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O ano letivo de 2026 da rede pública estadual de ensino de Goiás terá início na próxima terça-feira (20/1), alcançando mais de 444 mil estudantes matriculados em escolas distribuídas por todas as regiões do estado. O retorno às aulas marca a continuidade das políticas educacionais desenvolvidas pelo Governo de Goiás, com foco na permanência dos alunos, inovação pedagógica e ampliação da oferta de ensino integral e profissionalizante.
O calendário escolar prevê o cumprimento de 200 dias letivos. O primeiro semestre se encerra em 30 de junho, enquanto o segundo tem início em 3 de agosto, com término das atividades previsto para 18 de dezembro. Durante o período, os estudantes contarão com férias escolares entre 30 de junho e 3 de agosto.
Entre os destaques do início do ano letivo está a inauguração do Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Lyceu de Goiânia, marcada para o dia 23 de janeiro. A unidade será o primeiro colégio público bilíngue da rede estadual, representando um marco para a educação goiana e ampliando as oportunidades de formação acadêmica.
Segundo o governador Ronaldo Caiado, o planejamento educacional reflete o compromisso do Estado com a qualidade do ensino público: “Com planejamento estruturado e políticas públicas integradas, o governo goiano reafirma seu compromisso com uma educação pública de qualidade. O nosso objetivo é formar jovens talentosos, preparados e competentes para que sejam os melhores em cada uma de suas áreas”, afirmou.
A rede estadual mantém, há cinco anos, a distribuição gratuita de kits escolares a todos os estudantes, medida que contribui para a permanência na escola e para a melhoria do aprendizado. Além disso, os alunos recebem uniformes completos, garantindo padronização e equidade.
A secretária de Estado da Educação, Fátima Gavioli, destaca a importância da iniciativa: “Com a distribuição do kit de uniformes estamos gerando equidade entre os estudantes, proporcionando a todos a oportunidade de uma roupa nova, confortável e do tamanho adequado”, pontuou.
Alunos do 9º ano e das 2ª e 3ª séries do ensino médio receberão Chromebooks
Outro destaque é o programa Bolsa Estudo, que oferece auxílio financeiro para apoiar o desempenho escolar. Os alunos do ensino regular recebem 10 parcelas mensais de R$ 130, enquanto os estudantes do ensino integral recebem R$ 150. A política é complementada pela entrega de Chromebooks para alunos do 9º ano e da 2ª e 3ª séries do ensino médio, fortalecendo a inclusão digital.
Na área de qualificação profissional, o Programa Profissionaliza Goiás segue em execução, oferecendo cursos em parceria com o Senai e o Senac. Já o GoiásTec utiliza tecnologia via satélite para levar ensino médio e anos finais do ensino fundamental a regiões rurais e localidades com escassez de professores, ampliando o acesso à educação em áreas de difícil alcance.
Receita Federal chama de “falsa” fala de Nikolas sobre fiscalização do Pix
Lidiane 14 de janeiro de 2026
Fisco afirma que Constituição proíbe imposto sobre movimentações financeiras e diz que norma citada só amplia regras para fintechs
A Receita Federal contestou um vídeo publicado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) em que o congressista afirma haver monitoramento de transações via Pix para fins de tributação. Em nota enviada ao Poder360, o órgão afirmou que as informações compartilhadas pelo congressista são “completamente falsas”.
Segundo a Receita Federal, a Constituição proíbe a tributação de movimentações financeiras. “Não existe tributação de Pix e não existe tributação sobre movimentação financeira”, declarou o fisco.
“Mentiras desse tipo voltam a circular nas redes sociais com o objetivo de enganar as pessoas e atender aos interesses do crime organizado”, disse em nota.
No vídeo, Nikolas afirma que o governo editou a Instrução Normativa nº 2.278, de agosto de 2025, que retomaria o monitoramento de transações via Pix. “Agora vem a parte que eles não querem que você perceba”, afirma o deputado, ao dizer que a norma seria um “grande problema”.
Segundo o congressista, a instrução normativa teria sido apresentada sob o discurso de combate ao crime organizado, à lavagem de dinheiro e às fraudes.
“O que eles revogaram em janeiro de 2025 depois que nosso vídeo viralizou, eles trouxeram de volta em agosto, escondido em outra norma, com outro nome e outro discurso. Não é imposto, é monitoramento”, declarou.
Assista ao vídeo (3min8s):
A Receita Federal rebateu a interpretação e disse que a norma foi “atacada mentirosamente como se tratasse de monitoração de Pix”. De acordo com o órgão, a instrução apenas estende às fintechs as mesmas obrigações de transparência já exigidas das instituições financeiras, sem detalhamento ou identificação de movimentações financeiras.
O fisco afirmou que a medida é necessária para evitar o uso de fintechs por organizações criminosas para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, citando como exemplo a operação Carbono Oculto.
A Receita Federal também alertou para os riscos da disseminação de informações falsas. Segundo o órgão, a propagação de fake news e pânico financeiro incentiva a aplicação de golpes contra a população.
“Quem divulga fake news, além de incentivar o crime, também se beneficia com a monetização desse tipo de conteúdo nas redes sociais, gerando descrença e desconfiança no Pix brasileiro”, declarou.
FAKE NEWS E CRIME ORGANIZADO
Não é a 1ª vez que Nikolas Ferreira critica o Pix. Em janeiro de 2025, o deputado publicou um vídeo afirmando que o governo pretendia monitorar trabalhadores informais como se fossem “grandes sonegadores”.
Na ocasião, a Receita Federal disse que a “onda de fake news” sobre uma suposta taxação do Pix levou o governo a recuar do aumento da fiscalização e abriu brecha para que o PCC (Primeiro Comando da Capital) mantivesse um megaesquema de fraudes no setor de combustíveis.
Em 15 de janeiro de 2025, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) revogou uma instrução normativa que previa o monitoramento de transferências acima de R$ 5.000 via Pix para pessoas físicas. O vídeo de Nikolas Ferreira contra a medida viralizou nas redes sociais.
A Polícia Civil de Goiás está investigando supostas fraudes em licitações de obras na Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra). Os contratos sob suspeita alcançam o valor aproximado de R$ 5,3 milhões. As investigações tiveram origem em informações encaminhadas pela própria estrutura da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), à qual a Goinfra está vinculada.
No âmbito da investigação criminal, a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Administração Pública (Dercap) cumpriu nesta terça-feira (13/1) mandados de busca e apreensão e outras medidas cautelares. A ação, denominada Operação Nexo Oculto, visou localizar documentos e provas de crimes supostamente praticados por um engenheiro que trabalhava na agência em contrato temporário. O suspeito mantinha vínculos com uma empresa de engenharia contratada pelo órgão público.
A investigação aponta que o engenheiro teria passado a empresa para o nome de um “laranja” e burlava as licitações para favorecer o próprio negócio. Um dos indícios é que ele continuou recebendo valores da empresa enquanto atuava como servidor público.
Segundo o delegado Rodrigo Carlos Godinho, três contratos celebrados entre 2023 e 2025 estão sob análise.
“Os elementos colhidos até o momento indicam possível direcionamento de certames, conflito de interesses e manutenção de vínculo não declarado entre o servidor público temporário e empresa contratada”, informou a polícia. Os contratos com a empresa teriam superado R$ 5 milhões após a entrada do servidor na autarquia.
Na operação, foram apreendidos documentos, equipamentos eletrônicos, mídias de armazenamento e quantia de dinheiro em espécie. Todo o material será submetido a análise pericial para aprofundar as investigações. As diligências ocorreram em endereços ligados ao engenheiro e à empresa investigada.
A Goinfra informou que o servidor temporário foi desligado dos quadros da autarquia assim que foi descoberta sua ligação com a empresa. A autarquia também instaurou uma sindicância que evoluiu para um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar o caso.
“A Goinfra ainda informa que comunicou formalmente os fatos à Polícia Civil e mantém colaboração com as investigações em curso, além de reforçar seu compromisso com a legalidade, a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos”, afirmou a agência em nota.
Veja nota da Goinfra
“A Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) informa que o ex-servidor temporário, atualmente investigado pela Polícia Civil do Estado de Goiás, no âmbito da Operação Nexo Oculto, foi desligado dos quadros da autarquia, que instaurou sindicância administrativa para apurar possível conflito de interesses, direcionamento e atuação como sócio oculto de uma empresa de engenharia.
A sindicância culminou na instauração de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para a devida responsabilização do ex-servidor, processo que está em andamento.
A Goinfra comunicou formalmente os fatos à Polícia Civil, por intermédio da Gerência de Ações Estratégicas da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), e mantém colaboração com as investigações em curso.
A autarquia reforça seu compromisso com a legalidade, a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos, não tolerando qualquer prática de irregularidade, e destaca a atuação da Diretoria de Controle Interno no acompanhamento e fortalecimento dos mecanismos de controle e integridade institucional.”
Autor Manoel Messias Rodrigues
Ferramenta consumo.tributos.gov.br já processa centenas de milhões de notas fiscais e permite que empresas e cidadãos acompanhem, na prática, como funcionará o novo modelo de tributação
A plataforma consumo.tributos.gov.br entrou no ar na 3ª feira (13.jan.2026). Marca o início da fase operacional da reforma dos tributos sobre o consumo. Desenvolvido pela Receita Federal, o sistema já está em operação e começou a processar documentos fiscais reais emitidos em todo o país.
Segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, a ferramenta integra uma estratégia mais ampla de reorganização fiscal. “A reforma tributária é o instrumento mais moderno e correto que essa equipe encontrou para projetar estabilidade fiscal para o médio e o longo prazo, com segurança jurídica e transparência”, afirmou.
A plataforma foi concebida para centralizar o cálculo e a visualização dos novos tributos sobre o consumo, especialmente a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal. Desde as primeiras horas de funcionamento, o sistema passou a processar um volume elevado de dados fiscais.
Para o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, 2026 deve ser entendido como um período educativo. “Esse ano não é de arrecadação. O contribuinte vai ver o cálculo, vai entender como funciona, mas não haverá nenhum efeito tributário”, disse. A cobrança efetiva da CBS começa apenas em 1º de janeiro de 2027.
Antes da abertura ao público, o sistema passou por um projeto piloto de mais de 6 meses, com cerca de 400 empresas conectadas. Agora, o acesso foi ampliado para todos os pagadores de impostos, com dados reais de notas fiscais eletrônicas. “Já estamos com mais de 400 milhões de documentos processados em poucos dias, agora em ambiente aberto”, destacou Barreirinhas.
Outro ponto central é o caráter de orientação da fiscalização em 2026. Caso seja identificada alguma irregularidade, o contribuinte terá 60 dias para corrigir o problema sem aplicação de penalidades, medida que busca facilitar a adaptação de empresas e sistemas contábeis.
A plataforma também foi desenhada para funcionar de forma integrada com Estados e municípios. Embora o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que substituirá o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço) e o ISS (Imposto sobre Serviços), só comece a ser implementado gradualmente a partir de 2029, a base tecnológica já está sendo construída de forma conjunta.
“As 3 esferas da federação vão caminhar juntas, com um único objetivo: dar racionalidade, diminuir litígios e harmonizar o entendimento da legislação sobre consumo”, afirmou Durigan.
Na prática, o novo sistema também promete reduzir disputas tributárias relacionadas à mudança da tributação da origem para o destino. Segundo Durigan, a unificação do contencioso evita que empresas tenham de lidar com litígios em diferentes Estados. “O que se quer é tirar as amarras e permitir transações mais eficientes, inclusive do ponto de vista do contencioso”, disse.
Além da visualização dos cálculos, a Receita disponibilizou ferramentas de apoio, como uma calculadora oficial, para que empresas possam conferir se seus próprios sistemas estão apurando corretamente os tributos. A abertura da plataforma marca a transição do texto legal da reforma para sua aplicação concreta no dia a dia do sistema tributário brasileiro.
consumo.tributos
A plataforma foi criada para centralizar o cálculo, a apuração e a visualização dos tributos sobre o consumo, conforme o novo desenho instituído pela reforma tributária. Ela será a base operacional da CBS, de competência federal, e futuramente também do IBS, que substituirá o ICMS estadual e o ISS municipal.
Apesar de estar plenamente funcional, a plataforma não tem, em 2026, qualquer obrigação de pagamento. O contribuinte consegue visualizar:
- o destaque dos tributos conforme as novas regras;
- a forma de cálculo da CBS;
- a lógica de créditos e débitos;
- simulações de incidência tributária nas operações.
Transparência
Além de servir às administrações tributárias, a plataforma também foi pensada para ampliar a transparência para empresas e consumidores. O novo modelo permite visualizar com mais clareza:
- quanto tributo incide sobre cada operação;
- onde o imposto é devido (regra do destino);
- como funcionam os mecanismos de crédito e compensação.
Um possível ataque criminoso na madrugada desta terça-feira (13/1) destruiu 12 veículos e máquinas usados nas obras de duplicação da rodovia BR-153, no Norte de Goiás. A Polícia Civil investiga o caso, que também envolve agressões a um vigilante do canteiro de obras.
O incêndio ocorreu no km 185 da rodovia, nas proximidades da Fazenda Três Corações, em um trecho entre Campinorte e Uruaçu. Testemunhas e vestígios no local apontam para ação intencional.
Três máquinas e nove caminhões foram consumidos pelas chamas. Entre os equipamentos destruídos estavam nove caminhões-caçamba e três máquinas — retroescavadeira, motoniveladora e um trator de esteira — todos pertencentes ao canteiro responsável pela duplicação da rodovia.
O prejuízo pode chegar a R$ 10 milhões, segundo estimativa inicial. Os equipamentos estavam estacionados no local de apoio das obras e tiveram perda total após o fogo, que se espalhou rapidamente.
De acordo com a apuração, um dos vigilantes — funcionário de uma empresa terceirizada contratada pela Ecovias do Araguaia, concessionária que administra o trecho — foi levado a hospital após relatar à polícia que teria sido agredido por três homens. Em seguida, os suspeitos teriam ateado fogo aos maquinários.
Durante a ação, o guarda que fazia a vigilância do local também teria sido agredido. O delegado responsável pelo caso, Sandro Costa, afirmou que o vigilante será ouvido formalmente assim que receber alta. A perícia já está sendo realizada no local.
Concessionária afirma que acionou autoridades
A Ecovias do Araguaia informou em nota que a concessionária e a empresa executora acionaram as autoridades e estão colaborando com a apuração dos fatos. A empresa disse ainda que eventuais impactos no andamento das obras ainda estão sendo avaliados.
Até o momento, a Polícia Rodoviária Federal não divulgou posicionamento oficial sobre o episódio. A concessionária e a empreiteira seguem levantando os danos e as consequências para o cronograma.
O projeto de duplicação prevê 53 quilômetros de rodovia. Autoridades estaduais e responsáveis pelas obras agora concentram esforços nas investigações para identificar os autores e avaliar como o ataque afetará o andamento dos serviços.
Autor Manoel Messias Rodrigues
Marcel van Hattem enviou pedido ao ministro André Mendonça, do STF, citando possível relação do filho de Lula com o Careca do INSS e risco de fuga
O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), vice-líder da Minoria no Congresso, anunciou, nesta 3ª feira (13.jan.2026), que protocolou um pedido no STF (Supremo Tribunal Federal) para impor medidas cautelares contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O documento foi enviado ao ministro André Mendonça e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet. Assinam também o líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), o senador Eduardo Girão (Novo-CE), o relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL) e os deputados Luiz Lima (Novo-RJ) e Adriana Ventura (Novo-SP).
A solicitação inclui a colocação de tornozeleira eletrônica e a retenção do passaporte de Lulinha. Van Hattem justificou o pedido com base no suposto risco de que o filho do presidente deixe o território nacional. Leia a íntegra (PDF- 343kB).
“Urgente, acabamos de protocolar no Supremo Tribunal Federal um pedido para que André Mendonça avalie e coloque tornozeleira eletrônica no Lulinha e também que retire o seu passaporte. A notícia é que ele está no Brasil e vai voltar para a Espanha, de onde ele veio e onde ele está nesse momento, inclusive, residindo”, declarou o deputado em vídeo publicado em seu perfil oficial no Instagram.
O documento menciona possíveis relações de Lulinha com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS e tido como o principal articulador das fraudes na Previdência. Segundo o deputado, Lulinha “teria recebido nos últimos meses e anos, uma mesada de R$ 300 mil do careca do INSS”, suspeita antecipada pelo Poder360 em 4 de dezembro.
Van Hattem também citou que “Roberta Luchsinger, que foi pega justamente nas interceptações da Polícia Federal, orientando o careca a mandar R$ 300 mil para o filho do rapaz, já está de tornozeleira eletrônica”. Segundo a PF, Roberta teve elevado envolvimento com os negócios ilícitos de Antunes, com uso de empresas de fachada e tentativa de ocultação de provas.
“É preciso que a justiça se restabeleça nesse país. E por isso, nós protocolamos um pedido urgente para o Supremo Tribunal Federal, para o ministro André Mendonça, bem como Paulo Gonet para que eles tomem a atitude de colocar tornozeleira no Lulinha e retirem o seu passaporte para que ele não possa sair do país”, acrescentou.
Mauro Rubem defende política de apoio às casas mantenedoras de animais abandonados
Lidiane 13 de janeiro de 2026
Em trâmite na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), projeto de lei assinado pelo deputado Mauro Rubem (PT) pleiteia a Política Estadual de Apoio às Casas Mantenedoras de Animais Domésticos Abandonados. Para o deputado, a iniciativa legislativa representa “um marco civilizatório no combate ao modelo que transformou o Brasil em um país onde quem se dispõe a ajudar e acolher animais domésticos abandonados vive do favor de apoiadores, sem apoio algum do poder público”.
A proposta traz, por princípios, o direito dos animais domésticos abandonados à alimentação adequada e saudável, a proteção da saúde animal e dos ecossistemas, o princípio da precaução e da prevenção sanitária e a redução progressiva dessas populações por meio de campanhas sistemáticas de castração de animais mantidos nesses locais.
Na justificativa da matéria, Rubem argumenta que tais casas mantenedoras são locais, na maioria das vezes, precários, onde “pessoas que amam os animais domésticos dedicam seu tempo e seus recursos a acolher quem foi jogado nas ruas, abandonado por seres humanos sem qualquer proteção”.
Dentre os objetivos estabelecidos, a norma propõe o apoio financeiro e estrutural a essas casas, que passam por crises de alimentação dos animais, devido à inconstância de doações e aquisições de alimentos. Também é meta o fomento a programas estaduais de incentivo à adoção de animais moradores desses locais.
A iniciativa legislativa também busca proteger a população de contatos com animais que vivem soltos nas ruas, abandonados e sem qualquer cuidado veterinário, sendo potenciais transmissores de zoonoses.
Fundo estadual
A iniciativa legislativa propõe a criação do Fundo Estadual de Apoio Animal (Funpet), de natureza contábil e financeira, com recursos exclusivos para a referida política. O fundo, caso aprovada a matéria, será vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura.
Dentre as receitas estipuladas, estão as originadas de dotações consignadas anualmente na Lei Orçamentária do Estado, compensações ambientais e termos de ajustamento de conduta, recursos provenientes de multas ambientais, além de doações de entidades e transferências voluntárias da União.
A norma estabelece, ainda, que a execução orçamentária do fundo será fiscalizada pela Controladoria-Geral do Estado (CGE) e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-GO), com transparência plena dos gastos e investimentos.
Para Mauro Rubem, a iniciativa visa a “tirar esses locais de uma zona ‘cinza’, sem respaldo algum. E dar a eles apoio material por meio de alimentação fornecida às expensas do poder público, bem como assistência veterinária para tratamento de zoonoses junto com medicação quando necessária, e ainda campanhas de castração para redução gradativa destas populações”.
A matéria tramita na Alego como processo nº 28816/25 e está, agora, na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). A iniciativa aguarda relatório do deputado Antônio Gomide para continuar seu trâmite legislativo. Após passar pelo colegiado constitucional, a pauta será analisada pelo Plenário da Casa de Leis.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
O prazo para pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026 com desconto termina nesta quinta-feira, 15 de janeiro, para veículos de todos os finais de placa em Goiás. Conforme o calendário divulgado pela Secretaria da Economia, os contribuintes que optarem pela quitação à vista dentro do prazo garantem redução de 8% no valor do imposto.
Além do desconto padrão, o abatimento pode ser ampliado para os participantes do Programa Nota Fiscal Goiana (NFG). De acordo com as regras do programa, o contribuinte pode obter desconto adicional de 5% a 10% no IPVA, conforme a pontuação acumulada, desde que esteja regularmente cadastrado e tenha solicitado a inclusão do CPF nas notas fiscais de compras realizadas ao longo do ano.
Para quem preferir o parcelamento, a primeira parcela do imposto também vence em 15 de janeiro. Neste caso, o calendário mantém a possibilidade de parcelamento em até nove vezes para veículos com placas de finais 1 e 2 e em até dez vezes para os demais finais de placa. A Secretaria da Economia destaca ainda que permanece válida a opção de pagamento em parcela única no segundo semestre, sem desconto: placas com finais 1 e 2 vencem em 15 de setembro, enquanto finais de 3 a 0 têm vencimento em 15 de outubro.
Uma das novidades para o exercício de 2026 é a possibilidade de parcelamento da Taxa de Licenciamento Anual do Veículo (CRLV-e) em até dez parcelas, juntamente com o IPVA, facilitando o planejamento financeiro dos proprietários de veículos.
O boleto ou Documento Único de Arrecadação (DUA) pode ser emitido pelo Portal Expresso, pelo site do Detran-GO, por meio do serviço “Consultar Veículo – IPVA, Multas e CRLV”, ou ainda pelo aplicativo Detran GO ON. O atendimento presencial também está disponível nas unidades do Vapt Vupt.
Nota Fiscal Goiana
O Programa Nota Fiscal Goiana é uma iniciativa da Secretaria da Economia que incentiva a cidadania fiscal. Além de concorrer a sorteios mensais, os participantes podem converter pontos acumulados em descontos no IPVA.
Para isso, é necessário realizar o cadastro no programa, solicitar a inclusão do CPF nas notas fiscais e acompanhar a pontuação no site oficial da NFG.
Empresa do setor alimentício continuará estampando marca no uniforme do clube paulista, mantendo as mesmas condições do contrato original
O Corinthians firmou na 2ª feira (12.jan.2026) a renovação do contrato de patrocínio com a Frimesa, empresa do setor alimentício que continuará estampando sua marca na omoplata esquerda do uniforme do clube. A parceria, iniciada em setembro de 2025, agora se estenderá até o final de 2026.
O acordo mantém as mesmas condições estabelecidas no contrato original, incluindo o fornecimento de produtos pela empresa ao clube paulista. Embora os valores financeiros não tenham sido divulgados, o Corinthians informou que o fornecimento de itens alimentícios pela Frimesa contribuirá para a “redução de despesas em áreas como alimentação e logística”.
A renovação é considerada um passo importante no planejamento financeiro do Corinthians para 2026. Segundo o orçamento apresentado pelo clube para o ano corrente, a expectativa é faturar R$ 255 milhões com patrocínios, o que representa um aumento de 47% em comparação com 2025.
Osmar Stabile, presidente do Corinthians, afirmou: “A renovação com a Frimesa demonstra a credibilidade do Corinthians como plataforma de negócios e a força da nossa marca. Além do investimento financeiro, o fornecimento de produtos gera economia ao clube, o que mostra um modelo moderno e inteligente de parceria. Estamos muito satisfeitos em seguir juntos até 2026”.
Elias José Zydek, presidente executivo da Frimesa, disse: “A renovação com o Corinthians reforça nossa estratégia de crescimento em praças fundamentais como São Paulo e Paraná. Estar ao lado de uma das maiores torcidas do mundo nos permite levar a marca Frimesa para o dia a dia de milhões de famílias, unindo a paixão pelo futebol com a qualidade dos nossos produtos. Seguimos juntos para um ano de grandes conquistas”.
Após sofrer um acidente de carro e receber o devido tratamento médico, Antônio Gomide (PT) recebeu alta hospitalar no último sábado, 10. O parlamentar se envolveu em um acidente de carro na segunda passada, 5.
Inicialmente, Gomide foi encaminhado ao Hospital Estadual de Anápolis Dr. Henrique Santillo (Heana), onde passou por exames laboratoriais e de imagem, além de avaliações clínicas realizadas por equipes multiprofissionais. Durante o atendimento, foi submetido a procedimento de sutura em centro cirúrgico.
O deputado foi transferido, depois, para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia, e passou por cirurgia na região da coluna torácica (vértebra T5), procedimento indicado em decorrência de lesão provocada pelo capotamento de seu veículo. No pré e pós-operatórios, o parlamentar apresentou quadro clínico estável, permaneceu consciente e sob acompanhamento da equipe de saúde.
Em postagem feita em suas redes sociais ontem, 11, Antônio Gomide afirmou que a recuperação segue bem e que dará continuidade ao tratamento em casa, seguindo as orientações médicas para, em breve, retornar às atividades diárias.
“Quero agradecer de coração todas as mensagens, orações e demonstrações de carinho após o acidente, assim como as felicitações que recebi hoje pelo meu aniversário. Esse apoio e essa preocupação fizeram e fazem toda a diferença. Muito obrigado!”, compartilhou.
O caso
Segundo informações da concessionária Triunfo Concebra, o veículo conduzido por Gomide saiu da pista e capotou no km 40+100 da rodovia, no sentido Alexânia–Anápolis. O parlamentar era o único ocupante do automóvel e recebeu atendimento ainda no local, sendo classificado com quadro de gravidade moderada.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás








