10 de março de 2026
  • 08:24 Chanceler brasileiro conversa com Marco Rubio por telefone
  • 04:40 Bancada feminina da Casa conduz sessão solene de entrega da Comenda Berenice Teixeira Artiaga
  • 00:56 Senador Canedo abre vagas para castração de cães e gatos
  • 21:12 Saiba quem assinou o pedido de CPI contra ministros do STF
  • 17:28 Virmondes Cruvinel pleiteia reconhecimento a encontro de jovens empresários


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na tarde desta quarta-feira (11/2), durante fiscalização no município de Uruaçu, a quantia de R$ 30 mil em notas falsas de R$ 200. O dinheiro estava escondido em dois pacotes ocultos no painel de um veículo de passeio que transitava pela rodovia BR-153.

Equipes da PRF deram ordem de parada a um carro prata que trafegava pelo km 192 da rodovia. Durante a abordagem, os agentes notaram nervosismo por parte da condutora e inconsistências nas informações prestadas. Diante da suspeita, foi realizada uma vistoria minuciosa no automóvel.

Os policiais localizaram dois pacotes ocultos em um compartimento entre o porta-luvas e o airbag do painel. Dentro deles, havia 150 cédulas de R$ 200 com indícios de falsificação, o que totalizava R$ 30 mil em valor nominal.

Ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal em Goiânia para a continuidade das investigações

A condutora optou por permanecer em silêncio quando questionada. Já o passageiro afirmou ter conhecimento da existência das notas, mas declarou que “acreditava se tratar de quantidade inferior”.

A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal em Goiânia para a continuidade das investigações e demais procedimentos legais.

O crime de moeda falsa, previsto no artigo 289 do Código Penal, é considerado infração contra a fé pública. A pena para o delito varia de três a doze anos de reclusão, além do pagamento de multa.

Os nomes dos dois ocupantes do veículo, detidos no momento da abordagem, não foram divulgados.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Barco com 1,4 tonelada de droga estava em alto-mar; 3 tripulantes foram entregues à Polícia Federal em Fortaleza

A Marinha Francesa apreendeu 1.375 kg de cocaína em um barco pesqueiro brasileiro em águas internacionais no Oceano Atlântico em 1º de fevereiro de 2026. O barco estava perto da costa da Martinica, território francês no Caribe.

O sistema de localização do barco estava desligado no momento da abordagem. Não havia bandeira, mas o registro indicou que era uma embarcação brasileira. Uma amostra da droga foi reservada para análise. O restante foi jogado no mar sem embalagens.

Havia 3 tripulantes brasileiros a bordo. Eles foram transportados a Fortaleza em uma fragata da Marinha Francesa e entregues à PF (Polícia Federal) em 5 de fevereiro de 2026. Os nomes dos investigados não foram divulgados. Eles estão presos no Ceará.

A polícia havia compartilhado informações que resultaram na operação. Em janeiro de 2026, comunicou às autoridades francesas rotas suspeitas de serem usadas no transporte de drogas por organizações criminosas. Também participam da cooperação a DEA (Drug Enforcement Administration), dos Estados Unidos e a NCA (National Crime Agency), do Reino Unido.

Copyright Marinha Francesa/Divulgação – 1.fev.2026

Imagem de pesqueiro brasileiro com cocaína apreendido pela Marinha Francesa no Caribe próximo à Martinica feita com equipamento militar

Copyright Marinha Francesa/Divulgação – 1.fev.2026

Cocaína em pesqueiro brasileiro apreendido pela Marinha Francesa no Caribe próximo à Martinica



Autor Poder360 ·


A Polícia Rodoviária Federal apreendeu mais de 300 kg de maconha na BR-153, em Morrinhos, na região Sul de Goiás. A apreensão, de aproximadamente 320 quilos, ocorreu na manhã deste sábado durante uma ação de fiscalização no km 609 da rodovia. O caso teve início quando os policiais deram ordem de parada para uma caminhonete, mas o condutor desobedeceu e iniciou uma fuga.

A ação contou com equipes da Unidade Operacional da PRF de Morrinhos e do Núcleo de Operações Especiais da PRF em Goiás. Ao desobedecer à ordem de parada, o motorista da caminhonete Chevrolet S10 branca partiu em alta velocidade.

Após um acompanhamento tático, o veículo saiu da pista e ingressou em uma área de mata. O condutor, então, abandonou o automóvel e fugiu a pé, adentrando a vegetação.

Mesmo com o cerco policial e as buscas realizadas nas imediações, o indivíduo não foi localizado. A PRF manteve as diligências para tentar encontrá-lo.

Durante a vistoria no interior da caminhonete abandonada, os policiais fizeram a descoberta da droga. Foram encontrados 13 fardos contendo diversos tabletes de substância semelhante a maconha.

O total apreendido foi de aproximadamente 320 kg da droga. Diante dos fatos, tanto o veículo quanto o entorpecente foram apreendidos pela autoridade policial.

A droga apreendida foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Caldas Novas, onde serão realizados os procedimentos legais cabíveis. Um inquérito será instaurado para investigar o caso em detalhes e tentar identificar todos os envolvidos no esquema de tráfico de drogas.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Uma força-tarefa de fiscalização apreendeu 379 bebidas vencidas e outras 64 comercializadas sem registro do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) em Anápolis. A operação, que ocorreu entre os dias 8 e 11 de outubro, fez parte da Operação Metanol, uma ação nacional voltada ao combate de bebidas falsificadas e sem procedência.

A iniciativa reuniu as polícias Militar, Civil e Técnico-Científica, além do Corpo de Bombeiros, com apoio do Procon Anápolis, Vigilância Sanitária e Postura Municipal. O objetivo foi coibir a venda de produtos adulterados, vencidos ou contrabandeados, garantindo segurança alimentar e saúde pública.

Durante quatro dias de inspeção, foram fiscalizados 32 estabelecimentos comerciais em diferentes regiões da cidade. A Polícia Técnico-Científica coletou 76 amostras de bebidas destiladas para análise laboratorial. Diversos pontos de venda foram autuados por infrações ao Código de Defesa do Consumidor e à legislação sanitária.

Novas ações conjuntas já estão programadas para os próximos meses, com foco na prevenção e na proteção dos consumidores.

Operação Meia-Noite fiscaliza distribuidoras em Senador Canedo

Enquanto isso, em Senador Canedo, as forças de segurança também uniram esforços para garantir o cumprimento da legislação municipal. A Guarda Civil Municipal (GCM) e a Polícia Militar realizaram, nas últimas quatro madrugadas, a Operação Meia Noite, com o objetivo de fiscalizar o funcionamento das distribuidoras de bebidas e orientar comerciantes sobre a nova lei que determina o fechamento desses estabelecimentos entre meia-noite e 6h da manhã.

Ao todo, 165 distribuidoras foram visitadas em todas as regiões da cidade, sendo que apenas 11 estavam abertas durante o horário proibido. Segundo o comandante da GCM, Alexandre Ribeiro, a abordagem foi educativa e bem recebida: “Todos estão entendendo a preocupação em criar condições para ter uma cidade ainda mais segura”, afirmou.

Foto: Alexandre Manso

Os proprietários orientados foram informados de que o funcionamento na modalidade delivery é permitido no período de restrição. A partir de novembro, a fiscalização passará a ter caráter punitivo, com apoio da Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) para aplicação das penalidades previstas em lei.

As ações integradas em Anápolis e Senador Canedo reforçam o papel preventivo e educativo das forças de segurança, ao mesmo tempo em que garantem o cumprimento da legislação e a proteção dos consumidores. O alinhamento entre as corporações e os órgãos fiscalizadores mostra um modelo de atuação eficiente, que alia orientação e rigor na defesa do interesse público.

Autor Rogério Luiz Abreu


A Polícia Civil de Goiás realizou novas operações contra falsificação de bebidas em duas cidades do estado, apreendendo produtos irregulares e desmontando um esquema de produção de rótulos falsos. As ações ocorreram em Uruaçu e Goiânia como parte da Operação Metanol.

Em Uruaçu, a polícia fiscalizou 24 estabelecimentos comerciais nesta sexta-feira (9/10), incluindo bares, distribuidoras e supermercados. Alguns dos locais vistoriados eram apontados como possíveis pontos de armazenamento e venda de bebidas falsificadas.

Durante a operação conjunta em Uruaçu, foram apreendidas 13 unidades de destilados sem registro no Ministério da Agricultura e recolhidas 42 garrafas pet com bebidas artesanais

Durante a operação conjunta, que contou com a participação da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e Polícia Técnico-Científica, foram apreendidas 13 unidades de destilados sem registro no Ministério da Agricultura. Também foram recolhidas 42 garrafas pet com bebidas artesanais, e duas amostras foram encaminhadas para análise laboratorial.

A operação resultou na lavratura de cinco autos, sendo três termos de inutilização e dois autos de infração, reforçando o caráter preventivo e fiscalizatório da ação.

Enquanto isso, em Goiânia, a Central Geral de Flagrantes prendeu em flagrante na quinta-feira (9/10) o proprietário de uma gráfica localizada na Vila Isaura. O empresário é suspeito de produzir e comercializar rótulos falsificados de bebidas alcoólicas e cigarros de palha.

Delegado Humberto Teófilo, que comandou a operação em Goiânia: prisão em flagrante

No local da gráfica, os policiais apreenderam diversos rótulos e embalagens falsificadas, além de selos de autenticidade com QR Code que simulavam o controle oficial de produtos. Cerca de R$ 12 mil em espécie também foram encontrados com o suspeito.

“As investigações indicam que o homem fornecia esse material para grupos criminosos de outros estados, que utilizavam as falsificações para abastecer o comércio irregular de bebidas e cigarros”, explica o delegado Humberto Teófilo, que comandou a operação.

O responsável pela gráfica foi autuado pelo crime de falsificação de sinal identificador de produto industrial. O material apreendido será submetido a perícia, e as investigações continuam para identificar outros envolvidos na rede de falsificação interestadual.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Uma operação conjunta da Polícia Civil (Central Geral de Flagrantes de Goiânia) e Polícia Militar de Goiás resultou na apreensão de 32 canetas injetáveis de uso controlado, conhecidas como Mounjaro® KwikPen (tirzepatida), na tarde desta sexta-feira (29/08). Os produtos eram vendidos ilegalmente na loja Trevis Imports, localizada no Camelódromo de Campinas.

Cada unidade era comercializada por R$ 4.300, totalizando R$ 137.600 em mercadorias apreendidas. O delegado Humberto Teófilo, responsável pela operação, alertou que as canetas apreendidas não possuem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“São de procedência ignorada e representam grave risco à saúde pública, podendo causar complicações graves e até morte quando aplicadas sem prescrição médica”, explicou.

Delegado Humberto Teófilo: um adulto foi preso e um adolescente apreendido por comercialização de produto de procedência ignorada

As investigações revelaram que as embalagens eram falsificadas dentro do próprio camelódromo para simular originalidade. Um adulto foi preso e um adolescente apreendido em flagrante por comercialização de produto de procedência ignorada, crime previsto no artigo 273 do Código Penal. Um integrante do grupo encontra-se foragido, com diligências em andamento para captura.

“Essas apreensões mostram como o comércio clandestino fortalece o crime organizado. Produtos falsificados, vendidos a preços exorbitantes, geram lucros milionários para quadrilhas”, afirmou Teófilo. A operação reforça o compromisso das polícias em combater esquemas criminosos que ameaçam a saúde pública e fortalecem organizações ilegais em Goiás.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Mais de duas toneladas de produtos de origem animal foram apreendidas em Goiânia durante uma operação conjunta realizada na última quarta-feira (6/8). A ação foi conduzida pela Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), Polícia Civil de Goiás e Vigilância Sanitária Municipal em um entreposto no Setor Pedro Ludovico.

O local funcionava com licença sanitária apenas para comercialização, mas foi flagrado manipulando e transformando alimentos de forma irregular. Fiscais encontraram queijos, manteigas e embutidos sem procedência comprovada, sem rótulos e sem nota fiscal. Parte dos produtos estava armazenada de maneira inadequada e fora da temperatura exigida.

“O estabelecimento não era um ponto de venda direta ao consumidor, mas sim um entreposto. A licença obtida era apenas para comercialização, mas os responsáveis estavam manipulando e transformando os produtos, o que exige autorização específica”, explicou Janilson Azevedo Júnior, gerente de Fiscalização Agropecuária da Agrodefesa.

A Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon) identificou e deteve a proprietária do estabelecimento. Ela responderá por crimes contra as relações de consumo, previstos no art. 7, incisos VII e IX da Lei 8.137/90, além de sofrer sanções administrativas.

Os produtos apreendidos somaram 2.100 kg de laticínios (queijo curado, ralado, mussarela e manteiga) e 150 kg de embutidos. Havia alimentos mofados sendo usados para produção de queijo ralado, além de embalagens com selos oficiais possivelmente fraudados.

Todos os itens foram considerados impróprios para consumo e descartados no aterro sanitário.

“Produtos clandestinos representam risco real à saúde e prejudicam produtores que atuam dentro da lei”, destacou Janilson.

A operação integra ações de combate a irregularidades na comercialização de alimentos em Goiás. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma carga do medicamento Mounjaro transportada ilegalmente em um carro de passeio na BR-153, em Morrinhos, sul de Goiás. A ação ocorreu na noite desta quinta-feira (10/7) durante uma fiscalização de rotina.

O veículo, ocupado por dois homens de 37 e 48 anos, chamou a atenção dos agentes devido ao nervosismo dos ocupantes e informações contraditórias. Durante a revista, os policiais encontraram frascos do medicamento escondidos sob as roupas dos suspeitos.

Uma busca minuciosa no carro revelou 38 caixas vazias do mesmo produto em compartimentos ocultos, como forros das portas e bancos. Também foram apreendidos eletrônicos, perfumes, azeites e vinhos sem nota fiscal.

O Mounjaro é indicado para tratamento de diabetes tipo 2, mas tem sido usado ilegalmente para emagrecimento. Cada unidade pode valer até R$ 2 mil no mercado irregular, configurando crime de descaminho.

“É possível que eles já tivessem vendido parte do medicamento”, informou a PRF. Todo o material apreendido e o veículo foram encaminhados à Receita Federal para os procedimentos legais.

A PRF destacou que os suspeitos responderão pelo crime de descaminho. O transporte irregular do medicamento representa riscos à saúde pública, já que seu uso exige prescrição médica e controle rígido.

Apreensões disparam pelo país

Nos últimos meses, as apreensões do medicamento Mounjaro (tirzepatida) têm aumentado significativamente em diferentes regiões do Brasil. No dia 18 de junho, a Polícia Federal e a Receita Federal interceptaram 400 canetas injetáveis do produto na Ponte Internacional da Amizade, entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este.

Os medicamentos estavam escondidos em fundo falso de um veículo com placa brasileira que seguia para o interior de São Paulo. A apreensão ocorreu apenas dois dias após a Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrar a Operação Mounjaro, que desarticulou uma organização criminosa especializada na importação e venda ilegal desses remédios.

“A importação de medicamentos sem autorização da Anvisa e sem prescrição médica é proibida e configura crime federal”, alertou a agência reguladora. Os produtos apreendidos exigem rígidos protocolos de armazenamento e aplicação, além de acompanhamento médico obrigatório – condições que são ignoradas no mercado ilegal.

No Rio, a operação policial cumpriu mandados nos bairros de Jacarepaguá e Barra da Tijuca, resultando na prisão do líder da quadrilha, que confessou o envolvimento no esquema. Investigadores destacam que a comercialização clandestina representa grave risco à saúde pública, já que os medicamentos são transportados sem condições adequadas.

As 400 canetas apreendidas na fronteira estavam sendo transportadas por quatro pessoas e seriam distribuídas sem qualquer controle sanitário. O padrão de operação é semelhante ao da quadrilha desarticulada no Rio, indicando uma rede organizada de contrabando.

Todos os materiais apreendidos serão submetidos à análise para identificar outros envolvidos nas redes criminosas.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Dois pilotos foram presos e um pequeno avião apreendido com cerca de 500 kg de cocaína em Santa Rita do Araguaia, município do Sudoeste goiano. A ação, conduzida pela Polícia Federal (PF), flagrou um venezuelano e um boliviano envolvidos no transporte da droga.

Segundo a Polícia Militar de Goiás, a apreensão causou um prejuízo estimado em R$ 25 milhões ao narcotráfico. A operação contou com a colaboração da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Jataí e do Comando de Operações de Divisas (COD).

As investigações iniciaram após uma denúncia sobre uma aeronave suspeita na zona rural do município. Os agentes localizaram uma pista clandestina no último domingo (20/4), onde encontraram o avião carregado com a droga.

“Durante uma varredura na mata, nas proximidades da aeronave, foram identificados dois indivíduos”, relatou o Tenente Nascimento.

Os suspeitos, a aeronave e a cocaína foram encaminhados à Superintendência da PF em Goiânia. Os nomes dos pilotos não foram revelados, e a defesa deles não se manifestou até o fechamento desta reportagem.

Outra apreensão – Na última quinta-feira (17/4), após o compartilhamento de informações entre Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar de Goiás, policiais abordaram dois veículos que transportavam aproximadamente 500kg de cocaína, ocultos em uma carga de arroz. A droga havia sido descarregada de uma aeronave em uma pista clandestina em São Luiz do Norte/GO e foi monitorada até a capital, Goiânia. Quatro pessoas foram presas em flagrante.

Em nota, a PF observou que as ações evidenciam a importância da atuação integrada e estratégica entre as forças de segurança pública, bem como a gestão eficiente dos recursos humanos e operacionais, permitindo uma atuação única e objetiva no combate ao crime organizado no Estado de Goiás.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Policiais civis da Central Geral de Flagrantes de Goiânia prenderam sete pessoas em flagrante delito, na manhã deste sábado (22/3), pelo crime de receptação. Na operação também foram apreendidas 30 toneladas de fios de cobre furtados, considerada a maior apreensão da história no Brasil.

De acordo com a investigação, o material apreendido foi furtado em redes elétricas e posteriormente receptado por depósitos de reciclagem, que queimavam os fios e revendiam para a organização criminosa. Os furtos geralmente são feitos por usuários de droga, que vendem o material para comprar entorpecentes.

Os receptadores finais, por meio de uma empresa fantasma, transportavam os produtos para o Estado de São Paulo, após emitir notas fiscais falsas.

“Os membros da organização criminosa atuavam em todo Estado de Goiás, mas a matriz ficava em um galpão no Setor Santa Genoveva em Goiânia”, informou o delegado Humberto Teófilo, responsável pela operação. Nesse local é que era guardado o material receptado e onde, posteriormente, posteriormente os criminosos faziam o carregamento do cobre.

Policiais civis chegaram no momento em que os autuados estavam fazendo o carregamento do cobre furtado em carretas.

“Durante o flagrante, no galpão clandestino também foi constatado o furto de energia elétrica”, disse o delegado.

O chefe do grupo criminoso, que mora no Setor Jaó, foi abordado na porta de sua residência com um veículo Jaguar sem procedência e também foi preso em flagrante.

“Trata-se de um dos maiores esquemas criminosos de furto e receptação de fios e cabos do Brasil, pois o produto apreendido foi avaliado em R$ 1,5 milhão”, acrescenta Humberto Teófilo.

Na operação, também foram apreendidos dois caminhões, uma carreta, uma empilhadeira, cadernos de contabilidade, notas fiscais frias, aparelhos celulares e o veículo Jaguar.

Os nomes dos envolvidos na organização criminosa não foram divulgados.

Autor Manoel Messias Rodrigues