Vereadores:
- Carlos Bolsonaro (PL-RJ);
- Zoe Martinez (PL-SP);
- Priscila Costa (PL-CE) –também é vice-presidente do PL Mulher;
- Bella Carmelo (PL-CE);
- Moana Valadares (PL-SE).
Presidente fala ao telefone com atriz que venceu o Globo de Ouro e diz que prêmio não poderia ter vindo em momento “melhor”, a 2 dias de evento em “defesa da democracia” para “combater os fascistas”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ligou na noite desta 2ª feira (6.jan.2025) para Fernanda Torres e deu os parabéns pelo Globo de Ouro na categoria “Melhor Atriz em Filme de Drama”. Ele aproveitou o prêmio para promover o ato organizado pelo governo em memória ao 8 de Janeiro de 2023. Segundo o petista, a vitória da brasileira no evento internacional não poderia ter vindo em momento “melhor”.
A atriz foi premiada pela interpretação de Eunice Paiva (1929-2018), mulher de Rubens Paiva (1929-1971), deputado cassado e morto durante a ditadura cívico-militar brasileira, no filme “Ainda Estou Aqui”. O longa-metragem foi dirigido por Walter Salles.
“O Brasil merecia isso. E sobretudo isso acontecer para você faltando 2 dias para a gente fazer o ato em defesa da democracia […] Quero ver se a gente consegue transformar 2025 em um ano defesa da democracia, contra a extrema-direita e contra os fascistas“, disse Lula.
O evento para relembrar quando extremistas invadiram e depredaram os prédios do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do STF (Supremo Tribunal Federal) será realizado na praça dos Três Poderes, em Brasília, na 4ª feira (8.jan), a partir das 11h.
O vídeo da conversa entre o presidente e a artista foi compartilhado nas redes sociais de Lula e da primeira-dama Janja Lula da Silva.
“Eu e a Janja parabenizamos essa grande artista mais uma vez. O país inteiro vibrou. Somos filhos de um Brasil que vale a pena, Fernanda”, escreveu o petista no X (ex-Twitter).
Assista (3min18s):
PRÊMIO EM HOLLYWOOD
O filme “Ainda Estou Aqui” é baseado na obra do escritor Marcelo Rubens Paiva, filho de Eunice de Paiva.
Fernanda Torres desbancou estrelas de Hollywood como Angelina Jolie, Nicole Kidman e Kate Winslet para levar o troféu. A conquista da atriz representa a quebra do jejum do cinema brasileiro no Globo de Ouro, que já durava 26 anos.
Evento também contará com a participação de representantes do Congresso e Judiciário, além de integrantes de movimentos sociais
Os chefes das Forças Armadas participarão do ato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para relembrar a destruição causada pelo 8 de Janeiro. O evento será realizado na Praça dos Três Poderes na 4ª feira (8.jan.2025), a partir das 9h30. A data marca 2 anos do ataque.
O Poder360 apurou que o almirante de esquadra Marcos Sampaio Olsen (Marinha), o general Tomás Paiva (Exército) e o tenente-brigadeiro do ar Marcelo Damasceno (Aeronáutica) comparecerão a pedido de Lula. A ideia é dar simbolismo institucional ao ato depois que o relatório da PF (Polícia Federal) sob uma tentativa de golpe de Estado em 2022 apontou participação ativa de integrantes das Forças, inclusive do Alto Comando.
O 1º evento será realizado no Palácio do Planalto, com a reintegração e a entrega de obras de arte destruídas. Depois, às 10h30, haverá o descerramento da obra “As Mulatas” (1962), de Di Cavalcanti, danificada durante a invasão.
Haverá ainda um ato simbólico com a participação de Lula. O cerimonial prevê que o presidente descerá a rampa do Palácio do Planalto com integrantes dos Três Poderes, semelhante à caminhada feita um dia após os ataques em 2023.
Além dos comandantes das Forças Armadas e integrantes dos Três Poderes, também participarão da cerimônia representantes do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), da UFPEL (Universidade Federal de Pelotas) e de movimentos sociais.
Em 2023, Lula também realizou um evento para relembrar o 1º aniversário do ataque aos Três Poderes.
PT DIVULGA
O PT (Partido dos Trabalhadores) publicou em suas redes sociais um vídeo convocando para o ato “em defesa da democracia”, com a participação de representantes dos Três Poderes, entidades da sociedade civil, de classes e religiosas.
Assista:
🇧🇷 Participe do abraço à Praça dos Três Poderes em 8/1, às 10h
Venha abraçar a Democracia, junto com Lula! Participe do ato suprapartidário com representantes dos Três Poderes, de entidades da sociedade civil, de classes e religiosas pelos dois anos das tentativas de golpe de… pic.twitter.com/fbjwYesC9p
— PT Brasil (@ptbrasil) December 31, 2024
8 de Janeiro
Em 8 de janeiro de 2023, extremistas invadiram a sede dos Três Poderes, em Brasília. Depredaram prédios e quebraram vidros, mesas, cadeiras, computadores, além de revirar gabinetes e danificar obras de arte. A estimativa é de que o prejuízo ao erário tenha superado R$ 20 milhões.
No Congresso, os radicais quebraram vidraças, entraram em gabinetes e atearam fogo no Salão Verde. No Planalto, o estrago foi maior. Com exceção do gabinete de Lula, que é blindado, quase todas as salas foram invadidas e tiveram cadeiras e móveis jogados no chão e danificados.
No Supremo, as cadeiras dos ministros foram arrancadas e um brasão da República foi retirado do local e levado até a área externa. O plenário ficou completamente destruído.
Ao menos 265 pessoas já foram presas por envolvimento no ataque.



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