10 de setembro de 2026
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Uma mina localizada em Minaçu, no norte de Goiás, tornou-se peça importante na disputa entre Estados Unidos e China pelo controle dos minerais utilizados nas tecnologias mais avançadas do mundo.

A mina Pela Ema, operada pelo grupo Serra Verde, produz terras raras empregadas na fabricação de motores de veículos elétricos, turbinas eólicas, equipamentos eletrônicos, robôs, data centers e sistemas militares.

O interesse internacional cresceu depois que a norte-americana USA Rare Earth anunciou um acordo para adquirir o controle da Serra Verde. A transação foi avaliada em aproximadamente US$ 2,8 bilhões, considerando pagamento em dinheiro e ações.

As informações disponíveis até 31 de agosto indicavam que a conclusão do negócio era esperada para depois da assembleia de acionistas realizada no dia 28, mas ainda dependia do cumprimento das condições finais da operação. UOL e documentos apresentados à SEC detalharam a negociação.

Governo dos Estados Unidos participa da operação

A dimensão geopolítica fica evidente na participação financeira do governo norte-americano.

Um veículo criado para adquirir a produção da Serra Verde recebeu um arranjo de capitalização estimado em US$ 1,55 bilhão. Desse total, US$ 750 milhões correspondem a um investimento do governo dos Estados Unidos.

O pacote também inclui uma linha de crédito de até US$ 500 milhões e um compromisso do governo norte-americano de comprar pelo menos US$ 300 milhões em produtos de terras raras durante cinco anos.

A Serra Verde firmou ainda um contrato de fornecimento com duração de 15 anos. O acordo prevê a compra de toda a produção da primeira fase do projeto, segundo os documentos apresentados pela USA Rare Earth às autoridades reguladoras norte-americanas.

Na prática, minerais retirados do solo goiano passaram a integrar a estratégia dos Estados Unidos para reduzir a dependência da cadeia produtiva controlada pela China.

Por que as terras raras são tão importantes?

Apesar do nome, esses elementos não são necessariamente escassos na natureza. O desafio está em encontrar depósitos economicamente viáveis e, principalmente, dominar as tecnologias necessárias para separar e transformar os minerais.

Algumas terras raras possuem propriedades magnéticas fundamentais para a produção de ímãs permanentes de alto desempenho. Esses componentes estão presentes em carros elétricos, turbinas eólicas, celulares, computadores, equipamentos médicos, satélites e sistemas de defesa.

A China responde por cerca de 69% da produção mundial e controla entre 85% e 90% da capacidade global de refino e processamento, segundo levantamento divulgado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Essa concentração permite ao país asiático exercer grande influência sobre preços, disponibilidade e fornecimento internacional.

Brasil tem reservas, mas ainda agrega pouco valor

O Brasil possui aproximadamente 23% das reservas mundiais conhecidas de terras raras, ficando atrás apenas da China. Apesar desse potencial, responde por cerca de 1% da produção global.

A Serra Verde, em Minaçu, é atualmente a única mina de terras raras em operação comercial no país. Suas atividades começaram em 2024, com foco em elementos magnéticos como neodímio, praseodímio, disprósio e térbio.

O principal problema brasileiro está depois da extração.

A etapa de separação química, transformação em metais e produção de ímãs concentra a maior parte do valor econômico e tecnológico. O país ainda possui participação limitada nessas fases e continua exportando produtos intermediários.

Isso significa que Goiás fornece o recurso mineral, enquanto grande parte da industrialização, do conhecimento tecnológico e dos produtos de maior valor pode permanecer no exterior.

O que realmente ficará em Goiás?

A mineração pode gerar empregos, arrecadação e movimentação econômica em Minaçu. Mas o impacto duradouro dependerá de quanto da cadeia produtiva será instalado no estado e no Brasil.

O desafio não é apenas retirar terras raras do solo. É desenvolver centros de pesquisa, formar trabalhadores especializados e atrair indústrias de separação, ligas metálicas, componentes eletrônicos e ímãs permanentes.

Sem essa estrutura, o Brasil corre o risco de repetir um modelo conhecido: exportar matéria-prima de menor valor e importar equipamentos tecnológicos muito mais caros.

O avanço de investidores estrangeiros sobre projetos brasileiros também acelerou o debate no Congresso sobre uma política nacional para minerais críticos. O governo federal defende que uma parte maior do processamento seja realizada no país, enquanto representantes do setor questionam o aumento do controle estatal sobre investimentos e exportações. Folha de S.Paulo

Operação também enfrenta questionamentos ambientais

O crescimento econômico não elimina as preocupações ambientais envolvendo a mineração.

