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Saúde estadual apresentou no Fórum de Acesso ao Painel Genético em Câncer de Mama experiências exitosas da lei que prevê rastreamento genético em mulheres com histórico da doença na família

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Feira de estandes oferece atendimento aos micro e pequenos empreendedores no programa Impulso Go Pequenas Empresas em Goiânia, Goiás — Foto: Secretaria da Retomada/Divulgação

O programa Impulso GO Pequenas Empresas vai capacitar e conceder crédito a micro e pequenos empreendedores em Goiás. Segundo o governo, o objetivo do programa é dar condição para que eles apostem no próprio negócio e ampliem as empresas para gerar mais empregos e renda.

Nesta terça-feira, das 9h às 16h, na galeria Cleber Gouveia, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia, acontece uma feira de estandes que vai atender desde interessados em abrir uma empresa até empreendedores que querem investir na ampliação e fortalecimento dos negócios.

Segundo o governo, micro e pequenos empreendedores podem participar desde que estejam no parâmetro de pequeno porte, com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões. Além disso, a pequena empresa deve ter de 10 a 49 colaboradores.

A feira de estandes reúne parceiros que vão oferecer recursos, capacitação e oportunidades aos micro e pequenos empreendedores que podem ser atendidos no local.

Após o evento no Centro Cultural Oscar Niemeyer, os interessados podem procurar presencialmente ou on-line as entidades: Sebrae, Secretaria da Retomada, Facieg, Secretaria de Indústria e Comércio (SIC), Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Codego, GarantiGoiás, Tribunal de Justiça de Goiás, AUVP Capital, e outras para participar do programa.

Programa Impulso GO Pequenas Empresas

O projeto foi desenvolvido por meio da Secretaria de Estado da Retomada e concentra mais de R$ 1,3 bilhão em incentivo através de financiamentos, garantia a crédito, capacitação e oportunidades.

Segundo o governo, as micro e pequenas empresas, são responsáveis por cerca de 90% dos empregos formais e por isso são grandes geradoras de renda para Goiás.

As ações do programa incluem cursos gratuitos em diversas áreas com foco no empreendedorismo através dos Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás (Codego), linha de crédito para eventos, capacitação, consultoria e networking para entrada de produtos ou serviços nos mercados internacionais, e outros.

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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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PM em carro do TJ é suspeito de atirar em garota de programa em Aparecida; vídeo – Reprodução / TV Anhanguera / Ramon Lacerda

Um policial militar é suspeito de atirar em uma garota de programa em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital. Vídeo de câmera de segurança mostra momento em que caminhonete se aproxima de mulher, que estava sentada na calçada. Ela se ajoelha e gesticula. Depois de algum tempo, a garota de programa se joga no chão e o veículo, onde estaria o policial militar, deixa o local.

Em nota, a defesa do policial militar descreve que ele foi vítima de uma tentativa de roubo quando estava dentro do veículo. Três pessoas teriam visualizado a corrente de ouro e a carteira do policial, que teria atirado para se defender e para evitar que sua arma fosse roubada, diz o texto da defesa. Por outro lado, testemunhas relataram à Polícia Militar que a garota de programa teria furtado um cordão de ouro do policial depois de realizar um programa.

O caso aconteceu no dia 11 de abril, no Setor Santa Luzia, mas só agora foi divulgado. A região é conhecida por abrigar motéis. O policial, que era lotado no Tribunal de Justiça, trafegava em veículo do órgão no momento do ocorrido.

Imagem de câmera de segurança mostra veículo parado ao lado de garota de programa atingida por tiros — Foto: Reprodução / TV Anhanguera / Ramon Lacerda

De acordo com informações da polícia, o veículo é patrimônio do Tribunal de Justiça de Goiás. Procurado pelo g1, o TJ-GO informou que o servidor foi dispensado da instituição assim que foi constatado o uso não autorizado do veículo.

A garota de programa foi hospitalizada no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) e passou por cirurgia no abdome, de acordo com a assessoria de imprensa da instituição. A mulher segue internada e seu estado de saúde é regular.

Procurada pelo g1, a defesa da mulher alvejada disse que irá aguardar as investigações e que irá se manifestar nos autos do processo.

O g1 também solicitou posicionamento da Polícia Militar por ligação, WhatsApp e e-mail às 15h36 de segunda-feira (13), mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.

NOTA – Defesa do policial militar

A defesa informa que, conforme o depoimento do seu constituinte, WALKER FERREIRA MENDONÇA, ás autoridades policiais, que no dia 11/04/2024 por volta de 22:30, encontrava-se dentro do veículo, quando foi vítima de uma tentativa de roubo, tendo sido abordado por três indivíduos.

Que esses indivíduos visualizaram a sua corrente de ouro e sua carteira. Em ato continuo, puxaram corrente e pegaram a sua carteira. Quando os indivíduos perceberam que a vítima estava armada, tentaram pegar a sua arma também, mas prontamente a vítima se identificou como policial militar, e efetuou os disparos para fazer cessar a injusta agressão, para preservar a sua vida e também para que sua arma não fosse subtraída.

Ao sair do local do fato, o pneu do veículo furou, momento em que chamou um guincho, para que conduzisse o carro até uma oficina, localizada no Setor Coimbra. Enquanto aguardava o conserto, o Sr. Walker, foi abordado por uma equipe policial, momento em que se identificou como capitão da Policial Militar, e relatou que havia sido vitima de um roubo tentado no setor santa luzia e que só estaria aguardando o conserto do veículo, para ir até a delegacia para registrar a ocorrência do roubo, e também para realizar sua apresentação espontânea, haja vista que havia disparado tiros em face de um dos autores do fato, para revidar a injusta agressão.

O Sr. Walker, fez o registro de vítima de roubo tentado, na central de flagrantes de Aparecida de Goiânia, onde o delegado competente colheu o seu depoimento e dos condutores da ocorrência.

Posteriormente, a autoridade policial autuou em flagrante delito o indivíduo que foi baleado, pela pratica do crime de roubo tentado, onde foi distribuído o APF ao Poder Judiciário sob n° 5374409-84.2024.8.09.0011, aguardando apenas a alta médica do indivíduo, para que seja realizada a audiência de custódia e posteriormente a abertura de inquérito policial.

Esclarece por último, que ás demais providências e andamentos processuais, ficaram a cargo das autoridades competentes e do Poder Judiciário.

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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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A Redação

Goiânia- 

O Governo de Goiás entregou 350 cartões do programa Aluguel Social, em Inhumas, nesta quinta-feira (9/5). O benefício consiste em um auxílio de R$ 350 mensais para custos com moradia. 800 pessoas foram contempladas no município e cerca de 50 mil em todo o Estado. O vice-governador Daniel Vilela representou o governador Ronaldo Caiado na cerimonia.


 


“Esse programa dá condições para as famílias que estão num momento de maior dificuldade, como desemprego ou baixo salário, poderem investir numa alimentação melhor para seu filho, garantir pagamento da água ou mesmo de internet”, pontuou o vice-governador. O recurso do programa, que integra o Goiás Social, é depositado na conta bancária apontada em cada um dos cartões. 


 


O prefeito de Inhumas, João Antônio Ferreira, destacou que “esse trabalho é realizado em proteção das pessoas mais vulneráveis, por isso é de extrema importância”. A vice-prefeita, Fabiane Leão, também observou que a iniciativa beneficia “muitas mulheres e famílias e se torna luz para quem precisa do benefício, trazendo cada vez mais dignidade”.



Auxílio


Durante a cerimônia que marcou a entrega do benefício, a costureira Juliana Joaquina de Almeida foi escolhida para receber o cartão de forma simbólica das mãos do vice-governador. Ela conta que, atualmente, paga R$ 750 de aluguel para viver com os dois filhos, Silas e Diogo, de 7 e 15 anos, respectivamente. “[O Aluguel Social] vai ajudar muito, pois além de pagar a moradia, temos contas mensais como água e energia. Vai complementar a renda, uma grande ajuda para comprar alimento ou material de escola para meus meninos”, comemorou. 


 


Para Milena Cristina Pires, o benefício vai pagar o valor total de seu aluguel, que também custa R$ 350. Desempregada e beneficiária de programas sociais como Bolsa Família e Mães de Goiás, ela vive com a filha Sofia, de seis anos, que possui déficit intelectual e de atenção e demanda maiores cuidados. “Em vez de gastar com aluguel, vou poder pagar as contas e comprar remédios para minha filha. Preciso ter um dinheirinho para ela”, destacou. 


 


Balanço


O Aluguel Social, programa conduzido pela Agência Goiana de Habitação (Agehab) e pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), já chegou a 85 municípios goianos, alcançando 50 mil famílias. Entre os critérios para receber o benefício estão o cadastro atualizado no CadÚnico federal, morar há pelo menos três anos no município e morar de aluguel. 


 


É preciso também atender a pelo menos um dos requisitos específicos listados no edital, entre eles superendividamento, moradia improvisada, idoso, deficiente e família só com pai ou só com mãe (monoparental). Também é requisito específico ser bolsista do Probem ou estudante da Universidade Estadual de Goiás (UEG), por exemplo. Somente um deles já dá direito ao benefício.




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O Grupo Equatorial Energia abriu inscrições para a edição 2024 do programa Escola de Eletricistas, que oferece formação gratuita para quem deseja atuar no setor de distribuição de energia elétrica. Somente em Goiás, serão 125 vagas abertas, com turmas divididas nos municípios de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Jataí e Catalão. Realizado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (Senai), ao todo, são 450 vagas abertas também nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas e Rio Grande do Sul. O edital está disponível no site https://escoladeeletricistaseqtl.com.br/ e as inscrições já podem ser realizadas.

A formação é direcionada para homens e mulheres maiores de 18 anos, que possuam diploma de conclusão de ensino médio e carteira nacional de habilitação (CNH) categoria B definitiva, dentro do prazo de validade.

O presidente da Equatorial Goiás, Lener Jayme, destaca o trabalho que a companhia tem desenvolvido no Estado em menos de dois anos de atuação. “Em um curto período, já estamos realizando a segunda edição de um projeto importante para a Equatorial e para a sociedade, porque promove a capacitação profissional gratuita e de qualidade e, consequentemente, autonomia econômica entre os participantes. Além de suprir com a demanda crescente de profissionais no setor de energia”, afirma.

Para o presidente, outro ponto importante é o fato de as turmas serem mistas, para um setor majoritariamente masculino, ter vagas para mulheres contribui para a construção de um mercado de trabalho mais inclusivo

A última edição do programa formou, em Goiás, 31 mulheres. Entre elas, Maria Josélia Pierote, de 40 anos, que sempre teve interesse no ramo e já possuía um curso técnico, mas não tinha condições financeiras de se dedicar ainda mais na carreira. Assim, viu no programa uma grande oportunidade. “Foi realmente transformador os três meses de curso, porque eu conhecia somente a parte teórica, e com o programa, consegui entender como são os procedimentos, os processos, os dispositivos, os equipamentos, então, tive um contato direto com o trabalho, foi muito importante”, afirma. E o curso rendeu grandes frutos, atualmente, Maria Josélia está cursando engenharia elétrica e é uma das recém-contratadas da Equatorial Goiás para o cargo de Eletricista Júnior.

O processo seletivo será realizado em etapas, sendo todas de caráter eliminatório e/ou classificatório. A divulgação da lista de candidatos aptos para a realização da prova objetiva, tendo como critério o atendimento aos requisitos estabelecidos no Edital, será divulgada no site escoladeeletricistaseqtl.com.br de acordo com o cronograma previsto no Edital de cada município.

A qualificação possui carga horária de 40 horas semanais, totalizando 480 horas do curso profissionalizante e 112 horas de curso comportamental, que visa apoiar o aluno no desenvolvimento de habilidades cognitivas como raciocínio lógico, comunicação, relacionamento interpessoal e estruturação do Projeto de Vida. A duração aproximada do programa é de quatro meses e, durante esse período, será ofertada uma ajuda de custo mensal para auxiliar o aluno na conclusão da formação.

De acordo com a gerente de Gente e Gestão da Equatorial Goiás, Ana Paula de Lima, as etapas são importantes para a qualificação dos candidatos, já que o curso realmente tem o objetivo de preparar profissionais para ocuparem uma posição no setor de energia elétrica. “É necessário que os participantes estejam empenhados e abertos para as mudanças que este curso trará. Que realmente entendam que é uma chance única de transformarem suas carreiras por meio da educação, resultando em novas oportunidades de emprego e fonte renda”, reforça.

Desde o início do projeto, em 2022, o Escola de Eletricistas já formou 1.134 novos profissionais para atuar no setor elétrico. A primeira edição realizada, em Goiás, foi em agosto do ano passado, e formou mais de 150 profissionais, entre eles, Herberth Pereira, de 24 anos, de Anápolis.

“O curso realmente mudou a minha vida e a minha trajetória, me deu a oportunidade de crescimento e de descobrir o que eu realmente gosto de fazer. Eu nunca trabalhei na área, mas sempre gostei do ramo, que é diversificado, preciso estar atento às inovações, aos novos métodos de trabalho e nos procedimentos que possibilitam maior segurança na atividade, porque eletricidade é algo bem perigoso, não é para todo mundo, é, realmente, para quem gosta”, pontua Herberth.

O Escola de Eletricistas é um programa que está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente o 4 que visa promover educação de qualidade, mas também atende aos Objetivos 1 (erradicação da pobreza), 5 (igualdade de gênero), 8 (trabalho decente e crescimento econômico) e 10 (redução das desigualdades), até 2030.

Todos esses compromissos reforçam o objetivo maior do Grupo Equatorial em contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e um futuro cada vez melhor.

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence à holding Equatorial Energia, 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem cerca de 13 milhões de clientes. Somente em Goiás são cerca de 3,5 milhões de clientes, localizados em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

Fonte: Com Informações da Gerencia de Comunicação e Marketing da Equatorial Goias



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O Grupo Equatorial Energia abriu inscrições para a edição 2024 do programa Escola de Eletricistas, que oferece formação gratuita para quem deseja atuar no setor de distribuição de energia elétrica em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (Senai).

Somente em Goiás serão 125 vagas abertas, com turmas em Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Jataí e Catalão.

O edital está disponível no site https://escoladeeletricistaseqtl.com.br/ e as inscrições já podem ser realizadas.

A formação é direcionada para homens e mulheres maiores de 18 anos, que possuam diploma de conclusão de ensino médio e carteira nacional de habilitação (CNH) categoria B definitiva, dentro do prazo de validade.

O presidente da Equatorial Goiás, Lener Jayme, destaca o trabalho que a companhia tem desenvolvido no Estado em menos de dois anos de atuação.

“Em um curto período, já estamos realizando a segunda edição de um projeto importante para a Equatorial e para a sociedade, porque promove a capacitação profissional gratuita e de qualidade e, consequentemente, autonomia econômica entre os participantes. Além de suprir com a demanda crescente de profissionais no setor de energia”, afirma.

Para o presidente, outro ponto importante é o fato de as turmas serem mistas, para um setor majoritariamente masculino, ter vagas para mulheres contribui para a construção de um mercado de trabalho mais inclusivo.

A última edição do programa formou, em Goiás, 31 mulheres. Entre elas, Maria Josélia Pierote, de 40 anos, que sempre teve interesse no ramo e já possuía um curso técnico, mas não tinha condições financeiras de se dedicar ainda mais na carreira. Assim, viu no programa uma grande oportunidade.

“Foi realmente transformador os três meses de curso, porque eu conhecia somente a parte teórica, e com o programa, consegui entender como são os procedimentos, os processos, os dispositivos, os equipamentos, então, tive um contato direto com o trabalho, foi muito importante”, afirma.

E o curso rendeu grandes frutos: atualmente, Maria Josélia está cursando engenharia elétrica e é uma das recém-contratadas da Equatorial Goiás para o cargo de Eletricista Júnior.

ETAPAS  – O processo seletivo será realizado em etapas, sendo todas de caráter eliminatório e/ou classificatório.

A divulgação da lista de candidatos aptos para a realização da prova objetiva, tendo como critério o atendimento aos requisitos estabelecidos no Edital, será divulgada no site escoladeeletricistaseqtl.com.br de acordo com o cronograma previsto no Edital de cada município.

A qualificação possui carga horária de 40 horas semanais, totalizando 480 horas do curso profissionalizante e 112 horas de curso comportamental, que visa apoiar o aluno no desenvolvimento de habilidades cognitivas como raciocínio lógico, comunicação, relacionamento interpessoal e estruturação do Projeto de Vida.

A duração aproximada do programa é de quatro meses e, durante esse período, será ofertada uma ajuda de custo mensal para auxiliar o aluno na conclusão da formação.

De acordo com a gerente de Gente e Gestão da Equatorial Goiás, Ana Paula de Lima, as etapas são importantes para a qualificação dos candidatos, já que o curso realmente tem o objetivo de preparar profissionais para ocuparem uma posição no setor de energia elétrica.

“É necessário que os participantes estejam empenhados e abertos para as mudanças que este curso trará. Que realmente entendam que é uma chance única de transformarem suas carreiras por meio da educação, resultando em novas oportunidades de emprego e fonte renda”, reforça.

RESULTADOS – Desde o início do projeto, em 2022, o Escola de Eletricistas já formou 1.134 novos profissionais para atuar no setor elétrico.

A primeira edição realizada, em Goiás, foi em agosto do ano passado, e formou mais de 150 profissionais, entre eles, Herberth Pereira, de 24 anos, de Anápolis.

“O curso realmente mudou a minha vida e a minha trajetória, me deu a oportunidade de crescimento e de descobrir o que eu realmente gosto de fazer. Eu nunca trabalhei na área, mas sempre gostei do ramo, que é diversificado, preciso estar atento às inovações, aos novos métodos de trabalho e nos procedimentos que possibilitam maior segurança na atividade, porque eletricidade é algo bem perigoso, não é para todo mundo, é, realmente, para quem gosta”, pontua Herberth.

SUSTENTABILIDADE – O Escola de Eletricistas é um programa que está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente o 4 que visa promover educação de qualidade, mas também atende aos Objetivos 1 (erradicação da pobreza), 5 (igualdade de gênero), 8 (trabalho decente e crescimento econômico) e 10 (redução das desigualdades), até 2030.

Todos esses compromissos reforçam o objetivo maior do Grupo Equatorial em contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e um futuro cada vez melhor. [Informações da Assessoria de Imprensa da Equatorial Goiás, em Goiânia]

Ajuda de custo será ofertada durante quatro meses para auxiliar alunos na conclusão da formação [Foto: Divulgação/Equatorial Goiás]

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Idealizado pelo Grupo Equatorial Energia, o programa integra a plataforma E+ e já formou mais de 1.000 alunos como Eletricistas de Rede de Distribuição de Energia Elétrica

(Foto: Divulgação Equatorial)

O Grupo Equatorial Energia abriu inscrições para a edição 2024 do programa Escola de Eletricistas, que oferece formação gratuita para quem deseja atuar no setor de distribuição de energia elétrica. Somente em Goiás são 125 vagas, com turmas divididas nos municípios de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Jataí e Catalão. Realizado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (Senai), ao todo, são 450 vagas contando também os estados do Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas e Rio Grande do Sul. O edital está disponível no site https://escoladeeletricistaseqtl.com.br/ e as inscrições estão abertas.

A formação é direcionada para homens e mulheres maiores de 18 anos, que possuam diploma de conclusão de ensino médio e carteira nacional de habilitação (CNH) categoria B definitiva, dentro do prazo de validade.

O presidente da Equatorial Goiás, Lener Jayme, destaca o trabalho que a companhia tem desenvolvido no Estado em menos de dois anos de atuação. “Em um curto período, já estamos realizando a segunda edição de um projeto importante para a Equatorial e para a sociedade, porque promove a capacitação profissional gratuita e de qualidade e, consequentemente, autonomia econômica entre os participantes. Além de suprir com a demanda crescente de profissionais no setor de energia”, afirma.

Para o presidente, outro ponto importante é o fato de as turmas serem mistas, para um setor majoritariamente masculino, ter vagas para mulheres contribui para a construção de um mercado de trabalho mais inclusivo. A última edição do programa formou, em Goiás, 31 mulheres. Entre elas, Maria Josélia Pierote, de 40 anos, que sempre teve interesse no ramo, já possuía um curso técnico, mas não tinha condições financeiras de se dedicar ainda mais na carreira e viu no programa uma grande oportunidade. “Foi realmente transformador os três meses de curso, porque eu conhecia somente a parte teórica, e com o programa, consegui entender como são os procedimentos, os processos, os dispositivos, os equipamentos, então, tive um contato direto com o trabalho, foi muito importante”, afirma. E o curso rendeu grandes frutos, atualmente, Maria Josélia está cursando engenharia elétrica e é uma das recém-contratadas da Equatorial para o cargo de Eletricista Júnior.

Etapas

O processo seletivo será realizado em etapas, sendo todas de caráter eliminatório e/ou classificatório. A divulgação da lista de candidatos aptos para a realização da prova objetiva, tendo como critério o atendimento aos requisitos estabelecidos no Edital, será divulgada no site escoladeeletricistaseqtl.com.br de acordo com o cronograma previsto no Edital de cada município.

A qualificação possui carga horária de 40 horas semanais, totalizando 480 horas do curso profissionalizante e 112 horas de curso comportamental, que visa apoiar o aluno no desenvolvimento de habilidades cognitivas como raciocínio lógico, comunicação, relacionamento interpessoal e estruturação do Projeto de Vida. A duração aproximada do programa é de quatro meses e, durante esse período, será ofertada uma ajuda de custo mensal para auxiliar o aluno na conclusão da formação.

Resultados

Desde o início do projeto, em 2022, o Escola de Eletricistas já formou 1.134 novos profissionais para atuar no setor elétrico. A primeira edição realizada em Goiás foi em agosto do ano passado e formou mais de 150 profissionais, entre eles, Herberth Pereira, de 24 anos, de Anápolis.

“O curso realmente mudou a minha vida e a minha trajetória, me deu a oportunidade de crescimento e de descobrir o que eu realmente gosto de fazer. Eu nunca trabalhei na área, mas sempre gostei do ramo, que é diversificado, preciso estar atento às inovações, aos novos métodos de trabalho e nos procedimentos que possibilitam maior segurança na atividade, porque eletricidade é algo bem perigoso, não é para todo mundo, é, realmente, para quem gosta”, pontua Herberth.

De acordo com a gerente de Gente e Gestão da Equatorial Goiás, Ana Paula de Lima, as etapas são importantes para a qualificação dos candidatos, já que o curso realmente tem o objetivo de preparar profissionais para ocuparem uma posição no setor de energia elétrica. “É necessário que os participantes estejam empenhados e abertos para as mudanças que este curso trará, que entendam que é uma chance única de transformarem suas carreiras por meio da educação, resultando em novas oportunidades de emprego e fonte renda”, reforça.

Sustentabilidade

O Escola de Eletricistas é um programa que está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente o 4 que visa promover educação de qualidade, mas também atende aos Objetivos 1 (erradicação da pobreza), 5 (igualdade de gênero), 8 (trabalho decente e crescimento econômico) e 10 (redução das desigualdades), até 2030.

Todos esses compromissos reforçam o objetivo maior do Grupo Equatorial em contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e um futuro cada vez melhor.



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O Goiás Social entregou na última segunda-feira (8/4), 206 perucas ao hospital Araújo Jorge, destinadas a mulheres em tratamento de câncer. As peças foram confeccionadas com material doado pela Receita Federal, apreendido pela Polícia Rodoviária Federal em Goiás (PRF-GO), em uma operação de fiscalização de contrabando.

Todas as perucas são de cabelo natural, extraídos de parte dos 350 quilos recebidos, que também incluíam sintéticos. As pacientes contempladas são mulheres em situação de vulnerabilidade, sem condições de adquirir uma peça como as que foram doadas e cujo valor pode chegar a R$ 2 mil no mercado.

A responsável pela produção das perucas, Joana Diniz, disse que há 30 anos trabalha no ramo e esta é a primeira vez que vê uma ação desta grandeza.

“Eu nunca tinha presenciado, nessas três décadas, um gesto de solidariedade desta dimensão, com um produto de tanta qualidade”, afirma a especialista, explicando que foram confeccionadas perucas de diferentes cores, texturas, e comprimento de cabelos.

O secretário da Seds, Wellington Matos, destacou que todas as oportunidades de apoiar os goianos em situação de vulnerabilidade, nos mais diferentes contextos, são aproveitadas pelo Governo de Goiás, por meio do Goiás Social, com a atuação de suas diferentes secretarias e pastas.

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O Crédito Parceria oferece um valor para auxiliar no financiamento ou na entrada do valor do imóvel. Foto: Reprodução

Mulheres goianas vítimas de violência doméstica que possuem interesse em adquirir o imóvel próprio já podem se inscrever no programa Para Ter Onde Morar – Crédito Parceria. A Agência Goiana de Habitação (Agehab) e Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) publicaram edital para seleção das beneficiadas, que podem se cadastrar até o dia 22 de abril.

Os imóveis do programa são no Residencial Iris Rezende III, no Conjunto Vera Cruz, em Goiânia. O Crédito Parceria é um subsídio estadual no valor de até R$ 45,8 mil, que tem como objetivo promover a redução do valor da entrada ou do financiamento imobiliário para aquisição dos imóveis sociais. As parcelas do financiamento custarão por volta de R$ 300, dependendo do valor da renda familiar.

O secretário da Infraestrutura, Pedro Sales, explica que a modalidade Crédito Parceria atende a uma parcela da população que tem condições de pagar um financiamento, mas não consegue ofertar uma entrada e pagar o financiamento total.“Esse programa atende outra faixa da população não alcançada pelas casas a custo zero, que precisa ter renda menor que um salário, mas também precisa de intervenção do poder público para ter acesso à moradia de qualidade”, declara.

Requisitos para se inscrever

Primeiramente, as mulheres em situação de violência doméstica devem apresentar documentos que comprovem tal condição: Boletim de Ocorrência, expedido pelo Distrito Policial; sentença condenatória da ação penal instaurada em face do agressor e emitida pelo Poder Judiciário; e relatório elaborado por Assistente Social, exigidos de forma cumulativa.

Entre os outros requisitos estão ser brasileira nata ou naturalizada; maior de 18 anos ou emancipada; não ser proprietária, cessionária ou promitente compradora de imóvel residencial; não ser detentora de financiamento no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação; não ter sido beneficiada com moradia em outro programa habitacional com recursos oriundos do governo gederal, estadual ou municipal.

Além disso, é exigido que a pessoa resida no município de Goiânia há pelo menos três anos; possua renda familiar mensal de até três salários mínimos comprovada por meio de documentação; não tenha restrição cadastral (Serasa, SPC, Bacen e Receita Federal); tenha família constituída com no mínimo dois integrantes, exceto quando o beneficiário for maior de 60 anos, em que poderá ter apenas um integrante; e tenha a avaliação de crédito aprovada para financiamento pela Caixa (análise será feita após inscrição).

A Agehab ressalta que a seleção para o Crédito Parceria trata somente da reserva legal de 5% de um total de 120 unidades habitacionais disponíveis, o que corresponde a seis moradias.


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Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Ministério de Portos e Aeroportos lançaram nesta quarta-feira (3) o programa Asas para Todos, com o objetivo de aumentar a diversidade e a inclusão no setor aéreo brasileiro. O programa prevê 16 projetos, como a parceria com universidades para capacitação de profissionais e a oferta de bolsas para formação de pilotos e mecânicos de manutenção, com prioridade para pessoas com baixa renda e mulheres.  

Segundo a Anac, o custo de formação de um piloto privado é de R$ 45 mil e de um piloto comercial é de R$ 120 mil. “Comparando isso com a renda per capita, a gente vê que, infelizmente, a formação no setor aéreo é um entrave para mais de 80% dos brasileiros, e isso se reflete na composição dos nosso profissionais”, disse o diretor-presidente substituto da Anac, Tiago Pereira

Brasília, (DF) – 03/04/2024 -  Presidente da ANAC, Tiago Pereira, participa do lançamento do programa Asas para Todos. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

Brasília, (DF) – 03/04/2024 –  Presidente da ANAC, Tiago Pereira, participa do lançamento do programa Asas para Todos. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

Brasília, (DF) – 03/04/2024 -  Presidente da ANAC, Tiago Pereira, participa do lançamento do programa Asas para Todos. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

Brasília, (DF) – 03/04/2024 –  Presidente da ANAC, Tiago Pereira, participa do lançamento do programa Asas para Todos. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.


 Tiago Pereira ressalta que o valor da formação no setor aéreo é alto para a maioria dos brasileiros – Valter Campanato/Agência Brasil

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Em relação à diversidade de gênero, apenas 3,2% dos pilotos de avião e de helicóptero são mulheres, e no caso de mecânicos de manutenção aeronáutica, o percentual de profissionais femininos é de 2,4%. “Além de ser muita injustiça, é ineficiente a gente prescindir de metade da mão de obra possível nesse setor, que é tão intensivo em capacitação e mão de obra”, avalia Pereira.  

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o programa irá levar cidadania aos aeroportos brasileiros. Ele pontuou que é fundamental que as concessionárias possam se envolver no projeto, já que 95% dos aeroportos do país são geridos por elas. 

Brasília, (DF) – 03/04/2024 -  O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, participa do lançamento do programa Asas para Todos. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

Brasília, (DF) – 03/04/2024 – O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, participa do lançamento do programa Asas para Todos. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

Brasília, (DF) – 03/04/2024 -  O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, participa do lançamento do programa Asas para Todos. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

Brasília, (DF) – 03/04/2024 – O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, participa do lançamento do programa Asas para Todos. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.


Para o ministro Silvio Costa Filho, programa vai levar cidadania para os aeroportos – Valter Campanato/Agência Brasil

No evento de hoje também foram assinados acordos de cooperação técnica entre a Anac e os ministérios de Portos e Aeroportos, do Turismo, das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos e da Cidadania. 

Inclusão

O presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Marcelo Freixo, lembrou o caso da porta-bandeira da escola de samba Portela, Vilma Nascimento, de 85 anos, que foi vítima de racismo no aeroporto de Brasília em novembro do ano passado.

“Não é natural que a aviação seja um lugar hegemonicamente de homens brancos. Isso é social e histórico e precisa ser enfrentado com política pública”, disse. 

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse que o caso da porta-bandeira não foi isolado, mas prontamente o governo decidiu pensar em soluções para a melhoria desses espaços. “Muitas pessoas negras não têm oportunidade de viajar de avião, e quando viajam sentem medo de ser destratadas”. 

Brasília, (DF) – 03/04/2024 - A ministra da Igualdade Racial do Brasil, Anielle Franco, participa do llançamento do programa Asas para Todos. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

Brasília, (DF) – 03/04/2024 – A ministra da Igualdade Racial do Brasil, Anielle Franco, participa do llançamento do programa Asas para Todos. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

Brasília, (DF) – 03/04/2024 - A ministra da Igualdade Racial do Brasil, Anielle Franco, participa do llançamento do programa Asas para Todos. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

Brasília, (DF) – 03/04/2024 – A ministra da Igualdade Racial do Brasil, Anielle Franco, participa do llançamento do programa Asas para Todos. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.


Anielle Franco garante que caso da porta-bandeira da Portela não é isolado – Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, disse que esse tipo de situação compromete a economia do país “Com essas atitudes discriminatórias, a gente esmaga aquilo que o país pode produzir de melhor”, destacou.

Com informação da Agência Brasil

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-04/programa-do-governo-visa-aumentar-diversidade-na-aviacao-civil



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