4 de maio de 2026
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A Redação

Goiânia –

 O número de consumidores goianos com inadimplência diminuiu 0,38% em junho deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2023. Esse resultado positivo coloca o estado abaixo das médias regional (0,41%) e nacional (0,53%), segundo dados da FCDL-GO (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Goiás) em parceria com o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). Além da queda na comparação anual, o índice também apresentou recuo na passagem de maio para junho, registrando uma diminuição de 1,55%.


 


Na transição de abril para maio de 2024, a inadimplência já havia caído 0,12% em Goiás. Há menos consumidores inadimplentes no estado, porém, os que têm contas atrasadas passaram a dever mais. Em junho de 2024, o número de dívidas em atraso de moradores de Goiás cresceu 3,05%, em relação a junho de 2023. No mês passado, cada consumidor negativado do estado devia, em média, R$ 4.748,36 (somando todas as dívidas).


 


A faixa etária com a maior proporção de devedores é a de pessoas de 30 a 39 anos, ficando os homens (51,25%) ligeiramente à frente das mulheres (48,75%) na segmentação de inadimplentes por sexo. Os bancos são os maiores credores das dívidas dos goianos (60,61%), seguidos por lojas do comércio (14,19%) e outros segmentos (9,02%).


 

“O movimento da inadimplência em Goiás, na passagem de maio para junho, seguiu a mesma dinâmica do Brasil, que registrou uma queda de 0,43%. É um índice ainda baixo, mas aponta para um recuo gradual no número de consumidores com crédito restrito; isso é bom para o mercado porque quanto mais consumidores positivados, maior a propensão de aumento no fluxo de vendas do comércio varejista”, analisa o presidente da FCDL-GO, Valdir Ribeiro.

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Autor

Lidiane

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