Uma análise da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás apontou parâmetros de poluição, presença de metais e turbidez acima dos limites estabelecidos em cursos d’água próximos ao empreendimento.

Segundo reportagem da Agência Pública, técnicos recomendaram multas por possíveis impactos no córrego Laje e por problemas identificados em estudos ambientais.

A Semad informou que os autos de infração foram lavrados e seguem em processo administrativo. A empresa apresentou documentos e informações que ainda precisam ser analisados antes de uma decisão definitiva.

Procurada pela Agência Pública, a Serra Verde declarou que mantém diálogo com os órgãos reguladores e que trabalha para resolver as questões apontadas.

Portanto, os registros precisam ser tratados como procedimentos ambientais em análise, e não como condenações definitivas.

Goiás diante de uma oportunidade histórica

As terras raras de Minaçu podem transformar Goiás em um dos pontos estratégicos da nova economia tecnológica mundial. Mas possuir o mineral não garante, sozinho, desenvolvimento econômico ou soberania.

O resultado dependerá de fiscalização ambiental, transparência nos contratos, participação das comunidades, investimentos em ciência e instalação de etapas industriais de maior valor no Brasil.

A disputa internacional já chegou ao solo goiano. Agora, a pergunta mais importante é quanto da riqueza, da tecnologia e dos benefícios dessa cadeia permanecerá em Goiás.

Autor # Gil Campos


Rio Verde recebeu neste fim de semana a Copa de Goiás de Drift, competição que reuniu pilotos, equipes e público em torno de uma das modalidades mais características do automobilismo. As atividades foram realizadas na região do Estádio Mozart Veloso do Carmo e integraram a programação esportiva do município.

A competição colocou os pilotos diante do desafio de controlar os veículos em derrapagens intencionais, combinando velocidade, precisão e domínio do carro. A modalidade tem como uma de suas principais características as manobras executadas em pista, acompanhadas pela fumaça produzida pelos pneus e pelo som dos motores.

Além das disputas, o campeonato proporcionou ao público contato próximo com os veículos preparados para a modalidade e com a dinâmica das apresentações. A realização do evento também ampliou a presença do automobilismo na programação esportiva de Rio Verde em comemorações aos 178 da cidade, que vem recebendo atividades relacionadas a diferentes modalidades de velocidade.

Para o prefeito Wellington Carrijo, a realização de competições diversificadas contribui para ampliar as opções de esporte e lazer disponíveis no município.

“Rio Verde tem um calendário esportivo diversificado e queremos continuar trazendo eventos que movimentem a cidade e ofereçam novas experiências para a nossa população. O drift reúne esporte, entretenimento e muita adrenalina, e estamos felizes em apoiar iniciativas que fortalecem ainda mais o esporte no município”, afirmou.

O secretário municipal de Esportes e Lazer, Oromildes Junior, também destacou a ampliação do espaço destinado a diferentes modalidades dentro do calendário esportivo local.

“Nosso objetivo é justamente ampliar as oportunidades para que diferentes modalidades tenham espaço em Rio Verde. O campeonato de drift mostrou a força do automobilismo e proporcionou um grande espetáculo para quem acompanhou o evento. É mais uma iniciativa que contribui para fortalecer o esporte e movimentar a cidade”, disse.

A presença de uma competição específica de drift também acompanha o crescimento de atividades ligadas ao automobilismo na cidade. Além da modalidade, Rio Verde já recebeu eventos de autocross, kartcross e apresentações de carros preparados para exibição e competição.

Foto: Reprodução

Para os pilotos, o drift exige não apenas potência dos veículos, mas capacidade técnica para controlar o carro durante as derrapagens e executar as manobras dentro do traçado definido. Para o público, a modalidade combina o aspecto competitivo com o caráter de espetáculo, característica que ajuda a aproximar novos espectadores do automobilismo.



Autor Flávio Veras


Desastre na fronteira isola comunidades e destrói infraestrutura; buscas por sobreviventes se concentram em túneis de usinas

O número de mortos pelas enchentes catastróficas na fronteira entre Nepal e China chegou a 955 nesta 2ª feira (31.ago.2026), segundo autoridades dos 2 países. Outras 4.471 pessoas  permanecem desaparecidas, e equipes de resgate trabalham em ritmo de emergência para localizar trabalhadores que podem estar presos vivos nos túneis de usinas hidrelétricas na região.

As inundações começaram no dia 26 de agosto, com uma enxurrada de água, lama e detritos desencadeada por uma avalanche e um deslizamento de terra. A tragédia atingiu especialmente a área remota de montanha que conecta os 2 países, deixando comunidades inteiras isoladas e uma extensa rede de infraestrutura destruída.

Buscas nos túneis hidrelétricos

Os pontos mais urgentes das operações de resgate são os túneis das usinas hidrelétricas que margeiam o rio Trishuli, no norte do Nepal. Ao todo, 933 trabalhadores estão desaparecidos nos diversos projetos da região. Não está claro quantos deles estavam dentro das estruturas subterrâneas quando as águas chegaram, nem quantos ainda podem estar vivos.

Uma equipe de engenheiros liderada pelo Exército do Nepal vasculhou o Projeto Hidrelétrico de Rasuwagadhi, próximo ao rio Bhote Koshi. O grupo chegou à seção mais interna do túnel e lançou um drone no interior. O escritório do primeiro-ministro informou, nesta 2ª feira (31.ago.2026), que não foram encontrados sinais de presença humana.

Especialistas estrangeiros se juntaram às equipes locais para ampliar as buscas. Segundo a parlamentar nepalesa Sumnima Udas, também ex-correspondente internacional, o país segue “em modo de busca e resgate”. Ela descreveu o desafio enfrentado pelas equipes: o terreno em Rasuwa, epicentro da tragédia, permanece completamente isolado, com helicópteros tendo de fazer fila para entrar um a um pelos estreitos desfiladeiros da região.

David Fisher, chefe da delegação da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho no Nepal, afirmou que muitas áreas dos distritos de Nuwakot e Rasuwa ficaram inacessíveis sob a avalanche de detritos. “Só nesta 6ª feira uma estrada foi aberta, mas é muito difícil. Não comporta caminhões. Leva 14 horas para percorrer o que normalmente levaria 2, mas pelo menos há uma abertura,” disse Fisher à CNN.

O governo do Nepal elevou o efetivo de resgate para cerca de 20.000 pessoas. Equipes da China, Coreia do Sul e Índia também chegaram ao país para auxiliar nas operações.

Riscos de novos desastres

A Administração Meteorológica da China alertou, nesta 2ª feira (31.ago.2026), para chuvas previstas em Gyirong e superfícies escorregadias nas rotas que levam ao porto afetado. A temperatura pode cair a até 8ºC, com grande variação entre dia e noite. Chuvas moderadas a intensas também são esperadas no sudeste do Tibet, o que pode elevar o nível da água no lago de barreira formado pelo deslizamento inicial.

A preocupação com represas naturais instáveis se estende à área do Nepal. A emissora estatal chinesa CCTV reportou, citando o Ministério de Recursos Hídricos da China, que pequenas áreas de água estagnada a cerca de 2,5 quilômetros a jusante de uma cratera de impacto formada pelo colapso glacial estão todas “em estado de transbordamento”.

 Em outro rio próximo, múltiplos bloqueios de terra de diferentes tamanhos transbordam pelos 2 lados do leito. “Há risco de que o colapso das barreiras de deslizamento forme um novo lago represado por deslizamento,” informou a CCTV. A China já suspendeu operações de resgate anteriormente por causa do risco de um desastre secundário provocado pelo transbordamento das águas.

Autor Poder360 · PODER360


Pessoas com deficiência poderão ter resguardados o direito de igualdade de condições ao participarem de corridas de rua realizadas no Estado de Goiás, de acordo com o projeto de lei nº 17701/26, protocolado na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego). 

De autoria do deputado Amilton Filho (MDB), a medida determina que será assegurada a igualdade de condições em relação aos demais
participantes quanto: à disponibilização de categoria específica; às distâncias oferecidas pela competição; e à premiação correspondente à classificação obtida.

A iniciativa prevê que a participação da pessoa com deficiência observará a categoria e a distância compatíveis com sua condição, respeitada sua capacidade individual e assegurada, sempre que possível, a escolha entre as distâncias oferecidas pela competição.

Em sua justificativa, o parlamentar afirma que a participação de pessoas com deficiência em corridas de rua tem se ampliado nos últimos anos, mas que ainda são observadas situações em que sua participação é limitada a determinadas categorias ou distâncias, bem como hipóteses em que a premiação não é assegurada em condições equivalentes às dos demais participantes.

A matéria aguarda votação preliminar em Plenário e, caso aprovada, será enviada à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Casa. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Produtores rurais e cooperativas do Centro-Oeste que enfrentaram perdas provocadas por eventos climáticos ou dificuldades de mercado em diferentes safras passaram a contar com uma alternativa para reorganizar suas dívidas. As condições previstas na Medida Provisória nº 1.376/2026 já podem ser buscadas junto ao Banco do Brasil e, na região, alcançam potencialmente 18,4 mil clientes, responsáveis por operações que somam até R$ 33,9 bilhões.

A medida cria condições específicas para a composição de dívidas de produtores e cooperativas que registraram perdas em duas ou mais safras entre 2019 e 2025. A proposta busca reduzir a pressão financeira sobre os empreendimentos rurais, permitindo a reorganização dos compromissos e a recuperação da capacidade de produção e geração de renda.

O alcance financeiro da iniciativa dá a dimensão do impacto acumulado pelos problemas enfrentados pelo setor nos últimos anos. Além dos efeitos de eventos climáticos adversos, produtores também tiveram de lidar com oscilações de preços e redução da rentabilidade em determinados períodos, comprometendo o fluxo de caixa de propriedades e cooperativas.

Segundo o Banco do Brasil, a carteira de agronegócios da instituição possui aproximadamente 113 mil clientes em todo o país com operações potencialmente enquadráveis nas condições da MP. O volume dessas operações chega a R$ 100 bilhões. Cerca de 36% estão inadimplentes, enquanto as demais correspondem a contratos que já haviam sido prorrogados ou renegociados.

Produtores do Centro-Oeste

No Centro-Oeste, os números representam uma parcela significativa desse universo. A região concentra uma das principais áreas produtoras de grãos, fibras e outras commodities agrícolas do país, o que faz com que alterações nas condições de financiamento tenham impacto não apenas sobre os produtores individualmente, mas também sobre a cadeia de fornecimento, comercialização e prestação de serviços ligada ao campo.

O vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, Gilson Bittencourt, destacou que a medida chega em um momento de necessidade de reequilíbrio financeiro para parte dos produtores.

“A medida provisória chega em um momento importante para produtores do Centro-Oeste que enfrentaram desafios decorrentes de condições climáticas adversas e seus reflexos sobre a produção e a renda das propriedades rurais”, afirmou.

De acordo com o executivo, a intenção é construir alternativas para que os produtores consigam regularizar suas operações e preservar a continuidade das atividades. A expectativa também é que a reorganização das dívidas permita recuperar gradualmente a capacidade de investimento dos empreendimentos.

Quem pode buscar a renegociação

A MP estabelece critérios para o enquadramento das operações. Entre eles está a ocorrência de perdas relacionadas a eventos climáticos ou de mercado em duas ou mais safras no período entre 2019 e 2025.

O processo não é automático. O produtor interessado precisa comprovar que atende às condições estabelecidas pela medida e apresentar documentação que permita a análise do caso. Entre os documentos exigidos está o laudo técnico capaz de demonstrar as perdas na produção ou a redução da renda bruta agropecuária esperada.

Produtores que já fizeram o pré-cadastro nas agências do Banco do Brasil e aqueles que ainda desejam solicitar a renegociação podem procurar as unidades da instituição. A efetivação do contrato dependerá da análise de enquadramento e da documentação apresentada.

A medida representa, portanto, mais do que uma simples extensão de prazo para pagamento. Ao permitir a reorganização de operações comprometidas por perdas sucessivas, a iniciativa busca criar condições para que produtores retomem o planejamento financeiro e mantenham a atividade produtiva.

Para uma economia fortemente dependente do agronegócio, a recuperação da capacidade financeira no campo também tem efeitos sobre outros setores. A regularização dos financiamentos pode favorecer a compra de insumos, a manutenção de equipamentos, a contratação de serviços e a preparação das próximas safras.

Autor Rogério Luiz Abreu


Projeção da CNI considera cenário em que empresas absorvem diminuição nas horas trabalhadas sem desconto na remuneração

O Brasil pode levar de 17 a 30 anos para acumular o ganho de produtividade necessário para compensar uma eventual redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas. As informações são da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e foram divulgadas nesta 2ª feira (31.ago.2026).

A projeção considera o cenário em que as empresas mantêm empregos e salários e absorvem a diminuição nas horas trabalhadas sem desconto na remuneração. Nesse caso, segundo a CNI, o total de horas trabalhadas cairia em cerca de 8%, e a eficiência por hora trabalhada precisaria aumentar de 8,3% a 8,5%. Assim, seria necessário alcançar um salto de aumento de produtividade para compensar a redução do tempo disponível de trabalho.

De acordo com a CNI, de 1981 a 2024, a produção por hora trabalhada cresceu, em média, 0,5% ao ano. Nesse ritmo, seriam necessários cerca de 17 anos para acumular o ganho estimado. Ao considerar o desempenho dos últimos 6 anos, em que a média anual caiu para 0,28% ao ano, o período se aproxima de 30 anos.

Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, essa equação da produtividade permite avaliar diretamente o efeito de uma redução do tempo de trabalho.

“Não existe país que sustente sua competitividade sem produtividade. Ela é o que permite produzir mais e gerar mais valor com os recursos disponíveis. Quando ela é afetada, as empresas sentem mais dificuldade na capacidade de investir, competir e remunerar melhor os trabalhadores”, declarou.

Além de calcular o ganho de produtividade necessário, a CNI analisou também como os efeitos da redução da jornada poderiam aparecer caso as empresas adotassem outras duas possíveis formas de adaptação.

No cenário de rejeição, em que as empresas não absorvem o aumento dos custos e desligam trabalhadores com jornada superior ao limite, o número de empregos formais poderia cair mais de 50%.

No cenário de acomodação, a adaptação ocorre pela substituição de trabalhadores com jornadas superiores ao limite por aqueles com salários proporcionalmente menores. Nessa hipótese, a massa salarial poderia cair de 2,9% a 6%.

Autor Poder360 · Bruna Rossi


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) manteve uma agenda diversificada nesta semana, com sessões deliberativas, reuniões de comissões, audiência pública de prestação de contas, sessões solenes e atividades voltadas à saúde, cultura, inclusão e à formação. No campo legislativo, o Plenário avançou na análise de matérias da Governadoria, enquanto os colegiados apreciaram dezenas de processos e discutiram temas relacionados à regulação dos serviços públicos, finanças estaduais e políticas públicas. A programação institucional também reuniu servidores, estudantes e a comunidade em diferentes ações realizadas no Palácio Maguito Vilela. 

Sessões ordinárias e atividades legislativas 

Duas sessões ordinárias híbridas movimentaram o Plenário Iris Rezende. Na terça-feira, 25, os deputados aprovaram requerimento que concentra as sessões plenárias ordinárias às terças e quartas-feiras até o primeiro turno das eleições de 2026, com possibilidade de convocação de extraordinárias. O texto recebeu 19 votos favoráveis e três contrários. A reunião também teve apresentação de outros requerimentos e pronunciamentos, entre eles o do deputado Major Araújo (PL), que tratou das promoções de integrantes da Polícia Militar. Propostas de concessão do Título de Cidadania Goiana e de declaração de utilidade pública também foram apreciadas em bloco. 

Na quarta-feira, 26, o Plenário aprovou, em primeira votação, três projetos encaminhados pela Governadoria. Um deles trata da regularização de créditos tributários de ICMS decorrentes da utilização de incentivos e benefícios fiscais ou financeiro-fiscais sem o cumprimento de determinadas condicionantes previstas na legislação. A medida, aprovada com 22 votos, poderá alcançar 519 contribuintes e tem renúncia de receita estimada em aproximadamente R$ 81 milhões em 2026. 

Também receberam aval, com 21 votos cada, o projeto que autoriza o Estado a receber terreno doado pelo município de São Domingos, para a construção da sede própria da Delegacia de Polícia Civil, e o que regulariza a localização do Agrocolégio Estadual Maguito Vilela em Goianésia. A votação do processo referente a imóvel estadual em Aragarças, ficou prejudicada para apresentação de emenda. 

Reuniões de comissões 

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) realizou, na terça-feira, 25, reunião que resultou na aprovação, em bloco, de 85 pareceres relativos a projetos de iniciativa parlamentar, abrangendo áreas como saúde, educação, segurança pública, defesa do consumidor, proteção de mulheres, crianças e adolescentes, inclusão digital, meio ambiente, cultura, turismo e desenvolvimento econômico. O colegiado aprovou, ainda, pareceres relativos a cinco concessões do Título de Cidadania Goiana e oito declarações de utilidade pública, além de distribuir 23 processos para relatoria. 

Ainda na terça-feira, a Comissão Mista aprovou o processo da Governadoria sobre a regularização de dívidas relacionadas ao ICMS. Relatada favoravelmente pelo deputado Virmondes Cruvinel (UB), a proposta prevê condições para regularização de créditos tributários e seguiu para apreciação do Plenário, onde avançou em primeira votação no dia seguinte. 

Na quarta-feira, 26, a CCJ aprovou a indicação de Bruno Botelho Saleh para integrar o Conselho Regulador da Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR). Após apresentação de seu perfil profissional, o indicado foi sabatinado pelos parlamentares sobre temas como saneamento básico, transporte coletivo, inovação, tecnologia e regulação. Na mesma reunião, o colegiado aprovou por unanimidade a proposta de emenda constitucional que possibilita a destinação de emendas e a realização de parcerias com consórcios e associações de municípios. 

Prestação de contas 

A Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento realizou, na quarta-feira, 26, audiência pública para a prestação de contas do primeiro quadrimestre de 2026 pela Secretaria de Estado da Economia. A secretária Renata Lacerda Noleto apresentou receita total líquida de R$ 16,33 bilhões e despesa liquidada de R$ 15,62 bilhões, diferença positiva de R$ 710 milhões. Na aplicação constitucional de recursos, a saúde alcançou 15,89% das receitas, acima do mínimo de 12%, enquanto a educação registrou 22,98%, diante da exigência anual de 25%. 

Sessões solenes e homenagens 

A semana contou com duas sessões solenes extraordinárias destinadas a profissionais da Segurança Pública. Na segunda-feira, 24, por iniciativa do deputado Wagner Camargo Neto (Solidariedade), integrantes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros Militar, da Polícia Civil e da Diretoria-Geral de Polícia Penal receberam a Medalha do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira. O parlamentar destacou o trabalho dos homenageados na proteção da sociedade e o reconhecimento do Parlamento aos serviços prestados ao Estado. 

Na terça-feira, 25, outra solenidade, proposta pelo deputado Major Araújo (PL), homenageou militares do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar com a mesma comenda. O parlamentar defendeu a valorização dos profissionais da segurança pública e destacou os riscos inerentes às funções exercidas. Representando os agraciados, o capitão Samuel Lourenço da Silva agradeceu o reconhecimento e afirmou que a honraria representa também um compromisso de continuidade do trabalho em benefício da sociedade goiana. 

Cultura, inclusão e saúde 

A programação cultural começou na terça-feira, 25, com o Café com Cultura, que reuniu música, literatura, gastronomia e empreendedorismo no saguão do Palácio Maguito Vilela. A iniciativa contou com o Circuito da Mulher Empreendedora, apresentações musicais e participação da escritora Gisella Mandaro. Na quarta-feira, 26, integrantes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e da banda do Grupo Arte Nascente (GAN) se apresentaram conjuntamente, em uma atividade voltada à cultura e à inclusão social.  

Na quinta-feira, 27, a Semana Cultural foi encerrada com a apresentação do coral Vozes do Cerrado, fundado pelo Sindicato dos Técnicos Administrativos das Instituições Federais de Ensino Superior de Goiás (Sint-Ifesgo) e com a Feira de Mulheres Empreendedoras, que reúne expositoras cadastradas pela Expo Mulher Gyn. Servidores e visitantes participaram de atividade de dança de salão no saguão da Casa, acompanhada por apresentação do coral.  

No mesmo dia, a Secretaria de Saúde e Meio Ambiente do Trabalho (SESMT), em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, promoveu campanha aberta à comunidade com testes rápidos gratuitos para hepatites B e C, HIV e sífilis. A ação integra o calendário de prevenção e promoção da saúde desenvolvido pela Assembleia. 

Formação e cidadania 

A Escola do Legislativo manteve, ao longo da semana, a programação do “Alego Qualifica Estagiários”. Na segunda-feira, 24, cerca de 160 jovens participaram da atividade “Educação para a Cidadania”, com palestras sobre o funcionamento dos Poderes e visita guiada ao Palácio Maguito Vilela. Na terça-feira, as atividades abordaram “Poder Legislativo, Democracia e Cidadania” e “Democracia e Legislativo”, aprofundando conhecimentos sobre representação política, processo legislativo e funcionamento institucional. 

Na quarta-feira, 26, a capacitação teve como tema “Gestão do Tempo e Organização”, com atividades teóricas e práticas sobre planejamento, definição de prioridades, procrastinação, produtividade e equilíbrio entre trabalho e descanso e, na quinta-feira, a palestra foi sobre saúde mental na esfera profissional. A programação segue até o dia 31. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Gustavo Mendanha recebeu neste sábado (29/8), em Iporá, o apoio de 126 vereadores da região Oeste de Goiás à sua pré-candidatura ao Senado. O encontro reuniu representantes de 43 municípios e faz parte da mobilização política que vem sendo construída em torno do nome do emedebista para a disputa de 2026.

Segundo a campanha de Mendanha, mais de mil vereadores de diferentes regiões do Estado já integram o movimento de apoio à sua candidatura. O encontro em Iporá ampliou essa articulação em uma região que reúne municípios de diferentes portes e apresenta demandas relacionadas principalmente à infraestrutura, saúde, desenvolvimento econômico e serviços públicos.

A manifestação dos vereadores ocorreu durante encontro com lideranças políticas dos municípios do Oeste. A adesão coletiva foi apresentada como demonstração de apoio ao projeto eleitoral de Mendanha, que busca ocupar uma das duas cadeiras destinadas a Goiás no Senado Federal nas eleições do próximo ano.

Entre os municípios representados no encontro estão Adelândia, Americano do Brasil, Amorinópolis, Anicuns, Aragarças, Arenópolis, Aurilândia, Avelinópolis, Baliza, Bom Jardim de Goiás, Britânia, Buriti de Goiás, Cachoeira de Goiás, Caiapônia, Campestre de Goiás, Córrego do Ouro, Diorama, Doverlândia, Fazenda Nova, Firminópolis, Iporá, Israelândia, Itapirapuã, Ivolândia, Jandaia, Jaupaci, Jussara, Moiporá, Montes Claros de Goiás, Mossâmedes, Nazário, Novo Brasil, Palestina de Goiás, Palmeiras de Goiás, Palminópolis, Paraúna, Piranhas, Sanclerlândia, Santa Bárbara de Goiás, Santa Fé de Goiás, São João da Paraúna, São Luís de Montes Belos e Turvânia.

Trajetória municipal

A estratégia de Mendanha para a disputa ao Senado tem como um dos principais argumentos sua experiência na política municipal. Ele iniciou a trajetória pública como vereador de Aparecida de Goiânia e posteriormente comandou a Prefeitura do município por dois mandatos.

Esse percurso é apresentado pela campanha como um diferencial para a atuação no Senado, especialmente na defesa de pautas relacionadas aos municípios. A experiência no Executivo municipal permite ao candidato sustentar um discurso voltado às dificuldades enfrentadas pelas prefeituras na prestação de serviços, na execução de obras e na busca por recursos para investimentos.

A articulação também procura alcançar lideranças de diferentes grupos políticos. De acordo com a campanha, o movimento reúne vereadores, prefeitos e candidatos a deputado de diferentes correntes, ampliando a presença do nome de Mendanha fora de sua principal base política, na Região Metropolitana.

Influência dos parlamentares municipais

A estratégia de aproximação com vereadores tem peso na formação das alianças eleitorais. Embora os parlamentares municipais não participem diretamente da eleição para o Senado, exercem influência política em suas cidades e podem atuar na mobilização de eleitores e na formação de palanques locais.

O encontro em Iporá, nesse contexto, representa mais uma etapa da construção da candidatura para 2026. Ao reunir 126 vereadores de 43 municípios em torno de um mesmo nome, a movimentação demonstra a busca de Mendanha por ampliar sua presença regional e consolidar alianças antes do período eleitoral.

Para além da quantidade de adesões, a disputa pelo Senado em Goiás deverá ser marcada pela capacidade dos candidatos de construir bases políticas em diferentes regiões do Estado. A presença de lideranças municipais tende a ser um dos componentes dessa estratégia, sobretudo em um cenário no qual a votação para senador ocorre em todo o território goiano.



Autor Rogério Luiz Abreu


Senador falou em criar Ministério da Segurança Pública se for eleito e disse que Lula “defende bandidos”

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) se encontrou neste domingo (30.ago.2026) com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, Gustavo Villatoro, para tratar do combate ao crime organizado adotado pelo governo Nayib Bukele (Nuevas Ideas, direita).

Flávio disse ter saído inspirado para a elaboração de um plano contra o crime. “Foi uma reunião que nos inspirou bastante para que possamos implementar um plano muito eficaz e firme para defender os cidadãos, para defender as vítimas e não os bandidos, como faz o atual governo”, disse.

O senador declarou que criará um ministério dedicado exclusivamente à segurança pública caso vença a eleição e deu detalhes das propostas de seu plano de governo para o combate ao crime organizado. Para ele, o Brasil precisa de um presidente “com coragem” para enfrentar as facções criminosas.

“A ideia é criar um Ministério da Segurança Pública exclusivo para fazer essa gestão junto com as forças estaduais e também com as polícias municipais”, afirmou Bolsonaro. “Vou ser um presidente muito municipalista, quero dar esse suporte não apenas financeiro, mas de organização, de conexão, de troca de inteligência, de troca de informações entre todas as esferas de poder”.

Também participaram do encontro:

  • Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente;
  • Sérgio Moro (PL-PR), candidato ao governo do Paraná;
  • Guilherme Derrite (PP-SP), candidato ao Senado por São Paulo;
  • André do Prado (PL-SP), candidato ao Senado por São Paulo.

Neste domingo, Flávio relatou a avaliação feita por Villatoro sobre as chances de replicar esse desempenho no Brasil. “Eu falei para ele que muita gente aqui no Brasil acha impossível acabar com as facções criminosas. Ele me disse que não é impossível, que fizeram em El Salvador, que é um país pequeno, mas muito pobre. E nós somos um país grande com muitas riquezas, não tem explicação para que as facções criminosas continuem dominando os territórios. Basta ter um presidente da República que tenha a coragem de enfrentá-los”, disse.


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MODELO BUKELE

O modelo de segurança pública do presidente de El Salvador é referência para a direita brasileira e é defendido por políticos como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e Flávio.

Implementada em 2022, a estratégia baseia-se no encarceramento em massa, na suspensão de garantias constitucionais e no uso intensivo das forças policiais e militares para combater o crime organizado.

A política ganhou força por causa da drástica queda nos índices de violência do país. Em agosto de 2015, El Salvador registrou o pico de 911 homicídios em um único mês e fechou 2018, ano anterior à posse de Bukele, com 3.346 assassinatos.

Segundo dados oficiais, esse número caiu para 114 em 2024, representando uma redução de 97%. Os resultados impulsionaram a popularidade do presidente, que foi reeleito em 2024 com 84,65% dos votos, depois de alterar a regra que proibia a reeleição.

Braço direito de Bukele na implementação das medidas de segurança, Villatoro teve papel central no Plano de Controle Territorial, voltado à retomada de regiões dominadas por facções.

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Autor Poder360 · PODER360


Com o encerramento do prazo para registro de candidaturas, 40 dos 41 deputados em exercício na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) apresentaram pedido de registro para disputar as eleições deste ano. Conforme levantamento da Agência Assembleia de Notícias, com base no sistema DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 34 parlamentares registraram candidatura à reeleição, enquanto seis disputam uma vaga na Câmara dos Deputados, em Brasília.

O grupo que registrou candidatura à reeleição corresponde a 82,93% dos 41 parlamentares em exercício na data do levantamento. Apenas Givago Valadares (UB) não consta com pedido de registro de candidatura nas eleições de 2026.

O levantamento considera a composição da Alego em exercício nesta sexta-feira, 28. Coronel Adailton (SD) e Julio Pina (SD) estão licenciados e têm suas vagas ocupadas, respectivamente, por Eliel Junior (SD) e Givago Valadares (UB). Os dois parlamentares licenciados também registraram candidatura à reeleição, mas não integram o grupo de 41 deputados em exercício considerado neste levantamento.

Entre os parlamentares em exercício que registraram candidatura a deputado federal estão o presidente da Alego, Bruno Peixoto (UB); Dra. Zeli (PSD); Eliel Junior (SD); Lucas Calil (PRD); Lucas do Vale (PSD); e Ricardo Quirino (Republicanos).

Já o grupo dos parlamentares em exercício que registraram candidatura à reeleição é composto por Alessandro Moreira (PRD), Amauri Ribeiro (PL), Amilton Filho (MDB), Anderson Teodoro (PRD), André do Premium (UB), Antônio Gomide (PT), Bia de Lima (PT), Cairo Salim (MDB), Charles Bento (MDB), Clécio Alves (PSDB), Cristiano Galindo (SD), Cristóvão Tormin (PRD), Delegado Eduardo Prado (PL), Dr. George Morais (MDB), Gugu Nader (PSDB) e Gustavo Sebba (PSDB).

Completam a lista Henrique César (Podemos), Issy Quinan (MDB), Jamil Calife (PP), José Machado (PSDB), Karlos Cabral (PSB), Lincoln Tejota (UB), Lineu Olimpio (MDB), Major Araújo (PL), Mauro Rubem (PT), Paulo Cezar Martins (MDB), Rosângela Rezende (Agir), Rubens Marques (PSB), Talles Barreto (UB), Veter Martins (PSB), Virmondes Cruvinel (UB), Vivian Naves (Republicanos), Wagner Camargo Neto (SD) e Wilde Cambão (UB).

Os dados refletem a situação dos pedidos de registro consultada para as eleições de 2026 e podem sofrer alterações conforme a análise da Justiça Eleitoral.

Seis escolhas em outubro

O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. Na ocasião, os eleitores farão seis escolhas, nesta ordem: deputado federal, deputado estadual, senador para a primeira vaga, senador para a segunda vaga, governador e presidente da República. Em eventual segundo turno para as disputas de governador e presidente, a votação será realizada em 25 de outubro.

Em Goiás, serão preenchidas 41 cadeiras da Assembleia Legislativa e 17 vagas destinadas ao Estado na Câmara dos Deputados. Para o Senado, os eleitores goianos escolherão dois dos três representantes da bancada de Goiás, em uma renovação de dois terços da Casa.

Em todo o país, estarão em disputa 513 cadeiras da Câmara dos Deputados, 1.035 vagas nas assembleias legislativas e 24 cadeiras da Câmara Legislativa do Distrito Federal, além das 54 vagas do Senado que serão renovadas neste pleito.

A propaganda eleitoral nas ruas e na internet teve início em 16 de agosto. Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, referente ao primeiro turno, começou nesta sexta-feira, 28, e segue até o dia 1º de outubro.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás